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domingo

Vantagens e desvantagens da carreira pública

      



          Para quem está em início de carreira, passar em concurso público é quase um sonho. Os altos salários e pacotes de benefícios atraem milhares de candidatos em busca do seu lugar ao sol. Mas será que tudo são flores no serviço público? Então porque há servidores mal humorados e visivelmente descontentes no atendimento à população?

Pesquisamos algumas vantagens e vantagens para que você tome a sua decisão:

VANTAGENS

- Estabilidade financeira - é possível fazer planos com o salário, pois o serviço público não oscila tanto quanto os setores de iniciativa privada.

- Bom salário - a desvalorização é menor no serviço público e há vários benefícios, como auxílio-transporte, auxílio-alimentação, auxílio-creche e anuênios garantidos ao servidor, que, muitas vezes, chegam a ultrapassar o salário-base.

- Segurança - ao terminar o estágio de três anos o servidor não pode ser mandado embora, a não ser que cometa falhas graves.

- Aberto para todas as idades - ao contrário da iniciativa privada, que usa a idade como critério de avaliação nos processos seletivos, no serviço público é preciso ter no mínimo 18 e no máximo 69 anos de idade.

- Não é preciso experiência anterior - uma das maiores dificuldades de quem está entrando no mercado de trabalho não é importante nos concursos públicos. As exigências para os cargos se referem a habilidades específicas, testadas em provas objetivas e discursivas.


DESVANTAGENS

- Limite de salário - se comparado ao salário de grandes executivos de empresas particulares, o teto de R$ 28 mil do funcionalismo público é bem menos do que a realidade do mercado.

- Rescisão - se você decidir desistir e voltar à iniciativa privada, não haverá nada a receber e não há recolhimento para o fundo de garantia.

- Estabilidade - a estabilidade está condicionada ao estágio probatório de três anos. Neste período o concursado pode ser dispensado ou exonerado.

- Futuro - Nada impede que você seja transferido para outro local de trabalho totalmente inapropriado, ou que tenha cortes de salários e benefícios por decreto a qualquer momento. Você não tem controle sobre a sua carreira no serviço público.

- Condições de trabalho - algumas repartições públicas são mal cuidadas, sem refrigeração, e com mobiliário e computadores velhos e antiquados. Tenha em mente que pode se adaptar a qualquer adversidade em ambiente e local de trabalho antes de se candidatar a um cargo público.


terça-feira

Os perigos do bullying corporativo


          Tudo começa com uma brincadeirinha de mal gosto ou um apelido. Tudo o que você diz é usado contra você. Você é o motivo principal das risadas no departamento. Sem perceberem, isto vira rotina e interfere tanto na vida pessoal quanto profissional. O bullying é um termo que descreve atos de violência psicológica ou física, praticado por uma pessoa ou grupo repetidamente, causando dor ou angústia, com o objetivo de intimidar ou agredir a vítima. Infelizmente, tripudiar, oprimir, zombar e ridicularizar alguém sistematicamente não está restrito às escolas; a humilhação também existe nos meios corporativos.

          Pode acontecer de forma sutil ou com grosserias, gritos e exclusão do profissional em atividades que, pelo cargo, deveria estar envolvida, ou eventos informais, sem motivo aparente. As consequências vão desde a falta de motivação e queda de rendimento à insônia, depressão e outras doenças. Veja o pode ser feito para combater este tipo de comportamento nas empresas:

O Gestor

          Ao perceber, presenciar ou receber denúncia deste tipo de atitude, os chefes devem se mobilizar imediatamente e implantar um plano para recuperação do ambiente de trabalho sadio. Palestras, murais corporativos e toda correspondência interna pode servir como instrumento para disseminar os males desta prática e funcionar como prevenção. 

          Também é importante instruir os colaboradores sobre como agir quando algo deste tipo acontecer, criando canais de comunicação com os níveis hierárquicos superiores. Deve estar atento aos apelidos, códigos e sinais que poucos entendem, funcionários que ficam sozinhos e procura desculpas para não comparecer a confraternizações ou encontros da empresa. É obrigação dos gerentes e chefes implementar e manter política de tolerância zero com o bullying na sua organização ou negócio e nunca ser conivente. 


O Empregado

          Ficar posando de ovelha e ser devorados pelos lobos só piora a situação. Não ignore o bullying, denuncie e não ache que merece isso, considerando normal as coisas que lhe incomodam. Logo de início, tome uma atitude! Não se trata de gritar ou insultar o colega, mas de tomar algumas providências. Uma das coisas que funcionam, embora não seja fácil, é comunicar ao agressor as coisas que você não gosta. O funcionário também pode denunciar ao gestor, solicitar uma reunião, convocar testemunhas, enfim, reunir evidências e ir à luta pelo seu emprego e o direito de ser respeitado. 

          O bylling corporativo está configurado como uma forma de assédio moral e é de competência da Justiça do Trabalho, incluindo a responsabilidade da empresa empregadora. Estas atitudes causam sofrimento e danos à vítima se refletindo em todas os âmbitos da sua vida e precisam ser combatidas independentemente do local em que ocorram.

          

segunda-feira

Como evitar gafes no Amigo Secreto do trabalho


          

          O ano passou e é hora de participar da brincadeira de “amigo oculto” ou “amigo secreto” no trabalho. Já que não dá pra ficar de fora sem correr o risco de parecer antipático, todo cuidado é pouco nesta hora. O que parece diversão pode representar um problema na hora de escolher o presente ideal.
             
É preciso respeitar as regras impostas pelo grupo em relação ao valor: gastar mais pode significar que o seu “amigo” é mais importante aos seus olhos do que os outros colegas. E nem pense em gastar menos, todo mundo repara e comenta.

Definido o preço, não saia comprando qualquer bobagem inútil. Presentear alguém vai além da compra de um mero objeto, passando a representar o quanto se gosta da pessoa, praticamente uma declaração de simpatia ou admiração. Procure saber dos gostos e preferências, tenha sempre a intenção de agradar. Atenção no pacote, que deve ser o mínimo decorado, abusando de fitas, papéis coloridos, cartão de cumprimento e não deve estar rasgado ou amassado. Repassar também não é recomendado. O presente de segunda mão é facilmente percebido, porque normalmente não tem nada a ver com a pessoa que ganhou. Você corre um sério risco de ficar mal visto na empresa. Mas quais são as piores gafes a serem evitadas?

- Dar presentes íntimos – camisolas, calcinhas, cuecas, produtos para higiene pessoal ou biquínis. O clima pode ser de brincadeira, mas alguns presentes e piadinhas podem ultrapassar o limite e gerar situações de convivência difíceis no pós-evento. O espírito do “é fim de ano, vale tudo” não cabe no ambiente corporativo.

- Trocar o nome - nunca mesmo tente trocar de “amigo”. Não gostar muito de um colega ou não conhecê-lo bem não é desculpa para alterar as regras do jogo, além de ser indelicado.

- Faltar no dia da entrega – considerada falta grave, demonstra falta de respeito e comprometimento, mesmo se mandar o presente por outra pessoa.

- Contar o “segredo” - por mais incrível que possa parecer, o fato de você guardar o segredo também é observado. Quem conta pra todo mundo o “amigo secreto” será digno de tratar informações confidenciais da empresa? Não diga a ninguém, mesmo sob tortura.

Seguem algumas sugestões para quem ainda está na dúvida:

PARA MULHERES: itens de decoração, CDs ou DVDs de acordo com o estilo da pessoa, acessórios como lenços e brincos ou livros. Pense se a sua colega está grávida, casou recentemente ou outro fator que possa lhe inspirar.

PARA HOMENS: camisas básicas, vinhos, utensílios para churrasco ou hobbies. Organizadores de mesa e pesos de papéis também são boas opções.
             
            Esta simples brincadeira revela muito sobre o clima do ambiente de trabalho. O bom senso deve incluir não só os presentes, mas o traje, atitude e postura. Confraternizações são praticamente uma extensão da jornada de trabalho. Mesmo em ambiente informal o profissional deve ficar atento, pois normalmente as pessoas se soltam mais nas festas, mostrando a verdadeira personalidade. O maior inimigo: o álcool. Evite os excessos, fuja das "panelinhas" e divirta-se!


quinta-feira

O que não pode fazer parte da rotina de um profissional bem sucedido



          O portal de notícias americano Huffington Post divulgou recentemente uma lista com coisas que queimam o filme no trabalho e as pessoas fazem todo dia!  São pequenas atitudes que, ao longo da carreira, minam os seus esforços de manter a imagem e podem até comprometer aquela promoção ou aumento de salário, isso sem mencionar os danos à sua saúde.

Veja o que não pode fazer parte da rotina de um profissional bem sucedido:

1) Chegar atrasado – Cinco ou dez minutinhos não faz diferença, certo? Errado! Mesmo tendo trabalhado o mesmo número de horas, os funcionários pontuais são considerados mais responsáveis e produtivos.

2) Checar os e-mails assim que chega no trabalho – Abrir a caixa de mensagens não deve ser a primeira coisa a fazer. Especialistas em gestão afirmam que responder a dezenas de e-mails compromete a produtividade ao longo do dia, dificultando a atenção nas tarefas seguintes.

3) Redigir e-mails muito longos – As pessoas não têm mais tempo para mensagens sem objetividade e buscam respostas sucintas.

4) Ficar muitas horas sentado – Evite ficar muitas horas diante do computador. Além de comprometer a saúde, interfere diretamente na criatividade e reduz a produtividade do funcionário.

5) Fazer muitas coisas ao mesmo tempo – Ser multitarefa não é sinônimo de qualidade do serviço. Se está fazendo algum trabalho importante, não divida a atenção e mantenha o foco.

6) Nunca ir ao happy hour – Nunca aceitar o convite dos colegas para um lanche ou drink pode passar uma imagem negativa e antipática. Tente conciliar os seus compromissos e participe de atividades fora do ambiente de trabalho como forma de confraternização com os colegas.

7) Nunca anotar nada – Com o excesso de informação que recebemos todos os dias, confiar na memória é um risco. Não precisa fazer um diário, mas sempre anote informações relevantes.

8) Não ter um hobby – Atividades esportivas, passatempos ou hobbies aliviam o estresse e podem torná-lo um profissional melhor. Gastar energia fora do ambiente de trabalho alivia as tensões e melhora a produtividade.

9) Não tirar férias – Ao contrário do que muitos pensam, vender as férias e não fazer o descanso anual prejudica tanto o funcionário quanto a empresa. Sem descanso, o profissional não se renova e diminui o potencial criativo.

10) Não fazer pausas – Tirar um horário para almoço e fazer pequenos intervalos são essenciais para manter a saúde em dia e deixá-lo mais disposto para as atividades cotidianas.

11) Sacrificar o sono – O sono é fundamental para manter os índices de atenção. Dormir ao menos 8 horas por dia garante a sensação de bem estar e produtividade do dia seguinte. Além de renovar as forças, você evita passar uma imagem de desânimo e falta de disposição para o trabalho.


Crítica: depreciação ou oportunidade de melhoria?


          Elogios frequentes melhoram a autoestima e motivação no trabalho. O reconhecimento, segundo os neurologistas, libera a dopamina, substância que atua no cérebro trazendo sensação de bem estar. Entretanto, a realidade é que a maioria dos gestores não elogia, ao contrário, critica.

         Este feedback pode parecer negativo num primeiro momento, mas, para os fortes, pode representar uma oportunidade de melhoria. Veja dicas de como reverter a situação transformando comentários em aprendizado:

- Saber ouvir – prestar total atenção ao que está sendo falado e conter o ímpeto de responder sem pensar, mantendo uma postura assertiva.

- Não colocar a culpa nos outros – humildade é essencial nesta situação. Não vale se esquivar da responsabilidade, assuma os seus erros!

- Não seja passivo – ao contrário de responder por impulso ou ser irônico, procure manter uma atitude positiva e tente evitar um confronto. Caso seja convidado a dar explicações, descreva como pretende proceder para evitar erros da mesma natureza, mostrando preocupação com as responsabilidades inerentes à sua função.

- Reflita – nem todas as críticas são negativas. É possível, sim, falar com educação e bom senso sobre coisas ou comportamentos que nos desagradam. Pense nisso e não critique de volta só para se “vingar”.

          É preciso ter inteligência emocional para lidar com as críticas externas. Normalmente as pessoas fogem de situações porque acham que serão criticados e algumas sofrem antecipadamente por críticas que ainda nem foram feitas. A melhor postura é sempre perceber até que ponto a outra pessoa tem razão, estar aberto a mudanças e ter humildade para mostrar que está recebendo positivamente as sugestões de melhoria do seu desempenho profissional.

Tatuagem e ambiente de trabalho: a convivência é possível

  
Fonte da imagem: http://alternative-cultures.blogspot.com.br/


A técnica de fazer marcas e desenhos no corpo humano é milenar. Os povos antigos acreditavam que os tatuados entravam em contato com o sagrado, deuses e demônios. Sinais tribais também determinavam o grau de autoridade dos indivíduos perante o grupo. Durante a guerra foram usadas para transmitir mensagens secretas. No final do século XIX, as tatuagens já eram populares, mas restritas à aristocracia, devido ao alto custo.

No mundo social do século XI, esta forma de expressão corporal venceu todos os preconceitos e não é mais vista pela maioria das pessoas como restrita a traficantes, presidiários e bandidos. Simpatizantes da técnica em todo o mundo exibem com orgulho que fizeram dos seus corpos telas para verdadeiras obras de arte.

                No mundo corporativo, porém, a conversa é outra. Há empresas muito liberais, nas quais as tatuagens não interferem na carreira. Mas não se iluda: o mercado é conservador. O consultor Max Gehringer , disse, em resposta a esta pergunta no site da CBN, que, uma tatuagem visível reduz em 70% a possibilidade de um jovem conquistar uma vaga de emprego.

                Mas se você é uma das milhões de pessoas adeptas de tatuagens, não desanime. A Presidente da Petrobras, Graça Foster é um exemplo de executiva que assumiu as suas e chegou ao posto máximo de uma das maiores empresas do mundo. O tatuador Caio Freire disse, em uma entrevista, que, há trinta anos  o perfil de clientes era basicamente formado por surfistas, motoqueiros e marinheiros.  Hoje, segundo ele, os engravatados procuram mais os estúdios, mostrando que o preconceito está diminuindo nas empresas. O caçador de talentos da Global Executive Search, Ricardo Nogueira, afirmou que, em alguns casos,  as tatuagens dos executivos até quebram o gelo e podem ser uma atração nas reuniões de negócios.

                Uma tatuagem faz parte da sua imagem e representa valores, ou seja, passa uma mensagem. Esta decisão deve ser alinhada com os seus objetivos profissionais e não pode ser baseada somente em modismos. Para que não atrapalhe a carreira, saiba o momento certo de cobri-la, deixa-la à mostra e até mesmo usar a seu favor, dependendo do ambiente e grau de formalidade.
                

E quando você não concorda com os valores da sua empresa?



          Nem sempre concordamos com os valores da empresa em que trabalhamos. Quem nunca foi obrigado a tomar uma atitude que vai de encontro aos princípios éticos pessoais pode se considerar com sorte.

         Uma empresa não é somente uma entidade jurídica. É um organismo vivo, composta por pessoas que trabalham para alcançar objetivos comuns. Tudo o que estas pessoas aprenderam e viveram são transformados em valores que se refletem em atitudes e nas tomadas de decisões diárias. Igualmente, a organização também precisa se basear em princípios que vão nortear as ações estratégicas e atuação no mercado: respeito à diversidade, ter ética nas relações, responsabilidade social, entre outras.

         Para que um funcionário se sinta confortável no ambiente corporativo é preciso haja uma sintonia entre estes valores e princípios na prática. A ética empresarial da forma como é praticada hoje é recente, e foi consolidada há uma década apenas. Uma nova aplicação, mais intrínseca e sofisticada permite a interação com os mercados, executivos, acionistas, sindicatos e pequenos empresários, indo além do assunto “dinheiro”.

         Muitas vezes ouvimos empregados dizerem que “os valores empresariais estão em conflito com os valores pessoais”. Isto significa que certas exigências feitas pela empresa são antiéticas ou ferem, de alguma maneira, a moral da cultura daquele indivíduo. Não se trata de excentricidade, de uma pessoa que não se adapta às normas da organização, mas do sujeito ultrajado, que não é capaz de tolerar a violação e se sente na obrigação de fazer alguma coisa. Mas o quê?

         Os especialistas recomendam que o funcionário pense seriamente em comunicar o fato ao departamento responsável da empresa e saia da organização. Fazer coisas em desacordo com o que pensamos como certo e errado, nos mata um pouco a cada dia. Se forem coisas que não podem ser mudadas nem na cultura organizacional nem dentro de você, denuncie e busque outra oportunidade de emprego. 

Não comprometa a sua imagem profissional no Facebook




          Conhecem algumas pessoas que, apesar de terem um bom currículo, não conseguem emprego há anos? Saiba que o problema pode estar na rede social digital da qual ela participa. O Facebook tem quase 1 milhão de usuários e é considerado o terceiro país do mundo. Com a facilidade dos dispositivos móveis a informação ficou portátil e em tempo real. Porém algumas pessoas se esquecem de configurar as condições de privacidade corretamente e acabam mostrando mais do que deveriam na ferramenta, o chamado tiro no pé.

Quando expomos nossa imagem ou opinião em público todo cuidado é pouco. Fora do contexto, uma foto, uma declaração ou até mesmo uma piada pode ser o abismo entre você e a vaga naquela empresa dos seus sonhos. Isto porque, segundo pesquisas, 98% dos recrutadores procuram informação sobre os candidatos nas redes sociais da Internet. Logo, a primeira providência, antes mesmo de mandar o currículo, é ver como a sua linha do tempo aparece na pesquisa pública.

Para muitos o Facebook é o muro das lamentações. Se você está insatisfeito com a sua empresa lembre-se de que os colegas de trabalho e até o chefe podem estar na sua lista de amigos, com acesso às suas publicações. A dica pra manter o seu emprego é: não faça reclamações sobre o seu trabalho, segundas-feiras, reuniões, colegas e horas excedentes trabalhadas.

Evitar palavrões ou expressões de baixo calão também é um bom conselho. Não pega bem e pode passar uma impressão errada sobre você. Aproveite a rede para mostrar como você escreve bem, é educado e tem equilíbrio emocional em qualquer situação.

Mesmo que a sua empresa libere o uso das redes sociais, é inaceitável que o funcionário fique jogando durante o expediente e mais, tornando esta informação pública.  Acredite, o seu chefe vai saber quando você passou de fase no Candy Crush Saga. Outras empresas também podem ver que você joga enquanto deveria estar trabalhando e certamente isso não conta pontos em nenhuma seleção de vaga.

Postar informações sigilosas ou confidenciais da organização também é garantia de demissão. Um novo produto ou projeto secreto deve ser, ao contrário, protegido ao máximo pelos funcionários. Além de dispensa por justa causa e outros problemas éticos, lembre-se de que você pode ser processado por isto.

Afinal o que é saber trabalhar em equipe?




         
          Uma das habilidades mais requisitadas pelos recrutadores é a facilidade de trabalho em equipe. Manter relacionamentos corporativos baseados na confiança e respeito não é tarefa das mais fáceis, mas ninguém consegue trabalhar sozinho. E quando uma equipe não funciona, o resultado é aumento de custos, procrastinação de prazos e outros prejuízos.

         É muito fácil escrever no currículo, mas na prática muitos profissionais cometem erros quando executando tarefas em grupo:

DESRESPEITAR AS DIFERENÇAS
Se comunicar bem não é tratar todo mundo do mesmo jeito. Equipes são compostas por pessoas com perfis profissionais e pessoais completamente diferentes. É a soma destes talentos que fazem o todo funcionar. Respeitar a diversidade na organização e o espaço do outro é essencial no ambiente de trabalho em qualquer situação.

NÃO COMPARTIHAR OS OBJETIVOS DA EMPRESA
Se todos souberem quais são os objetivos da empresa, encontrarão motivação para alcançar as metas individuais. O trabalho em equipe só funciona quando há um objetivo em comum e todos devem saber claramente o que a empresa pretende. Se o funcionário se sente participante de algo maior, ele faz o seu melhor, ainda que dentro do seu próprio ritmo. Todos devem conhecer as metas e prazos dos projetos.

NÃO MANTER O CLIMA AMISTOSO
Em momentos de tensão é preciso manter o equilíbrio entre os membros do grupo, ser educado e ter discernimento para saber o que dizer e o que não dizer. Mesmo em momentos de atrito, manter a educação é fundamental para manter o relacionamento aberto e transparente. Também é preciso evitar criticar participantes em público, principalmente na ausência deste, e evitar supervalorização do esforço individual.

SER ARROGANTE
Um chefe diz: “-Vai!”; um líder diz “-Vamos!”. Toda equipe pode e deve ter um líder que participe ativamente dos processos, se coloque em posição de igualdade e motive a parceria. O desequilíbrio emocional das lideranças é o primeiro passo para o fracasso do projeto. A autoconfiança da chefia em assumir riscos e delegar tarefas renova os ânimos e otimiza a comunicação.

         O que faz uma organização é o capital humano. Saber trabalhar em equipe é sentir-se bem colaborando com outras pessoas, ouvir e respeitar opiniões divergentes. Este quesito é bastante valorizado pra o ingresso no mercado de trabalho e é considerado um diferencial entre profissionais de várias áreas de atuação, além da competência técnica. 

Assédio no trabalho: como se defender?


         Apesar de ser tão antigo quanto o trabalho, a discussão sobre assédio ou violência moral é relativamente nova no Brasil. O conceito se refere a ser ofendido, menosprezado, constrangido ou ultrajado por alguém no local de trabalho, tendo como consequência a humilhação, dor ou sofrimento.

         No site www.assediomoral.org temos a descrição do que configura uma  “jornada de humilhação”:
1)    Repetição sistemática
2)    Intencionalidade (forçar o outro a abrir mão do emprego)
3)    Direcionalidade (uma pessoa do grupo é escolhida como bode expiatório)
4)    Temporalidade (fatos ocorrem durante o trabalho, por dias, meses ou anos)
5)    Degradação deliberada das condições de trabalho (isolamento ou destaque do grupo sem explicações)

           A revista Exame divulgou nesta semana as respostas do advogado Aparecido Inácio sobre questões de assédio moral no trabalho. Ele explica que uma bronca isolada não é assédio moral, mas se as ofensas e agressões são prolongadas e se repetem cotidianamente, sim. Também destaca três tipos de assédio: individual, coletivo e o chamado assédio horizontal, quando um grupo se une contra um superior hierárquico.

Mas, segundo ele, nem só de xingamentos e ofensas vive o assédio moral. A recorrência de inação compulsória, ou seja, quando o empregador se recusa a passar serviço ao empregado ou a um grupo de empregados, também configura a infração.

A postura do funcionário é determinante nesta hora, ao contrário de ficar pelos cantos, enfraquecido, ele deve resistir e não se deixar acuar, pois o medo é o que dá força ao agressor. Para uma reclamação formal na Justiça é preciso reunir provas que comprovem a agressão, como documentos, cópias de e-mails, memorandos, filmes, fotos e até gravação de conversas com o celular.

O assédio moral não é um fato isolado, como vimos se caracteriza pela repetição de práticas vexatórias e constrangedoras e degradação da condição de trabalho. Os danos à saúde pelo autoritarismo imposto nas relações de trabalho são, entre outros: depressão, distúrbios do sono, queda de produção, distúrbios digestivos, hipertensão e dores generalizadas. Algumas empresas proíbem até o uso do banheiro!

Um ambiente de trabalho saudável e digno é uma conquista de toda a equipe e deve ser cultivada e disseminada pela alta gestão. Se você foi testemunha de alguma cena de humilhação seja solidário e denuncie. Lembre-se de que assédio moral é crime!

Fonte da imagem:
(https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEggaVTNWG98c6y5LRjNPPkexXVoFgQ6ajb81tONBo5XGVplrmZpNxaoHoIxNilbxjWWfj4BXHxj0FLnwQlBh25mKXehp2UcSuzfYZlfR-UJ2RuYEPYNDNdJR6abR_Dx0R6LNfAGd1hFl28/s640/assedio.jpg)


         


Como fazer o seu currículo em vídeo


          
          O avanço da tecnologia não passou despercebido pelos recrutadores. A mais nova ferramenta para seleção é o currículo em vídeo: chegou a hora de mostrar que você fica bem “na fita”.

         A videoconferência não é novidade; várias empresas evitam deslocamento de funcionários fazendo reuniões produtivas, cada um na sua sala, conectados em tempo real com parceiros, clientes e fornecedores ao redor do mundo. No mercado de trabalho, cada vez mais competitivo, não é diferente. A tendência da área de recursos humanos é que o vídeo de apresentação do candidato se torne tão comum quando o currículo de papel.

         Neste primeiro contato é possível ver a aparência da pessoa, facilidade de se expressar, firmeza nas afirmações e muitos pontos subjetivos, como a maneira de olhar para a câmera, carisma e a expressão corporal.

COMO FAZER UM BOM VÍDEO DE APRESENTAÇÃO

         O primeiro passo é elaborar um roteiro. O vídeo pode até ser filmado no celular, desde que contenha as informações iniciais e outros dados do currículo, bem como experiências e expectativas.

         A especialista em RH e professora Teresinha Covas Lisboa, dá algumas dicas:

Aparência – As regras são praticamente as mesmas de uma entrevista presencial: evitar decotes e transparências, usar maquiagem discreta e vestuário adequado ao cargo pretendido. Não vale terno e gravata para se candidatar a vendedor de uma loja de artigos de surf, assim como não se deve usar bermuda e camiseta se o cargo pretendido é de gestor ou diretor de departamento. 

Linguagem corporal – O candidato deve ser filmado somente da cintura pra cima. A firmeza nas declarações e o olhar para a câmera também são observados, afinal “ela” é o entrevistador e você precisa demonstrar segurança.

Texto – Como se trata de uma apresentação, a primeira coisa é dizer o seu nome, idade e formação, bem como o cargo pretendido. Em seguida descrever as experiências, começando pela mais recente. Por fim as habilidades, competências, cursos extras, idiomas e participação em atividades correlatas, como voluntariado, palestras, seminários e congressos. Não se trata de ler o currículo, mas passar a sua personalidade, potencialidade e contar a sua história. Seja natural e ajude o empregador a entender o que você já fez e o que pretende no futuro.

Ambientação – A escolha do fundo é muito importante. Procure gravar em ambiente reservado e isolado, sem interferências, e sem sons externos, como cachorro latindo e buzinas da rua. Preste atenção à iluminação, que pode deixar a aparência abatida ou cansada.

O vídeo – O vídeo deve ser curto, de 2 a 5 minutos no máximo e deve instigar o recrutador a saber mais sobre você e chamá-lo para um encontro presencial. Tenha em mente que o vídeo-currículo é somente um trailer da sua história profissional, uma introdução. Seja sucinto, porém criativo, use o senso de humor e capriche na edição. Peça opinião de outras pessoas, como familiares e amigos antes de tornar o material público. Lembre-se de que adequação é tudo: o nível de criatividade e inovação vai depender do ramo de atuação e do grau de seriedade e formalidade da empresa.

Vejam alguns exemplos:

1)     http://www.youtube.com/watch?v=ObaAfxbK5MQ - Vídeo referente à primeira etapa do processo seletivo para trainee da Unilever – 2011: “Conte-nos um pouco sobre você.”
2)    http://www.youtube.com/watch?v=aSf7xSgIn5k – Vídeo-currículo para o setor de marketing, que exige mais criatividade.
3)    http://www.youtube.com/watch?v=k8vK7dmUdKA – Candidato a web designer.



        

Etiqueta na mesa de negócios



          Quem nunca teve dúvidas sobre como se comportar em um almoço ou jantar de negócios? Falar de boca cheia, atender o celular de 2 em 2 minutos, rir alto e outras gafes à mesa dispensam comentários. Para não comprometer a sua imagem profissional é preciso conhecer alguns detalhes de etiqueta a serem usadas em refeições mais formais com o chefe, fornecedores ou clientes.

          Veja algumas dicas para se comportar com elegância neste tipo de evento:

O GUARDANAPO
O guardanapo serve para tudo, menos para limpar a boca. Use dobrado no sentido do comprimento, com a abertura voltada para você, para proteger a roupa. Se for preciso levantar por algum motivo, deve ser dobrado e colocado à esquerda do prato. Ao retornar à mesa, coloca-se novamente no colo. Deve-se encostar o mesmo nos lábios antes de usar os copos, para evitar marcas de gordura, e após a bebida, para secá-los. Ao terminar a refeição, coloque displicentemente do lado direito do prato, sem amassar ou dobrar, mas escondendo os resíduos. Se cair no chão não tente pegá-lo. Aguarde ou fale com o garçom, para que providencie outro.

TALHERES
Dependendo do tipo de refeição e do prato escolhido, pode haver mais de um tipo de talher. A regra é usar sempre de fora pra dentro, na medida em que os pratos forem sendo servidos. Os das extremidades são usados para entradas, os do meio no prato principal e os mais próximos ao prato, ou acima dele, para a sobremesa. Cortar com a mão direita e espetar o garfo com a esquerda. Entre uma garfada e outra não apoiar a faca na lateral, mas sim no topo do prato. Ao término da refeição, junte garfo e faca paralelamente, com os cabos para o lado direito, para sinalizar ao garçom que já pode retirar o serviço.

TAÇAS
As maiores são usadas para água, as médias para vinho tinto e as menores para vinho branco. Mas quem tem que saber isso é o garçom. Pegue sempre pela haste ou base, para que o calor da mão não altere a temperatura da bebida. Nem pense em levantar o dedo mindinho.

O CAROÇO DA AZEITONA
Retirar da boca discretamente, com a mão em concha e deixar na lateral do prato ou, preferencialmente, em algum pratinho avulso para resíduos.

ALFACE
Cortar ou não cortar? Isso vai depender da habilidade da pessoa: se você consegue fazer uma trouxinha e dobrar a folha, ótimo. Mas, para não correr o risco de ver a sua roupa pingada de azeite e vinagre o melhor é cortar com a faca mesmo, de modo a fazer pequenos pedaços que caibam na boca.
  
BEBIDAS ALCOÓLICAS
Se você bebe pode acompanhar o seu cliente, mas só um pouquinho, nada de encher a cara. Álcool e negócios não é uma combinação das mais recomendáveis.

QUEM PAGA A CONTA?
No mundo empresarial, quem convida paga a conta, seja homem ou mulher.

          A etiqueta à mesa não é difícil. As regras foram criadas não para complicar, mas para facilitar a vida de todos e estabelecer a boa convivência. Na dúvida, observe o que as outras pessoas fazem e só então use os utensílios. 

          Desde a antiguidade assuntos importantes têm sido tratados ao redor de uma mesa de refeição, as chamadas távolas. No mundo dos negócios, estar atento a estes pequenos detalhes pode fazer uma grande diferença na sua carreira. 

Como o carnaval pode acabar com a sua carreira


          


         
         Tudo bem se você adora o carnaval. Uma das maiores festas do mundo deve mesmo ser comemorada. Mas é preciso lembrar de que a festa passa, mas o seu emprego fica. Será?

   Há pessoas tão empolgadas com o evento que se esquecem das regras básicas de sobrevivência profissional neste período, como pontualidade, assiduidade, parceria e senso de coletividade. Pense duas vezes antes de trocar a sua carreira nota 10 por um rebaixamento para o segundo grupo evitando as seguintes atitudes:

1)    FOLIÃO ANTECIPADO
Nada mais chato do que aquele cara que acha que toda a rotina da empresa deve mudar em função dele. Na semana anterior já começa a avisar que vai sair cedo na sexta feira de carnaval, tenta trocar escalas, fazer motim para a empresa fechar mais cedo neste dia e mobiliza todo mundo em função da sua necessidade de viajar.

2)    FOLIÃO EXAGERADO
Sabe quando a pessoa chega ao ambiente de trabalho fantasiada, parecendo uma alegoria bem na hora daquela reunião importante, com clientes exigentes? Pois é, esse cara põe em risco a credibilidade e seriedade da empresa e costuma ser inconveniente, além de comprometer a imagem de toda a equipe.

3)    FOLIÃO ABSENTEÍSTA
Alguns perfis são clássicos: quem falta muito ao trabalho espera o ano inteiro pelas mesmas desculpas: não tinha passagem para voltar a tempo, passou mal depois do bloco e o engarrafamento de retorno foi maior do que o esperado e outras. O patrão sabe exatamente com quem pode contar neste período de feriado.

4)    FOLIÃO DESEMPREGADO
Este caso menos comum, porém igualmente grave, se refere àquele louco por carnaval que chega a pedir demissão do emprego para ficar livre e solto até quarta-feira de cinzas. Estas pessoas seguem o mantra de que o ano só começa depois da folia, e seguem neste primeiro trimestre com letargia. Só depois deste período começam a movimentar suas vidas de maneira produtiva, não caia nessa!

     

A difícil arte de trabalhar em equipe


          

           Além das habilidades profissionais, a capacidade de adaptação ao ambiente e espírito colaborativo são requisitos muito valorizados pelas empresas. Algumas pessoas, porém, têm dificuldades em lidar com pensamentos, crenças e valores diferentes.

         Trabalhar em grupo não é fácil para ninguém. O fato é que a empresa é um time onde não há espaço para o individualismo. Veja algumas dicas que podem tornar o trabalho em equipe mais interessante:

SABER OUVIR
Não tente impor o seu ponto de vista e dê atenção a opiniões contrárias. Nem sempre é fácil admitir que a ideia de um colega seja melhor do que a sua, mas lembre-se de que, mais importante do que o orgulho, é o objetivo comum que conta nessa hora.

SABER COMPARTILHAR
Dividir responsabilidades e compartilhar informações faz parte do trabalho em equipe e são ações fundamentais para o cumprimento das tarefas.

MANTENHA A POSTURA SOLIDÁRIA
Manter-se sempre à disposição do colega e ajudar quando preciso é demonstração de generosidade e senso de coletividade. Isso fará com que você não se sinta constrangido quando precisar de apoio de alguém.

APRENDA COM OS COLEGAS
Todos têm qualidade e defeitos. Procure ver o que os outros funcionários têm de melhor e aprenda com eles. Da mesma maneira, evite copiar o que é criticado no perfil deles.

MOTIVE E MOTIVE-SE
É comum ver equipes desconectadas e desmotivadas. Muitas vezes um sorriso, uma palavra amiga ou um pequeno elogio muda tudo no clima organizacional. Seja o agente da felicidade do seu ambiente de trabalho: organize lanches coletivos, divulgue palestras, livros e filmes de interesse mútuo sempre agregando pessoas a valores positivos. Quem semeia energia positiva, colhe ânimo e satisfação pessoal, pode acreditar.



terça-feira

Como mandar e-mails profissionais


          

          Acostumados ao chat das redes sociais, muitas vezes nos esquecemos de que, em ambiente corporativo, a linguagem na troca de mensagens deve obedecer a critérios diferentes.

            A chamada “netiqueta” é importante para manter a sua imagem, preservar dados da empresa e melhorar a comunicação entre os colegas e chefia. Apesar de e-mails serem considerados menos formais do que cartas impressas, algumas regras devem ser observadas:
           

PROFISSIONALISMO
Nunca envie mensagens com temas religiosos ou imagens eróticas, piadas, correntes, emoticons e avisos de vírus. Extremamente inconvenientes em ambiente corporativo, mensagens com conteúdo impróprio pegam muito mal e enchem desnecessariamente a caixa de entrada do destinatário.

SEJA EDUCADO
Pessoas que você não conhece bem devem ter tratamento respeitoso, como Senhor e Senhora. Usar o primeiro nome em correspondência deste tipo somente para os que são íntimos e lhe deram autorização. Nunca se esquecer de usar e abusar das palavras mágicas “por favor” e “obrigado” e, por menor que seja a mensagem sempre deve haver uma saudação no início e assinatura no final.

CUIDADOS NA REDAÇÃO
Cuidado com o tom muito emocional e excessos ao redigir. Escreva a mensagem com objetividade, clareza e evitando trechos muito longos. Dedique um tempo para reler e passar o revisor ortográfico, tendo sempre em mente quem vai ler e reservando a intimidade somente para os amigos. Seja conciso, mas cuidado para a falta de informações essenciais. Se estiver muito cansado ou sem tempo, peça a um colega em que você confie para fazer a revisão.

ABREVIAÇÕES
O uso crescente das redes sociais propagou o vício das abreviações. Reserve a linguagem codificada, como “vc” ao invés de “você” e “msg” ao invés de “mensagem”, se tiver certeza de que o destinatário vai compreender as abreviações. Não escreva em caixa alta, ou seja, usando só letras maiúsculas, é considerado muito indelicado.

URGENTE
Não use alta prioridade sem necessidade, para não cair no descrédito. Também é preciso cuidado para não transparecer que a urgência é só sua. Mensagens enviadas em cima da hora demonstram que a pessoa não se organizou para a execução da tarefa.

ANEXOS
Não anexar arquivos desnecessários ou secretos. O tamanho também deve ser observado: se necessário faça uma compactação do documento, para evitar problemas com os servidores no destino.

            O e-mail é hoje uma das formas de comunicação mais usadas em nossa sociedade e foi criado para envio de mensagens breves e simples. Não vale a pena comprometer a sua carreira ou ofuscar a sua competência por ignorar noções básicas de boas maneiras e regras de etiqueta. Clientes e parceiros podem não perdoar algumas gafes e, em alguns casos graves, pode até gerar demissão.
           

Como a música afeta a sua produtividade


        
           Música em ambiente de trabalho sempre gera discussão. Se forem colocados alto-falantes, o barulho atrapalha os que precisam de silêncio para se concentrar. Se alguém saca o fone de ouvido é porque está querendo se isolar do ambiente.

Poucas empresas têm políticas sobre música no trabalho: alguns gestores autorizam e outros não. Pesquisas mostram que certas melodias, sem letras, aumentam a concentração e produtividade do indivíduo, mas qual música combina com o seu trabalho?

Um estudo da Universidade de Illinois analisaram 256 trabalhadores e montaram um infográfico com o estilo mais adequado a cada função:

Área de criação
música clássica, jazz e raggae.

Área financeira
clássico, jaz, mpb, hip-hop ou rap.

Área administrativa
axé, música eletrônica, rock, samba.

Área de tecnologia
jazz, rock, pop.

Varejo
alternar rápidos e lentos: axé, funk, heavy metal, mpb, pop, raggae, samba.

Linha de Produção
mpb, samba, sertanejo.

Vendedor autônomo
axé, música eletrônica, hop-hop, rap.

Professores
clássico, jazz, mpb, pop

Independente de a pessoa conseguir trabalhar bem ou não com música o importante é perceber que a decisão depende de instâncias superiores e só pode ser ouvida se o chefe autorizar. Em atividades que exijam muita concentração e silêncio, a música pode atrapalhar. Ouvir música é bom, mas não pode comprometer a produtividade da equipe!


Olha a hora!




          Há pessoas que passam a vida lutando com a pontualidade. Chegam atrasados em praticamente todos os compromissos, inclusive no emprego, e vivem se justificando. O problema começa quando há quebra unilateral do contrato de trabalho, ou seja, os atrasos são injustificados e de grande incidência.
  
         Uma visão macro mostra que o caso abala a economia e gera prejuízos em larga escala, por isso esta prática não é bem vista pela maioria das empresas. O artigo 58 da CLT (Consolidação das Leis do Trabalho), diz, no seu primeiro parágrafo que não serão descontados os atrasos de até cinco minutos, observando o limite máximo de dez minutos diários. Além disso, o descanso semanal remunerado pode ser comprometido se o empregado não tiver trabalhado durante toda a semana anterior, cumprindo integralmente o horário. Em algumas empresas prevalece o regulamento interno, que pode admitir período de tolerância maior, sem penalidade para o funcionário.
             
Além de controlar o ponto eletrônico, os gestores devem buscar as causas reais dos fatos que geram os atrasos, reiterar os manuais de conduta e fazer uma leitura da situação. Caso a postura ou conduta do empregado não esteja compatível com o contrato de trabalho e os valores da empresa, é preciso evitar o protecionismo e tomar providências e até mudanças radicais, como, por exemplo, flexibilizar o horário. A comunicação é fundamental para resolução do problema: qualquer decisão deve ser tornada pública.

A perda de produtividade joga alguns milhões de dólares pelo ralo no Brasil e no mundo. O prejuízo, porém, para ambas as partes, vai além do financeiro. Se quiser saber como os atrasos constantes e injustificados afetam a sua carreira, converse com alguém que já perdeu o emprego por causa disso. A relação de trabalho, na maioria dos casos, fica seriamente comprometida, causando desconfiança, instabilidade e insegurança.
  
          Já reparou que no grupo de retardatários estão sempre as mesmas pessoas?  Grandes inventores de desculpas, saem de casa em cima da hora e diariamente encontram um ou outro obstáculo imprevisto em que ninguém mais acredita.

          Atrasos geram estresse em ambas as partes; não caia nessa. A pontualidade é uma virtude imprescindível no trabalho; demonstra responsabilidade, respeito e comprometimento. Mesmo que signifique acordar meia hora antes, saia de casa mais cedo, evite pontos de gargalo no trajeto e tome um bom café da manhã. Começar o dia com mais calma é bom para você e para a empresa. Olha a hora!

 

PIT

O Pit - Programa de Integração ao Trabalho das Faculdades São José tem como objetivo preparar e integrar o aluno para o mercado de trabalho, transmitir experiência profissional através de palestras, oficinas e workshops, além de captar vagas e supervisionar os estágios, também atua dando orientações e preparando os alunos para processos seletivos de estágios e empregos.