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terça-feira

O que impede a sua evolução profissional?

http://blog.sucessoclub.com.br
          
          Sucesso. Esta palavrinha mágica, que move o mundo, não chega por acaso e representa vencer barreiras e superar dificuldades. Muitas ações aparentemente simples, porém, podem impedir a sua escalada e evolução profissional. Não existe fórmula, mas especialistas concordam que algumas posturas determinam se uma pessoa vai ter mais sucesso na profissão do que outras:

FALTA DE OBJETIVOS - É mais fácil evoluir quando temos objetivos definidos. A maioria das pessoas não sabem para onde estão indo e não definem metas de curto prazo. Manter-se fiel aos objetivos faz com que as barreiras sejam vistas como oportunidade de superação.

IMEDIATISMO - Temos a tendência de querer resolver tudo pra ontem, sem pensar no que estamos construindo. Não devemos nos limitar a apagar os incêndios que aparecem a todo momento no cotidiano. Ao contrário, é preciso plantar primeiro para colher depois.

NÃO PRIORIZAR - Pessoas que lidam com objetivos múltiplos e executam várias tarefas ao mesmo tempo precisam rever o senso de urgência. É importante definir o que é prioridade e ter foco nos prazos.

DESISTIR - Todos temos momentos de fraqueza, em que pensamos em desistir. Não caia nessa! Use as dificuldades para se fortalecer e procure motivações para finalizar suas tarefas.

CULPAR OS OUTROS - É muito comum pessoas que tentam se justificar pelas ações dos outros. Assumir os erros e reverter a situação para aprendizado é um grande passo para a evolução na carreira.

NÃO SE ATUALIZAR - Profissionais que não buscam especialização ou atualização constantes correm o sério risco de ficar para trás no mercado de trabalho. Cursos de pós-graduação, de extensão, cursos livres fazem com que o profissional sinta-se seguro para executar as tarefas diárias e tenha perspectivas de futuro, gerando mais oportunidades e, consequentemente, motivação.

NÃO PEDIR AJUDA - Pedir ajuda não é sinal de fraqueza. Ao contrário, significa que você é humilde em admitir alguma falha e está disposto a aprender. Pedir ajuda é sinal de coragem, iniciativa e coleguismo, além de desenvolver o senso de equipe e estimular o compartilhamento de informações e conhecimento. 


sexta-feira

Quem tem pós-graduação ganha mais!





          Pesquisas mostraram que profissionais com MBA ou pós-graduação ganham mais. A consultoria Robert Half entrevistou executivos brasileiros de alta e média gerência e constatou que 30% receberam aumento entre 20% e 50% após a conclusão destes tipos de cursos. Em alguns casos a diferença chega a 100%.

          Há algum tempo a graduação era o diferencial. Hoje, a especialização é praticamente requisito básico no mercado. Mas não basta fazer os cursos; os conhecimentos adquiridos somente serão compensados se o funcionário aplicar o que foi aprendido e melhorar a sua eficiência no trabalho.

          A pós-graduação é uma chance de aprimoramento, ascensão profissional, além das vantagens financeiras. No Brasil há dois tipos de pós-graduação:

1)    Lato Sensu – conhecida como especialização ou MBA – curso que segue a graduação, com o objetivo técnico profissional mais específico. Destinam-se ao treinamento em determinado ramo, com foco no domínio técnico de área do saber ou da profissão.

2)    Stricto Sensu – Mestrado e Doutorado – conduz à obtenção de grau acadêmico, visando aprofundar a formação, dedicado ao estudo de algum objeto de pesquisa.

          Para o gerente da Robert Ralf, nos processos de seleção, as empresas valorizam: experiência profissional, evolução na carreira, idiomas fluentes, cursos de especialização e comportamento, nesta ordem. 

          Os cursos de pós-graduação fazem a diferença na maioria das carreiras. Quem pretende se destacar no mercado de trabalho pode se preparar para frequentar a escola por mais um ou dois anos depois da faculdade. No mercado atual, de constantes mudanças, é fundamental estar atualizado. Os cursos de pós-graduação aumentam a empregabilidade, pois têm foco em ferramentas que possibilitam ao profissional implantar melhorias nos processos e ter mais agilidade e eficiência na tomada de decisões no ramo de negócio em que está inserido.

          Afinal, a sua evolução profissional não pode parar!


Vai se formar? Saiba o que é Trainee


          O mercado de trabalho está em constante mudança; novos cargos surgem enquanto outros desaparecem em poucos anos. Um exemplo de recente inclusão neste cenário é o cargo de trainee. A palavra vem do termo de origem inglesa trainning (treinamento) e se refere ao profissional que tenha se formado há dois ou três anos em qualquer curso superior.

            O coordenador operacional do CIEE-ES, Rodrigo Nader explica, no blog do Ministério do Trabalho e Emprego, como os projetos de trainee funcionam para a formação de futuros gestores: “- Os participantes são recém-formados que entram na empresa com uma previsão de treinamento intenso, que os consolide como futura liderança. Desde a entrada na empresa ele já é um funcionário em treinamento, destinado a assumir uma função certa na empresa.”

            A captação de jovens através de projetos de trainees é uma das principais ferramentas utilizadas pelas organizações para agregar talentos, cada uma com suas próprias intenções, objetivos e recursos. O jovem que recebeu uma formação genérica é especializado de acordo com as necessidades da estrutura organizacional e não é raro ver grandes executivos que começaram assim.

            Ao contrário do estagiário, o trainee é um funcionário como outro qualquer e, consequentemente, tem todos os direitos garantidos e carteira assinada. A diferença é que ele participa de um programa de treinamento específico, passa por vários setores e é preparado para uma posição gerencial.

            Empresas que investem neste tipo de vínculo buscam, além de habilidades e conhecimento teórico, comprometimento. Estão interessadas em pessoas que tenham um objetivo de vida e plano de carreira, para que permaneçam muitos anos em seu quadro de funcionários.    

sábado

Educação Financeira: multiplique suas oportunidades de carreira


               
          Educação financeira tem muito a ver com a sua trajetória profissional. O mercado de trabalho atual é extremamente competitivo e demanda atualização constante. Por falta de saúde nas finanças o profissional acaba prejudicando o próprio desenvolvimento, não investe em cursos de atualização e acaba ficando pra trás.

        Os sintomas das preocupações com o endividamento também afetam o cotidiano no trabalho:  falta de dinheiro pode causar problemas como o absenteísmo (ausências), falta de atenção, baixa de auto-estima e aumento de acidentes. De olho na produtividade, muitas empresas possuem ou indicam programas de educação financeira aos funcionários.

          Pesquisa do Serasa e Ibope demonstra que 40% dos brasileiros jovens não controlam a vida financeira. A maioria confessa não resistir às compras feitas por impulso e acabam se endividando tão logo iniciam suas carreiras. O caso adquiriu status de política de Estado. A AEF Brasil liberou acesso ao Programa de Educação Financeira a ser implantado nas escolas públicas no próximo ano.

        O ultimo mapa da Educação Financeira no Brasil catalogou mais de 800 projetos em execução, a maioria gratuitos.  Os programas de Educação Financeira contribuem para o desenvolvimento da cultura do planejamento, essencial para qualquer projeto, principalmente o da sua vida. Seja qual for o seu sonho, o planejamento financeiro é uma das ferramentas mais importantes para torná-lo realidade.

Você tem inteligência emocional para trabalhar?


          A incapacidade de lidar com as emoções em ambiente profissional pode acabar com carreiras promissoras. Em seu livro sobre Inteligência Emocional, o autor Daniel Goleman destaca que nossa cultura exige muito do intelecto, relegando o lado emocional do indivíduo a um segundo plano.

          Empresas e organizações são composta de pessoas, logo os conflitos são invitáveis. A forma como os funcionários expressam os sentimentos é considerada um competência social muito importante. Durante nossas atividades diárias enviamos sinais emocionais sempre que interagimos e estes sinais afetam as outras pessoas, a ponto de transferir e contagiar o outro. Basta alguém esboçar uma emoção e lá estamos nós imitando gestos e expressões corporais e, algumas vezes, se apropriando totalmente do estado de espírito.

          Não se trata de ficar isolado o tempo todo, fingindo ser inabalável. Ao contrário, expressar as emoções positivamente melhora o clima organizacional e fortalece o sentimento de grupo. Muitas pessoas, porém, têm dificuldades em demonstrar empatia e acabam ficando rotulados como antissociais.

          O fato é que a oscilação de humor ou falta de controle podem trazer prejuízos à sua carreira. Mesmo os profissionais mais qualificados devem estar atentos à receita com as 5 competências para gerenciar as emoções no trabalho:

1) Autoconhecimento - ria de si mesmo, tenha consciência de seus defeitos e falhas.

2) Automotivação - perceber o quanto as suas atividades estão relacionadas com os seus objetivos e valores, procurando aprender sempre.

3) Autogerenciamento - reflita: isto que está me tirando do sério neste momento terá importância daqui a uma hora, daqui a um dia, daqui a um mês?

4) Empatia - não julgue as pessoas, a verdadeira empatia consiste em colocar-se no lugar do outro e validar opiniões e pontos de vista contrários aos seus.

5) Habilidade Social - exerça a influência sobre os outros, praticando a  influência positiva e assertiva.



A maior rede profissional do mundo


          Os currículos em word não têm mais relevância no mundo moderno. A maioria dos caçadores de talentos está buscando nas redes sociais informações que precisam sobre candidatos a vagas de emprego. Há uma infinidade de redes sociais na Internet com conteúdos, objetivos e públicos diferentes, mas alguns ambientes foram especialmente criados para contatos profissionais e devem ser aproveitados.

          O LinkedIn cresce a cada dia, com mais de 150 milhões de usuários no mundo, 7 milhões no Brasil. Na hora de procurar emprego esta ferramenta não pode ser deixada de lado. É possível manter contatos através de conexões com pessoas e empresas e se candidatar a vagas aproveitando as funcionalidades para manter-se atualizado e tornar-se uma referência na área de atuação.

          É preciso desenvolver uma estratégia: ter um perfil completo com informações da carreira, conversar com outros profissionais e trocar informações. Outra dica importante é participar de grupos que tenham a ver com a área de atuação. O valor de um grupo é medido pelas ações dos integrantes e requer o mínimo de etiqueta:

1) Ouvir primeiro e depois falar. Interaja com discussões abertas, só então inicie a sua própria discussão, assim você já terá conhecido a cultura ou atmosfera do grupo.

2) Evite vender ou fazer marketing. Se alguém busca informações, responda diretamente a quem solicitou, em mensagem privada.

3) Cuidado com multiplataformas. As postagens do Twitter, por exemplo, podem ser trazidas para o LinkedIn, mas são de outro tipo, para outra ferramenta, então todo cuidado é pouco.

4) Seja educado, evite argumentações acaloradas, não use termos chulos ou palavrões.

          É recomendável um cronograma de atividades online. O ideal é entrar no LinkedIn duas vezes por dia pelo menos, ler e participar de grupos e discussões, compartilhando informações e buscando oportunidades na maior rede de negócios do mundo.

quinta-feira

O que não pode fazer parte da rotina de um profissional bem sucedido



          O portal de notícias americano Huffington Post divulgou recentemente uma lista com coisas que queimam o filme no trabalho e as pessoas fazem todo dia!  São pequenas atitudes que, ao longo da carreira, minam os seus esforços de manter a imagem e podem até comprometer aquela promoção ou aumento de salário, isso sem mencionar os danos à sua saúde.

Veja o que não pode fazer parte da rotina de um profissional bem sucedido:

1) Chegar atrasado – Cinco ou dez minutinhos não faz diferença, certo? Errado! Mesmo tendo trabalhado o mesmo número de horas, os funcionários pontuais são considerados mais responsáveis e produtivos.

2) Checar os e-mails assim que chega no trabalho – Abrir a caixa de mensagens não deve ser a primeira coisa a fazer. Especialistas em gestão afirmam que responder a dezenas de e-mails compromete a produtividade ao longo do dia, dificultando a atenção nas tarefas seguintes.

3) Redigir e-mails muito longos – As pessoas não têm mais tempo para mensagens sem objetividade e buscam respostas sucintas.

4) Ficar muitas horas sentado – Evite ficar muitas horas diante do computador. Além de comprometer a saúde, interfere diretamente na criatividade e reduz a produtividade do funcionário.

5) Fazer muitas coisas ao mesmo tempo – Ser multitarefa não é sinônimo de qualidade do serviço. Se está fazendo algum trabalho importante, não divida a atenção e mantenha o foco.

6) Nunca ir ao happy hour – Nunca aceitar o convite dos colegas para um lanche ou drink pode passar uma imagem negativa e antipática. Tente conciliar os seus compromissos e participe de atividades fora do ambiente de trabalho como forma de confraternização com os colegas.

7) Nunca anotar nada – Com o excesso de informação que recebemos todos os dias, confiar na memória é um risco. Não precisa fazer um diário, mas sempre anote informações relevantes.

8) Não ter um hobby – Atividades esportivas, passatempos ou hobbies aliviam o estresse e podem torná-lo um profissional melhor. Gastar energia fora do ambiente de trabalho alivia as tensões e melhora a produtividade.

9) Não tirar férias – Ao contrário do que muitos pensam, vender as férias e não fazer o descanso anual prejudica tanto o funcionário quanto a empresa. Sem descanso, o profissional não se renova e diminui o potencial criativo.

10) Não fazer pausas – Tirar um horário para almoço e fazer pequenos intervalos são essenciais para manter a saúde em dia e deixá-lo mais disposto para as atividades cotidianas.

11) Sacrificar o sono – O sono é fundamental para manter os índices de atenção. Dormir ao menos 8 horas por dia garante a sensação de bem estar e produtividade do dia seguinte. Além de renovar as forças, você evita passar uma imagem de desânimo e falta de disposição para o trabalho.


Plano B de carreira: você tem um?


          O mundo dos negócios muda a cada segundo, graças aos avanços tecnológicos, gerando ciclos de carreira cada vez menores. Manter-se no mercado de trabalho em tempos tão competitivos é desafiador.

          Há algumas décadas bastava entrar em uma boa empresa, que ela se encarregaria da trajetória profissional.  Hoje o que se vê é uma verdadeira dança das cadeiras de cargos, especialmente estratégicos, de executivos que vão em busca de melhores salários e benefícios.

 Neste cenário cabe ao profissional que deseja permanecer no mercado de trabalho, fazer o dever de casa e investir em atualização contínua. Mas tudo der errado, ter um plano B para se precaver dos problemas ocasionados pela alta rotatividade no mercado de trabalho é fundamental.


QUAL O MOMENTO IDEAL?

Todo profissional deve ter um plano de carreira com objetivos para manter a empregabilidade desde o momento em que começa a trabalhar. Se você anda não tem um, o momento ideal para começar é ontem. Para se ter um plano B é necessário ter um plano A, não se esqueça.

Uma atividade paralela pode partir de um hobby, criação de um blog de assunto de interesse ou apoio a um projeto social. Um plano B não se trata só de emprego, mas algo que possa trazer satisfação pessoal, um plano de vida. Mesmo quem está realizado profissionalmente deve ter um projeto, pronto para ser posto em prática.


COMO COMEÇAR?

Não adianta ter um sonho e não tirar do papel. É preciso avaliar riscos, oportunidades e fazer um estudo de viabilidade. Muita cautela e planejamento evitam desastres financeiros e frustrações. Também é preciso ter tempo para estruturar a atividade alternativa e se dedicar para atingir os resultados esperados.

Procure identificar o realmente o motiva, se tem mercado e como vai ser o levantamento dos recursos necessários. Isso inclui autoconhecimento, refletir sobre suas paixões, valores e o que espera do futuro.


Como o Facebook pode prejudicar a sua carreira

Fonte: http://pt.wix.com


          As redes sociais são um fenômeno poderoso de comunicação, que não pode ser ignorado. Fazer parte da rede, porém, requer certos cuidados com a imagem e exposição pública. Enquanto uns usam perfis para mostrar os pontos fortes, ressaltar habilidades e fazer publicações que ajudem o desenvolvimento profissional, outros simplesmente aproveitam a oportunidade para destruir a imagem e a carreira.

          Muitas pessoas acham que o perfil no Facebook não tem nada a ver com o trabalho. Mas a partir do momento que você associa o nome da sua empresa ou categoria profissional, a coisa muda de figura. Principalmente as grandes organizações, possuem monitoramento de marca e certamente localizam e fiscalizam as páginas dos funcionários, colaboradores e fornecedores.

          É fácil e rápido queimar o filme nas redes sociais. Para evitar prejudicar a sua imagem, tome alguns cuidados:

FOTOS - É comum vermos fotos de advogados de biquíni, médicos bêbados em festas e mesas de bar, professores na última farra da faculdade. O que acontece na balada, fica na balada! Não publique imagens com bebidas, nem marque os amigos, principalmente os do trabalho.

TEXTO - Pesquisas mostram que vários candidatos já foram dispensados por postagens indevidas nas redes sociais. Evite erros de português e palavrões.

USO NO TRABALHO - Ainda são poucas as empresas que possuem manual de boas práticas em relação ao uso das redes sociais no trabalho, material que informa aos funcionários o que pode e o que não pode ser feito durante o expediente. Se a organização na qual você trabalha não divulgou este documento, só resta o bom senso. Ficar postando piadinhas, tirinhas, convites para jogos, reclamar do chefe e colegas e, principalmente, divulgar imagens da sala e instalações de trabalho não é indicado na maioria dos casos e pode causar demissão.

          Manter um perfil em rede social mostra que você está atualizado, antenado com as mudanças e tendências tecnológicas e que tem uma boa rede de contatos e amigos. Com a velocidade e quantidade de informações compartilhadas é preciso pensar no seu marketing pessoal, usando a rede a seu favor e evitando as repercussões negativas.

Vantagens de abrir uma conta universitária

Fonte da imagem: www.brasildefato.com.br


          De olho nos futuros empresários e profissionais, os bancos oferecem vantagens na abertura de conta para universitários. A inclusão bancária é necessária para quem está começando a vida e a carreira, porém é preciso pesquisar e comparar o que cada instituição oferece antes de optar por uma delas.

A conta universitária é oferecida para pessoas que estão cursando faculdade ou universidade. É necessário comprovar que está matriculado e estudando através de declaração de matrícula, boletos de pagamento ou carteirinha de estudante. A maioria dos bancos não exige comprovação de renda e têm baixa taxa de manutenção, entre 3 e 5 reais.

          Os benefícios oferecidos por alguns bancos:

CAIXA ECONÔMICA - Cheque especial pré-aprovado de quatrocentos reais, Cartão de Crédito Universitário com limite de setecentos reais e programa de pontos, financiamentos pelo FIES (Programa de Financiamento Estudantil), incentivo à pós-graduação com até 36 meses para pagar, financiamento para montar consultório, escritório, compra de equipamentos e mesada eletrônica. Os benefícios valem até um ano após a conclusão do curso. A cesta de serviços é grátis durante três meses.

SANTANDER - Crédito sem comprovação de renda, 10 dias sem juros por mês no cheque especial, apoio para matrícula, compra de livros, computadores ou materiais escolares com taxas diferenciadas, convênios com universidades em outros países, através do Santander Universidades.

BANCO DO BRASIL - Crédito pré-aprovado e isenção de tarifa nos primeiro ano. O banco também é agente financeiro do FIES e oferece possibilidade de financiar a pós-graduação, cursos, livros, tablets, smartphones e viagens. Cartão de crédito com limite de até oitocentos reais, facilidades em seguro de vida e automóveis.

ITAÚ - A conta universitária inclui pacote de serviços isentos de tarifas durante os seis primeiros meses. Estudantes têm limite pré-aprovado de crédito no cartão e cheque especial, corretagem de ações, programa de pontos, parcerias com estádios de futebol e atrações turísticas.

BRADESCO - Isenção de tarifas durante seis meses para universitários. Cartão de crédito com primeira anuidade gratuita e 50% de desconto nas seguintes. Linhas de crédito para compra de material escolar e cursos de pós-graduação, intercâmbio e MBA.

Cuidado para não cair em ciladas e ser convencido pelo gerente a abrir uma conta corrente convencional e perder as vantagens. Também é comum que os jovens acabem extrapolando os limites do cartão e do cheque especial, por falta de experiência e educação financeira. Compare as condições e vantagens de cada banco, como mensalidades, cesta de serviços oferecidos, limites de saques e transferências, extratos e folhas de cheque.

Quais são as suas metas profissionais de Ano Novo?


          A carreira profissional não deve estar somente à mercê do mercado de trabalho. Sim, você pode e deve tomar as rédeas do destino e manter-se fiel aos seus objetivos. Mas você sabe quais são eles? O Ano Novo é uma ótima oportunidade para estabelecer novas metas e comportamentos, aproveite!

MELHORAR O CONTROLE EMOCIONAL - Quando se fala em controle emocional não significa (só) segurar o choro, principalmente das mulheres. Trata-se de não se envolver e sofrer em assuntos que você não pode mudar a não ser que troque de emprego.

MELHORAR PONTUALIDADE E ASSIDUIDADE - O que diferencia um profissional de outro é o comprometimento. Chegar atrasado com frequência e faltar sem justificativa são ações que mancham a sua imagem e deixam transparecer que você não tem disponibilidade para o cargo.

MELHORAR OS RELACIONAMENTOS - Desafetos no ambiente de trabalho são causados por fofocas e pessoas invejosas. A regra é manter-se afastado deste tipo de perfil, mas procurar entender as pessoas sem julgamentos precipitados e estar sempre aberto e prestativo são ótimas resoluções para o próximo ano.

MANTER-SE ATUALIZADO - O mercado está competitivo em praticamente todas as áreas. Se você não estuda há mais de dois anos, está na hora de procurar um curso em 2014. Para quem tem pouco tempo ou dificuldade de locomoção, uma boa opção são os cursos de ensino à distância. Dinheiro também não é desculpa, pois há vários sites que oferecem atualizações profissionais e cursos livres gratuitamente. O Governo Federal, sindicatos, e faculdades e universidades também compartilham conhecimento na Internet.

DEFINIR OBJETIVOS DE CURTO E MÉDIO PRAZO - Em que cargo você quer chegar? Quanto quer ganhar?  Em que empresa deseja trabalhar? Coloque prazos nas respostas a perguntas como estas e mantenha estas metas sempre em mente.

DEDICAR MAIS TEMPO A SI MESMO - A correria do dia-a-dia tem o seu preço. Evitar o estresse, melhorar a qualidade de vida e praticar atividade física regularmente devem estar na sua lista, não se esqueça!

FELIZ 2014! 

Profissão: Fisioterapeuta

Fonte: http://www.cirurgiasplasticas.med.br


         A escolha de uma carreira envolve valores, objetivos pessoais, interesses, tradição familiar, prestígio social e ambições financeiras. Um profissional que escolhe a carreira de saúde só consegue um padrão econômico e satisfação profissional se cumprir dois requisitos: gostar do que faz e estar preparado para investir alto em qualificação, cursos, participação em congressos e seminários.
        
          Um fisioterapeuta usa diversos métodos e técnicas para desenvolver ou restaurar a capacidade biomecânica do paciente, que inclui os mais diversos públicos, como acidentados, grávidas, idosos, pessoas com má formação genética, neurológica, física ou mental, bem como vícios de postura. O mercado clama por profissionais especializados para reabilitação de lesões e sua função é fazer com que o paciente volte à situação anterior.

PERFIL DESEJADO: Conviver diariamente com as dores, expectativas e frustrações das pessoas, sem se deixar envolver, não é tarefa fácil. É preciso ter empatia, paciência e gostar de trabalhar com as mãos.

ESPECIALIZAÇÕES: Áreas ortopédica, respiratória, cardiológica, uroginecológica, neurológica e esportiva. Outros setores de crescimento são fisioterapia hematológica, angiológica, pericial, do sono, psicossocial, geriátrica  e outras.

MERCADO DE TRABALHO: Quem trabalha no setor público, ganha mais. Alguns concursos chegam a ter salário base acima de R$8.000,00, como no caso da Marinha e Aeronáutica. Porém estes profissionais, muitas vezes, têm que lidar com a falta de estrutura, material e equipamentos precários. Atua também em hospitais, clínicas, consultórios particulares e até em empresas, com ações preventivas às lesões laborais, minimizando ou evitando incapacidades e proporcionando melhor qualidade de vida aos funcionários.

SALÁRIO: Segundo a Federação Nacional de Fisioterapeutas e Terapeutas Ocupacionais, um recém-formado ganha, em média, R$1.600,00. Foi aprovado pela ALERJ, no dia 27/02/2013, o piso salarial de R$2.047,58, através do Projeto de Lei 1907/13.

ROTINA: Não existe rotina para este profissional. Seja na área pública, privada ou autônoma, trabalhar com as lesões das pessoas exige grande responsabilidade e dedicação. Se quiser saber como é o dia-a-dia do profissional, recomendamos este vídeo, feito pelo Guia do Estudante, da Editora Abril.

Fontes:


É fácil para os recrutadores descobrirem mentiras no CV?




         Muitas pessoas mentem no currículo achando que podem enganar os recrutadores e assim, conseguir uma vaga de emprego. Mas, como dizem, a mentira tem pernas curtas e, com o avanço da tecnologia, fica mais fácil descobrir informações falsas fornecidas pelos candidatos.

         O autor do livro “O Instituto do Sucesso”, Renato Gringerb disse, em entrevista para a revista Exame, que os recrutadores checam tudo! Desde a formação, entrando em contato com as escolas e faculdades, até as experiências anteriores, conversando com antigos empregadores.

Segundo o autor, a mentira mais fácil de pegar é a fluência em idiomas. Com apenas uma pergunta ou duas em Inglês, por exemplo, é possível “descobrir” se o candidato falou a verdade no currículo. As redes sociais como Facebook e LinkedIn também são consultadas, para “pegar” incompatibilidades com a descrição do perfil ou cursos extras. Algumas empresas fazem levantamento até sobre antecedentes criminais e histórico de inadimplência no Serasa.

         Mentir no CV revela muito sobre você e o seu caráter, sendo decisivo para a contratação. Quem não fala a verdade no currículo demonstra uma postura ética sem princípios básicos de honestidade, desejável em qualquer empresa. Para quem não sabe, esta atitude também tem implicações legais. Se houver denúncia, além do candidato perder a credibilidade no mercado, pode cumprir de dois meses a dois anos, pena prevista no Projeto de Lei 6561/09.

terça-feira

Ano novo, currículo novo!




          Que tal aproveitar o início do ano para refletir sobre a sua carreira? Atualizar o currículo pode ser um bom começo. Será que os seus objetivos ainda são os mesmos? Os treinamentos feitos ao longo do ano estão de acordo com a realidade do mercado e tendências para 2013?
            
          As coisas mudam em muito pouco tempo. Ao revisar o objetivo profissional, é recomendado pesquisar sobre as possíveis alterações no mercado de trabalho. Com a velocidade das informações circulando em escala global, em um ano podem até surgir novas profissões ou ramificações. Por isso é preciso ficar de olho nas novas oportunidades na área de atuação.

            Tão importante quanto as informações profissionais, os dados pessoais também merecem atenção especial. Não adianta ter um ótimo currículo se o recrutador não consegue contato com você. Confira o número do celular e endereço de e-mail, principalmente nas redes sociais. Lembre-se de que atualmente a maioria faz pesquisas online antes de convidar um candidato para entrevista.

            Trabalhos da faculdade ou monografia também podem ser incluídos, bem como cursos e treinamentos, mas somente os relacionados com a vaga. Encher o currículo com informações desnecessárias não vão ajudar, pelo contrário.

            O currículo é um documento vivo, que sinaliza ao empregador que você está se preparando para chegar a algum lugar. O mínimo que se espera é que transpareça com clareza que você é um profissional em plena evolução! Mostrar que você tem potencial para aprender pode ter mais peso do que o seu histórico profissional.

            Ninguém aguenta os clichês: “gostaria de fazer parte do seu quadro de funcionários”, “segue currículo em anexo” ou “estou disponível no momento”. Seja criativo, tentando sempre projetar mais o futuro do que o passado. Não tente fazer um enigma indecifrável, mas um relato que manda a mensagem logo de cara, sem rodeios.

            Da mesma forma que um currículo gera boas oportunidades, sendo o elo de comunicação com os selecionadores, também pode fechar portas. Saber reportar informações de maneira adequada sobre a sua trajetória profissional é imprescindível. É sempre bom lembrar que não são admitidos erros de português, e a capacidade de síntese também é observada. Feliz currículo novo!

O currículo ideal para o primeiro emprego



          
          As empresas não buscam somente pessoas experientes para o quadro de funcionários. Seja para aumentar a mão-de-obra a baixo custo, ou para treinar jovens desde o princípio da carreira, algumas empresas optam por estagiários ou aprendizes.

            Fazer um currículo não é difícil, há vários modelos que podem ser baixados facilmente, mas é preciso saber utilizá-los. Não podemos esquecer de que um bom currículo sozinho não garante emprego. A hora decisiva é a entrevista: há grandes chances de não ser contratado se mostrar-se instável, inseguro ou arrogante, por exemplo.

A primeira coisa para elaborar um currículo é pensar nas suas habilidades e conhecimentos. Mesmo sem nunca ter trabalhado antes, você deve conhecer algumas ferramentas, como Word, Excel, Photoshop, Internet e outras. Trabalhos escolares, planilhas de orçamento pessoal, navegação em sites, redes sociais, edição de imagens, organização de festas familiares, tudo isso é experiência!

            A segunda é investir em si mesmo. Quando as empresas buscam por novatos, querem que já tenha algum conhecimento, ainda que mínimo, sobre o assunto, e que possam aprender rapidamente o que falta. Aproveite o tempo livre para fazer cursos, ler, frequentar palestras, enfim, tudo o que puder para aumentar as suas qualificações. Falta de disponibilidade e dinheiro não são desculpas. Há uma infinidade de cursos gratuitos, online e presenciais em instituições e na web.

            Veja alguns sites e instituições que oferecem cursos de graça:


            Mas como preencher o campo Experiência Profissional se você nunca trabalhou? O segredo é enaltecer a formação com atividades extra-curriculares, voluntariado, coordenação de eventos e trabalhos interessantes. As qualificações devem ir ao encontro do perfil solicitado para a vaga escolhida: o que você sabe que pode ajudar no desempenho das atividades? As qualificações pessoais se referem aos aspectos da sua personalidade, como liderança de equipes, se é comunicativo, proativo e outras.


           Todos que estão trabalhando tiveram um primeiro emprego. Não desista na primeira negativa, procure saber qual foi o impedimento para a sua contratação e aonde deve investir mais. Apresente-se bem, com vestuário adequado e pesquise sobre a empresa antes da entrevista. Agora é com você! Boa sorte e sucesso!

Pra quem você trabalha?


         Esta é uma pergunta que devemos nos fazer todos os dias. Para muitos o trabalho é um fardo. Dirigem-se aos seus postos automaticamente, executam atividades rotineiras, e no horário da saída em ponto, estão com um pé na porta.Seguem a máxima “você finge que me paga e eu finjo que trabalho” e acham que, passado o horário de expediente, não têm mais nada a ver com a empresa.
            Funcionários assim estão fadados ao fracasso profissional, insatisfação pessoal e, quando conseguem segurar seus empregos, permanecem no mesmo cargo uma eternidade, sem progressos. Porque trabalham somente para seus chefes, para a empresa ou pelo salário.
            Experimente trabalhar para si mesmo, pelo seu crescimento profissional e pessoal, pelo seu futuro, pelos seus objetivos, pela transformação da sociedade, e verá que tudo muda. A visão de pessoas assim é completamente diferente, pois se posicionam proativamente, logo são respeitados e recompensados à altura.
            A felicidade e crescimento profissional e pessoal começam a ganhar espaço quando há mais cooperação do que competição. A motivação não fica somente por conta do retorno financeiro; profissionais que têm mais comprometimento com as metas pessoais pensam em longo prazo e, consequentemente, oferecem melhores resultados às corporações.  Quando o funcionário tem uma consciência mais ampla da sua função, de seus méritos e responsabilidades, dá um sentido maior à sua existência na empresa e é mais feliz.


            O indivíduo que percebe que o emprego é somente um caminho a seguir para sentir-se melhor, certamente tem uma melhor qualidade de vida. Ser feliz na profissão é muito importante. Estar satisfeito na carreira não é algo irreal ou impossível.
            Pare por um momento e reflita sobre alguns pontos: “-Eu sei aonde quero chegar?”, “-Estou fazendo o que gosto?”. As respostas estão na habilidade de equilibrar os campos pessoal e profissional, pois a felicidade se dá em vários níveis. Colocar a culpa somente na empresa ou no chefe pode ser uma armadilha. E o primeiro passo para escapar de uma armadilha é reconhecer os fatos.
            O trabalho pode ser fonte de felicidade e oportunidade para se viver de maneira equilibrada e plena de significado. É uma chance de aplicar os talentos, desenvolver a criatividade e proporcionar alegria. Se você também pensa assim, parabéns: acaba de ser promovido a chefe de si mesmo.

quarta-feira

Especial Entrevistas: O que usar e como se comportar.


O que vestir?

Bem vestido pra entrevista.

Embora elegante, o terno ou terninho, pode ser substituído numa entrevista de emprego menos formal. Veja as variações, mas fique atento ao perfil da empresa.

Homens: ter ou não ter barba?
Os barbudos estão na moda, mas o visual ainda não conquistou o ambiente corporativo.

Mulheres:

Nada de decotes e saias abaixo dos joelhos.


Como se comportar!

Entrevista de Emprego

Renata Avediani, repórter da VOCÊ S/A, dá dicas importantes para você não pisar na bola na entrevista de emprego.


Prepare- se para a Entrevista

As entrevistas de emprego geram muita ansiedade. A especialista em recursos humanos, Elaine Saad, da Right Management, dá algumas dicas para você não fazer feio nesta hora.


* É preciso se conhecer primeiro

Antes de definir e escolher o objetivo profissional, e independente do que se quer atingir, é preciso que as pessoas conheçam seus pontos fortes e fracos. Essas e outras dicas são dadas pela especialista em RH, Elaine Saad.

* Antes,durante e depois

Conhecer o perfil da empresa, se apresentar bem, enviar carta de agradecimento após a entrevista são detalhes que ajudam você se destacar durante o processo de seleção.


Fonte: http://vocesa.abril.com.br/desenvolva-sua-carreira/materia/curriculo-entrevista-573005.shtml

terça-feira

Especial Entrevistas: Currículo


Com o mercado de trabalho cada vez mais competitivo é importante investir em um bom currículo a fim de poder ser contratado mais rapidamente.

“O currículo é uma das melhores formas de marketing pessoal. É por meio dele que uma empresa avalia o perfil de um profissional”. Explica o consultor da Aims – Internacional Management Search, José Kantek. De acordo com o especialista em Marketing, Propaganda e Gestão Empresarial Alexander Baer, as empresas buscam pessoas que melhor saibam vender sua marca. “Um profissional que sabe trabalhar suas qualidades, tem melhor potencial para a venda da marca da empresa”, disse Baer.

Um bom currículo deve ser sucinto, claro e objetivo, sem rasuras ou informações inúteis. Nada de informar cursos não compatíveis com a área de atuação desejada ou exagerar nas qualidades.

DICAS:

  • Marketing pessoal não é propaganda enganosa. Ter autoconhecimento é fundamental para que você mostre a sua essência.
  • É interessante fazer uma pesquisa para saber o que os outros acham de você. Aprenda a usar essas análises a seu favor.
  • A busca de motivação ajuda na luta pelos objetivos e a melhorar relacionamentos.
  • Planeje. Cada um deve estipular metas a curto, médio e longo prazos para os planos de vida.
  • Uma rede de contatos é uma grande ferramenta de marketing. Mantenha seus relacionamentos sempre atualizados. Cada pessoa que passa por sua vida pode ajudar a gerar negócios.
  • Tenha espírito empreendedor. A atualização e reciclagem profissional torna você um profissional com uma marca própria.
  • Dê atenção aos que o cercam. A valorização de outras pessoas pode resultar em uma boa imagem na mente daqueles indivíduos.
  • Tenha ação, ação, ação, ou seja, atitude para fazer acontecer.


Fonte: http://casesdesucesso.wordpress.com/2008/02/26/a-importancia-de-um-bom-curriculo/

quarta-feira

Universidade: conheça a diferença entre estágios e empresas juniores





Por Tércio Saccol

SÃO PAULO - Boa parte da formação de um profissional ocorre durante o período de graduação, na faculdade. É lá, em geral, que serão ministrados os primeiros ensinamentos específicos para a carreira, que ocorrerá o primeiro networking dentro da área de atuação esperada, e, principalmente, o contato inicial do profissional com a área de trabalho almejada.

E, esse contato costuma acontecer, principalmente, por meio dos estágios, que se dão ou na própria universidade, em atividades de monitoria, empresas e agências juniores, ou em empresas do mercado, organizações e corporações.

De acordo com o gerente de projetos do Grupo Foco de recrutamento, Rudney Pereira Junior, existem diferenças entre as duas experiências, mas elas podem ser vistas como complementares. “Não dá pra você nivelar, as duas situações são diferentes, mas também é óbvio que uma experiência em uma empresa júnior coloca o candidato um passo a frente do que o que não teve nenhuma experiência, por exemplo”, analisa.

O consultor lembra que há momentos e situações em que é mais complicado para o candidato conquistar espaço em uma empresa. “No começo da faculdade, por exemplo, é mais difícil arrumar estágio, e a empresa júnior, dentro da universidade, surge como opção. A trajetória do aluno dentro da universidade mostra o interesse e a preocupação em se preparar para o mercado de trabalho, complementar a experiência teórica com uma ação mais prática”, lista Junior.

Valorização
Mesmo assim, o gerente do Grupo Foco acrescenta que todo tipo de atividade que contribui de alguma forma com a formação do estudante ajuda a valorizar o currículo.

“Ações como monitoria, atuação em uma empresa júnior e trabalho no diretório acadêmico mostram a preocupação em assumir responsabilidades, o acréscimo em contato com os colegas e a complementação em experiência prática”, diz ele.

Junior explica ainda que, enquanto a atuação em uma empresa júnior ou experimental tem uma supervisão e um contato "monitorado" com a realidade do mercado através da universidade, o estágio convencional vem como uma configuração de relação de trabalho e tem um peso um pouco maior.

“Ele acaba dando uma visão de relação de trabalho, costuma ser mais 'pesado', porque você atua junto a profissionais já prontos, com atuações ligadas à realidade profissional, com maior grau de pressão”, analisa.

Networking
Por outro lado, mesmo atuando em um ambiente que não inspira a mesma cobrança de uma empresa convencional, Junior recomenda que os estudantes que atuam em agências ou empresas juniores aproveitem a oportunidade de desenvolver um bom relacionamento com potenciais futuros colegas de profissão e área e agregar aprendizados específicos para sua área.

“Existe a possibilidade de você conseguir uma colocação no futuro, em função desse contato iniciado na universidade ou de fazer parcerias que possam ajudar no mercado”, destaca Junior.

E independentemente da experiência ter ocorrido em um estágio convencional ou dentro da universidade, Junior orienta que, na hora de apresentar o conhecimento e competências desenvolvidas - como em uma entrevista de emprego -, o profissional esteja preparado para ser claro, objetivo e focado.

“É importante mencionar no que sua experiência contribuiu para o crescimento, o que ele conseguiu evoluir. Ele precisa ter em mente que, ao buscar uma experiência inicial, não é o vasto portfólio de suas experiências que está sendo avaliado, mas o seu potencial para determinada área ou empresa que está sendo avaliado”.




Fonte: Infomoney
Link: http://www.infomoney.com.br/carreiras/noticia/2099255-universidade+conheca+diferenca+entre+estagios+empresas+juniores

terça-feira

As novas profissões


Por Felipe Morais

O crescimento da web está sendo benéfico para muitas pessoas. Nem só para as empresas que investem nesse novo mercado, mas para a leva de profissionais que está vindo por ai. E não são poucos.

Não é de hoje que o curso de publicidade e propaganda é um dos mais buscados na USP, o que serve de parâmetro para nós do mercado. Tem muita gente querendo vir para o mercado de publicidade, mas será que damos conta dessa nova leva? Espero que sim. Claro que há a ordem natural das coisas, como pessoas que se aposentam ou largam tudo para viver no interior (velho sonho de publicitário), mas o número de pessoas que sai do mercado é muito menor dos formandos de cada ano, ou seja, dos que entram.

Estamos vendo cada vez mais o movimento de pessoas saindo de agências e montando suas próprias agências. Esse movimento não é novo, acontece desde que surgiu a 1ª agência de propaganda no mundo, mas hoje tenho visto ocorrer mais do que nunca, e de empresas especializadas o que é bom para o mercado. Isso abre espaço para esses novos “entrantes” no mercado, mas assim como disse no parágrafo acima, mesmo assim, não há espaço para toda essa mão de obra. Mas como resolver isso? Internet é a resposta!

Quando eu comecei na propaganda, em 2001, como 99% das pessoas que entram no curso (até hoje) eu queria ser um criativo. Como sempre escrevi bem, eu queria ser redator. Tentei ser Diretor de arte, mas sem o menor talento. Redação eu me dava muito melhor. Passei por várias áreas até me apaixonar por planejamento e cá estou até hoje. Fui mídia, tráfego, atendimento, produção e até atuei como produtor de TV. Esse era o leque que eu conhecia. Um dia me apresentaram a uma pessoa em uma agência e ela disse ser “arquiteta de informação”.

Para mim, arquiteto era aquela pessoa que planejava casas e era uma profissão que um dia eu quis ter. Mas não, a web trouxe uma gama de novas especialidades para a construção de projetos digitais, que vão além do site e com isso abriu um leque de opções enorme para novos especialistas. Leque esse que as faculdades ainda não enxergaram e por isso há poucos profissionais qualificados. Os que estão se saindo melhor, são aqueles que estão em cursos de pós graduação em marketing digital, como o da FIT onde dou aula.

Mesmo atuando há 9 anos no mercado de web, ainda hoje eu me surpreendo com essas novas profissões. Não quero de maneira nenhuma falar mal aqui de nenhuma delas, muito pelo o contrário, pois tenho visto como esse pessoal tem feito a diferença em projetos digitais. Quanto mais especialistas, melhor!

Além do arquiteto de informação, tenho visto nas agências o “flashmaker”, “interface”, “motion designer”, “especialista em .Net”,”redator de links patrocinados”, “especialista em SEO”, “especialista em SEM”, “programadores front e back end”, “gerente de projetos”, “analista de projetos”, “gerentes, analistas, coordenadores de e-commerce”, “implementador de Java”, “analista de mídias sociais”, “gerente de comunidade virtual”; isso sem contar com as adaptações do offline para o online, como no meu caso, planner digital, mas também já fui mídia online. Há o diretor de arte online, webwriting – que é o redator para internet, diretor de operações para o digital, atendimento, produção, tráfego. Até redator para Redes Sociais tem ganho importância por ser um cargo específico e com poucos profissionais capazes de fazer o Twitter vender mais Coca-Cola!

Em resumo, se você está no período de pensar em qual faculdade fará ou se já optou e está fazendo publicidade e propaganda, vai aqui uma dica: foque no digital, afinal, como você viu acima, a quantidade de novas profissões é enorme e você vai acabar vendo que o tempo que você passa na frente do computador não será inútil e sim, a sua profissão e que você pode ser um sucesso. Só depende de você se encaixar em uma dessas novas profissões e se dedicar muito.

E ai, vai encarar qual?

Felipe Morais é publicitário, autor, professor, palestrante e blogueiro. Autor do livro: Planejamento Estratégico Digital (Ed Brasport), Autor do Blog do Planejamento. Mediador da 1ª Rede para Planners no Brasil (pedigital.ning.com.)

Fonte: WebContexto

Link: http://www.webcontexto.com.br/marketing/as-novas-profissoes/

 

PIT

O Pit - Programa de Integração ao Trabalho das Faculdades São José tem como objetivo preparar e integrar o aluno para o mercado de trabalho, transmitir experiência profissional através de palestras, oficinas e workshops, além de captar vagas e supervisionar os estágios, também atua dando orientações e preparando os alunos para processos seletivos de estágios e empregos.