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quarta-feira

Como recusar uma proposta de emprego



          Depois da maratona do processo seletivo, você fica conhecendo os detalhes da oferta e vê que a cultura da empresa não se encaixa no seu perfil, ou o salário é muito baixo, ou o deslocamento diário vai ser complicado. E agora? Como recusar uma proposta com elegância? Independentemente do motivo, o importante ao dizer não, é não fechar as portas para uma futura oportunidade na organização.

A situação é difícil, requer educação e jogo de cintura. Veja o que fazer:

- Informe a decisão imediatamente - a empresa tem que preencher a vaga e você tem que procurar outro emprego, então, quanto mais cedo as partes forem comunicadas, melhor pra todo mundo. 

-  Como comunicar - A decisão pode ser comunicada por e-mail, por telefone ou pessoalmente. Mande uma texto de agradecimento, posicionando que ficou honrado com a oferta, mas que "ao longo do processo seletivo percebeu que as características do cargo não atendem aos seus objetivos profissionais." Seja direto, breve e diga que a decisão foi difícil, mas que, depois de muito refletir a respeito de alguns pontos, decidiu continuar a busca por uma nova oportunidade no mercado.

- Indique alguém -  Você pode também recomendar outro profissional, o que mostra o seu interesse em não deixar a empresa desamparada. Nada de errado em indicar um amigo ou colega, porém tenha certeza de que se trata de pessoa idônea, responsável e com comprometimento.

          O que não fazer - Não suma sem dar satisfações! Isso mostra falta de maturidade para lidar com a situação e pode fechar definitivamente as portas da empresa. Outro cuidado é não fazer leilão. Não é recomendável dizer que vai ganhar mais em outro lugar na tentativa de subir o salário. Apresente uma desculpa legítima.

Seleção em grupo: entenda essa dinâmica


          
          Alguns candidatos a empregos e estágios não costumam entender os objetivos das dinâmicas de grupo em processos seletivos, o que pode atrapalhar o desempenho da maioria. Neste artigo veremos o que é pretendido pela empresa e o que se espera dos participantes. É preciso levar a sério, porque você estará sendo observado o tempo todo, mesmo antes do início das atividades. Os recrutadores não fazem isso para preencher o tempo: possuem objetivos reais, embora subjetivos, acredite.
           
Uma dinâmica de grupo, quando bem desenvolvida e conduzida, representa instrumento de avaliação valioso para observar comportamentos e atitudes que a maioria das outras ferramentas de RH não permite. Primeiro é preciso entender as mudanças no mercado de trabalho nos últimos anos. Aquele funcionário chamado “padrão”, que cumpre ordens religiosamente, robotizado e enquadrado em sistemas rígidos, não é mais valorizado. O novo perfil desejado é proativo, pronto para tomadas de decisão, criativo, trabalha com autonomia e respeita a coletividade.
           
            Interpretar as dinâmicas pode ser um erro. Tentar ser quem você não é para se sobressair e corresponder às supostas expectativas não parecerá natural e é fácil de ser percebido. Não há uma regra geral nem cursos de preparação, mas algumas competências costumam ser percebidas de imediato: capacidade de comunicação, negociação, empatia e flexibilidade. As pessoas se saem melhor neste tipo de teste quando estão relaxadas e conseguem fazer uma associação da situação proposta com os requisitos do cargo pretendido.

            Seguem algumas dicas para se destacar durante a dinâmica de grupo:

1) Chegue no horário combinado e se vista de acordo.

2) Preste atenção às explicações e orientações sobre o trabalho a ser desenvolvido, evitando conversas paralelas.

3) Observe os outros participantes e não se incomode ao ser observado.

4) Não fale muito nem pouco. Evite ficar mudo o tempo todo e procure se destacar com alguns comentários relevantes, para ser lembrado depois.

5) Se entregue e entre no jogo, tentando fazer o melhor resultado possível em relação ao pedido do coordenador da atividade.

6) Estude sobre a história da empresa, valores e produtos.

7) Nunca minta ou fale mal do chefe anterior. 

          Lembre-se de que para cada cargo existem especificações diferentes e às vezes vários candidatos são ideais, mas só há uma vaga. Não fique desanimado se você não for selecionado nas primeiras vezes. Aproveite para fazer uma autoanálise, perceba em quais competências você precisa investir mais, nunca pare de estudar e a próxima vaga pode ser sua! 

terça-feira

Como enviar um currículo por e-mail


         
           O currículo é um documento que organiza as informações profissionais de maneira sucinta, clara e objetiva. Atualmente a maioria das empresas recebe o documento pelo site ou por e-mail. Você tem um bom currículo, mas não é chamado para nenhuma entrevista de emprego? O erro pode estar na maneira como o documento é enviado.

          Segundo especialistas em Recursos Humanos, para garantir que o seu currículo seja visto, é preciso atenção a algumas regras no e-mail de encaminhamento:

- O texto de apresentação deve ser breve, profissional e formal.

- Escrever a profissão, solicitação de entrevista pessoal e um breve resumo do currículo, com informações sobre formação, cursos extracurriculares relevantes ao cargo e experiência profissional.

- A referência ou título do e-mail deve conter a palavra CV, o nome da pessoa e área de atuação, salvo instruções da empresa em contrário.

- Caso a empresa solicite Pretensão Salarial, coloque no meio do e-mail.

- Atenção às instruções do recrutador sobre inserir o documento no corpo do e-mail ou em anexo. Mensagens em desacordo provavelmente não serão lidas.

- Caso haja solicitação de foto, o melhor é enviar junto com o currículo em PDF, que é um arquivo mais seguro. Lembre-se de salvar o documento com o seu nome e função. Por exemplo: Arnaldo_silva_contador.pdf.  Assim fica mais fácil para o recrutador identificá-lo após salvar o documento nos arquivos de RH.

- Não use endereços de e-mail informais, como lindinhadatitia@xxx.com.br ou gatosurfista_2000@xxx.com.br. Se você não tem outro e-mail é recomendável que abra um novo, com nome e sobrenome, sem apelidos.

- Não anexe o currículo sem dizer nada na mensagem. Preencha corretamente o assunto e siga as regras acima para escrever no corpo do e-mail.

- Preste atenção ao anúncio: “mande seu currículo em anexo” ou “mande seu currículo no corpo do e-mail”, coloque o “cargo no assunto” e outras instruções devem ser observadas com cuidado pelo candidato.

- Evite o laconismo: não seja econômico demais nas palavras e evite erros clássicos como “Segue em anexo meu currículo conforme solicitado.”. As palavras “segue” e “anexo” não devem ficar juntas na mesma frase, pois têm o mesmo significado. Algo como “Sou formado em Turismo pelas Faculdades São José desde 2010...” ou “Trabalho com suporte de TI há 5 anos...”, ou ainda: “Conheço profundamente o sistema SAP” aumentam muito as suas chances.

- Se não responderem após uma semana, você pode enviar um novo e-mail perguntando se o processo seletivo foi encerrado. Se mesmo assim não responderem, acredite: você não foi selecionado, não insista.

- Revise o conteúdo quantas vezes foram necessárias, mas nunca mesmo envie mensagens com erros de português e links quebrados.

         Ainda tem dúvidas? Segue um exemplo prático de como responder a uma solicitação de envio de currículo para o cargo “Analista de Sistemas”:

“Assunto:
Vaga de Analista de Sistemas

Texto:
Prezados Senhores

Tomei conhecimento da vaga de Analista de Sistemas oferecida no site da sua organização, e estou encaminhando meu currículo para análise.

Trabalho na função há 5 anos, tendo domínio das diversas plataformas solicitadas no seu anúncio. Sou formado em Análise de Sistemas nas Faculdades São José, e desde então tenho desenvolvido minha carreira nesta área, buscando sempre a atualização dos meus conhecimentos e especialização. Tenho um perfil de acordo com as especificações da vaga e busco uma oportunidade em sua empresa, onde meus conhecimentos e métodos de trabalho possam ser aproveitados de maneira adequada, de modo a contribuir para o sucesso da instituição.

 Also, as you pointed as required, I speak English fluently and I’m available for an interview or further contacts.

 Agradeço a oportunidade de concorrer a este processo seletivo, e me coloco à disposição para esclarecimentos adicionais.

Atenciosamente,
seu nome
seu telefone
seu perfil LinkedIn"

quarta-feira

Como se comportar em uma dinâmica de grupo



          Em praticamente todos os processos seletivos há pelo menos uma dinâmica de grupo. Normalmente o objetivo é identificar se as habilidades, desempenho das tarefas em equipe, liderança e outras características pessoais dos candidatos são compatíveis com as qualidades pessoais e comportamentais desejáveis para o cargo a ser preenchido.

Este tipo de atividade é realizado com, no mínimo, seis candidatos e, normalmente é a primeira etapa presencial da seleção. Algumas dicas para se dar bem são: dormir cedo, chegar ao local com antecedência, não contestar ou recusar a participação em alguma etapa e não interromper a dinâmica. 

Para se destacar e chamar atenção dos recrutadores siga estas dicas:

- NÃO FALE DEMAIS - Nem sempre quem mais fala é o melhor, mas também não fique muito quieto. O que é importa é a coerência, cortesia e o conteúdo dos comentários, que devem ser feitos na hora certa, sem interromper as atividades propostas. Evite sempre gírias e nunca use palavrões ou palavras difíceis, que ninguém entende.

- FAÇA UMA PESQUISA PRÉVIA SOBRE A EMPRESA - Conhecer os valores, produtos e tipo de negócio desenvolvido pela empresa ajuda o candidato a perceber os objetivos das dinâmicas.

- VISTA-SE ADEQUADAMENTE - Você não vai a uma igreja de biquíni, nem à praia de terno e gravata. Adequação é a palavra de ordem na hora de se apresentar na dinâmica de grupo. Procure saber se a organização tem um perfil jovem ou conservador. O tipo de vaga também deve ser considerado: processos seletivos para advogados ou área financeira requerem roupas mais formais, por exemplo. Evite transparências, regatas, decotes e saias muito curtas. 

A dinâmica de grupo permite avaliar a inteligência emocional dos candidatos, não é terapia, não avalia perfil psicológico e não é brincadeira. Os tipos mais usados são: aquecimento (quebra o gelo), sensibilização (apresenta situações de tensão), "team building" (capacidade de interação) e jogos de estratégias (com planejamento e objetivos).

Muitas vezes o candidato apresenta um ótimo currículo, entretanto não tem habilidades para trabalhar em grupo, tomar decisões e se relacionar com os outros. Por outro lado, uma pessoa com menor formação técnica pode se mostrar qualificada e demonstrar qualidades na liderança e tomada de decisão em benefício da coletividade.   Um avaliador procura indivíduos que se diferenciam dos outros, por isso não tente parecer o que não é e passe pelas dinâmicas de grupo como se passasse pelas experiências da vida. Controle o nervosismo, aja naturalmente, que tudo vai dar certo!

segunda-feira

Uso do celular no trabalho: perigo na palma da mão


          O uso do celular está tão inserido nas nossas rotinas que nem prestamos mais atenção quando estamos sendo inconvenientes. Podemos falar com amigos, familiares, clientes e colegas a qualquer hora e lugar com os mais modernos recursos multimídia. No entanto, no ambiente de trabalho é preciso ter atenção a algumas regras, pois o uso indevido não é culpa do aparelho, mas da falta de educação das pessoas.

          A legislação trabalhista não é recente, portanto não inclui o uso de internet e celulares. Muitas empresas, porém, possuem manuais de procedimentos e boas práticas para dispositivos móveis. Algumas até proíbem a entrada de funcionários portando o aparelho. O regulamento deve ser apresentado ao trabalhador imediatamente após a contratação, caso contrário, é necessário usar o bom senso para evitar gafes e outros transtornos com a chefia.

          Algumas dicas de etiqueta corporativa no uso do celular, principalmente para assuntos pessoais:

- Uso excessivo: ficar o dia todo "pendurado" no telefone não passa uma boa imagem profissional. Tente conter a ansiedade e deixe para responder SMS, recados e mensagens no fim do expediente, exceto se for alguma coisa realmente urgente.

- Campainha: o ideal é deixar no "vibra call" ou silencioso. Musiquinhas, hino do seu time do coração e timbres engraçadinhos certamente irão incomodar os colegas mais próximos.

- Se realmente tiver que atender uma ligação, mantenha um tom de voz ameno, evitando que terceiros conheçam detalhes da sua vida privada. Os cuidados devem ser redobrados se o assunto for fechamento de negócios. O ideal é que se retire do local para atender, retornando em seguida, mas sem demora.

- Ao participar de uma reunião, desligue o celular. Se estiver aguardando alguma ligação realmente importante, avise aos participantes antes disso acontecer e se retire da sala para falar.

- Se estiver conversando com alguém pessoalmente, não interrompa a conversa para atender uma ligação e nunca deixe o interlocutor esperando.

- Não ligue para ninguém antes das 9h e nem depois das 22h.

- Não use a câmera do celular para captar fotos de colegas, documentos ou das instalações da sua empresa. Compartilhamento de imagens, só com autorização.

- Comunique o seu superior se estiver com algum problema e precisar atender o celular várias vezes durante o expediente.

          Quando em serviço, o empregado deve se dedicar inteiramente às atividades para as quais foi contratado, deixando de lado os interesses particulares. Se existir alguma proibição ou restrição oficial, o empregado que contraria esta determinação da empresa está cometendo um ato de insubordinação e está sujeito à punição que pode ser, desde uma advertência verbal até demissão por justa causa.

quinta-feira

Plano B de carreira: você tem um?


          O mundo dos negócios muda a cada segundo, graças aos avanços tecnológicos, gerando ciclos de carreira cada vez menores. Manter-se no mercado de trabalho em tempos tão competitivos é desafiador.

          Há algumas décadas bastava entrar em uma boa empresa, que ela se encarregaria da trajetória profissional.  Hoje o que se vê é uma verdadeira dança das cadeiras de cargos, especialmente estratégicos, de executivos que vão em busca de melhores salários e benefícios.

 Neste cenário cabe ao profissional que deseja permanecer no mercado de trabalho, fazer o dever de casa e investir em atualização contínua. Mas tudo der errado, ter um plano B para se precaver dos problemas ocasionados pela alta rotatividade no mercado de trabalho é fundamental.


QUAL O MOMENTO IDEAL?

Todo profissional deve ter um plano de carreira com objetivos para manter a empregabilidade desde o momento em que começa a trabalhar. Se você anda não tem um, o momento ideal para começar é ontem. Para se ter um plano B é necessário ter um plano A, não se esqueça.

Uma atividade paralela pode partir de um hobby, criação de um blog de assunto de interesse ou apoio a um projeto social. Um plano B não se trata só de emprego, mas algo que possa trazer satisfação pessoal, um plano de vida. Mesmo quem está realizado profissionalmente deve ter um projeto, pronto para ser posto em prática.


COMO COMEÇAR?

Não adianta ter um sonho e não tirar do papel. É preciso avaliar riscos, oportunidades e fazer um estudo de viabilidade. Muita cautela e planejamento evitam desastres financeiros e frustrações. Também é preciso ter tempo para estruturar a atividade alternativa e se dedicar para atingir os resultados esperados.

Procure identificar o realmente o motiva, se tem mercado e como vai ser o levantamento dos recursos necessários. Isso inclui autoconhecimento, refletir sobre suas paixões, valores e o que espera do futuro.


Como o Facebook pode prejudicar a sua carreira

Fonte: http://pt.wix.com


          As redes sociais são um fenômeno poderoso de comunicação, que não pode ser ignorado. Fazer parte da rede, porém, requer certos cuidados com a imagem e exposição pública. Enquanto uns usam perfis para mostrar os pontos fortes, ressaltar habilidades e fazer publicações que ajudem o desenvolvimento profissional, outros simplesmente aproveitam a oportunidade para destruir a imagem e a carreira.

          Muitas pessoas acham que o perfil no Facebook não tem nada a ver com o trabalho. Mas a partir do momento que você associa o nome da sua empresa ou categoria profissional, a coisa muda de figura. Principalmente as grandes organizações, possuem monitoramento de marca e certamente localizam e fiscalizam as páginas dos funcionários, colaboradores e fornecedores.

          É fácil e rápido queimar o filme nas redes sociais. Para evitar prejudicar a sua imagem, tome alguns cuidados:

FOTOS - É comum vermos fotos de advogados de biquíni, médicos bêbados em festas e mesas de bar, professores na última farra da faculdade. O que acontece na balada, fica na balada! Não publique imagens com bebidas, nem marque os amigos, principalmente os do trabalho.

TEXTO - Pesquisas mostram que vários candidatos já foram dispensados por postagens indevidas nas redes sociais. Evite erros de português e palavrões.

USO NO TRABALHO - Ainda são poucas as empresas que possuem manual de boas práticas em relação ao uso das redes sociais no trabalho, material que informa aos funcionários o que pode e o que não pode ser feito durante o expediente. Se a organização na qual você trabalha não divulgou este documento, só resta o bom senso. Ficar postando piadinhas, tirinhas, convites para jogos, reclamar do chefe e colegas e, principalmente, divulgar imagens da sala e instalações de trabalho não é indicado na maioria dos casos e pode causar demissão.

          Manter um perfil em rede social mostra que você está atualizado, antenado com as mudanças e tendências tecnológicas e que tem uma boa rede de contatos e amigos. Com a velocidade e quantidade de informações compartilhadas é preciso pensar no seu marketing pessoal, usando a rede a seu favor e evitando as repercussões negativas.

Aperto de mãos: muito mais do que um cumprimento


                 O aperto de mãos tem diversas histórias sobre sua origem. No Antigo Egito a mão estendida representava o ato de dar ou receber. No tempo em que cada pessoa carregava uma arma, o gesto era um sinal de paz. Em ambiente corporativo, apertar as mãos de alguém coloca em jogo poder, respeito, imagem e marketing pessoal.

          Além de conhecer as regras de etiqueta, mostrar segurança neste momento pode fazer a diferença na sua carreira. Um aperto de mãos não deve ser menosprezado e pode causar uma boa ou má impressão, a perda ou fechamento de um grande negócio. Para demonstrar firmeza e segurança, olhe nos olhos do interlocutor e mantenha uma boa postura.

          Não estenda a mão para grande número de pessoas em uma reunião, superior hierárquico ou pessoa mais velha, nem a alguém que se encontre em uma mesa de refeição ou hospital. Alguns procedimentos básicos devem ser observados:

- não sacuda as mãos mais do que três vezes.
- não provoque dor esmagando os dedos da outra pessoa.
- não pegue a mão da outra pessoa com as pontas dos dedos.
- não segure a mão da outra pessoa por muito tempo.
- quem estende a mão com a palma pra baixo indica desejo de controle, enquanto que as palmas para cima, ao contrário, demonstram submissão.
- aperto feitos com as duas mãos conotam intimidade e carinho.
- se você é novo na empresa, um aperto de mão muito forte no seu chefe pode demonstrar excesso de confiança.

          A qualidade do cumprimento influencia também as boas avaliações dos recrutadores. O aperto de mão é muito observado nas entrevistas presenciais de profissionais de negócios, sendo considerado rico em significados.

          Em ambiente corporativo o aperto de mão é um dos elementos cruciais para causar uma boa impressão. Use quando for apresentado a alguém, fechar um negócio ou parabenizar um funcionário, amigo ou chefe.

Quais são as suas metas profissionais de Ano Novo?


          A carreira profissional não deve estar somente à mercê do mercado de trabalho. Sim, você pode e deve tomar as rédeas do destino e manter-se fiel aos seus objetivos. Mas você sabe quais são eles? O Ano Novo é uma ótima oportunidade para estabelecer novas metas e comportamentos, aproveite!

MELHORAR O CONTROLE EMOCIONAL - Quando se fala em controle emocional não significa (só) segurar o choro, principalmente das mulheres. Trata-se de não se envolver e sofrer em assuntos que você não pode mudar a não ser que troque de emprego.

MELHORAR PONTUALIDADE E ASSIDUIDADE - O que diferencia um profissional de outro é o comprometimento. Chegar atrasado com frequência e faltar sem justificativa são ações que mancham a sua imagem e deixam transparecer que você não tem disponibilidade para o cargo.

MELHORAR OS RELACIONAMENTOS - Desafetos no ambiente de trabalho são causados por fofocas e pessoas invejosas. A regra é manter-se afastado deste tipo de perfil, mas procurar entender as pessoas sem julgamentos precipitados e estar sempre aberto e prestativo são ótimas resoluções para o próximo ano.

MANTER-SE ATUALIZADO - O mercado está competitivo em praticamente todas as áreas. Se você não estuda há mais de dois anos, está na hora de procurar um curso em 2014. Para quem tem pouco tempo ou dificuldade de locomoção, uma boa opção são os cursos de ensino à distância. Dinheiro também não é desculpa, pois há vários sites que oferecem atualizações profissionais e cursos livres gratuitamente. O Governo Federal, sindicatos, e faculdades e universidades também compartilham conhecimento na Internet.

DEFINIR OBJETIVOS DE CURTO E MÉDIO PRAZO - Em que cargo você quer chegar? Quanto quer ganhar?  Em que empresa deseja trabalhar? Coloque prazos nas respostas a perguntas como estas e mantenha estas metas sempre em mente.

DEDICAR MAIS TEMPO A SI MESMO - A correria do dia-a-dia tem o seu preço. Evitar o estresse, melhorar a qualidade de vida e praticar atividade física regularmente devem estar na sua lista, não se esqueça!

FELIZ 2014! 

Tipos irritantes de colegas de trabalho



          Um ambiente de trabalho saudável pressupõe a convivência de pessoas com personalidades diferentes de maneira, no mínimo, pacífica. Saber lidar com pessoas que pensam e agem diferente é fundamental para garantia do seu emprego. 

A empresa InfoMoney divulgou uma lista com 10 tipos mais comuns de colegas de trabalho e a melhor maneira de lidar com eles:

O QUE SÓ RECLAMA - É difícil aguentar alguém contestando e reclamando o dia inteiro, especialmente de mudanças. Estas pessoas normalmente se sentem ameaçadas e às vezes tudo o que precisam é um pouco de atenção.

O FOLGADO - Deixa tudo para amanhã ou pede favores demais, sem perceber que a falta de comprometimento afeta a equipe diretamente. Tente mostrar como as atividades pendentes ou repassadas sem justificativa a outros colegas pode prejudicar a empresa.

O ESTRESSADO - Qualquer opinião contrária pode gerar uma crise de nervos, bipolares. Se não for um descontrole passageiro ou motivado por uma situação pessoal, a melhor forma de lidar com eles é ser franco. Tente entender o porquê destas reações explosivas e sugira atividades como Yoga ou artes como solução para aliviar o estresse.

O COMPETITIVO - O colega que sempre tenta tirar vantagem, beneficiar-se ou se apropriar-se de suas idéias deve ser tratado com cautela. Evite conversar sobre suas atividades e compartilhar informação confidencial.

O CHATO - Ele faz piadas sem graça e nas piores horas. Desfia longos monólogos enquanto as outras pessoas estão atarefadas e normalmente é inconveniente. Este perfil profissional só toma espaço quando vê uma oportunidade de abertura. Manter o relacionamento estritamente profissional com este tipo de pessoa evita que ele passe dos limites.

O FOFOQUEIRO - Mantenha distância. Colegas que gostam de intrigas e teorias de conspiração requerem o máximo de cautela. Quem fala mal do colega para você, certamente vai falar de você para o colega. Geralmente não se contentam em espalhar notícias, mas também gostam de inventar.

O SENHOR IDEIA - O tipo que despreza trabalho em equipe e trabalha para receber elogios. Proteja-se encaminhando por escrito as suas sugestões e toda vez que ele tentar se sobressair, explique que a opinião dos outros também deve ser considerada.

O BRAÇO CURTO - Também chamado de laranja podre. A falta de comprometimento e motivação podem acabar contaminando os colegas também. Não importa o que aconteça, ao final do expediente, vai embora sem oferecer ajuda, mesmo que os outros estejam atarefados. Neste caso, o recomendado é comunicar ao gestor como isto afeta a produtividade da organização.

O ABERTO - Fala demais, principalmente sobre a vida pessoal, incuindo detalhes sórdidos de coisas que não interessam a ninguém na empresa. A melhor forma é se mostrar indiferente e tentar reverter os assuntos para o campo profissional.

O INVEJOSO - Este é o mais perigoso, porque nem sempre age às claras. Às vezes tentam ganhar a confiança das pessoas primeiro, para depois fazer os estragos. Assim que conseguir identificá-lo, evite incluí-lo nas conversas e círculos de confiança.

Todos temos um pouco de cada perfil dentro de nós. Autoconhecimento e controle emocional são fundamentais para seguir um caminho profissional com foco nos objetivos, não permitindo que influências negativas coloquem sua imagem a perder. 

Como não destruir a carreira nas redes sociais



          "O perfil é meu, posto o que quiser e ninguém tem nada com isso". Já ouviram esta frase? Pessoas com esta convicção, certamente não têm noção do impacto que as redes sociais podem ter na carreira. Muitas vezes um candidato tem um ótimo currículo, mas, como não se preocupa com a imagem nas redes sociais, coloca a perder aquela vaga que pode mudar a sua vida. Porque os recrutadores olham, sim, o perfil online dos profissionais que buscam emprego.

Mas qual o jeito certo de construir uma presença digital positiva? 

REDES PROFISSIONAIS - neste tipo de rede, como o LinkedIn, o relacionamento deve ser voltado exclusivamente para assuntos profissionais e requer mais formalidade, inclusive na foto do perfil. 

FOTOS -  as imagens publicadas podem revelar hábitos saudáveis, contato com família, festas e viagens. Bebedeiras e fotos sensuais pegam mal e devem ser evitadas, principalmente quando a pessoa vincula o perfil a uma classe profissional.

SEPARE OS PÚBLICOS - algumas redes sociais dão oportunidade de enviar conteúdo somente para determinado público, como família e colegas de trabalho. Nem tudo o que você posta na rede interessa a todos, por isso é preciso muito bom senso e configurar o nível de privacidade das mensagens.

NÃO FALE MAL DE PESSOAS OU EMPRESAS - nada de falar mal do chefe, colegas de trabalho e empresas onde trabalhou. Se posicionar contra determinadas organizações e marcas também fecha portas definitivamente. Não adianta falar mal da empresa em um dia e mandar o currículo no outro. Acredite, você não será recrutado.

EVITE POSICIONAMENTOS RADICAIS - evite discussões e polêmicas, principalmente que incitem a violência ou discriminação.

PRESERVE-SE - nem tudo o que você faz deve vir à público. Ficar a todo momento descrevendo a sua rotina passo a passo demonstra falta de criatividade não é de interesse da maioria das pessoas. Enviar solicitações de jogos ou mostrar sua evolução no Candy Crush durante o expediente pode atrapalhar a sua mudança de fase no emprego. 

CRIE A SUA IDENTIDADE ONLINE - a sua imagem na rede é muito importante. Em muitos casos é a primeira impressão que as pessoas terão de você. 

MOSTRE QUE VOCÊ INVESTE NA CARREIRA - participar de grupos de discussão da área de atuação, postar fotos de cursos e encontros profissionais e outras ações mostram para o mercado que você está investindo na carreira. As redes sociais dão a oportunidade de você divulgar estas iniciativas, aproveite e use a tecnologia a seu favor!

O jeito certo de pedir demissão



          Você está insatisfeito com o seu emprego atual ou conseguiu uma nova colocação? É hora de partir para novos desafios profissionais, mas como avisar ao seu gestor sem abalar a sua reputação?

         Este é um momento delicado que requer certeza absoluta da decisão. Especialistas em comportamento dão dicas de como sobreviver aos dias que antecedem a sua saída da empresa sem sujar as suas referências.  
        
ESPERE O FECHAMENTO DO OUTRO CONTRATO – Seja por crise econômica ou alterações na estrutura da empresa, alguns processos seletivos são interrompidos ou cancelados. Só peça demissão se tiver assinado o contrato com outra organização e tenha certeza da data de início, não se contente com promessas.

SEJA DIPLOMATA – Não é hora de barracos e lavar a roupa suja. Evite críticas e acusações e mantenha a elegância acima de tudo. Peça um tempo ao seu chefe e discuta primeiramente a situação com ele, respeitando a hierarquia e nunca se dirigindo diretamente ao RH.

ESTEJA PRONTO PARA UMA CONTRAPROPOSTA – E se o seu chefe atual fizer uma proposta com aumento de salários ou benefícios? Você deve estar preparado para dar uma resposta. Lembre-se de que aceitar um aumento depois da comunicação de saída pode causar uma impressão negativa, de lealdade questionável.

SAIBA O MOMENTO CERTO – Cuidado para não deixar a empresa na mão. Avise com antecedência e, se possível, treine outra pessoa para exercer as suas funções. Deixe a casa em ordem e aproveite os últimos dias para repassar os projetos em que está envolvido, para que a empresa não saia prejudicada.

SEJA DISCRETO – Nada de sair falando a novidade pelos corredores e rodinhas com os colegas. Quem deve fazer a comunicação da sua saída é a empresa.

A DESPEDIDA – No último dia de trabalho você pode mandar um e-mail ou mensagem para as pessoas com quem teve proximidade e conviveu mais neste período. Aperte a mão do seu chefe, sorria e agradeça, ressaltando os pontos positivos da convivência. Pegue seus pertences e saia de cabeça erguida. 

          A vida segue e a troca de emprego faz parte do crescimento profissional. Pedir demissão não é nenhum bicho de sete cabeças, basta fazer do jeito certo, com ética, postura e transparência, evitando atritos desnecessários.

Tatuagem e ambiente de trabalho: a convivência é possível

  
Fonte da imagem: http://alternative-cultures.blogspot.com.br/


A técnica de fazer marcas e desenhos no corpo humano é milenar. Os povos antigos acreditavam que os tatuados entravam em contato com o sagrado, deuses e demônios. Sinais tribais também determinavam o grau de autoridade dos indivíduos perante o grupo. Durante a guerra foram usadas para transmitir mensagens secretas. No final do século XIX, as tatuagens já eram populares, mas restritas à aristocracia, devido ao alto custo.

No mundo social do século XI, esta forma de expressão corporal venceu todos os preconceitos e não é mais vista pela maioria das pessoas como restrita a traficantes, presidiários e bandidos. Simpatizantes da técnica em todo o mundo exibem com orgulho que fizeram dos seus corpos telas para verdadeiras obras de arte.

                No mundo corporativo, porém, a conversa é outra. Há empresas muito liberais, nas quais as tatuagens não interferem na carreira. Mas não se iluda: o mercado é conservador. O consultor Max Gehringer , disse, em resposta a esta pergunta no site da CBN, que, uma tatuagem visível reduz em 70% a possibilidade de um jovem conquistar uma vaga de emprego.

                Mas se você é uma das milhões de pessoas adeptas de tatuagens, não desanime. A Presidente da Petrobras, Graça Foster é um exemplo de executiva que assumiu as suas e chegou ao posto máximo de uma das maiores empresas do mundo. O tatuador Caio Freire disse, em uma entrevista, que, há trinta anos  o perfil de clientes era basicamente formado por surfistas, motoqueiros e marinheiros.  Hoje, segundo ele, os engravatados procuram mais os estúdios, mostrando que o preconceito está diminuindo nas empresas. O caçador de talentos da Global Executive Search, Ricardo Nogueira, afirmou que, em alguns casos,  as tatuagens dos executivos até quebram o gelo e podem ser uma atração nas reuniões de negócios.

                Uma tatuagem faz parte da sua imagem e representa valores, ou seja, passa uma mensagem. Esta decisão deve ser alinhada com os seus objetivos profissionais e não pode ser baseada somente em modismos. Para que não atrapalhe a carreira, saiba o momento certo de cobri-la, deixa-la à mostra e até mesmo usar a seu favor, dependendo do ambiente e grau de formalidade.
                

E quando você não concorda com os valores da sua empresa?



          Nem sempre concordamos com os valores da empresa em que trabalhamos. Quem nunca foi obrigado a tomar uma atitude que vai de encontro aos princípios éticos pessoais pode se considerar com sorte.

         Uma empresa não é somente uma entidade jurídica. É um organismo vivo, composta por pessoas que trabalham para alcançar objetivos comuns. Tudo o que estas pessoas aprenderam e viveram são transformados em valores que se refletem em atitudes e nas tomadas de decisões diárias. Igualmente, a organização também precisa se basear em princípios que vão nortear as ações estratégicas e atuação no mercado: respeito à diversidade, ter ética nas relações, responsabilidade social, entre outras.

         Para que um funcionário se sinta confortável no ambiente corporativo é preciso haja uma sintonia entre estes valores e princípios na prática. A ética empresarial da forma como é praticada hoje é recente, e foi consolidada há uma década apenas. Uma nova aplicação, mais intrínseca e sofisticada permite a interação com os mercados, executivos, acionistas, sindicatos e pequenos empresários, indo além do assunto “dinheiro”.

         Muitas vezes ouvimos empregados dizerem que “os valores empresariais estão em conflito com os valores pessoais”. Isto significa que certas exigências feitas pela empresa são antiéticas ou ferem, de alguma maneira, a moral da cultura daquele indivíduo. Não se trata de excentricidade, de uma pessoa que não se adapta às normas da organização, mas do sujeito ultrajado, que não é capaz de tolerar a violação e se sente na obrigação de fazer alguma coisa. Mas o quê?

         Os especialistas recomendam que o funcionário pense seriamente em comunicar o fato ao departamento responsável da empresa e saia da organização. Fazer coisas em desacordo com o que pensamos como certo e errado, nos mata um pouco a cada dia. Se forem coisas que não podem ser mudadas nem na cultura organizacional nem dentro de você, denuncie e busque outra oportunidade de emprego. 

Como procurar outro emprego trabalhando


          São muitos os motivos que levam uma pessoa a querer trocar de emprego: falta de oportunidade de crescimento, assédio moral, salário baixo ou problemas de relacionamento com chefes e colegas. Mas procurar um emprego estando empregado é um pouco complicado, principalmente para quem não quer ficar mal com o patrão atual e fechar portas.


         Para evitar um clima desconfortável na empresa é preciso alguns cuidados:

DISCRIÇÃO
Não se trata de mentir, mas manter a sua decisão confidencial. Espalhar a notícia precipitadamente pode causar má impressão aos seus superiores e colegas e piorar a situação. Além do mais, você pode mudar de ideia e resolver permanecer no cargo, o que vai causar posterior constrangimento.

ÉTICA
Manter a ética é fundamental para mostrar que você é um profissional responsável e confiável. Não mande currículos pelo e-mail corporativo, use o seu endereço eletrônico pessoal, sempre fora do expediente, para fazer os contatos. A sua busca não deve interferir nas atividades do emprego atual. Também não marque entrevistas com o seu futuro empregador no horário de trabalho ou locais públicos. Há grande possibilidade de ser visto por um colega e dar início a fofocas e comentários indesejados. 

HONESTIDADE
Falar a verdade, sempre. Ao ser perguntado se está trabalhando, o ideal é falar que sim, e expor os motivos da saída. Evite alegar motivos pessoais, mas profissionais e nunca, nunca mesmo, fale mal do atual empregador, jogue limpo.
     
PREPARE-SE PARA SER “DESCOBERTO”       
Por mais que você seja discreto, sempre há a possibilidade de alguém na empresa ficar sabendo. Esteja preparado para dar explicações a qualquer momento, aproveitando para tentar negociar benefícios e outros objetivos pretendidos.

         Antes de mandar o seu currículo procure saber sobre a política de contratação da outra empresa: algumas não contratam quem está ligado à outra organização por precisar de disponibilidade para início imediato. Algumas vagas não podem aguardar a burocracia e prazos trabalhistas para o desligamento, por isso há organizações que evitam contratar quem está trabalhando, privilegiando quem está disponível.


Como o carnaval pode acabar com a sua carreira


          


         
         Tudo bem se você adora o carnaval. Uma das maiores festas do mundo deve mesmo ser comemorada. Mas é preciso lembrar de que a festa passa, mas o seu emprego fica. Será?

   Há pessoas tão empolgadas com o evento que se esquecem das regras básicas de sobrevivência profissional neste período, como pontualidade, assiduidade, parceria e senso de coletividade. Pense duas vezes antes de trocar a sua carreira nota 10 por um rebaixamento para o segundo grupo evitando as seguintes atitudes:

1)    FOLIÃO ANTECIPADO
Nada mais chato do que aquele cara que acha que toda a rotina da empresa deve mudar em função dele. Na semana anterior já começa a avisar que vai sair cedo na sexta feira de carnaval, tenta trocar escalas, fazer motim para a empresa fechar mais cedo neste dia e mobiliza todo mundo em função da sua necessidade de viajar.

2)    FOLIÃO EXAGERADO
Sabe quando a pessoa chega ao ambiente de trabalho fantasiada, parecendo uma alegoria bem na hora daquela reunião importante, com clientes exigentes? Pois é, esse cara põe em risco a credibilidade e seriedade da empresa e costuma ser inconveniente, além de comprometer a imagem de toda a equipe.

3)    FOLIÃO ABSENTEÍSTA
Alguns perfis são clássicos: quem falta muito ao trabalho espera o ano inteiro pelas mesmas desculpas: não tinha passagem para voltar a tempo, passou mal depois do bloco e o engarrafamento de retorno foi maior do que o esperado e outras. O patrão sabe exatamente com quem pode contar neste período de feriado.

4)    FOLIÃO DESEMPREGADO
Este caso menos comum, porém igualmente grave, se refere àquele louco por carnaval que chega a pedir demissão do emprego para ficar livre e solto até quarta-feira de cinzas. Estas pessoas seguem o mantra de que o ano só começa depois da folia, e seguem neste primeiro trimestre com letargia. Só depois deste período começam a movimentar suas vidas de maneira produtiva, não caia nessa!

     

terça-feira

Como a música afeta a sua produtividade


        
           Música em ambiente de trabalho sempre gera discussão. Se forem colocados alto-falantes, o barulho atrapalha os que precisam de silêncio para se concentrar. Se alguém saca o fone de ouvido é porque está querendo se isolar do ambiente.

Poucas empresas têm políticas sobre música no trabalho: alguns gestores autorizam e outros não. Pesquisas mostram que certas melodias, sem letras, aumentam a concentração e produtividade do indivíduo, mas qual música combina com o seu trabalho?

Um estudo da Universidade de Illinois analisaram 256 trabalhadores e montaram um infográfico com o estilo mais adequado a cada função:

Área de criação
música clássica, jazz e raggae.

Área financeira
clássico, jaz, mpb, hip-hop ou rap.

Área administrativa
axé, música eletrônica, rock, samba.

Área de tecnologia
jazz, rock, pop.

Varejo
alternar rápidos e lentos: axé, funk, heavy metal, mpb, pop, raggae, samba.

Linha de Produção
mpb, samba, sertanejo.

Vendedor autônomo
axé, música eletrônica, hop-hop, rap.

Professores
clássico, jazz, mpb, pop

Independente de a pessoa conseguir trabalhar bem ou não com música o importante é perceber que a decisão depende de instâncias superiores e só pode ser ouvida se o chefe autorizar. Em atividades que exijam muita concentração e silêncio, a música pode atrapalhar. Ouvir música é bom, mas não pode comprometer a produtividade da equipe!


 

PIT

O Pit - Programa de Integração ao Trabalho das Faculdades São José tem como objetivo preparar e integrar o aluno para o mercado de trabalho, transmitir experiência profissional através de palestras, oficinas e workshops, além de captar vagas e supervisionar os estágios, também atua dando orientações e preparando os alunos para processos seletivos de estágios e empregos.