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quinta-feira
Plano B de carreira: você tem um?
O mundo dos negócios muda a cada segundo, graças aos avanços tecnológicos, gerando ciclos de carreira cada vez menores. Manter-se no mercado de trabalho em tempos tão competitivos é desafiador.
Há algumas décadas bastava entrar em uma boa empresa, que ela se encarregaria da trajetória profissional. Hoje o que se vê é uma verdadeira dança das cadeiras de cargos, especialmente estratégicos, de executivos que vão em busca de melhores salários e benefícios.
Neste cenário cabe ao profissional que deseja permanecer no mercado de trabalho, fazer o dever de casa e investir em atualização contínua. Mas tudo der errado, ter um plano B para se precaver dos problemas ocasionados pela alta rotatividade no mercado de trabalho é fundamental.
QUAL O MOMENTO IDEAL?
Todo profissional deve ter um plano de carreira com objetivos para manter a empregabilidade desde o momento em que começa a trabalhar. Se você anda não tem um, o momento ideal para começar é ontem. Para se ter um plano B é necessário ter um plano A, não se esqueça.
Uma atividade paralela pode partir de um hobby, criação de um blog de assunto de interesse ou apoio a um projeto social. Um plano B não se trata só de emprego, mas algo que possa trazer satisfação pessoal, um plano de vida. Mesmo quem está realizado profissionalmente deve ter um projeto, pronto para ser posto em prática.
COMO COMEÇAR?
Não adianta ter um sonho e não tirar do papel. É preciso avaliar riscos, oportunidades e fazer um estudo de viabilidade. Muita cautela e planejamento evitam desastres financeiros e frustrações. Também é preciso ter tempo para estruturar a atividade alternativa e se dedicar para atingir os resultados esperados.
Procure identificar o realmente o motiva, se tem mercado e como vai ser o levantamento dos recursos necessários. Isso inclui autoconhecimento, refletir sobre suas paixões, valores e o que espera do futuro.
Dor laboral: você ainda vai ter uma
Sabe quando você chega em casa do trabalho com muitas dores nas costas ou nos pés? A má postura no trabalho compromete a produtividade e a saúde do trabalhador, podendo provocar uma série de patologias. Em alguns casos pode até causar o afastamento temporário ou definitivo do empregado da empresa ou cargo.
A fisioterapeuta Ariane Pitrez destaca em entrevista que as dores e consequências vão depender do tipo de atividade, por isso os cuidados especiais variam de acordo com o caso. Os vícios posturais vão se instalando em nosso corpo se manifestando em incômodos diários, acarretando lesões que ficam mais difíceis de ser tratadas com o passar do tempo.
Inversão da lombar, artrites, bursites e tendinites estão lotando os consultórios médicos com reclamações que poderiam ser evitadas pelas empresas, com programas de ginástica laboral, móveis e jornadas de trabalho adequadas. Para evitar o grande volume de licenças, as empresas devem estar atentas aos primeiros sinais de desconforto e investir em boas práticas que incentivem a qualidade de vida e bem-estar através de atendimento às regras de ergonomia.
Vejam as posturas mais adequadas:
ABAIXAR - Não sobrecarregue a lombar e faça a flexão dos joelhos quando for pegar alguma coisa do chão.
DE PÉ - Mantenha a postura ereta, distribuindo o peso em ambas as pernas.
ESCADAS - É preciso distribuir a carga para os músculos das coxas.
NO COMPUTADOR - O monitor deve estar na altura dos olhos, punhos relaxados na mesa, pernas a 90 graus e pés apoiados no chão ou apoio.
NA MESA DE TRABALHO - A coluna deve ficar reta, e o peso do corpo sobre os glúteos.
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E quando você não concorda com os valores da sua empresa?
Nem sempre concordamos com os valores da empresa em que
trabalhamos. Quem nunca foi obrigado a tomar uma atitude que vai de encontro
aos princípios éticos pessoais pode se considerar com sorte.
Uma empresa não
é somente uma entidade jurídica. É um organismo vivo, composta por pessoas que
trabalham para alcançar objetivos comuns. Tudo o que estas pessoas aprenderam e
viveram são transformados em valores que se refletem em atitudes e nas tomadas
de decisões diárias. Igualmente, a organização também precisa se basear em
princípios que vão nortear as ações estratégicas e atuação no mercado: respeito
à diversidade, ter ética nas relações, responsabilidade social, entre outras.
Para que um
funcionário se sinta confortável no ambiente corporativo é preciso haja uma
sintonia entre estes valores e princípios na prática. A ética empresarial da
forma como é praticada hoje é recente, e foi consolidada há uma década apenas.
Uma nova aplicação, mais intrínseca e sofisticada permite a interação com os
mercados, executivos, acionistas, sindicatos e pequenos empresários, indo além
do assunto “dinheiro”.
Muitas vezes
ouvimos empregados dizerem que “os valores empresariais estão em conflito com
os valores pessoais”. Isto significa que certas exigências feitas pela empresa
são antiéticas ou ferem, de alguma maneira, a moral da cultura daquele
indivíduo. Não se trata de excentricidade, de uma pessoa que não se adapta às
normas da organização, mas do sujeito ultrajado, que não é capaz de tolerar a
violação e se sente na obrigação de fazer alguma coisa. Mas o quê?
Os
especialistas recomendam que o funcionário pense seriamente em comunicar o fato
ao departamento responsável da empresa e saia da organização. Fazer coisas em
desacordo com o que pensamos como certo e errado, nos mata um pouco a cada
dia. Se forem coisas que não podem ser mudadas nem na cultura organizacional
nem dentro de você, denuncie e busque outra oportunidade de emprego.
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