quinta-feira
O que não pode fazer parte da rotina de um profissional bem sucedido
O portal de notícias americano Huffington Post divulgou recentemente uma lista com coisas que queimam o filme no trabalho e as pessoas fazem todo dia! São pequenas atitudes que, ao longo da carreira, minam os seus esforços de manter a imagem e podem até comprometer aquela promoção ou aumento de salário, isso sem mencionar os danos à sua saúde.
Veja o que não pode fazer parte da rotina de um profissional bem sucedido:
1) Chegar atrasado – Cinco ou dez minutinhos não faz diferença, certo? Errado! Mesmo tendo trabalhado o mesmo número de horas, os funcionários pontuais são considerados mais responsáveis e produtivos.
2) Checar os e-mails assim que chega no trabalho – Abrir a caixa de mensagens não deve ser a primeira coisa a fazer. Especialistas em gestão afirmam que responder a dezenas de e-mails compromete a produtividade ao longo do dia, dificultando a atenção nas tarefas seguintes.
3) Redigir e-mails muito longos – As pessoas não têm mais tempo para mensagens sem objetividade e buscam respostas sucintas.
4) Ficar muitas horas sentado – Evite ficar muitas horas diante do computador. Além de comprometer a saúde, interfere diretamente na criatividade e reduz a produtividade do funcionário.
5) Fazer muitas coisas ao mesmo tempo – Ser multitarefa não é sinônimo de qualidade do serviço. Se está fazendo algum trabalho importante, não divida a atenção e mantenha o foco.
6) Nunca ir ao happy hour – Nunca aceitar o convite dos colegas para um lanche ou drink pode passar uma imagem negativa e antipática. Tente conciliar os seus compromissos e participe de atividades fora do ambiente de trabalho como forma de confraternização com os colegas.
7) Nunca anotar nada – Com o excesso de informação que recebemos todos os dias, confiar na memória é um risco. Não precisa fazer um diário, mas sempre anote informações relevantes.
8) Não ter um hobby – Atividades esportivas, passatempos ou hobbies aliviam o estresse e podem torná-lo um profissional melhor. Gastar energia fora do ambiente de trabalho alivia as tensões e melhora a produtividade.
9) Não tirar férias – Ao contrário do que muitos pensam, vender as férias e não fazer o descanso anual prejudica tanto o funcionário quanto a empresa. Sem descanso, o profissional não se renova e diminui o potencial criativo.
10) Não fazer pausas – Tirar um horário para almoço e fazer pequenos intervalos são essenciais para manter a saúde em dia e deixá-lo mais disposto para as atividades cotidianas.
11) Sacrificar o sono – O sono é fundamental para manter os índices de atenção. Dormir ao menos 8 horas por dia garante a sensação de bem estar e produtividade do dia seguinte. Além de renovar as forças, você evita passar uma imagem de desânimo e falta de disposição para o trabalho.
Dor laboral: você ainda vai ter uma
Sabe quando você chega em casa do trabalho com muitas dores nas costas ou nos pés? A má postura no trabalho compromete a produtividade e a saúde do trabalhador, podendo provocar uma série de patologias. Em alguns casos pode até causar o afastamento temporário ou definitivo do empregado da empresa ou cargo.
A fisioterapeuta Ariane Pitrez destaca em entrevista que as dores e consequências vão depender do tipo de atividade, por isso os cuidados especiais variam de acordo com o caso. Os vícios posturais vão se instalando em nosso corpo se manifestando em incômodos diários, acarretando lesões que ficam mais difíceis de ser tratadas com o passar do tempo.
Inversão da lombar, artrites, bursites e tendinites estão lotando os consultórios médicos com reclamações que poderiam ser evitadas pelas empresas, com programas de ginástica laboral, móveis e jornadas de trabalho adequadas. Para evitar o grande volume de licenças, as empresas devem estar atentas aos primeiros sinais de desconforto e investir em boas práticas que incentivem a qualidade de vida e bem-estar através de atendimento às regras de ergonomia.
Vejam as posturas mais adequadas:
ABAIXAR - Não sobrecarregue a lombar e faça a flexão dos joelhos quando for pegar alguma coisa do chão.
DE PÉ - Mantenha a postura ereta, distribuindo o peso em ambas as pernas.
ESCADAS - É preciso distribuir a carga para os músculos das coxas.
NO COMPUTADOR - O monitor deve estar na altura dos olhos, punhos relaxados na mesa, pernas a 90 graus e pés apoiados no chão ou apoio.
NA MESA DE TRABALHO - A coluna deve ficar reta, e o peso do corpo sobre os glúteos.
terça-feira
Alimentação no trabalho
A qualidade de vida no trabalho também depende do que você come.
Mantenha uma alimentação saudável e beba bastante água!
quinta-feira
Meu chefe gritou comigo. E agora?
Exemplos de condutas de assédio moral:
- Criticar ou zombar da vítima com indiretas ou ironias ou adjetivos pejorativos, geralmente em público;
- Murmurar ou fazer comentários baixos com outros colegas, geralmente expressando na face um certo sarcasmo;
- Agir com falsidade, falando mal da vítima para outros colegas ou clientes, não assumindo o ato, normalmente com o objetivo de provocar a ação do assediado para poder qualificá-lo de desequilibrado;
- Disseminar injúrias, boatos e mentiras a respeito da vítima, de modo a desqualificá-la;
- Corrigir a vítima aos gritos ou em voz alta, com rispidez e na frente dos demais trabalhadores ou clientes;
- Erguer os ombros;
- Olhar com desprezo para a vítima;
- Criticá-la com indiretas ou ironias;
- Fazer brincadeiras preconceituosas que ofendam a vítima, referindo-se a questões sexuais, de gênero ou qualquer outro elemento discriminatório;
- Dar ordens confusas e imprecisas;
- Retirar-lhe os instrumentos de trabalho (telefone, fax, computador, etc);
- Não dirigir o olhar ou a palavra à vítima (ignorá-la);
- Não dar com dia, agradecer ou pedir desculpas;
- Interromper a vítima quando está falando, desconsiderando ou recriminando suas ideias, u impedi-la de se expressar sem explicar o porquê;
- Repassar tarefas à vítima sem com ela comunicar-se, determinando que outro empregado, que não é seu chefe, o faça ou, ainda, repassar os serviços somente por bilhetes;
-Atribuir funções à vítima que a isolem ou deixá-la sem funções;
- Determinar que ela realize funções inferiores à sua capacidade ou inferiores ao cargo;
- Dar tarefas com grande complexidade ou para serem realizadas em curto espaço de tempo, objetivando evidenciar a sua incompetência;
- Exigir tarefas além dos seus conhecimentos;
- Tratar a vítima com rigor excessivo, formulando relatório aos superiores com o objetivo de informar erros pequenos e sem relevância ou puni-la em desproporção diante da falta cometida;
- Suspirar seguidamente quando está na presença da vítima, no objetivo de provocar-lhe a ideia de que está sendo incômoda, equivocada ou cansativa;
- Transferir a vítima para outro local de trabalho, por motivo alheio ao serviço e/ou que inviabilize ou torne muito difícil sua permanência no emprego.
Infelizmente nem todas as empresas estabelecem um código de ética com normas claras que garantam o respeito mútuo no ambiente de trabalho. É recomendado que sejam feitas palestras periódicas e investimentos em gestão participativa. Também constituir uma comissão para receber, apurar e tentar a pacificação entre vítima e assediador, evitando assim novos conflitos gerados por ressentimentos entre as partes.
terça-feira
Desmotivado? Você pode estar sofrendo de estresse ocupacional
Padrões tradicionais afastam talentos das empresas

Cada vez mais as empresas estão lançando políticas de retenção de talentos, para incentivar a permanência e a construção de uma carreira interna pelos profissionais, sobretudo os mais jovens.
Recente pesquisa realizada pela consultoria Great Place to Work® revela que as novas gerações de profissionais são um desafio para os gestores na hora de motivar os jovens funcionários.
De acordo com o estudo, das “Melhores Empresas para Trabalhar – Brasil”, 32% dos postos de trabalho são ocupados por profissionais da Geração Y (pessoas com menos de 29 anos), enquanto 58% pela Geração X (entre 30 e 45 anos) e apenas 10% pelos ‘baby boomers’ (acima dos 45 anos).
Na avaliação do sócio-diretor e fundador da consultoria de gestão Muttare, Tatsumi Roberto Ebina, “muitas empresas adotam um modelo de gestão que propicia a falta de entusiasmo do profissional. O velho lema manda quem pode, obedece quem tem juízo está ultrapassado, já que vivemos em uma sociedade que está abdicando de teorias com mais de cem anos”.
Comportamento
Na prática, o gestor vê uma profunda mudança no estilo de seus comandados. Dentro do ambiente corporativo, existem restrições, pelos jovens, às regras impostas no interior das empresas, a começar pela proibição do uso de redes sociais e ferramentas de internet.
"A falta de empenho dos jovens profissionais, em alguns casos, acontece pela hierarquia imposta em algumas instituições, a formalidade, o acesso restrito à internet e às redes sociais. Outro fator que prejudica é restringir a criatividade e dedicação aos horários pré-determinados pelas empresas”, afirma o executivo.
O consultor lembra que “muitas organizações vêm adotando dentro do ambiente corporativo um novo modelo de conduzir seus negócios. Ofertando a um profissional o papel de líder, que ao liderar os profissionais ao seu redor, faz com que os colaboradores tenham interesse pelo trabalho e, assim sendo, contribuam e produzam mais na busca pela excelência dos resultados”.
Hábito
Em muitas situações, um superior centralizador e controlador pode fazer com que o funcionário se sinta cansado, exausto ou desgastado. Desse modo, o desempenho do profissional pode ser prejudicado, além de fazer com que o mesmo não consiga se dedicar totalmente à tarefa selecionada.
“Cabe aos gestores, líderes ou superiores estimularem o ponto forte de cada funcionário ou colaborador. Fazer com que o mesmo enxergue dentro de si a solução que está escondida, por diversas razões. É importante promover seres humanos inteligentes e motivados, em vez de controlá-los por meio de inspeções e rédeas curtas”, finaliza Ebina.
Fonte: Administradores.com.br
Link: http://administradores.com.br/informe-se/carreira-e-rh/padroes-tradicionais-afastam-talentos-das-empresas/44395/
segunda-feira
Felicidade é o principal motivador de estudantes ao escolher profissão

Maioria dos estudantes, 58,61%, afirma ter conhecimento a respeito de apenas alguns cursos; 13,58% conhecem só o curso que pretendem escolher e 11,94% não conhecem a maioria dos cursos
Na hora de escolher qual profissão seguir, a maior parte dos estudantes, 31,70%, tem no prazer e na felicidade os principais motivadores. A conclusão é de pesquisa feita pelo Portal Educacional e faz parte do Guia de Profissões, projeto criado pela Divisão de Tecnologia Educacional da Positivo Informática.
Em seguida, com 30,39% das respostas, aparece o fato dos estudantes quererem seguir um ofício em que possam usar suas habilidades, satisfazendo assim seus interesses; em outras palavras, possibilitando fazer o que gostam.
Na terceira posição aparece o salário, com 27,93% das indicações, sendo que 14% dos estudantes decidem a profissão por influência do status e do retorno financeiro que o curso acadêmico ou profissionalizante pode proporcionar.
Informação
Ainda segundo o estudo, a busca por informações sobre as profissões é feita, sobretudo, pela internet (39,93%). Outros 20,98% procuram visitar um profissional em seu ambiente de trabalho e 19,74% leem livros relacionados e guias de profissões.
Apesar disso, a maioria dos estudantes, 58,61%, afirma ter conhecimento a respeito de apenas alguns cursos; 13,58% conhecem só o curso que pretendem escolher e 11,94% não conhecem a maioria dos cursos.
Família
O levantamento do Portal Educacional aponta também que a família ainda exerce um papel importante na escolha profissional dos alunos, com 63% dos jovens dizendo que conversam com seus pais e outros profissionais sobre o que eles fazem, onde e como trabalham.
No geral, diz a psicóloga especialista em orientação vocacional e uma das coordenadoras da pesquisa, Selena Maria Garcia Graça, "aqueles jovens que, no decorrer do Ensino Médio, não procuraram obter o conhecimento necessário a respeito de cursos e profissões, ou seja, 66%, são os que recebem maior influência da família no momento de decisão".
Abaixo, veja mais alguns pontos sobre a relação entre a família e a escolha da profissão:
18,31% dos jovens conversam apenas com pais e familiares sobre a escolha da profissão;
10,36% não discutem o assunto em casa;
35,49% recebem apoio dos pais e têm liberdade para escolher a profissão;
19,53% consideram a opinião dos pais, mas ela não tem peso na hora exata da decisão;
Profissões relacionadas com as áreas de artes, incluindo moda, música, cinema, dança, artes ciência e fotografia sãs as mais reprovadas pelos pais. Em seguida aparecem pedagogia, psicologia, biologia, educação física, filosofia, história, letras e licenciaturas em geral. Polícia civil, militar e bombeiro aparecem logo depois.
Onde estou e onde deveria estar: quais os desafios na carreira aos 20, 30, 40 e 50?

Para especialistas, não há resposta pronta para tal pergunta, entretanto, há desafios mais comuns em determinada idade
Independentemente da idade, a vida profissional é repleta de desejos, conquistas e desafios. Entretanto, eles variam conforme os anos passam e em vários momentos da vida as pessoas se perguntam “onde estão e onde deveriam estar?”.
Segundo especialistas, não há resposta pronta para tal pergunta, entretanto, há desafios, e mesmo expectativas por parte das empresas, que são mais comuns em determinada idade. Aos 20 anos, por exemplo, o grande desafio dos profissionais é se projetar na carreira, explica a consultora de planejamento da Ricardo Xavier Recursos Humanos, Karla Mara Alves de Oliveira.
Na opinião dela, esta é uma fase de troca: a empresa oferece a oportunidade da experiência, enquanto o profissional traz o conhecimento teórico e a inovação para a companhia. A headhunter da De Bernt Entschev Human Capital, Emmanuele Spaine, concorda e acrescenta:
“Para a empresa, este é um período de aprendizado, sendo que a principal dificuldade para o jovem é entrar no mercado de trabalho”. Nesta idade, diz ela, o jovem profissional deve aproveitar para aperfeiçoar idiomas e começar a definir um caminho para uma futura pós-graduação.
Dos 30 aos 40
Na faixa dos 30 aos 40 anos, diz Emmanuele, as empresas esperam que este profissional já esteja mais estabilizado e consolidado, tanto no que diz respeito à própria empresa, como na função que pretende exercer na carreira.
Além disso, ressalta Karla, este profissional já deve estar alinhado aos valores da empresa e estar preparado para conciliar a vida profissional com a pessoal, já que esta é a idade na qual a maior parte das pessoas está constituindo família.
Estes profissionais, dizem, querem reconhecimento, mas não devem deixar de lado a atualização, procurando, nesta fase, investir em cursos de pós-graduação e no desenvolvimento das competências de gestão.
40 e 50
Na faixa dos 40 anos, a expectativa é que o profissional já tenha conhecimento teórico, específico e alguma experiência internacional, avalia Emmanuele.
Também é importante que ele tenha autogerenciamento e procure sair da zona de conforto, buscando rápida adaptação às situações e constantes mudanças no mercado. “É importante se manter atualizado, atrativo para o mercado (…) nesta faixa etária, um dos temores é o medo do desemprego”, diz.
Por fim, aos 50 anos, o medo do desemprego existe e a dificuldade de recolocação é um pouco maior. Contudo, explica Karla, os profissionais devem ressaltar a maturidade, experiência e a expertise profissional, pensando sempre sobre quais medidas e rumos tomar para se adequar às exigências do mercado.
Cargos
No que diz respeito aos cargos, o que se espera, por idade, é o seguinte:
■Aos 20: trainee, analista júnior e, ao final da década, pleno;
■Aos 30: cargos de analista pleno e sênior. Cargos relacionados com coordenação;
■Aos 40: cargos gerenciais
■Aos 50: cargos gerenciais, de diretoria e conselheiros.
Apesar deste ser o caminho mais comum na vida profissional, as especialistas alertam que este não é o único e que ninguém deve se desesperar, caso a trajetória de sua carreira não esteja seguindo exatamente este caminho ou similar.
Contudo, dizem, se a pessoa se sente incomodada com os rumos de sua carreira e insatisfeita ao responder a pergunta “onde estou?”, talvez seja a hora de procurar ajuda, como a de um coaching.
quinta-feira
Bom ambiente de trabalho é o que mais motiva os profissionais, revela pesquisa

Infomoney
A boa convivência com os colegas e com os gestores afeta tanto o comportamento do profissional como o pessoal
Manter os profissionais motivados é um desafio das empresas, mas quem acredita que a principal maneira de motivar os colaboradores é por meio de promoção e aumento de salário está enganado.
Uma pesquisa realizada pela Trabalhando.com revela que o bom ambiente de trabalho é o principal fator que motiva as pessoas. Esta resposta foi indicada por 52% dos entrevistados.
Eles disseram que a boa convivência com os colegas e com os gestores afeta tanto o comportamento do profissional como o pessoal. Além disso, o ambiente impacta diretamente nos resultados apresentados.
A oportunidade de promoção e o aumento de salário foram apontados por apenas 22% e 14%, respectivamente. Já 5% afirmaram ser o status da empresa o principal motivador e outros 7% indicaram outros motivos.
“Esses resultados comprovam o que já sabíamos intuitivamente: quanto melhor o clima, mais produtivas são as pessoas e todos ganham com isso”, declara o presidente da Trabalhando.com Brasil, Renato Grinberg.
Benefícios à saúde
O ambiente de trabalho agradável, além de motivar o profissional, influencia a saúde. De acordo com a Trabalhando.com, pesquisas realizadas anteriormente indicam que pessoas que julgam trabalhar em melhores ambientes apresentam menos condutas de risco, como tabagismo, obesidade, sedentarismo e abuso de álcool.
“Está comprovado que ter bom relacionamento na vida pessoal ou no trabalho só traz benefícios tanto para o desenvolvimento profissional quanto para a saúde”, diz Grinberg.
Como analisar o ambiente
O especialista acrescenta ainda que é possível saber se um ambiente de trabalho é positivo para a equipe, basta observar os sinais das pessoas que trabalham neste lugar.
Se elas trabalham bem em equipe, se trazem ideias, se estão envolvidas em todos os processos, se respeitam seus gestores e, principalmente, os admiram, "já se tem meio caminho andado", diz.
Caso os sinais sejam opostos, não desanime. É possível motivar a equipe. Para isso, é fundamental que o gestor entenda a personalidade, necessidade e expectativa dos profissionais e desenvolva um plano de ação a partir dessa análise.
Fonte: Administradores.com.br
segunda-feira
Novos profissionais mudam a cara do mercado de trabalho
Fonte: Jornal Hoje
Link: http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM1375424-7823-NOVOS+PROFISSIONAIS+MUDAM+A+CARA+DO+MERCADO+DE+TRABALHO,00.html







