sexta-feira
Vai se formar? Saiba o que é Trainee
quarta-feira
Especial Entrevistas: O que usar e como se comportar.

O que vestir?
Bem vestido pra entrevista.
Embora elegante, o terno ou terninho, pode ser substituído numa entrevista de emprego menos formal. Veja as variações, mas fique atento ao perfil da empresa.
Homens: ter ou não ter barba?
Os barbudos estão na moda, mas o visual ainda não conquistou o ambiente corporativo.
Mulheres:
Nada de decotes e saias abaixo dos joelhos.
Como se comportar!
Entrevista de Emprego
Renata Avediani, repórter da VOCÊ S/A, dá dicas importantes para você não pisar na bola na entrevista de emprego.
Prepare- se para a Entrevista
As entrevistas de emprego geram muita ansiedade. A especialista em recursos humanos, Elaine Saad, da Right Management, dá algumas dicas para você não fazer feio nesta hora.
* É preciso se conhecer primeiro
Antes de definir e escolher o objetivo profissional, e independente do que se quer atingir, é preciso que as pessoas conheçam seus pontos fortes e fracos. Essas e outras dicas são dadas pela especialista em RH, Elaine Saad.
* Antes,durante e depois
Conhecer o perfil da empresa, se apresentar bem, enviar carta de agradecimento após a entrevista são detalhes que ajudam você se destacar durante o processo de seleção.
Fonte: http://vocesa.abril.com.br/desenvolva-sua-carreira/materia/curriculo-entrevista-573005.shtml
terça-feira
Direitos e deveres dos estagiários

A nova Lei de Estágios não é tão nova assim (entrou em vigor em outubro de 2008), mas ainda é novidade para muita gente. Segundo dados do Ministério da Educação, apenas 8% dos 13,5 milhões de estudantes do ensino médio e superior que existem no país passam por essa experiência. Se você tem sorte de fazer parte desse grupo, é interessante saber algumas coisas para chegar à empresa entendendo um pouco mais sobre as implicações de ser estagiário:
Fonte: www.clikcarreira.com.br
sexta-feira
LinkedIn cria página de vagas para recém-formados; veja como se destacar!

Quem acabou de concluir a graduação ou está prestes a se formar tem agora mais um canal específico de busca de emprego. Isso porque a rede social voltada para profissionais LinkedIn acaba de lançar a página “Jobs for Students and Recent Graduates”, com vagas destinadas exclusivamente ao perfil.
Apesar do nome em inglês, a assessoria de imprensa do portal informa que os estudantes brasileiros também serão beneficiados com a nova ferramenta, que contará com vagas de empresas residentes no país.
Contudo, alertam especialistas, apenas ter um perfil na rede não é garantia de ser chamado para uma entrevista. É essencial tornar o perfil atraente para os recrutadores.
Sugere-se que os participantes da rede deixem seu perfil público, coloquem fotos mais formais e evitem, caso participem de grupos, promover-se a todo momento, falar mal do antigo emprego ou atual e se envolver em discussões.
Dicas
Abaixo, mais algumas dicas do próprio LinkedIn para que o profissional aumente suas chances de conseguir um emprego por meio da rede:
- Descreva sua formação acadêmica e experiências profissionais;
- Não deixe de colocar fotos, pois elas passam credibilidade;
- Siga empresas nas quais gostaria de trabalhar, pois você será avisado sobre futuras oportunidades;
- Personalize sua URL. Dessa forma, seu perfil do LinkedIn aparecerá no topo da busca do Google, quando seu nome for procurado. Para fazer isso, basta clicar na aba perfil/profile e, após o aparecimento de suas informações, clicar no botão Editar, ao lado de Public Profile/Perfil Público – que fica na caixa abaixo da foto do usuário. A dica é tentar usar o nome e sobrenome juntos (http://br.linkedin.com/in/NOMEESOBRENOME);
- Utilize palavras-chave que resumam a experiência profissional, pois elas facilitam a busca de um recrutador;
Geralmente, o LinkedIn avisa o usuário que o perfil não está completo. Um facilitador é ter recomendações de pessoas que trabalharam com você.
Fonte: Portal InfoMoney
Fonte: Foco Talentos
Link: http://blog.grupofoco.com.br/focotalentos/index.php/2011/04/06/linkedin-cria-pagina-de-vagas-para-recem-formados-veja-como-se-destacar/
quarta-feira
Universidade: conheça a diferença entre estágios e empresas juniores
SÃO PAULO - Boa parte da formação de um profissional ocorre durante o período de graduação, na faculdade. É lá, em geral, que serão ministrados os primeiros ensinamentos específicos para a carreira, que ocorrerá o primeiro networking dentro da área de atuação esperada, e, principalmente, o contato inicial do profissional com a área de trabalho almejada.
E, esse contato costuma acontecer, principalmente, por meio dos estágios, que se dão ou na própria universidade, em atividades de monitoria, empresas e agências juniores, ou em empresas do mercado, organizações e corporações.
De acordo com o gerente de projetos do Grupo Foco de recrutamento, Rudney Pereira Junior, existem diferenças entre as duas experiências, mas elas podem ser vistas como complementares. “Não dá pra você nivelar, as duas situações são diferentes, mas também é óbvio que uma experiência em uma empresa júnior coloca o candidato um passo a frente do que o que não teve nenhuma experiência, por exemplo”, analisa.
O consultor lembra que há momentos e situações em que é mais complicado para o candidato conquistar espaço em uma empresa. “No começo da faculdade, por exemplo, é mais difícil arrumar estágio, e a empresa júnior, dentro da universidade, surge como opção. A trajetória do aluno dentro da universidade mostra o interesse e a preocupação em se preparar para o mercado de trabalho, complementar a experiência teórica com uma ação mais prática”, lista Junior.
Valorização
Mesmo assim, o gerente do Grupo Foco acrescenta que todo tipo de atividade que contribui de alguma forma com a formação do estudante ajuda a valorizar o currículo.
“Ações como monitoria, atuação em uma empresa júnior e trabalho no diretório acadêmico mostram a preocupação em assumir responsabilidades, o acréscimo em contato com os colegas e a complementação em experiência prática”, diz ele.
Junior explica ainda que, enquanto a atuação em uma empresa júnior ou experimental tem uma supervisão e um contato "monitorado" com a realidade do mercado através da universidade, o estágio convencional vem como uma configuração de relação de trabalho e tem um peso um pouco maior.
“Ele acaba dando uma visão de relação de trabalho, costuma ser mais 'pesado', porque você atua junto a profissionais já prontos, com atuações ligadas à realidade profissional, com maior grau de pressão”, analisa.
Networking
Por outro lado, mesmo atuando em um ambiente que não inspira a mesma cobrança de uma empresa convencional, Junior recomenda que os estudantes que atuam em agências ou empresas juniores aproveitem a oportunidade de desenvolver um bom relacionamento com potenciais futuros colegas de profissão e área e agregar aprendizados específicos para sua área.
“Existe a possibilidade de você conseguir uma colocação no futuro, em função desse contato iniciado na universidade ou de fazer parcerias que possam ajudar no mercado”, destaca Junior.
E independentemente da experiência ter ocorrido em um estágio convencional ou dentro da universidade, Junior orienta que, na hora de apresentar o conhecimento e competências desenvolvidas - como em uma entrevista de emprego -, o profissional esteja preparado para ser claro, objetivo e focado.
“É importante mencionar no que sua experiência contribuiu para o crescimento, o que ele conseguiu evoluir. Ele precisa ter em mente que, ao buscar uma experiência inicial, não é o vasto portfólio de suas experiências que está sendo avaliado, mas o seu potencial para determinada área ou empresa que está sendo avaliado”.
Link: http://www.infomoney.com.br/carreiras/noticia/2099255-universidade+conheca+diferenca+entre+estagios+empresas+juniores
segunda-feira
A real função do estágio

No entanto, muitos ainda têm uma visão preconceituosa dessa função, que em algumas empresas trata-se apenas de cuidar das tarefas repetitivas e que não agregam muito como experiência. Dessa forma, fica complicado colocar em prática as matérias e mais difícil ainda se manter motivado com o pequeno salário.
É claro que o estágio serve como aprendizado e crescimento e, como em qualquer outra função, sempre haverá coisas que não gostamos de fazer e que, de fato, não achamos que contribuam tanto para o desenvolvimento da carreira. Porém, esse tipo de trabalho não pode de maneira alguma ser apenas uma forma de mão de obra barata e explorada.
Fique atento! Existem muitas empresas que de fato investem no crescimento do estagiário, delegam responsabilidades e fazem com que cresçam possibilitando até mesmo uma efetivação quando o profissional se forma. Portanto, não fique parado achando que estágio é tudo igual.
Busque uma oportunidade realmente enriquecedora e que te desafie. Dedique-se ao máximo e aproveite este período para aprender com pessoas mais experientes. Comporte-se como um profissional e se for necessário, abra mão de coisas que gosta, em função do trabalho.
Não se esqueça de que essa é sua primeira chance de mostrar quem realmente é e que tipo de pessoa pretende ser no mercado de trabalho. Opine, discuta, acrescente coisas construtivas e demonstre seu valor!
Fonte: Foco Talentos
Link: http://blog.grupofoco.com.br/focotalentos/index.php/2011/04/07/a-real-funcao-do-estagio/
quarta-feira
O que querem os jovens profissionais brasileiros?

Pesquisa revela preferências e objetivos de carreira da Geração Y no Brasil, e Nestlé aparece como a empresa mais desejada
Como pensam os jovens profissionais brasileiros? Foi essa pergunta que conduziu a pesquisa "Millennials 2010", desenvolvida pela consultoria MPCO e a Projeto RH sobre as preferências da Geração Y no Brasil. Segundo o levantamento, a maioria pretende trabalhar nas áreas de marketing ou financeira. E se puderem escolher a empresa, a Nestlé será o destino mais procurado, à frente da Vale e a da Petrobrás, que ocupam, respectivamente, a segunda e a terceira posição. Google, Coca-Cola, Unilever e Johnson & Johnson aparecem empatadas na quarta colocação.
Realizado junto a 1.412 estudantes de graduação e pós-graduação de todo o país, com idades entre 21 e 29 anos, o levantamento teve como objetivo identificar as preferências da nova geração e mostrar como o comportamento destes jovens irá influenciar o ambiente de trabalho das organizações.
O que estudam os jovens que participaram da pesquisa?
29%
Administração
27%
Engenharia
13%
Marketing
7%
Direito
6%
Economia
Composta por 77 perguntas, a pesquisa envolveu universidades de São Paulo (48%), Rio de Janeiro (23%), Belo Horizonte (12%), Porto Alegre (6%), Salvador (6%) e Curitiba (5%).
"A Geração Y como um todo engloba nascidos entre 1979 e 1994. Como o estudo tem foco na carreira, o levantamento foi direcionado exclusivamente aos jovens universitários ou que fazem pós-graduação em universidades de primeira linha", afirma Marcelo Pinheiro, diretor da consultoria MPCO.
A pesquisa foi dividida em quatro partes: expectativas e motivações em relação ao trabalho; o que os jovens valorizam nos modelos de gestão das organizações e em seus líderes; o que planejam fazer profissionalmente e pessoalmente nos próximos anos; e quais as organizações que mais os atraem.
á com relação à empresa empregadora, a nova geração busca, em primeiro lugar, oportunidades de desenvolvimento de carreira. A harmonia entre vida pessoal e profissional é a segunda característica mais buscada por esses profissionais, seguida pela oportunidade de realizar projetos e atividades desafiadoras.
A pesquisa ainda avaliou o que a nova geração espera com relação ao comportamento de seu supervisor direto. A grande maioria quer um gestor que se preocupe com o crescimento profissional da equipe. Outras características importantes, na visão dos jovens, são o respeito e a valorização aos funcionários e o "saber ouvir".
"Esses resultados, como a preocupação com as oportunidades e com uma equipe de qualidade e um supervisor que seja um bom líder, provocam as organizações a repensarem seus modelos de gestão e a desenvolverem seus líderes frente a essas novas demandas da força de trabalho, de forma a manterem-se atrativas e competitivas", afirma Pinheiro.
Com relação às preocupações imediatas dos entrevistados, a grande maioria revelou ter interesse em investir em educação, seguido por poupar e economizar dinheiro e sustentar-se financeiramente.
Perfil dos jovens profissionais
5 anos e 4 meses
É a experiência profissional média
2 anos e 2 meses
Período médio de permanência nas empresas
3,6 empregos
É a quantidade de empresas diferentes pelas quais os jovens já passaram
44 horas semanais
É o tempo que esses profissionais trabalham por semana, com exceção dos estagiários
Fonte: Administradores.com.br
terça-feira
::ESPECIAL ESTÁGIO:: Nova Lei de Estágio
O que mudou?
Veja o que a nova Lei mudou na vida de milhares de estagiários, empresas e instituições de ensino em todo o País
Salários baixos, exploração de mão de obra, entre outros detalhes que fazem parte da, muitas vezes, sofrida vida dos estagiários, podem estar com os dias contatos.
O ex-presidente Lula sancionou a nova Lei do Estágio, que regulamentou o estágio profissional. A proposta do senador Osmar Dias (PDT-PR), havia sido aprovada pela Câmara dos Deputados. A nova legislação estipulou alguns direitos e deveres, tanto para as empresas como para os estudantes.
Em suma, o projeto impôs a concessão de alguns benefícios que passaram a gerar custos mais elevados para as empresas, entre eles o vale-transporte, plano de saúde e vale-refeição, sem que o fato implique no reconhecimento do vínculo empregatício. A lei gerou especulações a respeito dos reflexos de especialistas crédulos que acreditavam que ela diminuiria as ofertas de estágios, e de outro, alguns que apostaram no aumento das vagas.
Para o advogado do escritório Velloza, Girotti e Lindenbojm Advogados, José Carlos Mota Vergueiro, para as grandes empresas, esse custo talvez não tenha sido sentido. Todavia, as pequenas empresas, não raro menos protegidas contra os reflexos negativos da economia, seguramente sofreram o maior impacto.
Vergueiro acredita que, além de coibir a contratação do estagiário como mão de obra barata para suprir vagas de profissionais já qualificados, as novas vantagens deram estímulo aos estagiários e ocasionou, por outro lado, maior competitividade entre as empresas concedentes de estágio. “Todos esses elementos considerados resultaram em uma mudança positiva, já que deverá sobrar mais recursos financeiros para que os estudantes possam arcar com os altíssimos custos com livros e a mensalidade”, destaca.
Já para o presidente executivo do CIEE, Luiz Gonzaga Bertelli, após um período de acomodação, a nova lei trouxe maior segurança jurídica às empresas, escolas e estudantes, o que estimulou a oferta de vagas de estágio de estudantes. Não é o que pensava o diretor de uma empresa de cosméticos, que não quis se identificar. O executivo disse que acreditava que a oferta de estágio diminuiria consideravelmente, já que compensaria mais para as corporações contratarem profissionais já formados. “Estávamos receosos com relação a esse assunto”, comenta.
Mas não é apenas para as empresas e seus aprendizes que a coisa mudou de figura. Bertelli ressalta que as instituições de ensino passaram a ter um papel ainda mais ativo na elaboração dos programas de estágio. Com a nova lei, o treinamento prático dos estudantes foi integrado ao currículo ministrado em sala de aula. Assim, um estudante só poderia desempenhas determinadas atividades se já tiver aprendido ou se estiver aprendendo a matéria em classe. As instituições também deverão vistoriar as instalações em que os estagiários serão instalados, “Para as duas inovações da lei, o CIEE adaptou seus sistemas, encaminhando planos de integração do estágio às propostas pedagógicas das maiores escolas do País e munindo seus técnicos com câmeras digitais para fotografar as locações e submeter às escolas. Além disso, o acompanhamento dos estagiários foi aprimorado com a entrega de relatórios periódicos e obrigatórios, bem como com a designação de orientadores de estágio da própria instituição”, relata o executivo.
O presidente do CIEE explica que o não cumprimento da lei poderá caracterizar vínculo empregatício, com o encargos previstos pela legislação trabalhista. Havendo reincidência, a concedente ficará impedida de receber estagiários por dois anos, contados da decisão definitiva do processo administrativo correspondente.
Veja o que mudou
*Poderão estagiar alunos dos ensinos superior, médio, médio técnico, educação especial e dos anos finais do ensino fundamental (na modalidade profissional da educação de jovens e adultos)
*Os estagiários deverão ter no máximo seis horas diárias e 30 semanais, exceção para os alunos da educação especial e dos anos finais do ensino fundamental que não poderão ultrapassar quatro horas diárias e 20 horas semanais
*A duração do estágio não poderá ultrapassar dois anos
*Profissionais liberais de nível superior (com registro em conselhos regionais), cmo advogados, engenheiros, entre outros poderão contratar estagiários
*Concessão de férias proporcionais e vale-transporte são obrigatórios ao estagiário. Se a empresa oferecer vale-refeição ou assistência médica, não caracterizará vículo empregatício. A bolsa-auxílio também deverá ser paga em caso de estágio não obrigatório
*As instituições de ensino superior terão de adaptar os projetos pedagógicos com a previsão do estágio opcional ou pedagógico para que possam ceder o direito do estágio aos seus estudantes
sexta-feira
::ESPECIAL ESTÁGIO:: A importância da Prática
A importância da Prática
Entenda que aproveitar as oportunidades de estágio é essencial para a sua carreira
A universitária Juliana Maringoli Limonge, que cursa Nutrição em São Paulo, tem que cumprir três estágio obrigatórios em empresas credenciadas pela universidade na qual estuda: Clínica Hospitalar, Administração em Unidades de Alimentação e Nutrição (AUAN) – que deve ser feito em um restaurante industrial ou comercial – e Saúde Pública.
Até agora, ela já cumpriu dois: na área clínica, a estudante atuou no Hospital A.C. Camargo e, no momento, cumpre o estágio no restaurante da G.R. S/A, grupo de soluções em alimentações.
Apesar de o curso exigir tantos estágios, Juliana sabe que eles serão o passaporte para o universo profissional e, por isso, faz questão de aproveitar ao máximo as oportunidades. “Por mais que eu seja uma estagiária, sempre me sento na obrigação de realizar corretamente as tarefas propostas, conforme o que aprendi em sala de aula. Não acho que porque estou na posição de estagiária devo apenas cumprir com o esperado, mas sim considerar a oportunidade de poder atuar efetivamente como uma profissional”, considera.
A estudante destaca que em ambos os estágios ela teve o acompanhamento de seus gestores e que isso foi essencial para seu aprendizado. Mas nem todo mundo tem a mesma oportunidade de Juliana. Segundo a diretora de recursos humanos da V2 Recursos Humanos, André Kuzuyama, algumas corporações pecam por não possuírem um programa de estágio estruturado e, muitas vezes, quando surgem vagas efetivas, não dão prioridade ao recrutamento interno. Para ela, o ideal é que todo empreendimento tenha um programa com regras claras, avaliações e acompanhamento. Um exemplo de empresa que se preocupa com o estagiário é a Máxima Promoções e Eventos, que atua no segmento imobiliário. Com três ano no mercado, já efetivou dois estagiários. A sócia-diretora da empresa, Roseane Oliveira, conta que o responsável por cada setor acompanha seus aprendizes em todos os processos e dão abertura para que os estagiários possam dar opiniões. “Somos abertos a idéias novas que possam ajudar nas questões da empresa, como diminuição de custo, apresentação de novos projetos, entre outros”, diz.
Fique atento
*Verifique se sua empresa tem uma política estruturada de estágio
*Perceba se o seu estágio tem um acompanhamento e avaliação de um ou mais superiores
*Cabe ao estagiário ter visão no futuro e consciência de que existe um caminho a ser percorrido
*Alguns comportamentos podem facilitar a efetivação: postura profissional (pontualidade e comprometimento); interesse em aprender (questionar e buscar alternativas); iniciativa (proatividade, disponibilidade e flexibilidade)
*Quando se candidata a uma vaga, o estudante deve ter muito claro o seu objetivo, ou seja, o que deseja obter do estágio para não se decepcionar mais tarde com o desalinhamento entre sua expectativa e o resultado obtido. A efetivação dependerá muito mais do estudante do que ele próprio imagina.
quarta-feira
::ESPECIAL ESTÁGIO:: Não banque o mala sem alça
Não banque o mala sem alça
Veja tudo o que você NÂO pode fazer no período de estágio
Com a desculpa de que ganham um salário baixo e que não têm vínculo empregatício algum, muitos estudantes não encaram o estágio com seriedade e profissionalismo. Por´me, o que muitos deles não sabem é que durante o processo poderão aprender tarefas que serão imprescindíveis para a sua trajetória profissional e conhecer pessoas que podem fazer a diferença no futuro.
A consultora de RH da S&L, Flávia Sampaio, adverte que é essencial que o estagiário saiba da importância de seu papel na empresa e desta vivência para sua carreira. Para ela, entender que a oportunidade muitas vezes pode determinar o caminho a ser seguido profissionalmente pode demandar uma postura mais assertiva acerca do estágio. “O que pode comprometer o desenvolvimento e a performance de um estagiário é o nível de comprometimento que este tem com a sua formação e carreira”, pondera.
Mas de quem é a culpa? Da empresa, que não acompanha e nem treina direito, ou do próprio estagiário? Para Flávia, os erros acorrem de ambas as partes: da empresa, quando não tem clareza de como agregar valor ao seu negócios; e do próprio estudante, que não visualiza a oportunidade de se desenvolver, de conhecer mais sobre sua área de atuação e de criar oportunidades futuras. “È importante que a empresa diga claramente ao estagiário o que é esperado de sua performance, que o ajude por meio de feedbacks bem direcionados a entender quais são suas limitações e propor um plano de ação para o seu desenvolvimento”, alerta.
De acordo com a consultora do IDORT/SP, Elisabete Alves, para evitar os erros, o estudante deve considerar a realização do estágio em sua área de formação como um dos caminhos mais apropriados para a obtenção da desejada experi~encia, bem como um dos caminhos mais apropriados para a obtenção da desejada experiência, bem como a possibilidade de efetivação e o desenvolvimento de network, já que irá interagir com diversos profissionais em áreas distintas.
“Ele dese ter a postura de aprendiz, pedir feedback, aprender a trabalhar em equipe, ser curioso e estar disposto a novos conhecimentos”, finaliza.
Erros crassos
*Aceitar uma proposta sem ter pesquisados sobre os objetivos da área e das atividades que desenvolverá
*Acreditar que como estagiário terá menos responsabilidades
*Não demonstrar iniciativa para buscar conhecimentos
*Adotar postura passiva diante da equipe, apenas executando o que é solicitado
*Deixar de manifestar interesse ou afinidade por determinadas atividades
*Esquecer que está em período de desenvolvimento e deixar de aproveitar ao máximo as oportunidades para agregar conhecimentos
*Não estar aberto a receptivo para feedbacks
*Não ter comprometimento
*Não ter capacidade para interagir com as pessoas de forma assertiva e trabalhar em equipe
*Ser inflexível para ver situações de formas diferentes e/ou ainda defender seus pontos de vista com rigidez sem disposição para situações novas
terça-feira
::ESPECIAL ESTÁGIO:: Escraviários
ESCRAVIÁRIOS
Saiba como fugir de empresas que tratam o estagiário como um “faz tudo”
Infelizmente, contratar estagiários como mão de obra barata é uma realidade em muitas empresas. Este fato deve-se, basicamente, a três questões: demanda de estudantes x número de oportunidades x como os estudantes lidam com isso. Ou seja, como o número de estudantes em busca do primeiro estágio é muito maior do que as oportunidades, as empresas sentem-se confortáveis em propor condições que lhes sejam mais viáveis. É o que diz a consultora em seleção e desenvolvimento organizacional da Acalântis Recursos Humanos, Débora Conde.
Diante deste panorama, algumas empresas contratam estagiários para realizarem serviços como servir café ou pagar contas no banco. Não há nenhum demérito em tais tarefas, mas certamente o objetivo do estudante é aprender na prática o conteúdo absorvido na universidade. No começo da carreira, a repórter Patrícia Silva foi contratada como estagiária, por meio do CIEE, por um grande jornal de São Paulo. Na época, o diretor de redação disse que ela ficaria temporariamente na recepção para conhecer o dia a dia dos jornalistas.
A rotina de Patrícia era de secretária e, durante um ano e meio, serviu café, esquentou marmita e cuidou da agenda do diretor e da editora-chefe. Após reivindicar uma vaga ba sua área e não obter retorno, ela comunicou o caso ao CIEE, que prontamente enviou uma pessoa para tentar resolver o assunto, sem sucesso. “A única coisa que a empresa fez foi continuar renovando o meu contrato”, lembra. Quando não suportou mais a situação, ela deu um xeque-mate em seu superior e disse que gostaria de atuar em sua área de qualquer maneira. “Eu não tinha nada a perder e acho que no fundo ele se simpatizava com a minha coragem”. Após quase dois anos de tentativas, finalmente consegui fazer reportagens.
Para evitar “furadas” como as que Patrícia encontrou no início, Débora, de Acalântis, recomenda que o candidato se conscientize de que, mesmo sendo o início de sua carreira, precisa mostrar “de cara” que não aceitará ser passado para trás. “É preciso que o candidato tenha ciência de que uma oportunidade de estágio é tão importante quanto qualquer vaga e que, durante todo o processo seletivo, ele precisa se posicionar de forma madura, determinada e hábil”, alerta.
Fuja das furadas!
- Se posicione de forma madura, determinada e hábil
- Antes de uma entrevista, faça o máximo de pesquisas sobre a empresa contratante
- Tente conhecer a história da companhia, de seus fundadores e líderes. Sua missão, visão e valores
- Fique atento às informações dadas durante todo o processo, desde o primeiro contato até a efetivação (ou rejeição) do candidato
- Saiba a melhor hora de deixar “o barco”. E mesmo neste momento, mantenha uma conduta profissional
- Não é raro alguns estagiários retornarem às antigas empresas depois de um período e, desta vez, já efetivados
segunda-feira
Felicidade é o principal motivador de estudantes ao escolher profissão

Maioria dos estudantes, 58,61%, afirma ter conhecimento a respeito de apenas alguns cursos; 13,58% conhecem só o curso que pretendem escolher e 11,94% não conhecem a maioria dos cursos
Na hora de escolher qual profissão seguir, a maior parte dos estudantes, 31,70%, tem no prazer e na felicidade os principais motivadores. A conclusão é de pesquisa feita pelo Portal Educacional e faz parte do Guia de Profissões, projeto criado pela Divisão de Tecnologia Educacional da Positivo Informática.
Em seguida, com 30,39% das respostas, aparece o fato dos estudantes quererem seguir um ofício em que possam usar suas habilidades, satisfazendo assim seus interesses; em outras palavras, possibilitando fazer o que gostam.
Na terceira posição aparece o salário, com 27,93% das indicações, sendo que 14% dos estudantes decidem a profissão por influência do status e do retorno financeiro que o curso acadêmico ou profissionalizante pode proporcionar.
Informação
Ainda segundo o estudo, a busca por informações sobre as profissões é feita, sobretudo, pela internet (39,93%). Outros 20,98% procuram visitar um profissional em seu ambiente de trabalho e 19,74% leem livros relacionados e guias de profissões.
Apesar disso, a maioria dos estudantes, 58,61%, afirma ter conhecimento a respeito de apenas alguns cursos; 13,58% conhecem só o curso que pretendem escolher e 11,94% não conhecem a maioria dos cursos.
Família
O levantamento do Portal Educacional aponta também que a família ainda exerce um papel importante na escolha profissional dos alunos, com 63% dos jovens dizendo que conversam com seus pais e outros profissionais sobre o que eles fazem, onde e como trabalham.
No geral, diz a psicóloga especialista em orientação vocacional e uma das coordenadoras da pesquisa, Selena Maria Garcia Graça, "aqueles jovens que, no decorrer do Ensino Médio, não procuraram obter o conhecimento necessário a respeito de cursos e profissões, ou seja, 66%, são os que recebem maior influência da família no momento de decisão".
Abaixo, veja mais alguns pontos sobre a relação entre a família e a escolha da profissão:
18,31% dos jovens conversam apenas com pais e familiares sobre a escolha da profissão;
10,36% não discutem o assunto em casa;
35,49% recebem apoio dos pais e têm liberdade para escolher a profissão;
19,53% consideram a opinião dos pais, mas ela não tem peso na hora exata da decisão;
Profissões relacionadas com as áreas de artes, incluindo moda, música, cinema, dança, artes ciência e fotografia sãs as mais reprovadas pelos pais. Em seguida aparecem pedagogia, psicologia, biologia, educação física, filosofia, história, letras e licenciaturas em geral. Polícia civil, militar e bombeiro aparecem logo depois.
quarta-feira
Modelos inovadores de apresentação profissional chegam ao mercado de trabalho

RIO - Até aqui porta de entrada das empresas, o currículo, em sua forma tradicional, está se tornando cada vez menos atraente. É que o conjunto de informações que vendem o candidato - principalmente de áreas ligadas à economia criativa, como design e publicidade - está pegando carona na web 3.0, a organização inteligente do conhecimento disponível na internet, e chegando aos recrutadores em formatos totalmente alternativos. São infográficos, vídeos, sites inovadores e postagens em redes sociais, como Facebook e Twitter, em que vale tudo para atrair a atenção do interlocutor, como mostra reportagem de Luciana Calaza e Paula Dias, publicada neste domingo no Boa Chance.
Que o diga Luciano Tardin, que leciona a disciplina "Estágio supervisionado" na ESPM-RJ. Ele desafia os alunos a refletirem sobre a forma de ingressar no mercado de trabalho. E o currículo, claro, faz parte do brainstorm:
- Um gestor de criação quer encontrar, numa pilha de currículos, algo que chame a sua atenção. Um infográfico pode revelar uma série de interfaces de uma trajetória profissional. O acesso ao conteúdo é mais prazeroso.
Confira aqui parte de um currículo (fictício), que usa diferentes elementos gráficos
O designer gráfico carioca Carlos de Oliveira Júnior, de 26 anos, recorreu aos diagramas para mostrar, através de uma colorida linha do tempo, sua aquisição de conhecimento acadêmico e de experiência profissional.
- Já vinha pesquisando formatos inovadores de diagramação para meu currículo. Acabei optando por um infográfico - diz.
Currículo fictício: experiência, formação e prêmios na linha do tempo
Os amigos Felipe Menezes e Maicon Silveira, de 22 e 24 anos, optaram por um caminho diferente. Criados em Volta Redonda, tiveram a ideia de gravar um vídeo que registrasse sua busca por um emprego no Rio. Com 15 minutos, o minidocumentário "Um dia de caça" mostra sua peregrinação para divulgar seus portfólios em agências de publicidade da Zona Sul.
- A ideia de gravar surgiu porque estávamos com um amigo (Bruno Rodrigues) estudante de cinema. Pensamos que seria legal mostrar o trabalho de forma inusitada. O currículo ainda é importante, mas formas diferentes de produzi-lo e entregá-lo podem contar pontos - diz Felipe, que está trabalhando na agência Gioi Propaganda.
Fonte: O Globo Online
segunda-feira
O que é preciso para o jovem entrar no mercado sem experiência?
Veruska Donato e Malu Mazza
As empresas querem contratar quem tem experiência, mas é possível se destacar para conseguir o primeiro emprego.
As empresas sempre querem contratar pessoas com experiência, qualificadas. E como ficam os jovens que nunca trabalharam e estão à procura do primeiro emprego? Veja quais são as melhores formas do jovem hoje conseguir entrar no mercado. Cursos gratuitos podem ser uma boa opção.
A falta de emprego é implacável com o jovem. O número de desempregados entre 15 e 24 anos é três vezes maior do que a quantidade de adultos sem emprego.
“Eles têm muito baixa auto-estima, eles acham que eles não são capazes de nada”, conta Katia Issa Drugg, diretora do IPP.
Há muitas vagas para quem é jovem, principalmente no comércio e em escritório: auxiliar, balconista, atendente. Não precisa ser necessariamente um bico. Você pode conseguir um emprego que vai servir como uma carreira no futuro.
Na falta da experiência, busque uma empresa que tenha vaga para aprendiz. Pela lei, médias e grandes empresas são obrigadas a contratar quem tem entre 14 e 24 anos. No Programa Aprendiz Legal, do CIEE, parte da jornada eles trabalham e na outra, estudam. Em 2010, 22 mil pessoas foram contratadas através do programa.
“É uma oportunidade dele se formar como pessoa e como profissional. O programa trabalha muito a questão da cidadania paralelamente trabalhando questões comportamentais desse jovem“, explica Sylvanna Rocha, gerente nacional do Programa Aprendiz Legal, do CIEE.
Estudar, isso é essencial para o jovem. No Paraná, o trabalhador que está desempregado, é de baixa renda e tem até a quarta série do ensino fundamental pode fazer um curso de qualificação profissional de graça pelo Senai. São 11 cursos em áreas que estão com boa oferta de emprego, como a construção civil. Também há cursos para os setores de confecção, alimentação, automóveis e informática. Até o fim devem ser oferecidas 10 mil vagas em todo o estado.
Todos eles duram 40 dias e não é preciso ir muito longe de casa para participar. Uma sala de aula foi montada no salão paroquial de uma igreja e os alunos são todos da própria comunidade. O curso é de auxiliar de mecânica. Participam desde jovens que estão em busca do primeiro emprego até gente mais experiente que quer se preparar melhor para enfrentar a competição no mercado de trabalho.
Fonte: Jornal Hoje
Link: http://glo.bo/eTzFnwA importância de manter um bom astral nas etapas do processo seletivo

Por Tatiana Kielberman
Você já sabe que são necessários alguns pré-requisitos para ter uma performance adequada nos processos seletivos. Desde o modo de se vestir até a maneira de realizar uma tarefa proposta durante as dinâmicas, o candidato precisa se preocupar com cada mínima exigência por parte dos gestores.
Porém, há um item que não está explícito no leque de competências esperadas pelas empresas, mas que se torna fundamental ao falarmos de autoimagem e marca pessoal. Trata-se de um comportamento, por vezes, evitado pelos participantes pelo medo de se mostrarem expansivos ou entusiasmados demais; porém, na medida certa, talvez seja uma das melhores cartas que se pode ter na manga durante a avaliação: o bom astral!
Muitos podem pensar que isso é uma bobagem, mas em meio àquela apresentação de 3 minutos solicitada na dinâmica, diante dos gestores e do grupo, um sorriso e um estado de espírito alegre realmente fazem a diferença.
É capaz que, bem no dia em que será avaliado, você acorde de mau-humor e sem aquela inspiração necessária para dar um “up” em todos ao seu redor. Porém, vale a pena o esforço para chegar confiante na dinâmica e mostrar seu potencial com tudo que ele pode oferecer de melhor.
Lembre-se: quando você sorri, demonstra às pessoas que está feliz consigo mesmo e com as escolhas que está realizando.
Utilize essa habilidade a seu favor e boa sorte!
Fonte: Focos Talento
Link: http://blog.grupofoco.com.br/focotalentos/index.php/2011/02/24/a-importancia-de-manter-um-bom-astral-nas-etapas-do-processo-seletivo/
Cresce o interesse dos jovens por carreiras relacionadas à melhoria da gestão

InfoMoney
Pesquisa apontou que 30% das empresas juniores utilizam o Modelo de Excelência da Gestão para atingir êxito nos resultados
O interesse dos estudantes em seguir carreira em áreas relacionadas à melhoria da gestão vem chamando a atenção de entidades ligadas ao setor.
Pesquisa realizada pela Confederação Brasileira de Empresas Juniores apontou que 30% das empresas juniores utilizam o Modelo de Excelência da Gestão para atingir resultados esperados durante o processo dos negócios. Disseminado pela FNQ (Fundação Nacional da Qualidade), o modelo é conhecido por 50% das 168 companhias entrevistadas durante o levantamento.
Além disso, em 74% das empresas juniores, a gestão está mais voltada para atender o mercado externo, enquanto que apenas 26% das entrevistadas têm como foco a gestão interna.
“Por serem hoje premissas para sobrevivência no mercado, a excelência em gestão e o compromisso com resultados são assuntos muito em voga entre os jovens que querem se destacar em sua profissão, e estão sendo adotados como mantra em um número cada vez maior de empresas juniores”, afirma o presidente da Brasil Junior, Carlos Eduardo Nepomuceno Cabral.
Educação
A FNQ oferece anualmente bolsas de estudo para universitários candidatos a vagas no curso de formação de examinadores. O objetivo é aproximar os jovens profissionais aos veteranos empresários do setor.
“É uma forma de estimularmos a renovação de profissionais e preparar os jovens estudantes para o mercado. Além disso, incentivamos a aproximação dos juniores com profissionais experientes em gestão, permitindo que aprendam na prática a identificar erros e acertos das empresas”, diz o diretor executivo da FNQ, Ricardo Corrêa.
Fonte: Site Administradores







