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sexta-feira

Especial Entrevistas: O Feedback


Depois da Entrevista

O entrevistador quem encerra a entrevista. Talvez você ouça a famosa frase: "Vamos entrevistar outros(as) candidatos(as) e, em breve, lhe daremos um parecer". É ele quem tem a atitude de lhe estender a mão, agradecer sua presença, levantar-se da cadeira e acompanhá-la (ou não) até a porta de saída.

- Mesmo que você ache que a entrevista não tenha sido tão boa, saia da sala da mesma forma que entrou: cabeça erguida, mantendo um sorriso discreto, agradecendo a atenção que lhe foi dispensada. Sinta-se tranqüila e tenha uma expectativa confiante "moderada" para não se decepcionar caso não tenha sido muito bem sucedida na entrevista ou no teste. Seja sempre otimista, não desista nunca, muitas vezes temos que bater em muitas portas para que uma delas possa ser aberta.

- Mantenha a ansiedade sob controle, pois o dia seguinte pode ser um dos momentos mais ansiosos de sua vida. Se tudo correu bem, surge o nervosismo inevitável. Se houve incidentes, a desolação se instala. Antes de embarcar em atitudes desgastantes, descubra como manter o autocontrole.

- Outro ponto importante é aceitar que há a possibilidade da desclassificação. Um processo de seleção envolve dezenas, centenas e até milhares de candidatos. Matematicamente, é grande a possibilidade de você não ser a escolhida. Mas, se isso ocorrer, não encare a tentativa como um fracasso pessoal.

- E se o telefone não toca nunca? Nem para dizer que você está fora da seleção? A maioria dos entrevistadores não se preocupa em dar satisfação para os participantes de um processo de seleção, a não ser para os finalistas. E aí está um dos pontos de tormento dos candidatos. Experimente agir assim:
- Espere 15 dias e telefone.
- Fale que participou de tal processo e que continua interessada na oportunidade.
Espere mais três dias e tente de novo.
- Não pressione com argumentos desesperados ou ameaças.
- Fale apenas com o próprio recrutador que a entrevistou. Não adianta deixar recados com outras pessoas.
- Também não deixe recados na secretária eletrônica dele. Um e-mail pode ser mais eficiente.
- Não se deixe abater com a falta de resposta.
- Se nenhuma das sugestões anteriores der certo, esqueça e se prepare para a próxima seleção.

Racionalize assim: enquanto houver muito mais candidatos do que vagas, o mercado não se preocupará com os sentimentos das pessoas. Se um dia, no entanto, chegarmos ao nível de pleno emprego tão sonhado, serão eles que correrão atrás de você.

Fonte: http://www.dragteam.info/forum/carreira-empregos/13543-antes-durante-e-apos-uma-entrevista-de-emprego.html

quinta-feira

Especial Entrevistas: Durante a Entrevista


Como vencer o terror da entrevista

É impossível deixar de ficar tenso na conversa cara a cara. Conheça estratégias para ficar mais seguro na hora de se vender para uma vaga.

Como ter sucesso na entrevista de emprego
Aprenda a resposta certa para as perguntas mais complicadas dos recrutadores.

Entrevista de emprego
Jovem ou executivo sênior, todos estão sujeitos a erros quando o assunto é entrevista de emprego.

Tropeços no recrutamento
Conheça os erros que os recrutadores e os profissionais cometem durante a entrevista de emprego e aproveite melhor a próxima oportunidade de mudar de trabalho.


Perguntinhas básicas
Há perguntas básicas na hora da entrevista que amedrontam qualquer um. A especialista em RH, Elaine Saad, dá dicas de como se portar diante de questões que podem definir o seu futuro profissional. Existe uma metodologia que muitos profissionais de RH e headhunters utilizam para verificar se o profissional entrevistado apresenta ou não determinada característica e em que grau.

Diga sempre a verdade
Na hora da entrevista, não é vergonhoso falar para o recrutador que não você não tem vivência em um determinado assunto. A especialista em RH, Elaine Saad, alerta para a importância da transparência na hora da entrevista.

O funil da seleção
Conheça os processos de recrutamento mais utilizados e veja como se comportar.

Timidez sem problemas
É preciso vencer a timidez para ter sucesso no trabalho.

Presidentes contratam
Eles estão participando da seleção de emprego em grandes companhias. Veja como agir quando estiver diante do número 1.


Fonte: http://vocesa.abril.com.br/desenvolva-sua-carreira/materia/curriculo-entrevista-573005.shtml

quarta-feira

Especial Entrevistas: O que usar e como se comportar.


O que vestir?

Bem vestido pra entrevista.

Embora elegante, o terno ou terninho, pode ser substituído numa entrevista de emprego menos formal. Veja as variações, mas fique atento ao perfil da empresa.

Homens: ter ou não ter barba?
Os barbudos estão na moda, mas o visual ainda não conquistou o ambiente corporativo.

Mulheres:

Nada de decotes e saias abaixo dos joelhos.


Como se comportar!

Entrevista de Emprego

Renata Avediani, repórter da VOCÊ S/A, dá dicas importantes para você não pisar na bola na entrevista de emprego.


Prepare- se para a Entrevista

As entrevistas de emprego geram muita ansiedade. A especialista em recursos humanos, Elaine Saad, da Right Management, dá algumas dicas para você não fazer feio nesta hora.


* É preciso se conhecer primeiro

Antes de definir e escolher o objetivo profissional, e independente do que se quer atingir, é preciso que as pessoas conheçam seus pontos fortes e fracos. Essas e outras dicas são dadas pela especialista em RH, Elaine Saad.

* Antes,durante e depois

Conhecer o perfil da empresa, se apresentar bem, enviar carta de agradecimento após a entrevista são detalhes que ajudam você se destacar durante o processo de seleção.


Fonte: http://vocesa.abril.com.br/desenvolva-sua-carreira/materia/curriculo-entrevista-573005.shtml

terça-feira

Especial Entrevistas: Currículo


Com o mercado de trabalho cada vez mais competitivo é importante investir em um bom currículo a fim de poder ser contratado mais rapidamente.

“O currículo é uma das melhores formas de marketing pessoal. É por meio dele que uma empresa avalia o perfil de um profissional”. Explica o consultor da Aims – Internacional Management Search, José Kantek. De acordo com o especialista em Marketing, Propaganda e Gestão Empresarial Alexander Baer, as empresas buscam pessoas que melhor saibam vender sua marca. “Um profissional que sabe trabalhar suas qualidades, tem melhor potencial para a venda da marca da empresa”, disse Baer.

Um bom currículo deve ser sucinto, claro e objetivo, sem rasuras ou informações inúteis. Nada de informar cursos não compatíveis com a área de atuação desejada ou exagerar nas qualidades.

DICAS:

  • Marketing pessoal não é propaganda enganosa. Ter autoconhecimento é fundamental para que você mostre a sua essência.
  • É interessante fazer uma pesquisa para saber o que os outros acham de você. Aprenda a usar essas análises a seu favor.
  • A busca de motivação ajuda na luta pelos objetivos e a melhorar relacionamentos.
  • Planeje. Cada um deve estipular metas a curto, médio e longo prazos para os planos de vida.
  • Uma rede de contatos é uma grande ferramenta de marketing. Mantenha seus relacionamentos sempre atualizados. Cada pessoa que passa por sua vida pode ajudar a gerar negócios.
  • Tenha espírito empreendedor. A atualização e reciclagem profissional torna você um profissional com uma marca própria.
  • Dê atenção aos que o cercam. A valorização de outras pessoas pode resultar em uma boa imagem na mente daqueles indivíduos.
  • Tenha ação, ação, ação, ou seja, atitude para fazer acontecer.


Fonte: http://casesdesucesso.wordpress.com/2008/02/26/a-importancia-de-um-bom-curriculo/

quinta-feira

::ESPECIAL ESTÁGIO:: Quanto vale ser aprendiz?

============================ 3ª. Recomendação


Quanto vale ser aprendiz?

Pesquisa mostra quais as vagas de estágio que melhor pagam no Brasil

Apesar de, o objetivo da bolsa auxílio ser para custear os estudos do estagiário, muito se fala sobre o baixo valor oferecido ela maioria das empresas. É claro que isso varia de acordo com a possibilidade de cada uma e do desempenho do aprendiz. Além disso, devemos levar em consideração as diversas áreas de atuação, já que algumas oferecem bons salários, enquanto outras não cobrem nem os custos dos estudos.

Mas, afinal, qual a média de remuneração para aos estudantes de todo o País? Uma pesquisa realizada pelo Núcleo Brasileiro de Estágios (Nube), com aproximadamente 15 mil estagiários em todo o Brasil, revelou que a média das remunerações é de R$ 429,94 para o Ensino Médio, R$ 498,37 para o Médio Técnico e R$ 760,78 para o Superior.

O estudo informou que a área de maior remuneração de nível superior é a engenharia. A coordenadora de treinamentos corporativos da Nube, Carmen Alonso, afirma que o fato se deve ao reflexo da atual conjuntura econômica, já que nunca se construiu tantos prédios e nem se produziu e vendeu tantos carros e computadores. Por conta disso, o segmento automobilístico e da construção civil tem demandado grande volume de contratação de estagiários das várias áreas da engenharia, o que fez a bolsa-auxílio destes elevar-se significativamente. A tendência se estende também, para estudantes de ensino médio e médio técnico dos cursos de Mecânica de Precisão, Construção Civil e Edificações.

Carmen informa que outro fato que contribui para este panorama é a absorção dos profissionais de engenharias por áreas “adjacentes”, tais como comercial, finanças e administração, em que a carência por profissionais se torna ainda melhor, “Chegamos ao ponto extremo de fazer hunting (busca por profissionais especializados) para captar alunos dessas e de outras áreas específicas, com remunerações diferenciadas. Os estagiários do curso de administração pública, por exemplo, recebem mais em função da falta de estudantes desse setor no Brasil”, declara.


Nível Superior

Engenharia – R$1.469,00

Administração Pública – R$ 1.114,00

Secretariado-Executivo Trilíngue – R$ 1.051,00

Ciências Econômicas – R$ 1.005,00

Física – R$ 922,00

Tecnologia em Processamento de Dados – R$ 922,00

Comunicação Social – Publicidade e Propaganda com ênfase em Marketing – R$ 909,00

Arquitetura e Urbanismo – R$ 908,00

Química Industrial – R$ 860,00

Matemática – R$ 855,00


Nível Médio Técnico

Mecânica de Precisão – R$ 869,00

Construção Civil – R$ 808,00

Edificações – R$ 661,00

Técnico em Segurança do Trabalho – R$ 593,00

Design de Interiores – R$ 565,00

Eletrotécnica – R$ 516,00

Química – R$ 516,00

Processamento de Dados – R$ 514,00

Telecomunicações – R$ 514,00

Mecatrônica – R$ 488,00

Para 93% dos profissionais, inglês comercial é essencial para obter uma promoção



Infomoney

Segundo o levantamento, nos últimos três anos, a necessidade do uso do inglês regularmente no trabalho aumentou cerca de 7% em todos os mercados do mundo

Pesquisa realizada pela GlobalEnglish Corporation com 26 mil funcionários de empresas multinacionais revelou que 93% dos profissionais disseram que o inglês comercial é necessário ou importante para obter uma promoção.

Percentual semelhante, de 92%, foi observado na resposta daqueles que entendem que o "idioma corporativo" é tão necessário ou importante para o trabalho.

Segundo o levantamento, nos últimos três anos, a necessidade do uso do inglês regularmente no trabalho aumentou cerca de 7% em todos os mercados do mundo.

Em contrapartida, ainda conforme dados apurados pelo estudo, somente 7% dos profissionais entrevistados afirmaram ter um nível de proficiência suficiente na língua.

China, Brasil e México representaram a maior parte dos entrevistados. Embora sejam mercados emergentes, onde a demanda de funcionários qualificados está aumentando, muitos profissionais continuam não tendo a habilidade de inglês para o trabalho nas corporações multinacionais.

Expansão

De acordo com o vice-presidente executivo da GlobalEnglish Corporation, Tom Kahl, 55% dos funcionários das empresas multinacionais indicaram ser necessário usar o inglês diariamente na comunicação interna e externa na companhia.

"Considerando que a maioria das conversas em inglês atualmente é realizada entre duas pessoas cujo idioma nativo não seja o inglês, as empresas internacionais que não estejam aumentando a proficiência do inglês comercial diminuem o nível de performance da organização", afirma o executivo.

A importância da língua inglesa comercial também fica evidente em outra pesquisa, da Towers Watson, chamada Retorno de Investimento de Comunicação.

O resultado é claro: as empresas que possuem comunicadores altamente eficazes têm um retorno total 47% mais alto para os acionistas durante um período de mais de 5 anos.


Fonte: Administradores.com

Link: http://www.administradores.com.br/informe-se/carreira-e-rh/para-93-dos-profissionais-ingles-comercial-e-essencial-para-obter-uma-promocao/43401/

terça-feira

No Brasil tem que ter QI ou LinkedIn – Parte 2

Dan Nye, atual diretor da LinkedIn. Foto: Divulgação


Por Alexandre Teixeira

Dando seqüência a série de posts sobre o LinkedIn, segue abaixo mais dicas sobre utilização da ferramenta, desta vez, com foco na integração com outros sites, como o Twitter.

Se você acredita que seus posts ou tweets agregam valor ao seu perfil profissional, cadastrá-los no LinkedIn é definitivamente uma ótima opção. Essa integração facilitará a interatividade com sua rede de contatos.

Isso é muito importante, dado que suas atividades atuais podem interessar a outras pessoas. Além disso, pode facilitar a disseminação de determinado conteúdo em menos tempo, sem necessidade de republicar tal conteúdo ou notícia.

Integração com Twitter

Nem preciso citar as vantagens do Twitter, certo? Aproveito, inclusive, para indicar a leitura de “Vou te ensinar a usar melhor o Twitter”, ótimo post do colega Ronaldo Vasconcellos sobre o bom uso dessa poderosa ferramenta.

Muitos colegas mantêm duas (ou mais) contas no Twitter com finalidades distintas (profissional, pessoal, outra). Para quem está começando, não deve ser tão fácil administrar múltiplos perfis, entretanto, é interessante avaliar esta possibilidade antes de vincular informações desnecessárias ao seu perfil profissional, certo?

Para adicionar uma conta do Twitter, basta acessar o caminho “Profile -> Edit -> Twitter”, e neste adicionar sua conta.

Assim como outros websites ou aplicações que se integram ao Twitter, o LinkedIn o faz por meio do protocolo de autenticação OAuth. Esta API possibilita o acesso de aplicações de terceiros ao conteúdo de sua conta no Twitter, mesmo sem utilização da senha, apenas com sua autorização, o que pode ser revogado posteriormente. Após o cadastro, há duas opções de integração:

1 – Publicar novo status (mensagem) no Twitter, via LinkedIn. Isto é feito após publicar uma mensagem no LinkedIn marcando a caixa (checkbox) de compartilhamento com o Twitter;

2 – Publicar novo status no LinkedIn, via Twitter. Essa ação é possível após habilitar a opção destacada abaixo no LinkedIn. Além disso, deve-se incluir a hashtag #in em seus tweets para que automaticamente o conteúdo seja publicado em ambas as ferramentas.

Integração com outros Websites e Blogs

Para adicionar um site, basta seguir o caminho “Profile -> Edit” e editar a área “Websites”. Alguns usuários também incluem o site da empresa em que trabalham ou mesmo da empresa ou organização a qual são vinculados (sociedade, filiação, etc). Neste local é aconselhável incluir um link para seus projetos pessoais, como blogs e outros acessíveis na rede.

O mais interessante é que, automaticamente, usuários de sua rede que habilitam a “aplicação” Blog Link (menu More -> Applications) passarão a visualizar os posts contidos nos sites cadastrados em seu perfil. Essa visualização pode ser customizada, de forma que um usuário pode escolher por não receber atualizações de determinados usuários.

Após o post anterior, recebi algumas sugestões (valeu!) das quais farei uso em posts futuros desta série. O LinkedIn oferece várias funcionalidades, não caberia aqui comentar todas, mas sugestões sempre serão bem vindas!

Fonte: WebContexto

Link: http://www.webcontexto.com.br/midias-sociais/no-brasil-tem-que-ter-qi-ou-linkedin-%E2%80%93-parte-2/?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed%3A+WebContexto+%28Web+Contexto%29

segunda-feira

Onde estou e onde deveria estar: quais os desafios na carreira aos 20, 30, 40 e 50?




Infomoney


Para especialistas, não há resposta pronta para tal pergunta, entretanto, há desafios mais comuns em determinada idade

Independentemente da idade, a vida profissional é repleta de desejos, conquistas e desafios. Entretanto, eles variam conforme os anos passam e em vários momentos da vida as pessoas se perguntam “onde estão e onde deveriam estar?”.

Segundo especialistas, não há resposta pronta para tal pergunta, entretanto, há desafios, e mesmo expectativas por parte das empresas, que são mais comuns em determinada idade. Aos 20 anos, por exemplo, o grande desafio dos profissionais é se projetar na carreira, explica a consultora de planejamento da Ricardo Xavier Recursos Humanos, Karla Mara Alves de Oliveira.

Na opinião dela, esta é uma fase de troca: a empresa oferece a oportunidade da experiência, enquanto o profissional traz o conhecimento teórico e a inovação para a companhia. A headhunter da De Bernt Entschev Human Capital, Emmanuele Spaine, concorda e acrescenta:

“Para a empresa, este é um período de aprendizado, sendo que a principal dificuldade para o jovem é entrar no mercado de trabalho”. Nesta idade, diz ela, o jovem profissional deve aproveitar para aperfeiçoar idiomas e começar a definir um caminho para uma futura pós-graduação.



Dos 30 aos 40

Na faixa dos 30 aos 40 anos, diz Emmanuele, as empresas esperam que este profissional já esteja mais estabilizado e consolidado, tanto no que diz respeito à própria empresa, como na função que pretende exercer na carreira.

Além disso, ressalta Karla, este profissional já deve estar alinhado aos valores da empresa e estar preparado para conciliar a vida profissional com a pessoal, já que esta é a idade na qual a maior parte das pessoas está constituindo família.

Estes profissionais, dizem, querem reconhecimento, mas não devem deixar de lado a atualização, procurando, nesta fase, investir em cursos de pós-graduação e no desenvolvimento das competências de gestão.



40 e 50


Na faixa dos 40 anos, a expectativa é que o profissional já tenha conhecimento teórico, específico e alguma experiência internacional, avalia Emmanuele.

Também é importante que ele tenha autogerenciamento e procure sair da zona de conforto, buscando rápida adaptação às situações e constantes mudanças no mercado. “É importante se manter atualizado, atrativo para o mercado (…) nesta faixa etária, um dos temores é o medo do desemprego”, diz.

Por fim, aos 50 anos, o medo do desemprego existe e a dificuldade de recolocação é um pouco maior. Contudo, explica Karla, os profissionais devem ressaltar a maturidade, experiência e a expertise profissional, pensando sempre sobre quais medidas e rumos tomar para se adequar às exigências do mercado.



Cargos


No que diz respeito aos cargos, o que se espera, por idade, é o seguinte:

■Aos 20: trainee, analista júnior e, ao final da década, pleno;
■Aos 30: cargos de analista pleno e sênior. Cargos relacionados com coordenação;
■Aos 40: cargos gerenciais
■Aos 50: cargos gerenciais, de diretoria e conselheiros.
Apesar deste ser o caminho mais comum na vida profissional, as especialistas alertam que este não é o único e que ninguém deve se desesperar, caso a trajetória de sua carreira não esteja seguindo exatamente este caminho ou similar.


Contudo, dizem, se a pessoa se sente incomodada com os rumos de sua carreira e insatisfeita ao responder a pergunta “onde estou?”, talvez seja a hora de procurar ajuda, como a de um coaching.


quarta-feira

Geração Y valoriza mais ambiente de trabalho agradável que salário



Por Rômulo Martins

Pesquisa da Cia de Talentos serve de parâmetro para as empresas reverem processos, cultura e valores.

Plugados, mais voltados ao sucesso pessoal e conscientes da importância do desenvolvimento sustentável, os jovens da geração Y chegaram ao mercado de trabalho provocando a hierarquia institucionalizada das gerações anteriores. Antes resistentes, as organizações abriram suas portas para entender e receber esse público que atua no mercado e consome seus produtos, marcas e serviços.

“O que todos enxergam apenas como rebeldia na realidade é uma grande oportunidade de revermos processos, valores, cultura, para nos adaptarmos à nova realidade mundial. A geração Y tem muito a aprender, mas também muito a ensinar”, afirma Sofia Esteves, presidente do Grupo DMRH.

O grupo DMRH por meio da Cia de Talentos ouviu 35 mil pessoas de 17 a 28 anos para descobrir qual é a Empresa dos Sonhos dos Jovens . O estudo realizado anualmente está em sua 9ª edição e revela o que pensam e o que querem os jovens da geração Y. Segundo o levantamento deste ano, eles valorizam mais um “ambiente de trabalho agradável”, o primeiro item da lista, que “salários e benefícios”, quesitos que não aparecem entre os cinco elencados na pesquisa.

“Desenvolvimento profissional” figura em segundo lugar e “qualidade de vida” em terceiro. Na visão dos consultores organizacionais, os jovens entendem que a satisfação não é algo apenas para o fim de semana e que, diferentemente das gerações anteriores, o trabalho deve ser uma extensão dos interesses pessoais. “Esta geração está menos disposta a fazer sacrifícios exagerados pelo bem da empresa. A consciência é que há uma equação de troca, cujo equilíbrio deve ser mantido”, diz Manuel Martins, diretor executivo da Mesa RBL.

Sobre o item “salários e benefícios” não estar entre os cinco mais apreciados pelos jovens acredita-se que eles associam este quesito à possibilidade de desenvolvimento e ascensão profissional - este, o quarto item mais ambicionado pelos entrevistados. Para Leticia Bechara, orientadora de carreira e coordenadora das ações dos vestibulares da Trevisan Escola de Negócios, coopera para o resultado a maior consciência de que o sucesso se alcança fazendo aquilo que se gosta.

“A remuneração é uma consequência”, diz a orientadora. “A busca do desenvolvimento profissional não está mais atrelada à empresa e sim ao crescimento pessoal. Os jovens não colocam na organização as suas expectativas, mas apostam em si mesmos para estarem livres diante de novos desafios”, esclarece.

As tops

Google e Petrobras figuram entre as preferidas dos jovens. ( Veja a lista das Top Ten ). Qual seria o diferencial dessas organizações? Para Thiago Costa, professor de pós-graduação da FAAP, a relação dos jovens com essas marcas não representa apenas um negócio, mas diz respeito ao estilo de vida e refletem a personalidade deles. “Daí a importância que os jovens dão em trabalhar em um lugar que espelhe não só aquilo que eles acreditam”, afirma Thiago. Segundo o professor, para atingir os resultados esperados, os jovens da geração Y precisam ver as empresas como uma extensão do próprio corpo.

Plano de carreira

O item “crescimento profissional” aparece em quarto lugar na pesquisa Empresa dos Sonhos dos Jovens. Em contrapartida, o quesito “cursos e treinamentos” que figurava entre os cinco mais importantes nos levantamentos anteriores não consta em 2010. De acordo com consultores organizacionais, os jovens incorporaram este item na opção “desenvolvimento profissional”. Além disso, compreendem cada vez mais que o plano de carreira depende mais deles do que das companhias.

“Nas empresas e segmentos mais avançados, há muito tempo essa questão se tornou uma rua de duas mãos e uma responsabilidade compartilhada. Os mais jovens, por sua natural impaciência, sabem que têm de ir à luta, e não esperar passivamente que alguém ou a organização se ocupe de sua carreira e de seu desenvolvimento”, diz Manuel Martins.

Sofia Esteves, do Grupo DMRH, afirma que os jovens caminham sim para esta direção, porém destaca que esse comportamento ainda não está sedimentado. “Estamos tentando entender mais sobre este tema, pois sabemos que os modelos de treinamentos existentes não são os mais adequados aos jovens.”

Fonte: Empregos.com.br

Link: http://carreiras.empregos.com.br/comunidades/rh/noticias/interesse-dos-profissionais-geracao-y.shtm

terça-feira

Emprego que não acaba mais!!


Em meados dos anos 90, o economista americano Jeremy Rifkin causou polêmica com seu livro O Fim do Emprego (Makron Books), no qual previa que a era do emprego estava com os dias contados. Segundo Rifkin, o aumento da produtividade resultante da adoção de novas tecnologias – como a informática, a robótica e as telecomunicações – iria provocar efeitos devastadores no nível de emprego mundial. Milhões de pessoas perderiam seu ganha-pão no campo, na indústria e no setor de serviços. Somente uma pequena elite de trabalhadores especializados conseguiria prosperar numa economia global dominada pela tecnologia.
Rifkin estava certo? As estatísticas sobre o
mercado de trabalho mundial parecem lhe dar razão. As taxas de desemprego, aqui no Brasil e lá fora, não param de bater recordes. De acordo com a Organização Internacional do Trabalho (OIT), há pelo menos 550 milhões de pessoas no planeta – 20% do total de trabalhadores – que sobrevivem com remuneração inferior a 1 dólar por dia. Além de ganhar mal, muitos enfrentam longas jornadas e péssimas condições de trabalho. E mais: das 186 milhões de pessoas consideradas oficialmente desempregadas no mundo no final de 2003, quase a metade (47%) tinha entre 15 e 24 anos, desenhando um futuro especialmente nebuloso para os mais jovens.
Mas nem todos concordam com os prognósticos pessimistas de Rifkin. “Embora a
tecnologia possa tanto criar trabalhos como extingui-los, o efeito líquido é geralmente o aumento do emprego”, diz um relatório do Future of Work, um programa do governo neozelandês que discute as grandes tendências no mercado de trabalho. “Ao aumentar a produtividade, a tecnologia aumenta a renda e, portanto, a demanda na economia como um todo”, afirma o estudo. Que, no entanto, reconhece que o problema não é tão simples: “Motivo de maior preocupação é que trabalhadores que perderam seus empregos devido a mudanças na tecnologia podem não ter as habilidades ou os meios para adquirir as habilidades que serão exigidas no mercado de trabalho do futuro”.
Se a
tecnologia pode decretar o fim do emprego para alguns, ela pode, paradoxalmente, representar um aumento do trabalho para muitos. Nos últimos anos, o advento de inovações como a internet e o telefone celular acabou com as limitações de tempo e espaço. Qualquer pessoa pode hoje ser encontrada a qualquer momento, em qualquer lugar, ampliando seu ambiente virtual de trabalho. “Se não houver uma mudança no perfil cultural da sociedade como um todo, as tecnologias só trarão mais e mais trabalho para a vida das pessoas”, diz o consultor Simon Franco.



Artigo extraído de: Super Interessante Online

sexta-feira

A melhor hora para pedir um aumento de salário


Você está pensando em pedir um aumento de salário a seu chefe? Foi sondado por uma empresa com uma proposta salarial maior e pensa em aproveitar este argumento para tentar cavar uma remuneração mais alta? Cuidado para não ir com muita sede ao pote e meter os pés pelas mãos.
Segundo especialistas, esse é um processo delicado, que exige do profissional critério, bom senso e, principalmente, firmeza quanto ao que está pleiteando como remuneração.

O que deve e o que não deve ser levado em conta na hora de negociar o salário
Antes de aventurar-se a procurar o chefe, afirmam consultores de RH, o profissional deve buscar informações sobre os patamares de remuneração de sua área no mercado. É importante também que ele verifique a performance da empresa - se vem colhendo lucros ou se passa por uma crise - e sua performance individual, colocando na balança o que era esperado pela chefia e o que obteve efetivamente de resultado. O funcionário também deve avaliar como está contribuindo para a empresa atingir os resultados desejados.
- É preciso que o profissional esteja em evidência, propiciando resultados significativos ao negócio, isto é, que ele tenha criado processos que reduzam desperdícios ou que aumentem os lucros. Antes de qualquer coisa, é preciso contabilizar essas vantagens para poder solicitar um aumento adequado ao seu valor - afirma Fátima Sanchez, diretora de desenvolvimento e RH da Personal Service.
Fernando Montero da Costa, diretor de Operações da Human Brasil, empresa especializada em seleção e recrutamento de talentos, ressalta que, numa empresa que adote critérios de premiação objetivos e transparentes, mesmo que ela não tenha uma política salarial totalmente estruturada, tudo isso vai contar.
- É a tal história: mesmo que eu tenha um desempenho excelente e acima da média dos demais colegas, se a empresa estiver no vermelho, é provável que eu não consiga o aumento. Por outro lado, se a empresa estiver apresentando excelentes resultados e, entretanto, minha performance estiver na média ou abaixo dela, também poderei receber uma negativa com relação a meu pedido de aumento salarial.
Montero da Costa lembra que o funcionário deve estar sempre antenado com as oportunidades de desenvolvimento na empresa e solicitar continuamente um feedback de seu gestor imediato com relação à sua performance. Quando receber este retorno da chefia, e caso os resultados apresentados tenham excedido às expectativas da empresa, este seria um excelente momento para o funcionário pleitear o reajuste de salário.

Fonte: O Globo Online
 

PIT

O Pit - Programa de Integração ao Trabalho das Faculdades São José tem como objetivo preparar e integrar o aluno para o mercado de trabalho, transmitir experiência profissional através de palestras, oficinas e workshops, além de captar vagas e supervisionar os estágios, também atua dando orientações e preparando os alunos para processos seletivos de estágios e empregos.