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terça-feira

O Funcionário Social


          Na chamada Nova Economia - a que estamos vivendo - o ativo-chave nas organizações são os funcionários. É fácil copiar tecnologias, designs e processos; o diferencial hoje em dia está nas pessoas. Empresas que têm uma política voltada ao bem estar dos funcionários são consideradas as melhores para se trabalhar. Em contrapartida, na realidade colaborativa também houve mudanças, que ultrapassam as paredes e o horário de trabalho.

            As companhias perceberam a necessidade de estar presente nas redes sociais digitais, estabelecendo diálogo com consumidores, fornecedores e empregados através de conexões positivas, o que pode gerar um grande diferencial no mercado. Neste cenário de quebra de paradigmas nasce o Funcionário Social. É ele quem compartilha o material público oficial nas redes sociais, aumentando a visibilidade e possibilidades de negócios.

          Quando você marca uma empresa como empregador deve ter atitude digital responsável, pois associa os valores da marca ao seu perfil. Nenhum spam ou comentário que implícita ou explicitamente seja ofensivo deve ser vinculado à organização. Também não basta curtir a página da empresa, mas mostrar-se parte dela. Por isso fique atento:

- Não repasse fofocas.
- Não desabafe falando mal de onde você trabalha e do chefe.
- Não divulgue informações internas
- Não divulgue fotos de gosto duvidoso, do ambiente de trabalho ou colegas.
- Não fale em nome da empresa sem autorização; encaminhe reclamações e questionamentos para o setor correspondente.
           
É muito mais fácil se destacar nos novos canais, como o Facebook, Twitter, Google+ e outros, com a participação de quem está comprometido. Na promoção de inovações internas se faz necessário gerenciar as redes em prol do negócio e entender como a tecnologia interfere na maneira como a empresa funciona. A palavra de ordem é engajar e interagir com quem está ao seu lado: a sua equipe de funcionários sociais.


Como usar a internet para obter um emprego




Por Marcio Orsolini

Sites especializados e redes sociais oferecem milhares de vagas; saiba como usar a rede a seu favor


A vitrine de uma loja é o principal artifício para chamar atenção dos clientes para os produtos. Todo mundo olha o que a loja oferece e até quem não pensava em comprar pode mudar de ideia se o produto for de qualidade. Com a internet não é diferente. Principalmente para quem deseja encontrar uma oportunidade de emprego. Com a proliferação de sites especializados em carreira e redes sociais, é possível fazer da web uma vitrine. E acredite: os recrutadores estão de olho.

Segundo as principais consultorias de recursos humanos ouvidas pelo Portal EXAME, a internet se tornou uma das principais fontes de busca por profissionais e de divulgação de vagas de emprego. "Ela democratiza o acesso às vagas. Todo recrutador profissional vai pesquisar na internet e nas redes sociais. É uma forma eficiente de aumentar o leque de opções", diz Willian Bull, consultor sênior de capital humano da consultoria de recursos humanos Mercer.

Em pesquisa recente, o Ibope Nielsen Online constatou que os brasileiros passam em média 26 horas online por mês - e boa parte desse tempo usado na busca de um emprego. Os sites enquadrados na categoria "carreira" tiveram 5,1 milhões de usuários únicos em dezembro, o equivalente a 20% dos internautas residenciais do país. Hoje há cerca de 100 sites de carreira, envio de currículos ou concursos públicos, além de redes sociais especializadas em emprego.

A internet, no entanto, não substitui tradicionais etapas até a contratação como entrevistas com headhunters, RH de empresas e com o empregador direto, a quem cabe a decisão final. Mas é uma grande vitrine para mostrar suas competências profissionais. Veja a seguir como usar a internet para encontrar oportunidades de emprego.

Redes sociais
Se engana quem pensa que as redes sociais servem apenas para o lazer. O fato de poder formar uma rede de contatos fez com que o uso de ferramentas como Orkut e Facebook, por exemplo, se tornassem um meio de buscar emprego e se mostrar disponível às novas oportunidades. No Orkut, a rede de relacionamentos mais popular no país, há 996 comunidades com a palavra "emprego". Elas oferecem vagas com carteira assinada, trabalhos temporários, estágios e programas de trainee nas mais diversas áreas e regiões do país. A comunidade "Empregos em São Paulo", por exemplo, conta com quase 10.000 membros.

Recentemente, o serviço de microblogs Twitter vem ganhando a atenção dos usuários. Ele é a rede que mais cresce em todo o mundo. Lançado em 2004, o Twitter registrou 19,1 milhões de usuários em março, segundo a comScore, empresa de medição de audiência na internet, um aumento de 194% em relação a fevereiro. É claro que uma rede tão grande se torna um bom lugar para a divulgação de vagas. Pensando nisso, o foi inaugurado o serviço Twitter Jobs, que compila vagas de diversas áreas postadas na rede.

Mas há também perfis criados especificamente para isso. É o caso de Trampos, criado em maio de 2008, pelo webdesginer Tiago Yonamine, destinado principalmente à profissionais que trabalham com internet. Desde então foram postadas 280 vagas e cerca de 50 pessoas foram contratadas. Entre elas está a designer industrial Vanessa Marques. A paulistana de 29 anos trabalha como arquiteta de informação da agência de publicidade Almap BBDO há oito meses. Ela decidiu procurar uma nova oportunidade quando soube que a produtora onde trabalhava iria fechar. "Consegui cinco entrevistas em um mês. Foi a primeira vez que procurei emprego na internet", conta ela que também ficava de olho nas oportunidades do portal Click Jobs, especializado em vagas para a internet.

Sem dúvida a rede social que mais se destaca na busca por empregos e formação de contatos é o LinkedIn. Criado em 2003 pelo empresário americano Reid Hoffman (leia entrevista aqui), o site conta hoje com 41 milhões de usuários - 500 mil deles só no Brasil, o que faz o país figurar na lista dos dez maiores em número de cadastrados. Gratuitamente, profissionais de qualquer área e escolaridade podem se cadastrar e participar de grupos de empregos. Mesmo com essa democracia, o LinkedIn se tornou referência para headhunters em busca de profissionais qualificados. E tem se mostrado eficaz.

É o caso da analista de TI Solange Oliveira, de 40 anos. Há três anos quando ela criou um perfil no LinkedIn, seu objetivo inicial era outro. "Queria apenas manter contato com as pessoas que trabalharam comigo. Não acreditava que poderia conseguir um emprego", diz ela. A rede de contatos - uma das bases do site - ajudou Solange. Depois de deixar o cargo de gerente de TI, ela avisou em seu perfil que buscava novas oportunidades. No mesmo dia, recebeu o contato do diretor de uma empresa de materiais esportivos para saber se ela gostaria de participar de um novo projeto. O diretor da empresa é amigo de um ex-colega de trabalho de Solange, que a recomendou para a vaga. "Nós marcamos uma conversa pelo Skype e depois de três semanas fechamos o contrato quando ele veio participar de um evento em São Paulo", conta ela que hoje ganha o dobro do salário anterior como diretora de e-commerce. O projeto, ainda sigiloso, vai construir uma rede de e-commerce para a empresa. Agora, ela também está contratando novos profissionais para sua equipe via LinkedIn.

QI com recompensa
Uma das formas mais comuns encontradas por consultores de recursos humanos para encontrar candidatos é a indicação. Pensando nisso, dois novos sites apostam na figura do indicador para encurtar o tempo do processo de seleção, baseados no site inglês Zubka. Em março deste ano, a empresa de RH Allis, uma das maiores do Brasil, lançou o Indica, um site de hunting online.

O Indica é procurado por empresas para divulgar oportunidades de emprego. Qualquer um pode indicar profissionais que atendam aos requisitos das vagas divulgadas no site. A empresa faz então uma triagem dos melhores candidatos e envia para as empresas. Se alguém da lista for contratado, o Indica recebe uma comissão de 60% do salário mensal do novo funcionário. Já a pessoa que fez a indicação pelo site recebe uma comissão de 300 a 2.500 reais.

"A ideia é que em dois ou três dias você tenha uma lista de candidatos para uma vaga, enquanto um processo de seleção normal, sem o uso de internet, mas através de headhunters, leva cerca de duas semanas", explica o criador do site Dan Turkieniez. Segundo ele, o serviço é particularmente interessante para empregos com salários de 2.000 a 15.000 reais, um nicho ainda pouco atendido por headhunters e consultorias de RH.

A base atual do site tem 5.000 indicadores e cem empresas cadastradas – entre elas, a Natura e a Odebrecht. Para evitar indicações aleatórias de candidatos, apenas visando a recompensa, o número do CPF é pedido na hora do registro, e um ranking de indicadores é feito regularmente. "Quem abusar, fica bloqueado no sistema", diz Dan.

O Indica foi inaugurado recentemente, mas já possui concorrentes. O engenheiro Helder Santos e a consultora de recursos humanos Fran Winandy criaram em novembro de 2008 o Alludere. A ideia do site é focar também nos indicadores. Neles e nas empresas apenas. A empresa anuncia suas vagas e o site dispara alertas para sua rede de 1 000 indicadores que enviam currículos de candidatos à Alludere. Lá é feita uma triagem dos candidatos e os mais qualificados são encaminhados para a próxima etapa do processo.

"Como ainda somos um serviço recente, as empresas ainda mantém paralelamente seus próprios métodos de seleção, seja por headhunters ou internamente", explica Fran. Caso um candidato seja contratado pela empresa, o indicador recebe 50% dos honorários pagos a Alludere. "Nosso preço varia de 8% a 11% do salário anual. A ideia é ter o valor menor que um headhunter, que cobra de 15% a 22%", diz Fran.

Há quase dois meses, a publicitária Flávia Favaro Moreno, de 33 anos, foi contratada como gerente de comunicação corporativa da Eurofarma num processo que durou apenas dez dias. A indicação foi da administradora Christine Gautier, da Bebop Consulting, com quem a Alludere já havia entrado em contato para fazer parte do banco de indicadores. "Depois da entrevista com a Christine passei por mais duas etapas: entrevista no RH da empresa e com a diretora da minha área", conta Flávia.

Cadastre seu currículo
Uma das dicas dos profissionais de recursos humanos é para que os candidatos se cadastrem na página do trabalhe conosco. "É o primeiro lugar que as empresas olham quando precisam de alguém", diz Jairo Okret, sócio-diretor da Korn/Ferry, responsável pela área de TI para busca de profissionais. Para a consultora Jacqueline Resch, da Resch Recursos Humanos, os candidatos não apenas cadastrar, mas sempre atualizar seus currículos em sites de empresas.

Tradicionais e eficazes também são os sites que funcionam como banco de currículos. Um exemplo é o americano Monster, um dos maiores do mundo, com 80 milhões de cadastrados. Criado em 1994, o site só chegou ao Brasil há dois anos. A versão nacional ainda é pequena, mas vem apresentando um forte ritmo de crescimento. Em janeiro de 2008 havia 20 000 usuários. Um ano depois o número saltou para 180 000, com a maioria das vagas para ensino superior, com foco em nas áreas de vendas, marketing, finanças, TI, telecom, administrativo e engenharia. O usuário se cadastra no banco de dados gratuitamente.

Criado em 1996, o Catho é um dos mais populares sites de emprego do país. O site é indicado principalmente para profissionais com salários de até 5.000 reais. Hoje, ele conta com uma base de 1,9 milhão de inscritos – sendo 200 mil ativos, que concorrem a milhares de vagas em diversas áreas. Em média, o site diz que ajuda na contratação de 7.000 pessoas por mês.

O analista contábil Eber do Vale, de 38 anos, conseguiu pela segunda vez um emprego pelo site Catho. Em dezembro do ano passado, ele resolveu fazer o teste de uma semana gratuita oferecida pela empresa. No mês seguinte, o RH de uma consultoria entrou em contato com ele e, depois de uma bateria de testes, conseguiu a vaga. No entanto, o emprego não era o que Eber estava esperando. Novamente ele decidiu utilizar o Catho, dessa vez pelo plano mensal que saiu por 59 reais. Na semana seguinte foi contatado por outra empresa, onde trabalha desde abril.

Para atender à população com menos escolaridade, o governo do Estado de São Paulo encontrou na internet uma forma de organizar as vagas disponíveis. Lançado em novembro de 2008, o site Emprega São Paulo reúne atualmente 501.000 vagas nas mais diversas áreas. Desde sua criação as mais oferecidas foram faxineiro, vendedor, operador de telemarketing entre outras. O resultado é positivo. Até agora 6.000 pessoas foram contratadas.



Como aparecer na internet

- Cadastre-se no canal “Trabalhe Conosco” das empresas que você tem interesse. É o primeiro lugar onde as empresas buscam novos profissionais.

- Mantenha seu currículo atualizado em sites de recrutamento e consultorias de RH.

- Nas redes sociais, faça networking com pessoas da área que você atua. Mostre-se disponível a novas oportunidades, mas tome cuidado com a exposição excessiva.

- Manter um blog sobre o assunto que você domina é um jeito de divulgar seu trabalho.

Fontes: consultores e headhunters

Fonte: Exame

Link: http://exame.abril.com.br/carreira/noticias/como-usar-internet-obter-emprego-473516

No Brasil tem que ter QI ou LinkedIn – Parte 2

Dan Nye, atual diretor da LinkedIn. Foto: Divulgação


Por Alexandre Teixeira

Dando seqüência a série de posts sobre o LinkedIn, segue abaixo mais dicas sobre utilização da ferramenta, desta vez, com foco na integração com outros sites, como o Twitter.

Se você acredita que seus posts ou tweets agregam valor ao seu perfil profissional, cadastrá-los no LinkedIn é definitivamente uma ótima opção. Essa integração facilitará a interatividade com sua rede de contatos.

Isso é muito importante, dado que suas atividades atuais podem interessar a outras pessoas. Além disso, pode facilitar a disseminação de determinado conteúdo em menos tempo, sem necessidade de republicar tal conteúdo ou notícia.

Integração com Twitter

Nem preciso citar as vantagens do Twitter, certo? Aproveito, inclusive, para indicar a leitura de “Vou te ensinar a usar melhor o Twitter”, ótimo post do colega Ronaldo Vasconcellos sobre o bom uso dessa poderosa ferramenta.

Muitos colegas mantêm duas (ou mais) contas no Twitter com finalidades distintas (profissional, pessoal, outra). Para quem está começando, não deve ser tão fácil administrar múltiplos perfis, entretanto, é interessante avaliar esta possibilidade antes de vincular informações desnecessárias ao seu perfil profissional, certo?

Para adicionar uma conta do Twitter, basta acessar o caminho “Profile -> Edit -> Twitter”, e neste adicionar sua conta.

Assim como outros websites ou aplicações que se integram ao Twitter, o LinkedIn o faz por meio do protocolo de autenticação OAuth. Esta API possibilita o acesso de aplicações de terceiros ao conteúdo de sua conta no Twitter, mesmo sem utilização da senha, apenas com sua autorização, o que pode ser revogado posteriormente. Após o cadastro, há duas opções de integração:

1 – Publicar novo status (mensagem) no Twitter, via LinkedIn. Isto é feito após publicar uma mensagem no LinkedIn marcando a caixa (checkbox) de compartilhamento com o Twitter;

2 – Publicar novo status no LinkedIn, via Twitter. Essa ação é possível após habilitar a opção destacada abaixo no LinkedIn. Além disso, deve-se incluir a hashtag #in em seus tweets para que automaticamente o conteúdo seja publicado em ambas as ferramentas.

Integração com outros Websites e Blogs

Para adicionar um site, basta seguir o caminho “Profile -> Edit” e editar a área “Websites”. Alguns usuários também incluem o site da empresa em que trabalham ou mesmo da empresa ou organização a qual são vinculados (sociedade, filiação, etc). Neste local é aconselhável incluir um link para seus projetos pessoais, como blogs e outros acessíveis na rede.

O mais interessante é que, automaticamente, usuários de sua rede que habilitam a “aplicação” Blog Link (menu More -> Applications) passarão a visualizar os posts contidos nos sites cadastrados em seu perfil. Essa visualização pode ser customizada, de forma que um usuário pode escolher por não receber atualizações de determinados usuários.

Após o post anterior, recebi algumas sugestões (valeu!) das quais farei uso em posts futuros desta série. O LinkedIn oferece várias funcionalidades, não caberia aqui comentar todas, mas sugestões sempre serão bem vindas!

Fonte: WebContexto

Link: http://www.webcontexto.com.br/midias-sociais/no-brasil-tem-que-ter-qi-ou-linkedin-%E2%80%93-parte-2/?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed%3A+WebContexto+%28Web+Contexto%29

No Brasil tem que ter QI ou LinkedIn – Parte 1

Reid Hoffman, criador do LinkedIn: 41 milhões de usuários em 200 países


Por Alexandre Teixeira

O LinkedIn é uma ferramenta da qual muitos profissionais, independentemente da área de atuação, lançam mão com o objetivo de destacar suas carreiras profissionais, seguindo o formato de rede social.

Se ainda não possui uma conta, está na hora de fazê-lo, o serviço é gratuito. Para deixar claro a importância do site, estamos falando de uma ferramenta de relacionamento com público específico, cuja base de usuários recebe um novo membro a cada segundo.

A ideia aqui é compartilhar algumas dicas bem simples e objetivas no sentido de estreitar sua relação com outros usuários, incluindo Headhunters e outros profissionais da área de Recrutamento, bem como potenciais contatos para estabelecimento de negócios ou parcerias.

Desta forma, você poderá aumentar seu networking profissional ou empregabilidade, além de aproveitar ao máximo o que o site oferece, incluindo a integração com outros serviços (Twitter, Blogs, outros).

Apesar de não possuir uma conta Premium, minha experiência com as funcionalidades fornecidas gratuitamente pelo site se mostrou bastante proveitosa. Nesta série de posts, tentarei destacar as principais funcionalidades do serviço, junto com sugestões que podem fazem a diferença.

* Preenchimento do Perfil

Aqui vale o bom senso tendo em vista seus objetivos com a ferramenta. Se o que realmente deseja é networking profissional, não faz muito sentido preencher seu perfil com informações irrelevantes. Assim como outros famigerados formulários de cadastro, no LinkedIn também existem vários campos para preenchimento opcional.

Escrever duas páginas de projetos realizados por cada experiência profissional não faz muito sentido (deixe isso para entrevistas), muito menos detalhar todos os treinamentos que realizados na vida. Se você ousar colocar aquele curso de datilografia, é capaz de fazer a mocinha do RH pesquisar no Google sobre a origem desta “ciência”.

Como ajuda, o site disponibiliza um indicador gráfico de status de preenchimento de perfil, onde por meio de uma barra localizada na lateral direita é possível saber a porcentagem restante para fazê-lo. Assim, é uma boa prática preencher os formulários gradualmente, a medida que o usuário se familiariza com o serviço e suas funcionalidades. Passar o dia reescrevendo um currículo não é das melhores tarefas para se fazer, sem dúvidas.

O poder de síntese, sempre importante, faz a diferença. Alguém já me falou sobre “leitura em diagonal”, e é exatamente o que muitos recrutadores fazem: “batem o olho” no perfil antes de definir por analisá-lo em detalhes.

Não há como negar, o preenchimento em Inglês só traz benefícios, incluindo maior potencial sintético, se é que assim podemos colocar. Independentemente de quem procura a informação, seja um profissional de recursos humanos ou um bot, as palavras-chave serão, basicamente, em Inglês, sobretudo na área de tecnologia. Enfim, no mínimo, mais pessoas entenderão o que você faz e quais suas qualificações.

* Headline

Esta informação é a que aparece imediatamente abaixo do seu nome na visualização do perfil. É um dos principais objetos de busca utilizados pela API do site. A ideia aqui é destacar a atividade (área) na qual você é especialista.

Dessa forma, acredito que destacar sua especialidade ou cargo atual seja interessante. Para quem está começando, pode ser o ramo da atividade. Exemplo: “Information Security professional”. Percebo que, neste campo, alguns usuários incluem um sem-número de certificações, o que pode dificultar a visualização.

Um exemplo aceitável seria: “Senior Security Analyst, CISSP, GSEC”. Usar toda aquela sopa de letras, na minha opinião, causa má impressão. Porém, cabe a cada usuário decidir sobre o preenchimento (lembre-se do bom senso, já citado).

Utilizar o conteúdo do campo headline para preenchimento do próprio campo nome pode até chamar mais atenção, porém acredito que torne o perfil “poluído”, o que causa má impressão. Sob o ponto de vista funcional ou mesmo estético, informar nesses campos em que empresa está empregado também não faz muito sentido, dado que existe um campo com esta finalidade.

* Industry

Sei que pode parecer óbvio, mas aqui pode caber duas interpretações, baseado no que tenho visto em outros perfis. Preencher este campo com a área em que se trabalha (ex.: Infomation Security, Computer Security, etc) ou com a área na qual seu empregador atua? Acredito que o que se busca são pessoas ou perfis, desta forma, a primeira opção será mais proveitosa.

* Public Profile

O objetivo deste campo é gerar um link (URL) curto de forma que seja possível acessar seu perfil público facilmente. Este recurso é útil, inclusive, para incluí-lo em seu currículo ou cartão de visitas.

Caso já tenha preenchido o campo relativo a sua localização (país), este link aparecerá com o prefixo “br.linkedin.com/in/”. Este último, pode ser a abreviatura de seu nome, um apelido, etc. Sugiro tentar utilizar o mesmo do Twitter, caso já utilize este serviço e a identificação ainda esteja disponível.

Equipe do LinkedIn há alguns anos atrás. Hoje, mais de mil empregados, incluindo base no Brasil. Mais de 75 milhões de usuários ativos. (fonte: blog.linkedin.com).

No próximo post da série: Integração do LinkedIn com outros websites e Twitter.

Se você acredita que seus posts ou tweets agregam valor ao seu perfil profissional, cadastrá-los no LinkedIn é definitivamente uma ótima opção. Até a próxima!


Fonte: WebContexto

Link: http://www.webcontexto.com.br/midias-sociais/no-brasil-tem-que-ter-qi-ou-linkedin-%E2%80%93-parte-1/


5 dicas para não comprometer sua carreira nas redes sociais


Por Marcelo Mariaca

É preciso organização, objetividade, foco e persistência

Com a internet e as redes sociais, as pessoas estão cada vez mais conectadas, o que facilita o chamado networking, instrumento poderoso para abrir as portas do mercado de trabalho e do mundo dos negócios. No entanto, com a diversidade de ferramentas, o fantástico número de usuários e a tendência ao caos que a rede sugere, os profissionais têm dificuldades de administrar de forma eficiente e tirar proveito dos relacionamentos virtuais.

Afinal, como ganhar visibilidade e aparecer de forma diferenciada na rede social, quando todos se apresentam com clichês como motivado, inovador, dinâmico, focado em resultados? Como se conectar a pessoas certas e tornar produtivos esses relacionamentos? Como entrar em grupos sem se sentir ou ser considerado um "penetra" chato e indesejável?

A rede social tem uma lógica: o usuário aumenta o número de conexões com pessoas que realmente conhece ou com quem mantém algum tipo de relacionamento – e, a partir desses contatos, ele se conectará progressivamente a pessoas que não conhece no mundo físico. Ou seja, no networking virtual, o céu é o limite.

Mas, apesar desse caráter, digamos permissivo, da rede, o profissional precisa ter organização, objetividade, foco e persistência. Alguns conselhos:


Planeje sua entrada na rede social

Não caia na rede apenas porque todo mundo está lá. Defina objetivos, avalie as ferramentas, calibre a imagem e as mensagens que queira transmitir. Não convide desconhecidos apenas para alavancar sua rede. Procure se conectar a pessoas e grupos com os quais tenha interesses em comum.


Não confunda alhos com bugalhos

Todas as ferramentas contribuem para o networking, mas cada uma tem uma funcionalidade específica. Se você quiser apresentar seu currículo, procurar contatos em sua área, prospectar negócios ou participar de discussões profissionais de seu interesse, o LinkedIn é a melhor ferramenta, pois tem um foco mais corporativo. O Facebook é mais democrático e serve para você compartilhar novidades, idéias, falar de sua vida, do jogo do domingo, de sua paixão por cachorros. Isso não quer dizer que a ferramenta deva ser descartada para relacionamento de caráter profissional, pelo contrário.


Vá além dos clichês

Procure, quando oportuno, mostrar suas experiências profissionais concretas, como projetos que liderou, resultados que obteve, desafios que superou. Compartilhe conhecimentos, pois essa é uma forma de você se diferenciar na rede.


Tenha bom senso

Não entre em grupos de discussões de temas que não o interessam, que você não domina ou com o qual não tem familiaridade. Você será visto como bobo, ingênuo e oportunista.


Tente trazer para o mundo real os relacionamentos virtuais

Aproveite oportunidades para conhecer pessoalmente pessoas com as quais mantém contatos virtuais – em eventos, congressos, feiras, festas corporativas, campeonatos ou happy hours, mas sem forçar a barra. Se você acha que albatroz, birdie e eagle só existem no mundo da ornitologia, não convide ninguém para jogar golfe.

Por fim, trabalhe as redes de forma sistemática e metódica, pois incursões eventuais não constroem relacionamentos.

Marcelo Mariaca - é presidente do conselho de sócios da Mariaca e professor da Brazilian Business School



Fonte: Administradores

Link: http://administradores.com.br/informe-se/carreira-e-rh/5-dicas-para-nao-comprometer-sua-carreira-nas-redes-sociais/42699/

Nas redes sociais, profissionais podem revelam competências procuradas pelas empresas, afirma especialista



Por Redação, www.administradores.com.br

As redes sociais permitem que uma pessoa demonstre seu conhecimento, divulgue suas ideias, comunique as características de sua personalidade e seu potencial

Ultimamente, o tema redes sociais x trabalho tem sido um dos mais recorrentes, seja nos meios de comunicação, nas conversas informais ou até mesmo no próprio ambiente corporativo. Nos debates, há sempre quem ache que Facebook, Twitter, Orkut e afins são um mal dentro das empresas. Outros mais maleáveis relativizam as situações e acham que os espaços públicos virtuais são bons lugares para identificar bons profissionais.

Segundo Monica Ramos, diretora do CTS/DBM – consultoria especializada em gestão do capital humano – mais e mais empresas e headhunters têm utilizado as redes sociais para buscar profissionais criativos, com capacidade de estabelecer relações de longo prazo, de pensar em temas complexos e, por isso, de propor soluções novas, como o novo ambiente de negócios brasileiro demanda. Posts, contatos e demais atividades nas redes sociais também permitem checar se os candidatos são pró-ativos, atuam guiados por valores semelhantes aos da empresa que pode contratá-lo e se tem networking relevante.

"As redes sociais permitem que uma pessoa demonstre seu conhecimento, divulgue suas ideias, comunique as características de sua personalidade e seu potencial", explica a consultora.

Para as empresas, isso dá a possibilidade de localizar profissionais que tenham competências essenciais para o cenário com o qual convivem e de tornar o processo de seleção pró-ativo.

Além de tudo, mais do que um meio para receber currículos, as redes sociais permitem buscar profissionais que, por exemplo, atuam pautados por colaboração, inovação e cooperação.

"É algo que pode ampliar em muito a chance de sucesso de uma contração, além de ser um meio para que se cheque a consistência dos dados listados nos currículos", revela Monica.

Fonte: Administradores
Link: http://administradores.com.br/informe-se/carreira-e-rh/nas-redes-sociais-profissionais-podem-revelam-competencias-procuradas-pelas-empresas-afirma-especialista/42760/

sexta-feira

Como procurar empregos usando o Twitter





Atualmente existem vários ferramentas e serviços para se encontrar um emprego usando a internet, mas grande parte deles são sites ou blogs focados em determinados nichos e que não necessariamente oferecem as vagas mais novas, ou as informações mais recentes. Neste caso, o Twitter poder ser uma ferramenta e tanto na sua recolocação profissional.

O Twitter é uma rede social de microblogs que, após uma primeira onda de usuários conversando sobre uma vaga, outras empresas e perfis especializados em vagas de emprego e estágio começam a divulgar essas tais vagas dos usuários. Mas há um método para que você encontre esses empregos em praticamente qualquer área pretendida, e normalmente já com o contato direto do responsável pela vaga.

Por isso o TechTudo preparou este tutorial. Aprenda, em apenas três passos, como procurar empregos usando o Twitter.

Passo 1. Acesse a busca do Twitter (http://search.twitter.com/)

Passo 2. Efetue sua busca usando uma das hashtags relacionadas a vagas de emprego (#emprego, #vaga, #estagio) em conjunto com a especialidade da vaga (engenheiro, programador, designer, telemarketing, etc).

Exemplos de busca:

#vaga engenheiro
#estagio programador
#emprego administrador

Passo 3. Agora basta selecionar a vaga e acessar o endereço anunciado, ou enviar seu currículo para o e-mail especificado.

Dicas Extras

Passo 4. Geralmente você pode ignorar todas as respostas que tenham o desenho de um ovo como avatar, pois estes são compostos de usuários novos ou que só fazem spam.

Passo 5. Se você busca uma vaga somente na sua cidade ou estado, pode personalizar colocando o nome dela na busca também, por exemplo: #vaga analista #bh , que indica vagas de analistas para Belo Horizonte.

Passo 6. Para buscar vagas em empresas estrangeiras, uma boa ideia é procurar em inglês, usando a hashtag #job, como em #job developer, em busca de uma vaga para desenvolvedor.

Agora é com você! Aproveite para ver também como achar vagas de trabalho em sua área usando o Google Alerts, como filtrar conteúdos indesejados no Twitter e . Boa sorte na sua busca por um novo emprego!


QUEM ACOMPANHAR
Confira a lista de perfis de empresas que divulgam vagas no Twitter :

@CiadeTalentos
Oferece vagas para jovens profissionais, principalmente para trainees.

@michaelpagebr
Oportunidades para executivos de média e alta gerência.

@asapexec
Recruta profissionais de diferentes funções e mercados.

@vagas
Oferece vagas e dicas sobre cursos.

@DMRH
Trabalha posições com alto grau de complexidade. Portanto, é para profissionais mais experientes.

@job4dev
Oportunidades no mercado de TI.

@vagasnaweb
Oferece estágios e empregos para os profissionais de web.

@EmpregoBrasil
Vagas para profissionais de todos os níveis.

@elancers_net
Site de recrutamento, divulga empregos e publica notícias.

@PCIconcursos
Divulga empregos, estágios e o calendário de concursos públicos.

@curriculumvagas
Anuncia empregos para os mais variados níveis e funções em todo o Brasil.

@link_zero
Oferece vagas para jornalistas.

@frilas
Vagas para projetos específicos e temporários nas áreas de comunicação, publicidade e tecnologia.

. @publicijobs
Informações sobre freelances e empregos que possam interessar aos mais variados tipos de profissionais da área da Comunicação.


Fonte: Blog Tech Tudo
Link: http://www.180graus.com/geral/encontre-vagas-no-mercado-de-trabalho-como-procurar-empregos-usando-o-twitter-406159.html

Fonte: Revista Você SA
Link: http://vocesa.abril.com.br/desenvolva-sua-carreira/materia/vagas-agora-tambem-twitter-532213.shtml
 

PIT

O Pit - Programa de Integração ao Trabalho das Faculdades São José tem como objetivo preparar e integrar o aluno para o mercado de trabalho, transmitir experiência profissional através de palestras, oficinas e workshops, além de captar vagas e supervisionar os estágios, também atua dando orientações e preparando os alunos para processos seletivos de estágios e empregos.