Lembre-se de que para cada cargo existem especificações diferentes e às vezes vários candidatos são ideais, mas só há uma vaga. Não fique desanimado se você não for selecionado nas primeiras vezes. Aproveite para fazer uma autoanálise, perceba em quais competências você precisa investir mais, nunca pare de estudar e a próxima vaga pode ser sua!
quarta-feira
Seleção em grupo: entenda essa dinâmica
Lembre-se de que para cada cargo existem especificações diferentes e às vezes vários candidatos são ideais, mas só há uma vaga. Não fique desanimado se você não for selecionado nas primeiras vezes. Aproveite para fazer uma autoanálise, perceba em quais competências você precisa investir mais, nunca pare de estudar e a próxima vaga pode ser sua!
quinta-feira
Aperto de mãos: muito mais do que um cumprimento
O aperto de mãos tem diversas histórias sobre sua origem. No Antigo Egito a mão estendida representava o ato de dar ou receber. No tempo em que cada pessoa carregava uma arma, o gesto era um sinal de paz. Em ambiente corporativo, apertar as mãos de alguém coloca em jogo poder, respeito, imagem e marketing pessoal.
Além de conhecer as regras de etiqueta, mostrar segurança neste momento pode fazer a diferença na sua carreira. Um aperto de mãos não deve ser menosprezado e pode causar uma boa ou má impressão, a perda ou fechamento de um grande negócio. Para demonstrar firmeza e segurança, olhe nos olhos do interlocutor e mantenha uma boa postura.
Não estenda a mão para grande número de pessoas em uma reunião, superior hierárquico ou pessoa mais velha, nem a alguém que se encontre em uma mesa de refeição ou hospital. Alguns procedimentos básicos devem ser observados:
- não sacuda as mãos mais do que três vezes.
- não provoque dor esmagando os dedos da outra pessoa.
- não pegue a mão da outra pessoa com as pontas dos dedos.
- não segure a mão da outra pessoa por muito tempo.
- quem estende a mão com a palma pra baixo indica desejo de controle, enquanto que as palmas para cima, ao contrário, demonstram submissão.
- aperto feitos com as duas mãos conotam intimidade e carinho.
- se você é novo na empresa, um aperto de mão muito forte no seu chefe pode demonstrar excesso de confiança.
A qualidade do cumprimento influencia também as boas avaliações dos recrutadores. O aperto de mão é muito observado nas entrevistas presenciais de profissionais de negócios, sendo considerado rico em significados.
Em ambiente corporativo o aperto de mão é um dos elementos cruciais para causar uma boa impressão. Use quando for apresentado a alguém, fechar um negócio ou parabenizar um funcionário, amigo ou chefe.
Não comprometa a sua imagem profissional no Facebook
Afinal o que é saber trabalhar em equipe?
Uma das habilidades mais requisitadas pelos recrutadores é a facilidade de trabalho em equipe. Manter relacionamentos corporativos baseados na confiança e respeito não é tarefa das mais fáceis, mas ninguém consegue trabalhar sozinho. E quando uma equipe não funciona, o resultado é aumento de custos, procrastinação de prazos e outros prejuízos.
Assédio no trabalho: como se defender?
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| Fonte da imagem: (https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEggaVTNWG98c6y5LRjNPPkexXVoFgQ6ajb81tONBo5XGVplrmZpNxaoHoIxNilbxjWWfj4BXHxj0FLnwQlBh25mKXehp2UcSuzfYZlfR-UJ2RuYEPYNDNdJR6abR_Dx0R6LNfAGd1hFl28/s640/assedio.jpg) |
Como procurar outro emprego trabalhando
São muitos os motivos que levam uma pessoa a querer trocar de emprego: falta de oportunidade de crescimento, assédio moral, salário baixo ou problemas de relacionamento com chefes e colegas. Mas procurar um emprego estando empregado é um pouco complicado, principalmente para quem não quer ficar mal com o patrão atual e fechar portas.
Etiqueta na mesa de negócios
terça-feira
Como a música afeta a sua produtividade
quinta-feira
Meu chefe gritou comigo. E agora?
Exemplos de condutas de assédio moral:
- Criticar ou zombar da vítima com indiretas ou ironias ou adjetivos pejorativos, geralmente em público;
- Murmurar ou fazer comentários baixos com outros colegas, geralmente expressando na face um certo sarcasmo;
- Agir com falsidade, falando mal da vítima para outros colegas ou clientes, não assumindo o ato, normalmente com o objetivo de provocar a ação do assediado para poder qualificá-lo de desequilibrado;
- Disseminar injúrias, boatos e mentiras a respeito da vítima, de modo a desqualificá-la;
- Corrigir a vítima aos gritos ou em voz alta, com rispidez e na frente dos demais trabalhadores ou clientes;
- Erguer os ombros;
- Olhar com desprezo para a vítima;
- Criticá-la com indiretas ou ironias;
- Fazer brincadeiras preconceituosas que ofendam a vítima, referindo-se a questões sexuais, de gênero ou qualquer outro elemento discriminatório;
- Dar ordens confusas e imprecisas;
- Retirar-lhe os instrumentos de trabalho (telefone, fax, computador, etc);
- Não dirigir o olhar ou a palavra à vítima (ignorá-la);
- Não dar com dia, agradecer ou pedir desculpas;
- Interromper a vítima quando está falando, desconsiderando ou recriminando suas ideias, u impedi-la de se expressar sem explicar o porquê;
- Repassar tarefas à vítima sem com ela comunicar-se, determinando que outro empregado, que não é seu chefe, o faça ou, ainda, repassar os serviços somente por bilhetes;
-Atribuir funções à vítima que a isolem ou deixá-la sem funções;
- Determinar que ela realize funções inferiores à sua capacidade ou inferiores ao cargo;
- Dar tarefas com grande complexidade ou para serem realizadas em curto espaço de tempo, objetivando evidenciar a sua incompetência;
- Exigir tarefas além dos seus conhecimentos;
- Tratar a vítima com rigor excessivo, formulando relatório aos superiores com o objetivo de informar erros pequenos e sem relevância ou puni-la em desproporção diante da falta cometida;
- Suspirar seguidamente quando está na presença da vítima, no objetivo de provocar-lhe a ideia de que está sendo incômoda, equivocada ou cansativa;
- Transferir a vítima para outro local de trabalho, por motivo alheio ao serviço e/ou que inviabilize ou torne muito difícil sua permanência no emprego.
Infelizmente nem todas as empresas estabelecem um código de ética com normas claras que garantam o respeito mútuo no ambiente de trabalho. É recomendado que sejam feitas palestras periódicas e investimentos em gestão participativa. Também constituir uma comissão para receber, apurar e tentar a pacificação entre vítima e assediador, evitando assim novos conflitos gerados por ressentimentos entre as partes.
terça-feira
Pra quem você trabalha?
quinta-feira
Happy Hour com o chefe: diversão ou hora extra?
Muita calma nessa hora, principalmente no que diz respeito ao consumo de bebidas alcoólicas.
Não é porque o chefe concordou em tomar um drinks com a equipe que ele virou seu amigo íntimo e vai gostar daqueles apelidos infames e beijo na careca. É preciso continuar respeitando a hierarquia da organização.
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| Para quem costuma se empolgar demais, é recomendável evitar a clássica dancinha sensual, principalmente em cima da mesa. Acredite; isso não costuma dar certo e ainda compromete a sua imagem. |
sexta-feira
Maior parte dos executivos recorre às mídias sociais na procura por oportunidades
Por Gladys Ferraz Magalhães
Segundo levantamento, 87% dos executivos mantêm pelo menos uma conta ativa em alguma rede social
A maioria dos executivos brasileiros, cerca de 60%, recorrem às mídias sociais para identificar boas oportunidades profissionais, segundo revela pesquisa realizada pela Hays Brasil.
Na opinião do gerente da área de expertise Sales & Marketing da Hays em São Paulo, Rodrigo Vianna, as redes sociais acrescentam uma fonte importante de informações a respeito do candidato e podem dinamizar a aproximação.
Por outro lado, diz ele, “a contratação de executivos de média e alta gerência ainda depende muito do contato pessoal e do networking”.
Preferências
Ainda segundo o levantamento, 87% dos executivos mantêm pelo menos uma conta ativa em alguma rede social no Brasil, sendo que um terço destes acessam o serviço diariamente; 29,5%, de uma a três vezes por semana; e 12,1% conectam-se entre três e seis vezes por semana.
Das redes sociais citadas, o Linkedin é a preferida dos entrevistados, com 65% das citações. Em seguida, aparecem o Orkut, o Facebook e o Twitter, com 52,5%, 47,5% e 26,5% das respostas, nesta ordem.
Para Vianna, a preferência pelo Linkedin pode ser explicada pelo fato da rede ter um perfil mais profissional. “Diferentemente das demais redes sociais utilizadas para comunicação interpessoal, o Linkedin é uma ferramenta de interação e networking”.
Pessoal e profissional
Independentemente da rede escolhida para a busca por uma nova oportunidade, os profissionais devem sempre ficar em alerta quanto ao que colocam nas redes, procurando desvincular seus perfis profissionais dos pessoais, diz Vianna.
“As redes sociais, em particular os microblogs, são ótimas ferramentas para disseminar informações de forma rápida e pulverizada. Mas é imprescindível evitar que o universo pessoal se confunda com a atividade profissional, o que pode ser prejudicial à carreira”.
Fonte: Site Administradores
quinta-feira
O que é Empregabilidade ?

Empregabilidade é um tema extremamente dinâmico e a lista de pré-requisitos necessários para ser desejado pelo mercado cresce continuamente. As chamadas competências essenciais vão se tornando mais amplas e mais complexas à medida que o tempo passa.
Há algum tempo o capital intelectual era uma vantagem competitiva por excelência. Hoje, sem a presença do capital emocional e do capital ético, apenas para citar duas concepções vigentes, apenas o capital intelectual não garante a contratação e permanência no mercado de trabalho.
Quanto mais aumenta o nível da competitividade e, porque não dizer, a histeria corporativa, mais as questões relativas à capacidade de enfrentar e conviver com altos níveis de pressão tornam-se evidentes. Conviver cotidianamente com este nível de pressão não requer apenas intelecto relevante, mas, condições físicas e mentais pra lá de saudáveis. As maiores causas de afastamentos a partir do nível gerencial se devem a transtornos psicológicos, muitos deles potencializados pelo estresse negativo oriundo dos níveis crescentes de pressão e da falta de uma disciplina que permita crescimento na carreira associado à qualidade de vida. Sim, isso é possível!
O conceito de empregabilidade é extremamente simples, resume-se nas respostas às seguintes perguntas:
1. Quanto a sua bagagem pessoal e profissional é interessante para o mercado?
2. Que “diferenciais nobres” você possui quando comparado a outros profissionais com uma formação e trajetória parecidas com a sua?
3. Quais as razões que justificam o desejo de uma empresa em ter você como parte do capital estratégico/competitivo da organização?
4. O quanto a sua história de vida e de carreira falam mais alto que seu currículo.
Ou seja, quando você pensa nas pessoas que detêm o poder de contratá-lo você tem que pensar: Afinal por que elas se importariam?
Você não vale apenas o quanto sabe, mas vale o quanto “é”. Uma pessoa de grande competência técnica cujas qualidades morais e éticas não sejam comprováveis já não interessa a uma organização lúcida.
Ser digno de confiança é um pré-requisito fundamental que sobrepõe o desejo por desafios e a capacidade de trabalhar sobre pressão.
Seus diferenciais nobres são aqueles que estão tão associados ao seu ser, e que se tornam difíceis de serem copiados por seus pares: sua personalidade, seu caráter e o seu comportamento estão entre elas. Diferenciais pobres são facilmente copiados. Diferenciais nobres são os verdadeiros diferenciais!
Os cases que você ajudou a escrever e que são anteriores à busca atual por emprego falam mais alto que seu currículo. Mesmo que você esteja saindo da universidade, cases que você tenha construído enquanto graduando ou pós-graduando, testemunhos de professores que tenham respeito por seu potencial, tudo isto conta a seu favor. Somos uma sociedade relacional, quem conhece você e o que estas pessoas pensam a seu respeito é de enorme importância!
Sua empregabilidade depende da sua capacidade de gestão da sua própria vida e carreira. E diferenciais, devem por definição, ser DIFERENTES!
Gere impacto, torne-se merecedor de ser lembrado e desejado pelo mercado.
Empregabilidade é uma questão de uma excelente bagagem e um ótimo marketing pessoal.
Você deve buscar ser tão bom que até seus concorrentes tenham que admitir em silêncio: "Este cara é demais! Esta garota é impossível!"
Fonte: administradores.com.br
terça-feira
Mulheres na Liderança - Chefes Mais Modestas
Homens tendem a se gabar do próprio desempenho muito mais que as mulheres – e isso inclui, claro, o trabalho. A constatação (ou provocação, dependendo do seu sexo) está numa pesquisa da consultoria americana Novations, representada no Brasil pela Across. Dois tópicos se destacaram no estudo: 1) as mulheres foram mais modestas ao se avaliar;
2) elas preferem cargos em que a necessidade de trabalhar coletivamente se sobrepõe à necessidade de tomar decisões mais solitárias (e os postos de mais alto escalão, quase sempre, são do tipo oposto).
As duas conclusões devem ser vistas com cuidado, já que a “mulher modesta” e a “mulher que gosta de trabalhar em grupo” são estereótipos – os pesquisadores, mesmo tentando ser isentos, podem ter encontrado o que esperavam encontrar. Mesmo assim, é um bom exercício imaginar hipóteses para explicar os dados.
Uma delas é linear: por não se expor muito (por causa da modéstia e do trabalho coletivo), muitas mulheres escondem o próprio desempenho e, por isso, não alcançam cargos com maior poder. A autora do livro “O Paradoxo Sexual”, a psicológa americana Susan Pinker, sugere uma explicação parecida. Ela diz que as mulheres, em geral, ganham menos que os homens não porque recebam salários inferiores em postos similares, mas porque preferem trabalhos cuja remuneração é menor.
A outra hipótese é de um ciclo maligno: mesmo sendo modestas e gostando do trabalho coletivo, mulheres esperam reconhecimento. Como o valor delas é menos percebido do que gostariam, elas sofrem alguns danos na autoestima profissional e se retraem. O resultado: elas parecem cada vez mais modestas e, de certa forma, escondidas no trabalho em grupo.
Sobre o estudo: participaram da pesquisa cerca de 70 gerentes e 1800 subordinados de 14 empresas nos Estados Unidos. O método foi o seguinte: os gerentes avaliaram os subordinados, e os subordinados avaliaram a si próprios.
Fonte: Época Online
Torne seu ambiente de trabalho mais agradável

Controle o volume da voz
Quando você conversa com os colegas ou está ao telefone, costuma falar alto como se estivesse debaixo de uma cachoeira, berrando para ser ouvido? Cuidado: um tom de voz acima do normal atrapalha – e muito – os colegas ao redor. Abaixe o volume.
Evite falar palavrões e palavras chulas
Uma das situações mais desagradáveis no ambiente de trabalho é ser obrigado a ouvir um colega de cubículo ou baia usar e abusar de palavrões e de obscenidades. Se você estiver ao telefone com um cliente, o que ele vai pensar? Este tipo de vocabulário pode passar batido no boteco ou no estádio de futebol – mas nunca num empresa ou numa instituição pública.
Respeite para ser respeitado
Muitas vezes é inevitável ouvir as conversas pessoais de seu colega de cubículo. Mas isso não justifica comentar, questionar ou dar palpite no que ele acabou de dizer. Disfarce.
Não fique com conversa fiada
Trate de limitar suas conversas pessoais ao mínimo indispensável. Afinal, ninguém é obrigado a escutar um discurso de meia hora sobre aquele seu problema de joanete, sobre os detalhes da morte de Clodovil ou sobre o último eliminado no Big Brother Brasil.
Preste atenção na situação
Antes de invadir o espaço de alguém, descubra se aquele é um bom momento. Você gostaria de dar de cara com alguém justo na hora em que acabou de perder o encaminhamento de um processo importante e urgente, a aprovação de um grande contrato ou depois de uma discussão tensa com seu chefe?
Analise o ambiente
Metade daquele sanduíche cheio de molho, cebola e maionese que você devorou na hora do almoço está em pleno processo de deterioração na cesta de lixo? Você costuma caprichar na loção pós-barba ou no perfume de sua preferência? Coloque-se no lugar do seu vizinho...
Tem lugar para tudo!
Seu local de trabalho não é extensão do toalete. Portanto, nada de pentear os cabelos, retocar a maquilagem, lixar as unhas, passar fio dental, usar spray para garganta, essas coisas...
Não obrigue a pessoa a parar tudo o que está fazendo para atender você
Trabalhar em ambientes abertos, com divisórias, faz com que as pessoas sejam obrigadas a entrar numa sintonia fina. Quando alguém está concentrado ou em plena data final para entregar uma tarefa ou um projeto, não interrompa. Deixe um bilhete na mesa dele dizendo "Preciso falar com você".
Fonte: Melhoracadadia.com
sexta-feira
A melhor hora para pedir um aumento de salário

Segundo especialistas, esse é um processo delicado, que exige do profissional critério, bom senso e, principalmente, firmeza quanto ao que está pleiteando como remuneração.
O que deve e o que não deve ser levado em conta na hora de negociar o salário
- É preciso que o profissional esteja em evidência, propiciando resultados significativos ao negócio, isto é, que ele tenha criado processos que reduzam desperdícios ou que aumentem os lucros. Antes de qualquer coisa, é preciso contabilizar essas vantagens para poder solicitar um aumento adequado ao seu valor - afirma Fátima Sanchez, diretora de desenvolvimento e RH da Personal Service.
Fernando Montero da Costa, diretor de Operações da Human Brasil, empresa especializada em seleção e recrutamento de talentos, ressalta que, numa empresa que adote critérios de premiação objetivos e transparentes, mesmo que ela não tenha uma política salarial totalmente estruturada, tudo isso vai contar.
- É a tal história: mesmo que eu tenha um desempenho excelente e acima da média dos demais colegas, se a empresa estiver no vermelho, é provável que eu não consiga o aumento. Por outro lado, se a empresa estiver apresentando excelentes resultados e, entretanto, minha performance estiver na média ou abaixo dela, também poderei receber uma negativa com relação a meu pedido de aumento salarial.
Montero da Costa lembra que o funcionário deve estar sempre antenado com as oportunidades de desenvolvimento na empresa e solicitar continuamente um feedback de seu gestor imediato com relação à sua performance. Quando receber este retorno da chefia, e caso os resultados apresentados tenham excedido às expectativas da empresa, este seria um excelente momento para o funcionário pleitear o reajuste de salário.
Fonte: O Globo Online














