Lembre-se de que para cada cargo existem especificações diferentes e às vezes vários candidatos são ideais, mas só há uma vaga. Não fique desanimado se você não for selecionado nas primeiras vezes. Aproveite para fazer uma autoanálise, perceba em quais competências você precisa investir mais, nunca pare de estudar e a próxima vaga pode ser sua!
quarta-feira
Seleção em grupo: entenda essa dinâmica
Lembre-se de que para cada cargo existem especificações diferentes e às vezes vários candidatos são ideais, mas só há uma vaga. Não fique desanimado se você não for selecionado nas primeiras vezes. Aproveite para fazer uma autoanálise, perceba em quais competências você precisa investir mais, nunca pare de estudar e a próxima vaga pode ser sua!
terça-feira
Qual a sua pretensão salarial?
Muitos anúncios de emprego não divulgam a remuneração e pedem que a pretensão salarial seja incluída no currículo. A famosa frase "salário a combinar", porém não é leilão. Geralmente quando uma empresa precisa de profissional qualificado, deixa o salário em aberto, mas em conformidade com o plano de cargos que toda empresa bem estruturada possui.
No primeiro contato, a preocupação deve em corresponder às expectativas da empresa em relação à qualificação e adequação à vaga. O ideal é que este tópico entre num segundo momento: na entrevista. Trata-se de assunto delicado e de caráter eliminatório. O mercado de trabalho muda muito rápido, novas profissões foram criadas, mas a pretensão salarial continua sendo um tabu no processo seletivo.
Mas então, o que o candidato deve fazer?
PRETENSÃO SALARIAL NO CURRÍCULO- o desenvolvimento e apresentação do currículo é a primeira impressão que a empresa terá de você, e o cuidado na preparação do documento deve ser redobrado. Não existe regra, mas o local mais usado para inserir a pretensão salarial é em "Dados Pessoais". Normalmente na última linha, em forma de moeda, mas somente se a pretensão for solicitada pela empresa. Geralmente é melhor discutir este assunto pessoalmente, mas se o anúncio da vaga solicitar, não deixe de colocar, sob pena do seu currículo ser descartado na fase inicial. Supervalorizar ou desvalorizar é um risco que todo candidato teme. Para amenizar e abrir mais o leque de negociação, pode escrever entre parênteses: "negociável".
PRETENSÃO SALARIAL NA ENTREVISTA - O candidato não precisa falar sobre salário quando não for questionado. Especialistas alertam que o profissional deve aproveitar o momento para mostrar que conhece o mercado em que está inserido, sua trajetória e resultados. O consultor Max Gheringer recomenda que o número mais baixo deve ser o mínimo que você aceitaria, e o valor mais alto não deve passar de 30% a mais deste valor. Caso o entrevistador diga que sua expectativa está acima do que a empresa pode pagar, pergunte sobre as oportunidades de carreira, benefícios e vantagens. Dependendo da resposta, talvez valha a pena começar com um valor abaixo do pretendido, pois muitas empresas oferecem convênios, bônus, custeio de estudos e outros.
A pretensão serve como filtro, um funil utilizado para as empresas avaliarem quem pode trazer mais por menos. Os profissionais devem fazer uma pesquisa prévia de mercado em sites ou jornais para saber a média da função ou consultar colegas com cargos semelhantes. Os que já estão empregados e querem mudar de emprego, adicionar 20% a mais do que o salário atual como compensação pelo risco de troca de empresa.
Se você inserir uma pretensão salarial muito acima ou muito abaixo da média, isso pode ser interpretado como se você não tivesse noção da realidade do mercado da área de atuação. Também não vale escrever uma coisa no currículo e mudar de ideia na entrevista, tentando renegociar depois. Se a empresa tiver interesse nas suas qualificações, possivelmente apresentará uma contraproposta, relativizando com os desafios, exigências e metas a serem cumpridas na função que está sendo oferecida.
quinta-feira
Como foi a sua entrevista de emprego?
Alguns sinais são bons indicadores, segundo os especialistas:
RESULTADO NEGATIVO:
1) a entrevista acaba muito antes do previsto - o recrutador querendo encerrar a conversa e te despachar o mais rápido possível não é um indicativo positivo.
2) o gesto corporal do recrutador - sinalizando que ficou incomodado ou irritado com alguma coisa que você disse ou não olha diretamente nos olhos.
3) Não fez pergunta nenhuma, a conversa não rolou naturalmente.
RESULTADO POSITIVO:
1) A conversa foi longa e sem pressa - pode ser sinal de que você se encaixa no perfil e desejam saber informações mais detalhadas, indo além das perguntas rotineiras.
2) As perguntas são pertinentes - qualquer sinal de que o entrevistador deseja saber mais sobre a sua carreira e experiências é um indicador positivo.
3) Se eles começarem a te apresentar a outros funcionários e chefias e mostrar as instalações.
4) O entrevistador deixa claro quais são os próximos passos e fala de planos para o seu futuro ou plano de carreira na empresa.
5) O aperto de mão da despedida é firme seguido de um "Espero vê-lo no nosso time em breve.".
A preparação ideal para uma entrevista é pesquisar história, ramo de negócio, valores e missão da empresa. Não tente parecer outra pessoa, aja naturalmente e boa sorte!
O que não perguntar em uma entrevista de emprego
Depois das primeiras etapas do processo de seleção, algum funcionário capacitado irá entrar em contato e esclarecer os detalhes financeiros. Controle a ansiedade e espere o momento certo e a pessoa certa para conversar sobre estes assuntos.
terça-feira
Porque eu não consigo um emprego?
As oportunidades estão por aí, mas talvez seja preciso corrigir alguns possíveis erros:
sexta-feira
Especial Entrevistas: O Feedback

Depois da Entrevista
O entrevistador quem encerra a entrevista. Talvez você ouça a famosa frase: "Vamos entrevistar outros(as) candidatos(as) e, em breve, lhe daremos um parecer". É ele quem tem a atitude de lhe estender a mão, agradecer sua presença, levantar-se da cadeira e acompanhá-la (ou não) até a porta de saída.- Mesmo que você ache que a entrevista não tenha sido tão boa, saia da sala da mesma forma que entrou: cabeça erguida, mantendo um sorriso discreto, agradecendo a atenção que lhe foi dispensada. Sinta-se tranqüila e tenha uma expectativa confiante "moderada" para não se decepcionar caso não tenha sido muito bem sucedida na entrevista ou no teste. Seja sempre otimista, não desista nunca, muitas vezes temos que bater em muitas portas para que uma delas possa ser aberta.
- Mantenha a ansiedade sob controle, pois o dia seguinte pode ser um dos momentos mais ansiosos de sua vida. Se tudo correu bem, surge o nervosismo inevitável. Se houve incidentes, a desolação se instala. Antes de embarcar em atitudes desgastantes, descubra como manter o autocontrole.
- Outro ponto importante é aceitar que há a possibilidade da desclassificação. Um processo de seleção envolve dezenas, centenas e até milhares de candidatos. Matematicamente, é grande a possibilidade de você não ser a escolhida. Mas, se isso ocorrer, não encare a tentativa como um fracasso pessoal.
- E se o telefone não toca nunca? Nem para dizer que você está fora da seleção? A maioria dos entrevistadores não se preocupa em dar satisfação para os participantes de um processo de seleção, a não ser para os finalistas. E aí está um dos pontos de tormento dos candidatos. Experimente agir assim:
- Espere 15 dias e telefone.
- Fale que participou de tal processo e que continua interessada na oportunidade.
Espere mais três dias e tente de novo.
- Não pressione com argumentos desesperados ou ameaças.
- Fale apenas com o próprio recrutador que a entrevistou. Não adianta deixar recados com outras pessoas.
- Também não deixe recados na secretária eletrônica dele. Um e-mail pode ser mais eficiente.
- Não se deixe abater com a falta de resposta.
- Se nenhuma das sugestões anteriores der certo, esqueça e se prepare para a próxima seleção.
Racionalize assim: enquanto houver muito mais candidatos do que vagas, o mercado não se preocupará com os sentimentos das pessoas. Se um dia, no entanto, chegarmos ao nível de pleno emprego tão sonhado, serão eles que correrão atrás de você.
Fonte: http://www.dragteam.info/forum/carreira-empregos/13543-antes-durante-e-apos-uma-entrevista-de-emprego.html
quarta-feira
Especial Entrevistas: O que usar e como se comportar.

O que vestir?
Bem vestido pra entrevista.
Embora elegante, o terno ou terninho, pode ser substituído numa entrevista de emprego menos formal. Veja as variações, mas fique atento ao perfil da empresa.
Homens: ter ou não ter barba?
Os barbudos estão na moda, mas o visual ainda não conquistou o ambiente corporativo.
Mulheres:
Nada de decotes e saias abaixo dos joelhos.
Como se comportar!
Entrevista de Emprego
Renata Avediani, repórter da VOCÊ S/A, dá dicas importantes para você não pisar na bola na entrevista de emprego.
Prepare- se para a Entrevista
As entrevistas de emprego geram muita ansiedade. A especialista em recursos humanos, Elaine Saad, da Right Management, dá algumas dicas para você não fazer feio nesta hora.
* É preciso se conhecer primeiro
Antes de definir e escolher o objetivo profissional, e independente do que se quer atingir, é preciso que as pessoas conheçam seus pontos fortes e fracos. Essas e outras dicas são dadas pela especialista em RH, Elaine Saad.
* Antes,durante e depois
Conhecer o perfil da empresa, se apresentar bem, enviar carta de agradecimento após a entrevista são detalhes que ajudam você se destacar durante o processo de seleção.
Fonte: http://vocesa.abril.com.br/desenvolva-sua-carreira/materia/curriculo-entrevista-573005.shtml
segunda-feira
Dicas para entrevista de estágio

Entrevista de emprego ou de estágio é um momento especial. Mesmo para os candidatos mais preparados, é comum e compreensível ficar nervoso. Apresentamos algumas dicas que podem contribuir para o seu desempenho durante uma entrevista:
- Anote corretamente e confirme todas as informações da entrevistas: dia, horário, local, departamento e nome da(s) pessoa(s) que deverá contatar.
- Procure saber mais sobre a empresa: qual sua atividade, quais são seus concorrentes, como anda seu segmento de mercado e qualquer outra informação que possa julgar útil para usar na entrevista.
- No dia anterior ao da entrevista, procure repousar cedo, de forma que acorde bem disposto e com o corpo no melhor de sua forma. Não esqueça de se alimentar bem.
- Procure se inteirar a respeito da roupa adequada ao cargo/função ao qual está se candidatando.
- Verifique ainda se a empresa é formal ou descontraída e escolha a roupa de acordo com o bom senso. Às vezes, candidatos que se vestem bem demais acabam se comprometendo tanto quanto os que não tiveram cuidado algum. Procure adotar um padrão discreto.
- Saia de casa com uma antecipação segura em relação ao horário marcado, de forma que você possa estar no local com 15 a 30 minutos de antecedência. Esse tempo serve para você captar e/ou repassar mentalmente informações que poderão ser úteis no momento da entrevista.
- Procure ser educado, cortês e gentil com as pessoas desde sua chegada.
- Se portar um celular, mesmo ainda na recepção, procure mantê-lo desligado até sua saída do ambiente.
- Pecados capitais: ficar mascando chicletes, usando óculos escuros em ambientes fechados ou pior ainda, coçando distraidamente partes íntimas (cuidado!).
- Relaxe e respire lentamente, não permitindo que seu semblante transpareça traços de ansiedade e/ou preocupação. Ao ser anunciado e encaminhado para a sala da entrevista, apenas estenda a mão ao seu interlocutor se esse estender primeiro e, antes de sentar na cadeira reservada a você, peça licença e acomode-se confortavelmente, de forma que não precise ficar se mexendo muito. Poste-se na cadeira de forma ereta, isso traduz segurança e concentração.
- Não responda as perguntas de forma monossilábica, apenas com "sim e não". Aproveite as oportunidades para colocar suas opiniões, sem se estender demais, sendo claro e objetivo.
- Olhe nos olhos do seu interlocutor, sem necessariamente encará-lo e não fique olhando demais os objetos e papéis na mesa.
- Caso os momentos de silêncio sejam prolongados, não insista em querer quebrar o silêncio.
- Para se apoiar e ter o que olhar procure portar um objeto nas mãos como um livro ou uma agenda.
- Caso esteja nervoso, tente não se preocupar e seja sincero, afirmando: "Desculpe, pois estou um pouco nervoso...". Isso demonstra tranqüilidade e quase sempre restabelece um clima ameno no ambiente.
- Seja honesto nas respostas. Mentiras têm perna curta e dentro da própria entrevista, você pode ser pego em contradição. Lembre-se de que exagerar é o mesmo que mentir.
- Por mais que já tenha entregado seu currículo antecipadamente, procure ter um a mão. Pode ser útil.
- Certas características são sempre bem vistas e procuradas durante uma entrevista e podem fazer a diferença, algumas delas: capacidade de enfrentar desafios e lidar com adversidades, ter espírito de equipe e comportamento pró-ativo.
- Para finalizar demonstre otimismo e entusiasmo e acima de tudo porque você se considera o candidato adequado ao cargo/função para aquela empresa.
Ao final, ao sair da sala agradeça a entrevista e a oportunidade.
Este conjunto de informações não garante que a vaga seja sua, mas ajuda muito na transmissão de uma boa imagem ao seu interlocutor, podendo colocar você entre os candidatos a serem avaliados positivamente.
Boa sorte!
10 formas de impressionar na entrevista de emprego

Mesmo possuindo um currículo excelente e muito talento, se você se sair mal na entrevista de emprego, dificilmente conquistará a posição desejada. Os autores do livro “I Hate People! Kick Loose from the Overbearing and Underhanded Jerks at Work and Get What you Want Out of Your Job” mostram que a equação é simples: você quer impressionar e não ser desagradável.
Então, aqui vão 10 simples dicas que podem aumentar suas chances, desde utilizar a expressão certa a saber o que não dizer na entrevista.
1. Não sorria demais
Excesso de sorriso numa entrevista pode demonstrar nervosismo e falta de confiança. Sorria quando realmente existir motivo para isso.
2. Não fale ‘bobagens’
A empresa precisa conhecer sua experiência. Por isso, não ocupe o tempo da entrevista falando bobagens. Encontre caminhos para falar sobre coisas sérias relacionadas à companhia. Um pouco de silêncio pode ser melhor do que dizer coisas sem importância.
3. Escolha bem a roupa para não transpirar
Suor pode ser um sinal de fraqueza e nervosismo. Uma sugestão para evitar esse problema é praticar a entrevista com seus amigos antes e vestir a roupa que irá utilizar na entrevista. Opte por um traje mais fresco.
4. Não imponha bloqueios
Entrevistadores procuram candidatos ansiosos por projetos e trabalhos desafiadores. Pratique dizer sempre “sim” para questões sobre tarefas e trabalho a ser desenvolvido.
5. Não faça perguntas insignificantes
Perguntar sobre a localização do refeitório ou da sala de reuniões dará a idéia de falta de preparação. Não pergunte sobre elementos de rotina ou funções da companhia: onde são as coisas, o tamanho dos espaços ou os horários de intervalo.
6. Não minta
Mentir não fará você conseguir um emprego. Nunca aumente seu currículo ou suas realizações. Isso pode arruinar sua entrevista inteira.
7. Não seja um mau comediante
Humor tende a ser muito subjetivo e por isso é preciso cuidado com o conteúdo da piada. Você provavelmente não sabe nada sobre a sensibilidade de seu entrevistador, muitos menos o que o faz rir. Utilize o humor de forma amena e descontraída.
8. Não seja o ‘expert’ da manutenção
Se você começa a falar sobre a temperatura ideal do escritório, a cadeira perfeita para as costas e como as garrafinhas de água devem ser completados com água mineral importada, há chances de receber um sorriso educado e a porta de saída, independentemente de suas qualificações. Ninguém quer contratar alguém tão meticuloso no espaço de trabalho.
9. Não perca tempo
Em toda entrevista de emprego é dada a oportunidade de se fazerem perguntas. Faça as suas de forma inteligente, objetivamente e observe a pessoa para saber quando já perguntou o suficiente.
10. Não fale mal de seu antigo emprego
Falar mal de seu ex-empregador não pega nada bem. Se você faz parecer que seu antigo trabalho era o inferno na Terra, o entrevistador pode se sentir tentado a ligar para eles procurando saber quem era o verdadeiro ‘diabo’.
Sobre os autores:
Jonathan Littman e Marc Hershon são autores do livro I Hate People! Kick Loose from the Overbearing and Underhanded Jerks at Work and Get What you Want Out of Your Job.
Mais informações no site em inglês: www.IHatePeople.biz
Fonte: Foco Talentos
Link: http://blog.grupofoco.com.br/focotalentos/index.php/2011/03/31/10-formas-de-impressionar-na-entrevista-de-emprego/
10 principais erros que profissionais cometem em entrevistas e dinâmicas

Confira os 10 principais erros que profissionais cometem em entrevistas e dinâmicas
Empresa de recrutamento ensina dicas para candidatos não cometerem gafes e erros na hora dessas avaliações
Por Redação Administradores, www.administradores.com.br
Quando se participa de uma entrevista de emprego ou dinâmica de grupo, o profissional deve estar ciente que os recrutadores estão avaliando muito mais do que seu currículo ou experiência profissional. Nesses processos seletivos são avaliados também a postura, o comportamento e as atitudes de cada candidato.
Principalmente quando existem semelhanças sobre as habilidades e as experiências profissionais entre candidatos concorrentes, o desempenho de cada um nessas avaliações torna-se fator decisivo na escolha do recrutador.
Por isso, é muito importante que o candidato treine o que deseja falar e se prepare adequadamente para esses processos seletivos. Contudo, é muito comum ainda, que candidatos cometam erros e falhas nessas entrevistas ou dinâmicas de grupo. Há casos de que esses profissionais saem da avaliação ou de uma entrevista, sem ao menos saber que cometeram alguma falha durante o processo.
Como uma forma de colaborar para os profissionais que estão enfrentando a maratona de algum processo seletivo, o Nube (Núcleo Brasileiro de Estágios) selecionou os 10 principais erros que candidatos cometem nessas avaliações e revela dicas de como evitar cada situação. Confira:
1. Português Inadequado: Esse é um ponto muito importante. Falar e escrever corretamente, sem o uso de gírias, conta muitos pontos para o candidato. Procure não utilizar vícios de linguagem como "né" e "tipo". Fale com calma para sua pronúncia ser correta e não soltar, por exemplo, um "tamém" ao invés de também. Caso perceba o seu erro, corrija-se, pois dessa forma o entrevistador sabe de seus conhecimentos.
2. Vestimenta: Saber se vestir é primordial. Decotes, roupas curtas ou justas, calças muito baixas mostrando as roupas íntimas e camisetas de times devem ficar guardadas para outras ocasiões. Evite roupas sujas e amassadas e aposte em cores neutras como preto, marrom, bege e branco. Quando receber a ligação sobre a vaga, pergunte qual o tipo de traje adequado. Nem todas as vagas exigem o uso de roupas sociais. Na dúvida é melhor estar bem trajado, pois demonstra sua preocupação com o momento. Os sapatos devem estar limpos e não muito velhos.
3. Falta de Ética: Falar mal sobre pessoas e empresas pelas quais você passou não é bom para sua imagem. É antiético citar exemplos negativos, principalmente quando o candidato não está envolvido no episódio. A história pode soar como fofoca e esse não é um comportamento esperado no ambiente corporativo.
4. Postura corporal: Sentar-se com postura "largada", ombros caídos, pés inquietos e batendo no chão, olhar disperso e mãos segurando a cabeça demonstrando tédio podem fazer você ser desclassificado. O corpo transmite muitas mensagens e os entrevistadores estão prontos para entendê-las. Então, tenha postura correta, mas não force gestos e expressões faciais.
5. Conversas: Evite conversas paralelas quando o facilitador ou os candidatos estiverem falando. Isso denota falta de respeito com o outro e você pode perder explicações importantes sobre o processo seletivo. Tome cuidado quando for responder uma pergunta. Seja claro e objetivo, porém saliente como pode contribuir caso seja o escolhido.
6. Mentiras: Jamais invente cursos ou experiências em seu currículo ou entrevistas. Você poderá ser testado e, caso a empresa perceba a informação incorreta, pode finalizar a participação do candidato tanto na dinâmica, quanto após a contratação. Se não tiver conhecimentos nas áreas solicitadas, mostre seu interesse em aprender.
7. Falta de conhecimento: Procure saber sobre a empresa e o ramo na qual ela atua. Visite sites e faça buscas na Internet. Assim você poderá ter mais idéias de como ela se posiciona no mercado e mostrará interesse ao entrevistador. Não pergunte sobre salários e benefícios no início da conversa. Isso demonstra o interesse maior no dinheiro e não na oportunidade. Porém, se não ficar claro, aborde o assunto antes de finalizar o encontro.
8. Atrasos: Chegar depois do horário não é bom para sua imagem. Calcule o tempo necessário para chegar ao local e conte com os imprevistos. Pesquise se na região há obras ou previsão de chuvas e saia mais cedo nesses casos. A impressão dos candidatos que se atrasam é de falta de comprometimento. Comparecer com 15 minutos de antecedência é o indicado para relaxar antes do início da entrevista.
9. Falta de postura corporativa: As dinâmicas são um momento de avaliação. Evite conversas não relacionadas com a atividade executada. Dar gargalhadas, criticar os demais participantes ou fazer piadas em excesso não são comportamentos esperados pelo selecionador. Também não queira sempre impor suas idéias, mostre sua capacidade de compreensão quando necessário.
10. Falta de participação: Você foi chamado para uma dinâmica de grupo e quer a vaga? Então participe ativamente de todas as atividades. Apenas tome cuidado para não falar demais e deixar os outros candidatos sem espaço. Mostre que você sabe trabalhar em equipe e dê a oportunidade de outras pessoas também se expressarem.
De acordo com Natália Caroline, coordenadora de seleção do Nube, essas dicas são preciosas para quem procura uma oportunidade. "Utilizando esses conhecimentos, com certeza o candidato aumentará sua chance de aprovação em um processo seletivo e de ter mais sucesso em sua carreira", afirma.
Fonte: Administradores.com.br
Link: http://administradores.com.br/informe-se/carreira-e-rh/confira-os-10-principais-erros-que-profissionais-cometem-em-entrevistas-e-dinamicas/33989/
terça-feira
No Brasil tem que ter QI ou LinkedIn – Parte 2
Por Alexandre Teixeira
Dando seqüência a série de posts sobre o LinkedIn, segue abaixo mais dicas sobre utilização da ferramenta, desta vez, com foco na integração com outros sites, como o Twitter.
Se você acredita que seus posts ou tweets agregam valor ao seu perfil profissional, cadastrá-los no LinkedIn é definitivamente uma ótima opção. Essa integração facilitará a interatividade com sua rede de contatos.
Isso é muito importante, dado que suas atividades atuais podem interessar a outras pessoas. Além disso, pode facilitar a disseminação de determinado conteúdo em menos tempo, sem necessidade de republicar tal conteúdo ou notícia.
Integração com Twitter
Nem preciso citar as vantagens do Twitter, certo? Aproveito, inclusive, para indicar a leitura de “Vou te ensinar a usar melhor o Twitter”, ótimo post do colega Ronaldo Vasconcellos sobre o bom uso dessa poderosa ferramenta.
Muitos colegas mantêm duas (ou mais) contas no Twitter com finalidades distintas (profissional, pessoal, outra). Para quem está começando, não deve ser tão fácil administrar múltiplos perfis, entretanto, é interessante avaliar esta possibilidade antes de vincular informações desnecessárias ao seu perfil profissional, certo?
Para adicionar uma conta do Twitter, basta acessar o caminho “Profile -> Edit -> Twitter”, e neste adicionar sua conta.
Assim como outros websites ou aplicações que se integram ao Twitter, o LinkedIn o faz por meio do protocolo de autenticação OAuth. Esta API possibilita o acesso de aplicações de terceiros ao conteúdo de sua conta no Twitter, mesmo sem utilização da senha, apenas com sua autorização, o que pode ser revogado posteriormente. Após o cadastro, há duas opções de integração:
1 – Publicar novo status (mensagem) no Twitter, via LinkedIn. Isto é feito após publicar uma mensagem no LinkedIn marcando a caixa (checkbox) de compartilhamento com o Twitter;
2 – Publicar novo status no LinkedIn, via Twitter. Essa ação é possível após habilitar a opção destacada abaixo no LinkedIn. Além disso, deve-se incluir a hashtag #in em seus tweets para que automaticamente o conteúdo seja publicado em ambas as ferramentas.
Integração com outros Websites e Blogs
Para adicionar um site, basta seguir o caminho “Profile -> Edit” e editar a área “Websites”. Alguns usuários também incluem o site da empresa em que trabalham ou mesmo da empresa ou organização a qual são vinculados (sociedade, filiação, etc). Neste local é aconselhável incluir um link para seus projetos pessoais, como blogs e outros acessíveis na rede.
O mais interessante é que, automaticamente, usuários de sua rede que habilitam a “aplicação” Blog Link (menu More -> Applications) passarão a visualizar os posts contidos nos sites cadastrados em seu perfil. Essa visualização pode ser customizada, de forma que um usuário pode escolher por não receber atualizações de determinados usuários.
Após o post anterior, recebi algumas sugestões (valeu!) das quais farei uso em posts futuros desta série. O LinkedIn oferece várias funcionalidades, não caberia aqui comentar todas, mas sugestões sempre serão bem vindas!
Fonte: WebContexto
No Brasil tem que ter QI ou LinkedIn – Parte 1
Reid Hoffman, criador do LinkedIn: 41 milhões de usuários em 200 paísesPor Alexandre Teixeira
O LinkedIn é uma ferramenta da qual muitos profissionais, independentemente da área de atuação, lançam mão com o objetivo de destacar suas carreiras profissionais, seguindo o formato de rede social.
Se ainda não possui uma conta, está na hora de fazê-lo, o serviço é gratuito. Para deixar claro a importância do site, estamos falando de uma ferramenta de relacionamento com público específico, cuja base de usuários recebe um novo membro a cada segundo.
A ideia aqui é compartilhar algumas dicas bem simples e objetivas no sentido de estreitar sua relação com outros usuários, incluindo Headhunters e outros profissionais da área de Recrutamento, bem como potenciais contatos para estabelecimento de negócios ou parcerias.
Desta forma, você poderá aumentar seu networking profissional ou empregabilidade, além de aproveitar ao máximo o que o site oferece, incluindo a integração com outros serviços (Twitter, Blogs, outros).
Apesar de não possuir uma conta Premium, minha experiência com as funcionalidades fornecidas gratuitamente pelo site se mostrou bastante proveitosa. Nesta série de posts, tentarei destacar as principais funcionalidades do serviço, junto com sugestões que podem fazem a diferença.
* Preenchimento do Perfil
Aqui vale o bom senso tendo em vista seus objetivos com a ferramenta. Se o que realmente deseja é networking profissional, não faz muito sentido preencher seu perfil com informações irrelevantes. Assim como outros famigerados formulários de cadastro, no LinkedIn também existem vários campos para preenchimento opcional.
Escrever duas páginas de projetos realizados por cada experiência profissional não faz muito sentido (deixe isso para entrevistas), muito menos detalhar todos os treinamentos que realizados na vida. Se você ousar colocar aquele curso de datilografia, é capaz de fazer a mocinha do RH pesquisar no Google sobre a origem desta “ciência”.
Como ajuda, o site disponibiliza um indicador gráfico de status de preenchimento de perfil, onde por meio de uma barra localizada na lateral direita é possível saber a porcentagem restante para fazê-lo. Assim, é uma boa prática preencher os formulários gradualmente, a medida que o usuário se familiariza com o serviço e suas funcionalidades. Passar o dia reescrevendo um currículo não é das melhores tarefas para se fazer, sem dúvidas.
O poder de síntese, sempre importante, faz a diferença. Alguém já me falou sobre “leitura em diagonal”, e é exatamente o que muitos recrutadores fazem: “batem o olho” no perfil antes de definir por analisá-lo em detalhes.
Não há como negar, o preenchimento em Inglês só traz benefícios, incluindo maior potencial sintético, se é que assim podemos colocar. Independentemente de quem procura a informação, seja um profissional de recursos humanos ou um bot, as palavras-chave serão, basicamente, em Inglês, sobretudo na área de tecnologia. Enfim, no mínimo, mais pessoas entenderão o que você faz e quais suas qualificações.
* Headline
Esta informação é a que aparece imediatamente abaixo do seu nome na visualização do perfil. É um dos principais objetos de busca utilizados pela API do site. A ideia aqui é destacar a atividade (área) na qual você é especialista.
Dessa forma, acredito que destacar sua especialidade ou cargo atual seja interessante. Para quem está começando, pode ser o ramo da atividade. Exemplo: “Information Security professional”. Percebo que, neste campo, alguns usuários incluem um sem-número de certificações, o que pode dificultar a visualização.
Um exemplo aceitável seria: “Senior Security Analyst, CISSP, GSEC”. Usar toda aquela sopa de letras, na minha opinião, causa má impressão. Porém, cabe a cada usuário decidir sobre o preenchimento (lembre-se do bom senso, já citado).
Utilizar o conteúdo do campo headline para preenchimento do próprio campo nome pode até chamar mais atenção, porém acredito que torne o perfil “poluído”, o que causa má impressão. Sob o ponto de vista funcional ou mesmo estético, informar nesses campos em que empresa está empregado também não faz muito sentido, dado que existe um campo com esta finalidade.
* Industry
Sei que pode parecer óbvio, mas aqui pode caber duas interpretações, baseado no que tenho visto em outros perfis. Preencher este campo com a área em que se trabalha (ex.: Infomation Security, Computer Security, etc) ou com a área na qual seu empregador atua? Acredito que o que se busca são pessoas ou perfis, desta forma, a primeira opção será mais proveitosa.
* Public Profile
O objetivo deste campo é gerar um link (URL) curto de forma que seja possível acessar seu perfil público facilmente. Este recurso é útil, inclusive, para incluí-lo em seu currículo ou cartão de visitas.
Caso já tenha preenchido o campo relativo a sua localização (país), este link aparecerá com o prefixo “br.linkedin.com/in/”. Este último, pode ser a abreviatura de seu nome, um apelido, etc. Sugiro tentar utilizar o mesmo do Twitter, caso já utilize este serviço e a identificação ainda esteja disponível.
Equipe do LinkedIn há alguns anos atrás. Hoje, mais de mil empregados, incluindo base no Brasil. Mais de 75 milhões de usuários ativos. (fonte: blog.linkedin.com).
No próximo post da série: Integração do LinkedIn com outros websites e Twitter.
Se você acredita que seus posts ou tweets agregam valor ao seu perfil profissional, cadastrá-los no LinkedIn é definitivamente uma ótima opção. Até a próxima!
Fonte: WebContexto
Link: http://www.webcontexto.com.br/midias-sociais/no-brasil-tem-que-ter-qi-ou-linkedin-%E2%80%93-parte-1/
quarta-feira
6 sinais de que a entrevista de emprego vai mal

Amanda Luz, por Exame.com
Saiba quais os indícios de que o recrutador não está gostando das suas respostas na entrevista e aprenda como reverter a situação
São Paulo - Sentado em frente ao recrutador, o entrevistado é o centro das atenções enquanto tenta destacar suas habilidades e a trajetória da carreira em um espaço limitado de tempo. “Um bom recrutador deve reconhecer a situação fora do comum na hora de avaliar o candidato”, tranquiliza Veronica Rodrigues, especialista em coaching da VR Consulting. Mesmo assim, alguns sinais emitidos pelo headhunter podem indicar se a entrevista de emprego está indo por água abaixo:
1. O entrevistador não descruza os braços
“Cruzar os braços demonstra fechamento a novas ideias, pode ser um sinal de que a conversa não está indo bem”, explica Daniel Cunha, diretor da Michael Page. A consultora Tonya Reiman, no livro “A Arte da Persuasão” (Editora Lua de Papel) vai além: braços cruzados é um sinal para “saia do meu espaço”.
Isso não significa, no entanto, que tudo está perdido. Para a especialista em coaching da Projeto RH, Eliane Figueiredo, os sinais dão um quadro geral e devem ser observados de acordo com o contexto. “Se o recrutador cruza os braços, pode ser apenas que é uma posição confortável. O candidato pode ficar atento para perceber se isso é causado pelo rumo das respostas e ver a necessidade de mudar a postura”, diz.
2. O entrevistador interrompe muito durante a resposta
O candidato deve prestar atenção se não consegue terminar o que está falando porque o entrevistador o interrompe a todo momento. “Um volume muito grande de interrupções indica que entrevistado e recrutador não estão na mesma frequência. Isso ocorre quando o candidato é prolixo e se perde nas respostas”, afirma Cunha.
Para Veronica , o candidato tem que encontrar uma nova forma de se posicionar caso perceba que a sua postura na entrevista não está agradando. “É importante flexibilizar e estar sensível ao que o entrevistador pede. Se percebe que está falando demais, deve tentar ser mais objetivo nas próximas respostas, por exemplo”, diz a especialista.
3. O entrevistador insiste várias vezes na mesma pergunta
Ao contrário do tópico anterior, o problema pode se concentrar também nas situações em que o candidato fala pouco e não responde o que o recrutador queria. “Algumas vezes a entrevista é ‘saca-rolha’, ou seja, o entrevistador insiste para que o candidato fale mais e tenta retirar dele a informação desejada”, explica Eliane.
A especialista orienta que uma boa alternativa é perguntar ao recrutador quando perceber que a resposta não é como o desejado. Por exemplo: “Eu estou sendo muito conciso? Posso detalhar melhor, se preferir”.
4. O entrevistador tem pouca expressão ou não sorri
A entrevista de emprego exige interação entre as duas partes que estão sentadas frente a frente. Para Cunha, o entrevistador não comentar o que o candidato diz ou não interagir com algo perguntado pode significar que a conversa não está agradando. “Se o candidato sorri e não recebe resposta semelhante, ele deve perceber que a abordagem não está correta”, explica.
“Não há uma fórmula precisa, mas ouvir atentamente e buscar formas de interagir com o entrevistador para ir na direção correta é sempre a melhor alternativa”, afirma Veronica.
5. O entrevistador bate os pés ou se mexe muito
De um lado, está o entrevistado tentando conter a ansiedade e demonstrar suas competências da melhor forma possível. De outro, está um entrevistador agitado mais do que o normal. Como aponta Veronica, o recrutador sabe que a pessoa à sua frente está fora do seu ambiente de conforto. No entanto, ele pode emitir, sem desejar, sinais de que está ansioso ou impaciente.
O gesto de tamborilar os dedos quer dizer que a pessoa está no controle e os tornozelos cruzados aponta que a pessoa não concorda com você, segundo o livro “A Arte da Persuasão”. Ficar atento para evitar respostas prolixas ou falar algo indesejado (como criticar a empresa onde travalhava ou dar informações confidenciais do antigo trabalho) é a melhor aposta.
6. O entrevistador usa “aham” e“hum” em demasia
Assim como o candidato deve evitar as respostas monossilábicas porque dá a impressão de que ele não tem o que falar, o uso de expressões como “aham”, “é” e “hum” pelo recrutador significa que ele não está interagindo com o entrevistado.
Veronica sugere que o candidato sempre tenha em mente que deve ouvir o entrevistador para responder corretamente e mostrar suas competências profissionais da melhor forma. “O candidato deve saber ouvir, para saber quando, o quê e como falar e assim atingir o melhor resultado", diz.
Fonte: Exame.com
Link: http://exame.abril.com.br/carreira/noticias/6-sinais-de-que-a-entrevista-de-emprego-vai-mal
segunda-feira
A importância de manter um bom astral nas etapas do processo seletivo

Por Tatiana Kielberman
Você já sabe que são necessários alguns pré-requisitos para ter uma performance adequada nos processos seletivos. Desde o modo de se vestir até a maneira de realizar uma tarefa proposta durante as dinâmicas, o candidato precisa se preocupar com cada mínima exigência por parte dos gestores.
Porém, há um item que não está explícito no leque de competências esperadas pelas empresas, mas que se torna fundamental ao falarmos de autoimagem e marca pessoal. Trata-se de um comportamento, por vezes, evitado pelos participantes pelo medo de se mostrarem expansivos ou entusiasmados demais; porém, na medida certa, talvez seja uma das melhores cartas que se pode ter na manga durante a avaliação: o bom astral!
Muitos podem pensar que isso é uma bobagem, mas em meio àquela apresentação de 3 minutos solicitada na dinâmica, diante dos gestores e do grupo, um sorriso e um estado de espírito alegre realmente fazem a diferença.
É capaz que, bem no dia em que será avaliado, você acorde de mau-humor e sem aquela inspiração necessária para dar um “up” em todos ao seu redor. Porém, vale a pena o esforço para chegar confiante na dinâmica e mostrar seu potencial com tudo que ele pode oferecer de melhor.
Lembre-se: quando você sorri, demonstra às pessoas que está feliz consigo mesmo e com as escolhas que está realizando.
Utilize essa habilidade a seu favor e boa sorte!
Fonte: Focos Talento
Link: http://blog.grupofoco.com.br/focotalentos/index.php/2011/02/24/a-importancia-de-manter-um-bom-astral-nas-etapas-do-processo-seletivo/
terça-feira
Entrevista de Emprego - Como fugir dos diálogos ensaiados?

Por Rômulo Martins
Consultora de recursos humanos alerta que candidatos devem tomar cuidado com respostas inadequadas.
Perfeccionismo e ansiedade. Ainda hoje muitos candidatos a uma vaga de emprego lançam mão destas palavras quando perguntados “quais são seus pontos fracos ou a desenvolver?”. A recorrência de respostas assim nos processos seletivos de todas as empresas fez os profissionais de recursos humanos inovarem nas perguntas e formas de conduzir as entrevistas de emprego.
Os diálogos ensaiados já não convencem os recrutadores, nem atendem as expectativas deles. “Não existem respostas certas ou erradas. Existem respostas mais adequadas ao cargo que está sendo recrutado. Agora, há um certo senso comum de respostas inadequadas, e é para este aspecto que o candidato tem de se atentar”, adverte a consultora Cíntia Bortotto, especialista em recursos humanos.
A entrevista por competências é uma das técnicas utilizadas para buscar respostas consistentes e verdadeiras. “Sempre invoca uma situação vivenciada pelo candidato no passado, pedindo a situação, a ação realizada e o resultado obtido”, explica Cíntia. A consultora ensina que a melhor maneira de fugir dos clichês (frases decoradas) é mencionar exemplos do dia a dia profissional.
Ainda segundo a especialista, a área de recursos humanos está cada vez mais exigente no quesito contratação. “Seria desconexo alguém falar que preza a verdade e a honestidade e contratar um profissional que mente na entrevista. Pode até ser que contrate, se houver uma falha de observação durante o processo seletivo.”
Cíntia Bortotto dá dicas de como fugir dos clichês em duas situações de entrevista de emprego. Confira.
Quais são os seus pontos fracos ou a desenvolver?
Nem todos os candidatos estão preparados para responder a esta pergunta por não se conhecer bem. Diga a verdade de forma educada, recomenda Cíntia. “Demonstrar que você reconhece algo não desenvolvido e que está trabalhando para melhorá-lo pode revelar que o seu autoconhecimento é maior do que a média.”
Exemplo:
Recebi alguns feedbacks de que poderia melhorar minha competência de organização, deixar o ambiente de trabalho mais clean. Percebi que era uma oportunidade e tenho feito o seguinte: toda semana faço uma limpeza nas gavetas, papéis e pastas; tenho deixado sobre a mesa só o que estou de fato usando para executar meu trabalho.
Como você lida com as pressões no ambiente de trabalho?
Segundo Cíntia, uma pessoa que quer se sair bem em um processo seletivo tem de saber explicar o “como”. Assim, neste caso, vale citar exemplos do passado, coisas que você fez em uma situação de muita pressão, com prazos apertados para entrega de resultados. Conte o que fez: se delegou, se negociou prazos, se trouxe uma forma diferente de fazer a mesma coisa.
Vale contar também como você cuida de você para suportar as pressões no trabalho. O que faz nas horas livres para relaxar? Pratica esportes?
Fonte: Empregos.com.br
Você: o grande diferencial do seu currículo

Por Infomoney
Ter no currículo um MBA em uma instituição de renome pode até ajudar. Isso, no entanto, está longe de ser fundamental em uma seleção, afirma consultora
Ter um curso de MBA (Master Business Administration) no currículo já não é garantia de diferencial no mercado brasileiro. Embora não exista um levantamento preciso de quantas especializações do tipo existem no Brasil, já que os cursos se enquadram na categoria de pós-graduação lato senso e, consequentemente, não são avaliados pela Capes (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior) do MEC (Ministério da Educação), a estimativa da Associação Nacional de MBA é que existam mais de nove mil cursos. Poucas escolas, no entanto, desfrutam de renome no mercado e as que têm esse reconhecimento costumam praticar preços mais elevados – superiores a R$ 20 mil.
Então, optar por um curso mais barato significa algum tipo de exclusão no mercado, certo? A resposta é não, mas também é sim. A consultora da DDI Consultores do Brasil, Priscila Giglio, ressalta que algumas escolas realmente têm um conceito melhor entre recrutadores, empresários e executivos, mas o que tem mais peso na análise de um profissional, efetivamente, é o equilíbrio entre vários fatores. "Percebemos que as empresas avaliam um conjunto entre a experiência, aptidões, habilidades e o que efetivamente foi assimilado do curso realizado", explica.
Fabiana Nakazone, gerente da DM Recrutamento, Seleção e Desenvolvimento de Executivos, concorda. A consultora lembra que muitas vezes um curso pouco renomado de graduação pode ser sucedido de outro MBA reconhecido ou vice-versa. Por isso, na avaliação da profissional, uma marca reconhecida da instituição onde o curso foi realizado potencializa o currículo de um candidato, mas está longe de ser fundamental em uma seleção. "O ideal mesmo é uma formação sólida, independentemente da instituição escolhida. O profissional precisa mostrar a aplicação prática de seus conhecimentos, como se envolveu com o aprendizado, que tipo de experiência agregou a ele, e é isso que terá o maior peso em sua avaliação", analisa.
Escolha
Atualmente, não é difícil encontrar diversas modalidades de cursos de especialização e MBAs mais acessíveis e, entre elas, estão cursos online, presenciais, mistos, apenas aos finais de semana, de um a dois anos, intensivos e com ou sem avaliações periódicas. O MBA, sigla derivada dos Estados Unidos, é um especialista em administração de negócios, portanto, está sob a esfera desta opção as áreas de marketing, finanças, RH (Recursos Humanos), contabilidade, projetos, entre outras ciências ligadas à gestão. Trata-se, portanto, de um curso de especialização como qualquer outro, mas voltado para a administração.
Priscila Giglio, da DDI, analisa que mais importante do que a própria escolha da instituição na hora de cursar um MBA é que o profissional que busca determinada especialização tenha os seus objetivos bastante claros. "É necessário que o aluno do curso saiba qual caminho ele pretende traçar, quais as metas a serem atingidas com o estudo e que tipo de informações são mais valiosas em sua realidade ou perspectiva profissional. Por isso, é importante se informar muito e avaliar com cautela a opção de fazer um MBA, e que tipo de instituição ou área seguir". A consultora acrescenta que muitas vezes os profissionais acabam optando pela especialização antes mesmo de frequentar cursos de inglês ou de contar com o amadurecimento necessário para absorver as aulas de forma adequada, e nestas situações, a marca da instituição valerá muito pouco no final.
Fabiana, da DMRH, explica que a valorização de algumas instituições no País se dá pelo fato de a média de seus profissionais saírem com bagagem de conhecimento superior e desempenho satisfatório no mercado, mas que esse diagnóstico não limita a inserção de profissionais vindos de instituições menos renomadas ou mais novas. "É claro que existe a percepção que cursos muito acessíveis não conseguem alcançar níveis de excelência, em função do alto custo demandado com bibliotecas, estrutura, quadro docente e material didático, mas não se deve generalizar. É possível que com ferramentas web se reduza custos e profissionais consigam absorver grande carga de conhecimento, mesmo em cursos mais acessíveis. Não é comum, mas cada caso merece uma análise detalhada", comenta a consultora.
Fonte: Site Administradores
Redes sociais passam a integrar currículo de candidato na web

Por Equipe InfoMoney, InfoMoney
Usuário da Curriculum pode inserir endereço de redes sociais no currículo cadastrado online pelo site
As redes sociais passaram a ser determinantes na vida do profissional brasileiro. Orkut, Facebook, Twitter e Linkedin são alguns dos exemplos mais utilizados, tanto como ferramentas para contato ou para estratégia de carreira, pelos internautas no País.
Este processo fez, por exemplo, com que a Curriculum, empresa de armazenamento e administração de currículos na web, realizasse mudanças no cadastramento dos dados profissionais de seus usuários.
Agora, o candidato que inserir o currículo no site terá a chance de adicionar também, na área destinada aos dados pessoais, os endereços das redes sociais de que participa.
Na avaliação do presidente da Curriculum, Marcelo Abrileri, plataformas como as redes sociais, blogs e microblogs se tornaram um complemento no processo de seleção.
“Mas vale ressaltar que é apenas um complemento da seleção. As redes sociais não substituem as ferramentas desenvolvidas especificamente para buscar candidatos”, afirma o executivo.
Conhecimento
Abrileri defende que a integração entre currículos e mídias sociais vai ajudar ainda mais os selecionadores a conhecerem melhor o candidato. “Esta é a forma correta de utilizar as redes sociais: como ferramenta de apoio no processo de contratação”.
Em tese, as empresas que utilizam o site para buscar candidatos terão facilmente acesso aos endereços deles nas redes sociais, para conhecer melhor os profissionais e futuros colaboradores.
Fica o aviso: o segredo para o bom uso das redes sociais pelos usuários, principalmente aqueles que buscam oportunidades na carreira, é adotar uma postura adequada e abusar do bom senso.
Tecnologia
A maioria dos executivos brasileiros, cerca de 60%, recorre às mídias sociais para identificar boas oportunidades profissionais, segundo revela pesquisa realizada pela Hays Brasil.
Ainda segundo o levantamento, 87% dos executivos mantêm pelo menos uma conta ativa em alguma rede social no Brasil, sendo que um terço destes acessa o serviço diariamente; 29,5%, de uma a três vezes por semana; e 12,1% conectam-se entre três e seis vezes por semana.
Fonte: Site Administradores
quarta-feira
Na busca por um estágio, estudantes sofrem com situações inusitadas em dinâmicas de grupo

Horas e mais horas em dinâmicas de grupo, entrevistas, provas, testes de aptidão lógica... Fazem do processo seletivo uma verdadeira peneira psicológica que reduzirá de maneira drástica a quantidade de candidatos para a vaga. Quando se pensa nas dinâmicas, logo vem a pergunta: “O que será dessa vez?”, afinal, todos recém-formados tem uma história no mínimo inusitada para contar sobre alguma dinâmica de grupo.
Augusto Savietto, aluno de Publicidade da Escola de Comunicação da UFRJ, e Gabriela Jordão, estudante de Direito da Cândido Mendes, enfrentaram sua cota de perrengues em processos seletivos. Para trabalhar em uma loja, Gabriela se livrou do exercício de mímica que as amigas tiveram que fazer em outra seleção, mas foi obrigada a fazer uma peça durante a dinâmica.
Já Augusto é um veterano no assunto. Ele acha que participou de cerca de 20 seleções, algumas bastante inusitadas. Ironicamente, após várias negativas, o estudante conseguiu estágio numa agência cuja única etapa do processo foi uma simples entrevista com os chefes.
- Já me vi desenhando com giz de cera coisas como retratos de mim mesmo. Em outra seleção, tive que trabalhar com peças de Lego, como quando tinha 7 anos - conta.
- Já nessa agência, a conversa foi diretamente com os gestores. É claro que, em processos muito grandes, essa simplicidade é impossível. Mas acho que a avaliação é mais fiel desse jeito.
O vice-presidente da Associação Brasileira de Recursos Humanos do Rio de Janeiro (ABRH-RJ), Paulo Sardinha, explica que as atividades procuram evidenciar se o candidato se enquadra no que a empresa procura.
- Existem dois modelos: um que tenta simular o trabalho do cotidiano e outro que põe o candidato em situações que aparecerão de vez em quando. No segundo caso, observa-se como ele reage. O objetivo é ver se o candidato está afinado com o que a empresa quer - afirma.
Sardinha também dá uma dica para os estudantes mais desesperados, que pretendem se inscrever em vários processos. Para ele, é importante ter foco, pois, assim, as chances de aprovação crescem bastante:
- Antes de pensar na empresa, tem que pensar no segmento e, depois, qual a área desejada. Assim, as chances de passar aumentam.
Fonte: O Globo









