Lembre-se de que para cada cargo existem especificações diferentes e às vezes vários candidatos são ideais, mas só há uma vaga. Não fique desanimado se você não for selecionado nas primeiras vezes. Aproveite para fazer uma autoanálise, perceba em quais competências você precisa investir mais, nunca pare de estudar e a próxima vaga pode ser sua!
quarta-feira
Seleção em grupo: entenda essa dinâmica
Lembre-se de que para cada cargo existem especificações diferentes e às vezes vários candidatos são ideais, mas só há uma vaga. Não fique desanimado se você não for selecionado nas primeiras vezes. Aproveite para fazer uma autoanálise, perceba em quais competências você precisa investir mais, nunca pare de estudar e a próxima vaga pode ser sua!
quinta-feira
Como anda a sua empregabilidade?
A professora Denize Rachel Veiga, cita o conceito na terceira edição do livro Guia de Secretariado, Ed. Érica, página 37:
" Compreendemos por empregabilidade a condição daquele profissional que está apto a entrar e manter-se no mercado de trabalho, e que possui flexibilidade para se adaptar às constantes mudanças. O profissional empregável possui conhecimentos, competências, habilidades e atitudes que o tornam importante no mercado de trabalho. A relevância não está associada somente à empresa em que ele trabalha, mas ao mercado de uma maneira geral. O profissional que tem empregabilidade decide o rumo de sua carreira profissional, enquanto o que tem baixa empregabilidade está sujeito às circunstâncias."
Quem tem alta empregabilidade sabe dos seus pontos fortes e fracos e determina o rumo da própria carreira. É a pessoa que está sempre se preocupando em aperfeiçoar competências, aumentar os conhecimentos e ampliar e manter ativa a rede de relacionamentos.
quarta-feira
Profissão: recém-formado desempregado
segunda-feira
Dicas para entrevista de estágio

Entrevista de emprego ou de estágio é um momento especial. Mesmo para os candidatos mais preparados, é comum e compreensível ficar nervoso. Apresentamos algumas dicas que podem contribuir para o seu desempenho durante uma entrevista:
- Anote corretamente e confirme todas as informações da entrevistas: dia, horário, local, departamento e nome da(s) pessoa(s) que deverá contatar.
- Procure saber mais sobre a empresa: qual sua atividade, quais são seus concorrentes, como anda seu segmento de mercado e qualquer outra informação que possa julgar útil para usar na entrevista.
- No dia anterior ao da entrevista, procure repousar cedo, de forma que acorde bem disposto e com o corpo no melhor de sua forma. Não esqueça de se alimentar bem.
- Procure se inteirar a respeito da roupa adequada ao cargo/função ao qual está se candidatando.
- Verifique ainda se a empresa é formal ou descontraída e escolha a roupa de acordo com o bom senso. Às vezes, candidatos que se vestem bem demais acabam se comprometendo tanto quanto os que não tiveram cuidado algum. Procure adotar um padrão discreto.
- Saia de casa com uma antecipação segura em relação ao horário marcado, de forma que você possa estar no local com 15 a 30 minutos de antecedência. Esse tempo serve para você captar e/ou repassar mentalmente informações que poderão ser úteis no momento da entrevista.
- Procure ser educado, cortês e gentil com as pessoas desde sua chegada.
- Se portar um celular, mesmo ainda na recepção, procure mantê-lo desligado até sua saída do ambiente.
- Pecados capitais: ficar mascando chicletes, usando óculos escuros em ambientes fechados ou pior ainda, coçando distraidamente partes íntimas (cuidado!).
- Relaxe e respire lentamente, não permitindo que seu semblante transpareça traços de ansiedade e/ou preocupação. Ao ser anunciado e encaminhado para a sala da entrevista, apenas estenda a mão ao seu interlocutor se esse estender primeiro e, antes de sentar na cadeira reservada a você, peça licença e acomode-se confortavelmente, de forma que não precise ficar se mexendo muito. Poste-se na cadeira de forma ereta, isso traduz segurança e concentração.
- Não responda as perguntas de forma monossilábica, apenas com "sim e não". Aproveite as oportunidades para colocar suas opiniões, sem se estender demais, sendo claro e objetivo.
- Olhe nos olhos do seu interlocutor, sem necessariamente encará-lo e não fique olhando demais os objetos e papéis na mesa.
- Caso os momentos de silêncio sejam prolongados, não insista em querer quebrar o silêncio.
- Para se apoiar e ter o que olhar procure portar um objeto nas mãos como um livro ou uma agenda.
- Caso esteja nervoso, tente não se preocupar e seja sincero, afirmando: "Desculpe, pois estou um pouco nervoso...". Isso demonstra tranqüilidade e quase sempre restabelece um clima ameno no ambiente.
- Seja honesto nas respostas. Mentiras têm perna curta e dentro da própria entrevista, você pode ser pego em contradição. Lembre-se de que exagerar é o mesmo que mentir.
- Por mais que já tenha entregado seu currículo antecipadamente, procure ter um a mão. Pode ser útil.
- Certas características são sempre bem vistas e procuradas durante uma entrevista e podem fazer a diferença, algumas delas: capacidade de enfrentar desafios e lidar com adversidades, ter espírito de equipe e comportamento pró-ativo.
- Para finalizar demonstre otimismo e entusiasmo e acima de tudo porque você se considera o candidato adequado ao cargo/função para aquela empresa.
Ao final, ao sair da sala agradeça a entrevista e a oportunidade.
Este conjunto de informações não garante que a vaga seja sua, mas ajuda muito na transmissão de uma boa imagem ao seu interlocutor, podendo colocar você entre os candidatos a serem avaliados positivamente.
Boa sorte!
::ESPECIAL ESTÁGIO:: Consegui o diploma. E agora?
========================5ª. Recomendação
Consegui o diploma. E agora?
Identifique suas chances de ser efetivado ao término do estágio
Uma dúvida paira na cabeça de muitos estagiários que estão prestes a se formar: será que vou ser efetivado ou estarei desempregado daqui há um tempo? Não se desespere. Existem meios de saber se você tem alguma chance ou será de colocar seu diploma embaixo do braço e ir trabalhar por outro emprego.
O consultor da LCZ Desenvolvimento de Pessoas e Organizações, Paulo Celso de Toledo Júnior, acredita que as empresas devem ser claras quanto a seus planos para os estagiários e estabelecer indicadores de desempenho para definir a possível efetivação. “As organizações devem informar claramente ao estagiário o que ele precisa fazer para ter uma oportunidade. Desta forma, o estagiário vai saber que a acomodação pode lhe custar a dispensa ao final do prazo”, avalia.
Mas e quando a empresa não põe as cartas na mesa? O diretor da consultoria de estágios Agieer, Eduardo Collinett, explica que o estudante deve ter esta percepção das possíveis chances que terá dentro da empresa desde o momento da entrevista para a vaga. Ou seja, no dia a dia, o estudante deve interpretar o grau de importância de suas atividades, o poder de decisão delegado a ele e o nível de relacionamento com as pessoas da empresa.
Mas caso não haja uma política de acompanhamento, ele deve pedir a seu superior um feedback. “É importante utilizar momentos em que é indagado pelo superior ou RH sobre qual seu grau de satisfação com o estágio para comentar sobre seu futuro na corporação. Além disso, o estagiário para comentar sobre seu futuro na corporação. Além disso, o estagiário deve deixar claro suas dificuldades e o que pode ser melhorado em cada atividade atribuída”, defende. Se depois de todas essas tentativas você não obtiver retorno, as chances de permanecer na empresa são mínimas. Porém, isso não quer dizer que sua carreira está arruinada e tão pouco que você acaba de ganhar um atestado de incompetente.
Além disso, não é errado começar a procurar um novo emprego um pouco antes de acabar o contrato, mais ou menos uns 30 dias do final do prazo, mais isso deve ser feito com o conhecimento do gestor, orienta Toledo Júnior.
Serei efetivado?
*Observe se há vagas a serem preenchidas. Raramente uma empresa cria uma vaga apenas para efetivar um estagiário
*Perceba se há interesse de alguma pessoa, chefe ou orientador em ensinar coisas úteis em um cargo efetivo
*Analise se o seu trabalho é apenas observar, fazer trabalhos burocráticos ou lhe são atribuídas tarefas que contribuem de fato para a área onde está estagiando
*Procure saber o que empresa tem feito com outros estagiários ao final do período
*Observe se o período já foi renovado pelo menos uma vez e se já é tratado como parte da equipe
sexta-feira
Em dúvida sobre mudar ou não de carreira? Vejas as dicas de nossa expert no assunto

Por Redação Marie Claire - Rosana D'Orio
Sou formada em Administração de Empresas, mas estou fora do mercado de trabalho há 11 anos. Como essa área exige muito e paga pouco, penso em começar outra graduação este ano, a de Psicologia, pois acredito que este é um campo em que a idade não pesa tanto. Você acha que estou certa? – Lara Alvez, São Paulo (SP)
Uma nova graduação irá ampliar sua visão de mundo, o que é excelente. Entretanto, requer investimento em tempo e dinheiro. Além disso, a profissão de psicóloga também exige em termos de competitividade e conquista de espaço. E a competitividade não é necessariamente ruim, ela implica em desafios, estímulos e questionamentos que podem ser muito saudáveis.
Evite render-se ou fugir da competição por mera sobrevivência. Procure fazer escolhas que inspirem sua transformação pessoal e que superem a competência do ‘fazer’. Proponha-se o seguinte exercício: reveja sua área administrativa a partir de dois cenários, o restrito e o inexplorado.
O cenário restrito representa os aspectos existentes e conhecidos que você citou. Já o inexplorado tem a ver aspectos ainda não avaliados – as oportunidades. Sua pergunta mostra que você vem focando apenas os cenários de restrições. Independentemente de sua decisão sobre uma nova graduação, concentre-se no panorama geral, e busque sempre por ter mais trabalho e dinheiro, e não emprego e salário.
Mesmo formada em Jornalismo há dois anos e meio, ainda não encontrei trabalho na área. Atualmente atuo em uma editora como secretária de redação, mas não vejo perspectiva de crescimento nessa empresa. Acredito que isso acontece por eu ter iniciado a carreira aos 36 anos. Como posso mudar isso? Quero crescer profissionalmente e atuar na área que escolhi. Por onde começo? - Amália Souza, Rio de Janeiro (RJ)
Este paradigma sobre idade e carreira deve ser derrubado. O que você precisa é ter abertura e motivação para lançar-se ao novo e ter consciência de que está iniciando uma nova carreira como aprendiz. É muito importante começar a se lançar (na sua empresa e fora dela) para construir sua bagagem profissional até que suas competências, aliadas a sua maturidade, te ajudem a destacar-se e dar um salto na carreira.
Para isso, cultive seus canais de informações e contatos. Fale com seus amigos, professores, profissionais da área e frequente palestras, cursos e congressos. De maneira geral, a experiência profissional dentro da área é vista com bons olhos, mas não é determinante no ingresso no mercado de trabalho. A busca se direciona por profissionais que tenham um diferencial a oferecer na hora de trabalhar. Por esse motivo, escrever bem, ter conhecimentos gerais amplos e dominar mais de um idioma favorece sua trajetória.
Lembre-se: diante de mudanças, como no seu caso, o fundamental é ser flexível, aceitar o novo momento, adaptar-se às exigências que se façam necessárias, manter a disposição de se rever, perceber novas óticas e não temer o novo.
Fonte: Marie Claire
Link: http://revistamarieclaire.globo.com/Revista/Common/1,,EMI220183-17613,00.html
quinta-feira
E agora, José: mudar pelo dinheiro ou ficar pela carreira?

Por Nelson Moschetti, www.administradores.com.br
Agir pensando apenas no salário é uma visão de curto prazo. A decisão deve estar centrada em uma abordagem estratégica, levantando a pergunta "aonde eu quero chegar"?
A festa de formatura acabou, as luzes se apagaram. Colegas, professores, amigos, familiares, todos foram embora. Sobrou a noite fria da solidão do seu quarto, um canudo universitário na sua mão e pensamentos que lembram Drummond, na sua sábia pergunta "E agora, José? E agora, você?"
A vida de estudante, com alegrias e sacrifícios, ficou para trás. O futuro profissional lhe pertence tanto para as necessidades de sobrevivência quanto para a realização pessoal. José se lembra das conversas que teve com os seus professores e colegas de classe. Em resumo, eles diziam: tudo começa com um bom estágio.
A maioria das empresas sólidas que se preocupam com o desenvolvimento profissional contrata vários estagiários e seleciona os melhores para trainees. Outras, também sólidas, são mais rigorosas no processo seletivo e recrutam estagiários para serem depois efetivados como trainees. Neste caso, a regra é manter o estagiário. Essas companhias entendem que seria uma grande perda não continuar com ele depois de formado, em função do grande investimento efetuado no treinamento em sala de aula e treinamento no trabalho.
A pergunta "E agora, José?" tem pelo menos um princípio de resposta. Seu estágio terminou, você teve ótimas oportunidades de aprendizagem e, verdade seja dita, soube aproveitá-las. E mais, foi convidado para ser efetivado e participar do programa de trainee da Empresa "Alfa". O salário é apenas razoável. Surge o dilema: aceitar ou procurar uma oportunidade salarial melhor no mercado de trabalho?
Novamente José resgatou conversas e experiências de colegas da faculdade. Pensou no Antonio, veterano do mesmo curso e formado há dois anos. Naquela mesma época ele estava muito feliz, pois, além da formatura, tinha conseguido um emprego com um ótimo salário. Meses atrás, no entanto, José o encontrou triste e cabisbaixo. Mesmo com ótimo salário, Antonio, desmotivado confidenciou ao amigo: "Salário não é tudo, pois a empresa não investia em treinamento e desenvolvimento profissional. Pior, não havia perspectiva de crescimento".
Antonio se sentia estagnado. Era como se batesse a cabeça no teto, não havia para onde ir, sobrava a rotina do dia a dia, sempre realizando as mesmas atividades. Não havia na empresa uma política de movimentação horizontal (rodízio de cargos no mesmo nível hierárquico) e eram raríssimas as movimentações verticais (promoções).
O sofrimento do amigo acendeu um alerta. Tomar uma decisão, apenas focando o salário, representa uma visão de curto prazo. A decisão deve estar centrada em uma abordagem estratégica, levantando a pergunta "onde eu quero chegar profissionalmente daqui a cinco anos?". A partir destas reflexões, José resolveu conversar com o gestor dos estagiários e pedir esclarecimentos necessários para uma tomada de decisão eficaz.
O gestor explicou que, além do salário razoável, a empresa oferecia um plano de carreira, sintetizado nas seguintes etapas de ascensão: estagiário, trainee, assistente, sênior, coordenador, gerente. Explicou que, conforme o planejamento de carreira do colaborador, estabelecido consensualmente com a hierarquia da empresa, poderia haver movimentações horizontais. Apresentou também o tempo médio estimado que os colaboradores ficavam em cada um dos cargos, sempre levando em consideração o desempenho profissional esperado.
Disse mais: que o colaborador poderia chegar à alta hierarquia da empresa no cargo de diretor ou até mesmo de sócio, sempre em função do desempenho e resultados alcançados. José aceitou o convite, pois o conjunto da obra apresentava um bom equilíbrio entre carreira e salário, evidenciando que o momento era de investimento na carreira profissional.
Nelson Moschetti - é consultor de Recursos Humanos da Crowe Horwath RCS.
Fonte: Administradores.com
Para 93% dos profissionais, inglês comercial é essencial para obter uma promoção

Infomoney
Segundo o levantamento, nos últimos três anos, a necessidade do uso do inglês regularmente no trabalho aumentou cerca de 7% em todos os mercados do mundo
Pesquisa realizada pela GlobalEnglish Corporation com 26 mil funcionários de empresas multinacionais revelou que 93% dos profissionais disseram que o inglês comercial é necessário ou importante para obter uma promoção.
Percentual semelhante, de 92%, foi observado na resposta daqueles que entendem que o "idioma corporativo" é tão necessário ou importante para o trabalho.
Segundo o levantamento, nos últimos três anos, a necessidade do uso do inglês regularmente no trabalho aumentou cerca de 7% em todos os mercados do mundo.
Em contrapartida, ainda conforme dados apurados pelo estudo, somente 7% dos profissionais entrevistados afirmaram ter um nível de proficiência suficiente na língua.
China, Brasil e México representaram a maior parte dos entrevistados. Embora sejam mercados emergentes, onde a demanda de funcionários qualificados está aumentando, muitos profissionais continuam não tendo a habilidade de inglês para o trabalho nas corporações multinacionais.
Expansão
De acordo com o vice-presidente executivo da GlobalEnglish Corporation, Tom Kahl, 55% dos funcionários das empresas multinacionais indicaram ser necessário usar o inglês diariamente na comunicação interna e externa na companhia."Considerando que a maioria das conversas em inglês atualmente é realizada entre duas pessoas cujo idioma nativo não seja o inglês, as empresas internacionais que não estejam aumentando a proficiência do inglês comercial diminuem o nível de performance da organização", afirma o executivo.
A importância da língua inglesa comercial também fica evidente em outra pesquisa, da Towers Watson, chamada Retorno de Investimento de Comunicação.
O resultado é claro: as empresas que possuem comunicadores altamente eficazes têm um retorno total 47% mais alto para os acionistas durante um período de mais de 5 anos.
Fonte: Administradores.com
terça-feira
As novas profissões
Por Felipe Morais
O crescimento da web está sendo benéfico para muitas pessoas. Nem só para as empresas que investem nesse novo mercado, mas para a leva de profissionais que está vindo por ai. E não são poucos.
Não é de hoje que o curso de publicidade e propaganda é um dos mais buscados na USP, o que serve de parâmetro para nós do mercado. Tem muita gente querendo vir para o mercado de publicidade, mas será que damos conta dessa nova leva? Espero que sim. Claro que há a ordem natural das coisas, como pessoas que se aposentam ou largam tudo para viver no interior (velho sonho de publicitário), mas o número de pessoas que sai do mercado é muito menor dos formandos de cada ano, ou seja, dos que entram.
Estamos vendo cada vez mais o movimento de pessoas saindo de agências e montando suas próprias agências. Esse movimento não é novo, acontece desde que surgiu a 1ª agência de propaganda no mundo, mas hoje tenho visto ocorrer mais do que nunca, e de empresas especializadas o que é bom para o mercado. Isso abre espaço para esses novos “entrantes” no mercado, mas assim como disse no parágrafo acima, mesmo assim, não há espaço para toda essa mão de obra. Mas como resolver isso? Internet é a resposta!
Quando eu comecei na propaganda, em 2001, como 99% das pessoas que entram no curso (até hoje) eu queria ser um criativo. Como sempre escrevi bem, eu queria ser redator. Tentei ser Diretor de arte, mas sem o menor talento. Redação eu me dava muito melhor. Passei por várias áreas até me apaixonar por planejamento e cá estou até hoje. Fui mídia, tráfego, atendimento, produção e até atuei como produtor de TV. Esse era o leque que eu conhecia. Um dia me apresentaram a uma pessoa em uma agência e ela disse ser “arquiteta de informação”.
Para mim, arquiteto era aquela pessoa que planejava casas e era uma profissão que um dia eu quis ter. Mas não, a web trouxe uma gama de novas especialidades para a construção de projetos digitais, que vão além do site e com isso abriu um leque de opções enorme para novos especialistas. Leque esse que as faculdades ainda não enxergaram e por isso há poucos profissionais qualificados. Os que estão se saindo melhor, são aqueles que estão em cursos de pós graduação em marketing digital, como o da FIT onde dou aula.
Mesmo atuando há 9 anos no mercado de web, ainda hoje eu me surpreendo com essas novas profissões. Não quero de maneira nenhuma falar mal aqui de nenhuma delas, muito pelo o contrário, pois tenho visto como esse pessoal tem feito a diferença em projetos digitais. Quanto mais especialistas, melhor!
Além do arquiteto de informação, tenho visto nas agências o “flashmaker”, “interface”, “motion designer”, “especialista em .Net”,”redator de links patrocinados”, “especialista em SEO”, “especialista em SEM”, “programadores front e back end”, “gerente de projetos”, “analista de projetos”, “gerentes, analistas, coordenadores de e-commerce”, “implementador de Java”, “analista de mídias sociais”, “gerente de comunidade virtual”; isso sem contar com as adaptações do offline para o online, como no meu caso, planner digital, mas também já fui mídia online. Há o diretor de arte online, webwriting – que é o redator para internet, diretor de operações para o digital, atendimento, produção, tráfego. Até redator para Redes Sociais tem ganho importância por ser um cargo específico e com poucos profissionais capazes de fazer o Twitter vender mais Coca-Cola!
Em resumo, se você está no período de pensar em qual faculdade fará ou se já optou e está fazendo publicidade e propaganda, vai aqui uma dica: foque no digital, afinal, como você viu acima, a quantidade de novas profissões é enorme e você vai acabar vendo que o tempo que você passa na frente do computador não será inútil e sim, a sua profissão e que você pode ser um sucesso. Só depende de você se encaixar em uma dessas novas profissões e se dedicar muito.
E ai, vai encarar qual?
Felipe Morais é publicitário, autor, professor, palestrante e blogueiro. Autor do livro: Planejamento Estratégico Digital (Ed Brasport), Autor do Blog do Planejamento. Mediador da 1ª Rede para Planners no Brasil (pedigital.ning.com.)
Fonte: WebContexto
Link: http://www.webcontexto.com.br/marketing/as-novas-profissoes/
segunda-feira
O novo jeito de planejar a carreira - Parte 2
A ideia do planejamento de carreira de longo prazo está superada. Em seu lugar, entrou uma visão de ciclos de carreira curtos, que acabam cedo, mas projetam o profi ssional para o próximo ciclo. “Não dá para pensar a carreira como uma só, mas é preciso criar condições de autonomia e crescimento para desenvolver o começo, a evolução e o pós-carreira”, diz José Augusto Minarelli, sócio da empresa de recolocação profi ssional Lens & Minarelli. Para funcionar nesse ambiente, o profi ssional deve avaliar constantemente suas possibilidades de atuação hoje e no futuro — e se preparar.
São necessários uma boa dose de autoconhecimento, acompanhamento constante do mercado e ter um olhar mais estratégico sobre sua carreira. É o que faz Gustavo, da McCann. Em oito anos de carreira, ele passou por sete empresas diferentes, todas no ramo publicitário. Passo a passo, foi procurando colecionar experiências variadas. Acabou percorrendo todos as áreas possíveis da profi ssão: trabalhou em anunciante (Tecnisa), em veículo (IG), em consultoria (Predicta) e, por fi m, chegou à agência. Com essas movimentações, Gustavo se fortaleceu profi ssionalmente e se tornou conhecido nesse mercado. “Ele é um profi ssional que investe na carreira, sabe aonde quer chegar e está construindo esse caminho”, diz Romeo Busarello, diretor de marketing da construtora Tecnica, de São Paulo, e ex-chefe de Gustavo.
João Carlos Pastore Chieregati, 27 anos, gerente de relacionamento do Google: ele deixou um setor tradicional para buscar um trabalho com mais autonomia
VOCÊ TRABALHA POR QUÊ?
No ano passado, o professor Antônio Del Maestro, da UFMG, refez uma pesquisa, inicialmente realizada em 2005, sobre a relação entre trabalho e vida pessoal com 1 500 executivos. Na primeira edição, o estudo mostrava que, mesmo com práticas de gestão muito modernas nas organizações, salários altos e acesso a tecnologias de ponta, os profi ssionais estavam cada vez mais insatisfeitos.
Em 2009, o levantamento foi refeito e os dados devem sair neste ano. Mas, de acordo com o professor, já foi possível notar que a preocupação em combinar trabalho e estilo de vida aumentou. “Os profi ssionais estão mais conscientes e preparados para colocar isso em prática”, diz Del Maestro. As próprias empresas começaram a perceber que, para reter os melhores profi ssionais, é necessário oferecer mais que bônus polpudos, uma agenda de treinamentos intensa ou garantia de crescimento rápido. A Natura é um exemplo disso. Para escolher a turma de 35 trainees que ingressaram na companhia no mês passado, a fabricante de cosméticos fez um processo de seleção sem divulgar seu nome. Até um estágio avançado do recrutamento, os candidatos só conheciam a missão e os valores da empresa.
O objetivo era selecionar pessoas que se identifi cassem com eles. Os fi ltros usuais — curso de graduação, nome da faculdade e domínio de idiomas — foram eliminados. O número de inscritos caiu de 40 000 para 12 000. “Queremos que a empresa contribua para a mudança do planeta e, para isso, precisamos de gestores que também tenham esta inquietação”, diz Marcelo Cardoso, vice-presidente de desenvolvimento e sustentabilidade da Natura. “Com este modelo novo de seleção, conseguimos identifi car isso com mais clareza nos candidatos.” Um dos selecionados foi o biólogo Bruno Luiz de Oliveira, de 23 anos.
Apesar da pouca experiência, Bruno já traz na bagagem essa nova maneira de pensar a carreira. Em primeiro lugar, ele escolheu a Natura pelos valores da companhia. Em segundo lugar, o trainee acredita que a Natura oferece a ele a possibilidade de realizar um desafi o pessoal: ajudar a empresa a estreitar o relacionamento com as universidades. “Quero contribuir com o negócio e, de alguma forma, melhorar a vida das pessoas”, diz. A história de Bruno revela ainda uma outra mudança no mercado de trabalho. As empresas passaram a valorizar profi ssionais que antes só tinham espaço no meio acadêmico, como biólogos, físicos e antropólogos.
PENSE POR PROJETO
Desde que o engenheiro Marcelo Vieira de Figueiredo, de 27 anos, começou a trabalhar, em 2007, abrir o próprio negócio sempre foi um objetivo. “Sabia que precisava ganhar experiência e desenvolver algumas habilidades antes disso”, diz. Começou a estagiar na área de trade marketing da Procter & Gamble e menos de um ano depois surgiu a oportunidade de ser contratado e trabalhar com vendas. “Apesar de adorar a empresa, estava desgastado com a rotina de muita viagem e, pelo porte da Procter, não conseguia sentir o efeito do meu trabalho no dia a dia”, lembra. Marcelo começou a buscar nova oportunidade em uma empresa pequena, onde, além das perspectivas de aceleração de carreira, pudesse ver os efeitos de seu trabalho mais imediatamente.
Marcelo Vieira de Figueiredo, 27 anos, consultor da Axia: realização no trabalho por projetos. “Posso tratar de temas diversos, com equipes diferentes e em lugares distintos”
Foi trabalhar na consultoria Axia em junho de 2008 como trainee, virou consultor e já foi promovido uma vez. “Estou realizado porque trabalho por projetos e em cada um deles eu tenho a oportunidade de conhecer um tema novo, com pessoas diferentes e em locais diversos”, diz. A opção de Marcelo por trabalhar por projetos tem sido a de muitos profi ssionais. Entre outras coisas, porque há maior oportunidade de aprendizado. “O processo de terceirização fez com que muitas funções até então desempenhadas dentro das empresas passassem a ser feitas por prestadoras de serviço”, diz Carlos Eduardo Ribeiro Dias, sóciodiretor da consultoria Asap. Com isso, intensifi ca-se a abertura de novas oportunidades profi ssionais. Foi exatamente o que aconteceu com Marcelo.
Quando a companhia enxuga o departamento, ele nasce como negócio terceirizado em outro lugar. O trabalho por projetos é uma realidade cada vez maior também dentro das organizações. “As carreiras hoje são feitas de projetos temporários, e não mais de períodos longos”, alerta José Augusto Minarelli. Por causa disso, fl exibilidade é uma competência cada vez mais importante, já que a necessidade de mudar de função — e até mesmo de lidar bem com a demissão — será mais constante.
Com os mercados conectados, não é uma utopia pensar que você pode deixar a empresa hoje, no fi nal da tarde, tendo um chefe americano e voltar pela manhã com a organização sendo comandada por um chinês. Ok, há um certo exagero na afi rmação, mas não muito, se considerarmos que no ano passado ocorreram mais de 1 000 transações de fusão e aquisição no Brasil, segundo levantamento da consultoria KPMG. Em 2008, foram 663. Quando um negócio desse tipo acontece, todo o organograma corporativo é redesenhado. Ou seja, fazer planos longos dentro da própria empresa é um erro atualmente — e também um exercício inútil —, pois você poderá estar fora da corporação antes do que imagina.
SEJA UM PROFISSIONAL MULTIMERCADO
A necessidade de inovação das empresas fomentou o hábito de trazer profi ssionais de outras áreas para implantar práticas diferentes como saída para se diferenciar no mercado. Com isso, ter sucesso não signifi ca mais seguir carreira em um setor. Na verdade, considerar o mercado em que você está como a única opção pode, até mesmo, restringir seu crescimento. “As empresas buscam profi ssionais que conheçam todas as nuanças do negócio e, portanto, experiências de carreira diferentes são muito bem-vindas”, diz o professor Del Maestro, da UFMG. Além disso, a internet tem gerado novas demandas e novas funções são criadas de tempos em tempos.
Ou seja, não dá para fechar os olhos a essas oportunidades. “Os atuais organogramas das empresas podem não existir amanhã e, portanto, não devem mais ser usados como referência”, diz Alessandra da Costa, diretora de RH da Natura. “Daí a importância de usar como parâmetro seus valores, competências e objetivos”, completa. Foi exatamente esse o raciocínio adotado pelo economista Flávio Giani Ramos, de 36 anos, consultor de gestão de riscos corporativos da Genesys. Desde que começou a pensar nos rumos profi ssionais, ele planejava trabalhar na área fi nanceira, mas em diversas empresas e setores. “Queria ter foco fi nanceiro, com visão ampla de gestão de negócios”, diz. Flávio foi auditor da Arthur Andersen, trabalhou na Motorola, no Grupo C&A, no Citigroup, no banco Fortis (cuja sede era na Holanda) e na Ernst & Young, onde fi cou até maio do ano passado quando saiu para atuar como consultor autônomo para a área fi nanceira. “Meu crescimento na carreira foi baseado em mudar de empresa e setor e assim desenvolver habilidades diferentes”, diz Flávio.
Salário não é tudo A tabela mostra a mudança de interesse dos jovens ao escolher uma empresa nos últimos cinco anos
LIBERDADE VALE MAIS QUE SALÁRIO
Depois de buscar conhecer melhor seus motivadores e mapear as oportunidades do mercado, o administrador paulista João Carlos Pastore Chieregati, de 27 anos, gerente de relacionamento do Google, deixou a carreira no setor de bens de consumo para ter mais autonomia. Ele passou por instituições como a Fundação Estudar, Johnson & Johnson e Procter & Gamble, onde trabalhava com produtos em Caracas, na Venezuela. “Sentia que não tinha muita liberdade para criar ou desenvolver meu trabalho, as coisas vinham meio prontas”, diz.
Depois de dez meses, pediu demissão e voltou ao Brasil. Mesmo assim, continuava insistindo em empresas na mesma linha das anteriores, até fazer um trabalho de autoconhecimento que o fez perceber que precisava de um lugar onde tivesse mais liberdade. Além disso, João Carlos também aprendeu a valorizar movimentos laterais. Ou seja, em vez de criar planos A, B e C, em ordem, passou a olhar toda as oportunidades de forma igual, no mesmo plano.
“Isso me deu mais clareza sobre minhas possibilidades de atuação e fez com que me frustrasse menos, caso uma delas não saísse como planejei”, lembra. Desde 2007, passou a integrar o time do Google, um setor que não via como alternativa até então. “Hoje me sinto realizado por trabalhar com um produto totalmente diferente e, portanto, desafi ador, além de ter uma autonomia maior”, diz João Carlos.
A procura por um local ou estilo de trabalho que proporcione mais independência tem sido um dos fatores de atração principalmente para os mais jovens. A relação com a empresa e com a própria profi ssão é marcada por uma autonomia maior do que no passado, o que proporciona uma abertura maior para as movimentações de carreira. “Por isso as companhias menores têm sido uma opção mais frequente do que no passado, já que são mais enxutas e os profi ssionais se sentem mais consultados”, diz Carlos Eduardo, da empresa de seleção Asap.
MAS NEM TUDO MUDOU
Todas essas transformações já estão ocorrendo, mas não signifi ca que você deve se desesperar e achar que é o fi m dos empregos. Além de essas mudanças variarem de setor para setor, ainda há espaço para quem opta por seguir carreira corporativa em áreas específi cas. O que muda é a forma de encarar o sentido do trabalho para sua vida e de buscar novas oportunidades. Há mercados em que o modelo convencional de fazer carreira ainda prevalece, como no caso do de petróleo e gás, no qual quanto mais tempo de casa e mais especializado for o profi ssional (especialmente em cargos técnicos) melhor para o negócio — e para o crescimento na carreira.
Há outros em que essa nova atitude já é mais clara, como na internet, em que mudanças constantes fazem parte do negócio. “Certamente ainda haverá muitos empregos para quem trabalha com informação e conhecimento”, diz o professor Thomas Malone, do MIT. “Eu acredito que muitos desses profi ssionais terão mais liberdade e fl exibilidade do que os executivos tradicionais”, completa.
Bruno Luiz de Oliveira, 23 anos, trainee da Natura: trocou o trabalho na universidade pela empresa: “Quero ajudar a melhorar a vida do planeta e das pessoas”
O QUE VALE A PENA PLANEJAR?
Mas, afi nal, planejar a carreira ainda faz sentido? Planejar não signifi ca necessariamente colocar o seu passo a passo em uma planilha e mantê- lo rígido. Isso pode ser, até mesmo, uma armadilha. “Não há mais espaço para o planejamento passo a passo na hierarquia das companhias modernas”, diz Pedro Almeida, diretor de recursos humanos da ALL Logística, que tem sede em Curitiba, no Paraná.
Nesse cenário, no lugar de olhar o cargo, é melhor pensar nas experiências que você quer ter para se desenvolver. Se almeja alcançar um cargo específi co, ele pode nem existir mais antes mesmo de você chegar lá. Por outro lado, não dá para deixar as coisas acontecerem sem que você tenha o mínimo controle sobre elas. “Todo mundo precisa ter objetivos claros, que servirão como referência para as decisões relacionadas à carreira”, diz Marcos Vono, diretor de RH e carreiras do Grupo Ibmec, de São Paulo. “Não acredito em quem diz que chegou lá sem o mínimo de planejamento”, diz Marcos.
O ideal é identifi car esses objetivos e listar suas experiências e competências. Feito isso, fi ca mais fácil traçar uma estratégia de médio prazo (cerca de cinco anos) e avaliar se as oportunidades de carreira que vão surgindo levarão você a seus objetivos. “Um erro comum é a pessoa se autorrestringir na hora de tomar uma decisão de carreira, justamente por não ter essas informações claras na cabeça”, diz Joel Dutra, da FIA. Tome cuidado apenas quando o assunto for suas competências.
“Carreira hoje é movimento e, por isso, é preciso aprimorar e desenvolver habilidades o tempo todo”, diz o consultor José Augusto Minarelli. Outra armadilha, segundo o professor Joel Dutra, é a forma de mapear possibilidades. “As pessoas enxergam apenas metade das oportunidades que têm, porque pensam suas carreiras olhando para o retrovisor, e não para a frente”, argumenta. Em outras palavras, em vez de pensar em como você pode encaixar seu trabalho nas oportunidades que existem no mercado, pense em como o mercado pode se encaixar naquilo que você sabe e gosta de fazer — e, se não houver uma forma, talvez seja hora de empreender, dentro ou fora da empresa.
Etapas do planejamento de carreira O passo a passo da construção de um projeto profissional
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“É uma mudança de mentalidade, porque somos acostumados a olhar as oportunidades e esquecemos que podem existir muitas outras que ainda nem foram criadas”, diz. Por isso, é recomendável, pelo menos uma vez por ano, avaliar a sua empregabilidade. Cheque as suas competências e verifi que se os rumos que a carreira está tomando lhe agradam. O mais indicado é ter pessoas que possam ajudar você a fazer isso, porque sozinho é mais complicado. O mentor deve ser um profi ssional experiente, que trabalhe em outra companhia e que não tenha vínculos afetivos muito fortes, para tratar o assunto de forma imparcial. Repassar os objetivos e rever projetos com frequência o ajudará a levar a carreira para o rumo certo para aproveitar todas as oportunidades que o mercado oferece — inclusive aquelas que você pode criar.
Você já fez o seu planejamento de carreira?

Por Sebastião Luiz de Mello
Quem deseja crescer profissionalmente precisa se planejar. Empresas podem contribuir nesse processo, aliando seus interesses corporativos com as expectativas profissionais do funcionário.
Houve uma época que as pessoas entravam na empresa e, com o passar do tempo, iam alcançando postos mais elevados no emprego, sem muito esforço. Hoje, com as constantes mudanças no cenário econômico, as organizações passaram a exigir dos profissionais mais empenho, estudo e dedicação. Para manter-se competitivo no mercado de trabalho, a recomendação é: fazer planejamento de carreira.
Por meio desse plano, a pessoa terá, em mãos, um roteiro que ela deverá seguir para alcançar uma meta profissional. Não existe uma fórmula pronta, mas quem se planeja tem mais chances de sucesso.
Para começar, o profissional precisa saber onde está e qual o ponto quer chegar na carreira. A partir de então, basta elaborar uma estratégia para alcançar a meta desejada, levando em consideração o perfil pessoal e profissional, projeto de vida e uma análise do mercado. Somado a isso, é importante estar preparado para mudanças e analisar as muitas variáveis envolvidas no processo.
As empresas podem ajudar nesse processo, conciliando as expectativas do profissional com as suas necessidades organizacionais. A gestão de carreira deve ser compartilhada. Por isso, é cada vez maior o número de corporações que oferecem treinamento aos seus colaboradores. Mais do que um simples custo, a medida é considerada um grande investimento, ressaltando que investir no capital humano é considerado, ainda, uma forma de reter talentos.
Há no mercado diversas formas de aprimoramento técnico e comportamental. As oportunidades vão desde os tradicionais programas de especialização, aos mais novos cursos on-line. As empresas podem fazer parcerias com universidades, escolas ou com o próprio Sebrae e SENAC. O importante é o gestor entender que essa é uma prática que traz inovação e aumenta a competitividade da empresa.
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Fonte: Administradores.com
Link: http://administradores.com.br/informe-se/artigos/voce-ja-fez-o-seu-planejamento-de-carreira/53219/
terça-feira
No Brasil tem que ter QI ou LinkedIn – Parte 2
Por Alexandre Teixeira
Dando seqüência a série de posts sobre o LinkedIn, segue abaixo mais dicas sobre utilização da ferramenta, desta vez, com foco na integração com outros sites, como o Twitter.
Se você acredita que seus posts ou tweets agregam valor ao seu perfil profissional, cadastrá-los no LinkedIn é definitivamente uma ótima opção. Essa integração facilitará a interatividade com sua rede de contatos.
Isso é muito importante, dado que suas atividades atuais podem interessar a outras pessoas. Além disso, pode facilitar a disseminação de determinado conteúdo em menos tempo, sem necessidade de republicar tal conteúdo ou notícia.
Integração com Twitter
Nem preciso citar as vantagens do Twitter, certo? Aproveito, inclusive, para indicar a leitura de “Vou te ensinar a usar melhor o Twitter”, ótimo post do colega Ronaldo Vasconcellos sobre o bom uso dessa poderosa ferramenta.
Muitos colegas mantêm duas (ou mais) contas no Twitter com finalidades distintas (profissional, pessoal, outra). Para quem está começando, não deve ser tão fácil administrar múltiplos perfis, entretanto, é interessante avaliar esta possibilidade antes de vincular informações desnecessárias ao seu perfil profissional, certo?
Para adicionar uma conta do Twitter, basta acessar o caminho “Profile -> Edit -> Twitter”, e neste adicionar sua conta.
Assim como outros websites ou aplicações que se integram ao Twitter, o LinkedIn o faz por meio do protocolo de autenticação OAuth. Esta API possibilita o acesso de aplicações de terceiros ao conteúdo de sua conta no Twitter, mesmo sem utilização da senha, apenas com sua autorização, o que pode ser revogado posteriormente. Após o cadastro, há duas opções de integração:
1 – Publicar novo status (mensagem) no Twitter, via LinkedIn. Isto é feito após publicar uma mensagem no LinkedIn marcando a caixa (checkbox) de compartilhamento com o Twitter;
2 – Publicar novo status no LinkedIn, via Twitter. Essa ação é possível após habilitar a opção destacada abaixo no LinkedIn. Além disso, deve-se incluir a hashtag #in em seus tweets para que automaticamente o conteúdo seja publicado em ambas as ferramentas.
Integração com outros Websites e Blogs
Para adicionar um site, basta seguir o caminho “Profile -> Edit” e editar a área “Websites”. Alguns usuários também incluem o site da empresa em que trabalham ou mesmo da empresa ou organização a qual são vinculados (sociedade, filiação, etc). Neste local é aconselhável incluir um link para seus projetos pessoais, como blogs e outros acessíveis na rede.
O mais interessante é que, automaticamente, usuários de sua rede que habilitam a “aplicação” Blog Link (menu More -> Applications) passarão a visualizar os posts contidos nos sites cadastrados em seu perfil. Essa visualização pode ser customizada, de forma que um usuário pode escolher por não receber atualizações de determinados usuários.
Após o post anterior, recebi algumas sugestões (valeu!) das quais farei uso em posts futuros desta série. O LinkedIn oferece várias funcionalidades, não caberia aqui comentar todas, mas sugestões sempre serão bem vindas!
Fonte: WebContexto
No Brasil tem que ter QI ou LinkedIn – Parte 1
Reid Hoffman, criador do LinkedIn: 41 milhões de usuários em 200 paísesPor Alexandre Teixeira
O LinkedIn é uma ferramenta da qual muitos profissionais, independentemente da área de atuação, lançam mão com o objetivo de destacar suas carreiras profissionais, seguindo o formato de rede social.
Se ainda não possui uma conta, está na hora de fazê-lo, o serviço é gratuito. Para deixar claro a importância do site, estamos falando de uma ferramenta de relacionamento com público específico, cuja base de usuários recebe um novo membro a cada segundo.
A ideia aqui é compartilhar algumas dicas bem simples e objetivas no sentido de estreitar sua relação com outros usuários, incluindo Headhunters e outros profissionais da área de Recrutamento, bem como potenciais contatos para estabelecimento de negócios ou parcerias.
Desta forma, você poderá aumentar seu networking profissional ou empregabilidade, além de aproveitar ao máximo o que o site oferece, incluindo a integração com outros serviços (Twitter, Blogs, outros).
Apesar de não possuir uma conta Premium, minha experiência com as funcionalidades fornecidas gratuitamente pelo site se mostrou bastante proveitosa. Nesta série de posts, tentarei destacar as principais funcionalidades do serviço, junto com sugestões que podem fazem a diferença.
* Preenchimento do Perfil
Aqui vale o bom senso tendo em vista seus objetivos com a ferramenta. Se o que realmente deseja é networking profissional, não faz muito sentido preencher seu perfil com informações irrelevantes. Assim como outros famigerados formulários de cadastro, no LinkedIn também existem vários campos para preenchimento opcional.
Escrever duas páginas de projetos realizados por cada experiência profissional não faz muito sentido (deixe isso para entrevistas), muito menos detalhar todos os treinamentos que realizados na vida. Se você ousar colocar aquele curso de datilografia, é capaz de fazer a mocinha do RH pesquisar no Google sobre a origem desta “ciência”.
Como ajuda, o site disponibiliza um indicador gráfico de status de preenchimento de perfil, onde por meio de uma barra localizada na lateral direita é possível saber a porcentagem restante para fazê-lo. Assim, é uma boa prática preencher os formulários gradualmente, a medida que o usuário se familiariza com o serviço e suas funcionalidades. Passar o dia reescrevendo um currículo não é das melhores tarefas para se fazer, sem dúvidas.
O poder de síntese, sempre importante, faz a diferença. Alguém já me falou sobre “leitura em diagonal”, e é exatamente o que muitos recrutadores fazem: “batem o olho” no perfil antes de definir por analisá-lo em detalhes.
Não há como negar, o preenchimento em Inglês só traz benefícios, incluindo maior potencial sintético, se é que assim podemos colocar. Independentemente de quem procura a informação, seja um profissional de recursos humanos ou um bot, as palavras-chave serão, basicamente, em Inglês, sobretudo na área de tecnologia. Enfim, no mínimo, mais pessoas entenderão o que você faz e quais suas qualificações.
* Headline
Esta informação é a que aparece imediatamente abaixo do seu nome na visualização do perfil. É um dos principais objetos de busca utilizados pela API do site. A ideia aqui é destacar a atividade (área) na qual você é especialista.
Dessa forma, acredito que destacar sua especialidade ou cargo atual seja interessante. Para quem está começando, pode ser o ramo da atividade. Exemplo: “Information Security professional”. Percebo que, neste campo, alguns usuários incluem um sem-número de certificações, o que pode dificultar a visualização.
Um exemplo aceitável seria: “Senior Security Analyst, CISSP, GSEC”. Usar toda aquela sopa de letras, na minha opinião, causa má impressão. Porém, cabe a cada usuário decidir sobre o preenchimento (lembre-se do bom senso, já citado).
Utilizar o conteúdo do campo headline para preenchimento do próprio campo nome pode até chamar mais atenção, porém acredito que torne o perfil “poluído”, o que causa má impressão. Sob o ponto de vista funcional ou mesmo estético, informar nesses campos em que empresa está empregado também não faz muito sentido, dado que existe um campo com esta finalidade.
* Industry
Sei que pode parecer óbvio, mas aqui pode caber duas interpretações, baseado no que tenho visto em outros perfis. Preencher este campo com a área em que se trabalha (ex.: Infomation Security, Computer Security, etc) ou com a área na qual seu empregador atua? Acredito que o que se busca são pessoas ou perfis, desta forma, a primeira opção será mais proveitosa.
* Public Profile
O objetivo deste campo é gerar um link (URL) curto de forma que seja possível acessar seu perfil público facilmente. Este recurso é útil, inclusive, para incluí-lo em seu currículo ou cartão de visitas.
Caso já tenha preenchido o campo relativo a sua localização (país), este link aparecerá com o prefixo “br.linkedin.com/in/”. Este último, pode ser a abreviatura de seu nome, um apelido, etc. Sugiro tentar utilizar o mesmo do Twitter, caso já utilize este serviço e a identificação ainda esteja disponível.
Equipe do LinkedIn há alguns anos atrás. Hoje, mais de mil empregados, incluindo base no Brasil. Mais de 75 milhões de usuários ativos. (fonte: blog.linkedin.com).
No próximo post da série: Integração do LinkedIn com outros websites e Twitter.
Se você acredita que seus posts ou tweets agregam valor ao seu perfil profissional, cadastrá-los no LinkedIn é definitivamente uma ótima opção. Até a próxima!
Fonte: WebContexto
Link: http://www.webcontexto.com.br/midias-sociais/no-brasil-tem-que-ter-qi-ou-linkedin-%E2%80%93-parte-1/
quinta-feira
O que saber sobre carreira no exterior

Hoje muita gente recusa convites para trabalhar fora por acreditar ter melhores oportunidades de carreira no Brasil. Veja o que pesar na hora de trabalhar fora.
Até bem pouco tempo, considerar uma oferta de trabalho no exterior era um dilema de carreira para poucos executivos. Hoje, as oportunidades para trabalhar fora do país aumentaram e estão no horizonte de muitos profi ssionais. Os brasileiros, no entanto, fi caram mais exigentes ao avaliar um convite para assumir responsabilidades no exterior. Isso se deve à maior percepção dos candidatos a expatriado de que a experiência tem alto risco de insucesso ou falta perspectiva de futuro no retorno ao Brasil. Segundo um levantamento mundial da consultoria Mercer, que no Brasil tem escritório no Rio de Janeiro, quatro em cada dez funcionários expatriados retornam antes do fi m do contrato. Os motivos são os mais diversos, mas em boa parte dos casos o retorno se dá pela difi culdade de adaptação a outra cultura. Mas há também o aspecto profi ssional, que diz respeito às pretensões de carreira do funcionário.
O administrador de empresas André Rezende da Silva, 30 anos, recusou duas ofertas de expatriação enquanto trilhava a carreira em departamentos fi nanceiros de multinacionais farmacêuticas. A primeira proposta veio em 2005, quando André era coordenador de planejamento de um laboratório alemão e recebeu a oferta para trabalhar no México. “Eu pensava em viver fora, mas o convite representava um retrocesso”, diz ele. O administrador julgou que deixaria de decidir pontos estratégicos para ser um mero consolidador de dados fi nanceiros de fi liais. Além disso, diz André, o salário não era satisfatório e a empresa não garantia qual seria o próximo passo depois da estadia mexicana. “Quando neguei a expatriação, escutei do diretor que tinha acabado de estagnar minha carreira”, diz.
A solução foi mudar de emprego. Quatro meses depois, estava em uma concorrente suíça em um cargo semelhante ao que exercia. Após um ano e meio na função, foi promovido a gerente regional, assumindo um projeto que englobava fi liais do México, Colômbia e Venezuela. Mais uma vez André recebeu uma proposta para sair do Brasil. Desta vez, teria de se mudar para a Venezuela. Estudou cada detalhe da proposta e decidiu recusar de novo. “Não topei e passei a ser fritado”, diz André, que foi transferido para um departamento fora de sua área e passou a responder a um gerente, perdendo a autonomia que já havia conquistado. Vendo minguar suas atribuições, pediu demissão há quatro meses e procura recolocação.
MOVIMENTO COMPLICADO
Segundo especialistas, a expatriação é um dos maiores desafi os na carreira de um executivo. Há ocasiões, mais raras, em que a empresa praticamente obriga o convidado a pedir demissão no Brasil para fi rmar um contrato local, sem garantia de volta ao país. Por isso, o profi ssional precisa avaliar com cuidado as condições da mudança. O índice de expatriações que dá errado é alto: 40% das tentativas são malsucedidas, mostra o levantamento da Mercer. “A difi culdade do cônjuge e dos fi lhos em se ajustar à cultura do país hospedeiro aparece como o maior motivo para a insatisfação”, diz Alberto Mondelli, diretor-geral da Mercer no Brasil, ele próprio um venezuelano expatriado. O especialista recomenda um diá logo honesto e intenso com a família antes de decidir qualquer proposta. “O intuito é verifi - car se todos aceitam acompanhá-lo (ou se vale a pena ir sozinho), já que um dos parceiros possivelmente terá de adiar seus sonhos e a carreira em prol do outro.”
O estudo da Mercer conclui ainda que menos da metade (42%) das empresas garante um cargo para quando o empregado voltar ao país de origem. O mais complicado é pensar que, em muitas organizações, a experiência no exterior é um pré-requisito para continuar crescendo no organograma — ainda que, segundo o Hay Group, consultoria em gestão com escritório em São Paulo, apenas 8% dos expatriados são promovidos ao fi m da experiência no exterior. Por isso, é preciso negociar a volta antes de arrumar as malas. “Tem que fi car claro quais serão as funções no novo país, mas também qual papel o profi ssional desempenhará caso não exista uma posição adequada na volta”, diz Alberto, da Mercer.
Pensando em se desenvolver profi ssionalmente, Luiz Villela Borges, de 31 anos, decidiu trocar o posto de gerente de produto pleno na BDF Nivea do Brasil para assumir há um ano e meio a função de gerente internacional de produto na sede da companhia, na Alemanha. “Mesmo que eu tenha fi cado desanimado em alguns momentos, tenho muito claro que estou realizando algo para conquistar um futuro melhor para mim e para minha família”, diz Luiz. Para enfrentar a adaptação, ele concentrou toda a sua energia no trabalho por três meses. Suas principais difi culdades foram reconstruir relacionamentos do zero e se adaptar à cultura alemã. “Se por um lado somos fl exíveis, nos falta disciplina para pensar a longo prazo e planejar”, afi rma Luiz. “A chave para a boa adaptação do expatriado está em observar humildemente o comportamento das pessoas do novo país”, diz Mônica Longo, diretora de RH da Nivea.
Outra regra importante para se adaptar no exterior é se esforçar para que a experiência dê certo. Assim, se o projeto der errado, você terá segurança para dizer que a sua parte foi feita. É o princípio usado pela bioquímica Cynthia Diaferia, de 33 anos, que ocupa o cargo de diretora de marketing para América Latina da marca Champix (remédio para o tratamento de tabagismo) da Pfi zer, no México. “Esses dias estava com saudade do feijão brasileiro”, diz. “Aí pensei: vou ver o que esse burrito frito tem de bom. E não é que descobri que é gostoso?”.
Fonte: Revista Você S/A
Link: http://vocesa.abril.com.br/desenvolva-sua-carreira/materia/saber-carreira-exterior-497444.shtml
quarta-feira
6 sinais de que a entrevista de emprego vai mal

Amanda Luz, por Exame.com
Saiba quais os indícios de que o recrutador não está gostando das suas respostas na entrevista e aprenda como reverter a situação
São Paulo - Sentado em frente ao recrutador, o entrevistado é o centro das atenções enquanto tenta destacar suas habilidades e a trajetória da carreira em um espaço limitado de tempo. “Um bom recrutador deve reconhecer a situação fora do comum na hora de avaliar o candidato”, tranquiliza Veronica Rodrigues, especialista em coaching da VR Consulting. Mesmo assim, alguns sinais emitidos pelo headhunter podem indicar se a entrevista de emprego está indo por água abaixo:
1. O entrevistador não descruza os braços
“Cruzar os braços demonstra fechamento a novas ideias, pode ser um sinal de que a conversa não está indo bem”, explica Daniel Cunha, diretor da Michael Page. A consultora Tonya Reiman, no livro “A Arte da Persuasão” (Editora Lua de Papel) vai além: braços cruzados é um sinal para “saia do meu espaço”.
Isso não significa, no entanto, que tudo está perdido. Para a especialista em coaching da Projeto RH, Eliane Figueiredo, os sinais dão um quadro geral e devem ser observados de acordo com o contexto. “Se o recrutador cruza os braços, pode ser apenas que é uma posição confortável. O candidato pode ficar atento para perceber se isso é causado pelo rumo das respostas e ver a necessidade de mudar a postura”, diz.
2. O entrevistador interrompe muito durante a resposta
O candidato deve prestar atenção se não consegue terminar o que está falando porque o entrevistador o interrompe a todo momento. “Um volume muito grande de interrupções indica que entrevistado e recrutador não estão na mesma frequência. Isso ocorre quando o candidato é prolixo e se perde nas respostas”, afirma Cunha.
Para Veronica , o candidato tem que encontrar uma nova forma de se posicionar caso perceba que a sua postura na entrevista não está agradando. “É importante flexibilizar e estar sensível ao que o entrevistador pede. Se percebe que está falando demais, deve tentar ser mais objetivo nas próximas respostas, por exemplo”, diz a especialista.
3. O entrevistador insiste várias vezes na mesma pergunta
Ao contrário do tópico anterior, o problema pode se concentrar também nas situações em que o candidato fala pouco e não responde o que o recrutador queria. “Algumas vezes a entrevista é ‘saca-rolha’, ou seja, o entrevistador insiste para que o candidato fale mais e tenta retirar dele a informação desejada”, explica Eliane.
A especialista orienta que uma boa alternativa é perguntar ao recrutador quando perceber que a resposta não é como o desejado. Por exemplo: “Eu estou sendo muito conciso? Posso detalhar melhor, se preferir”.
4. O entrevistador tem pouca expressão ou não sorri
A entrevista de emprego exige interação entre as duas partes que estão sentadas frente a frente. Para Cunha, o entrevistador não comentar o que o candidato diz ou não interagir com algo perguntado pode significar que a conversa não está agradando. “Se o candidato sorri e não recebe resposta semelhante, ele deve perceber que a abordagem não está correta”, explica.
“Não há uma fórmula precisa, mas ouvir atentamente e buscar formas de interagir com o entrevistador para ir na direção correta é sempre a melhor alternativa”, afirma Veronica.
5. O entrevistador bate os pés ou se mexe muito
De um lado, está o entrevistado tentando conter a ansiedade e demonstrar suas competências da melhor forma possível. De outro, está um entrevistador agitado mais do que o normal. Como aponta Veronica, o recrutador sabe que a pessoa à sua frente está fora do seu ambiente de conforto. No entanto, ele pode emitir, sem desejar, sinais de que está ansioso ou impaciente.
O gesto de tamborilar os dedos quer dizer que a pessoa está no controle e os tornozelos cruzados aponta que a pessoa não concorda com você, segundo o livro “A Arte da Persuasão”. Ficar atento para evitar respostas prolixas ou falar algo indesejado (como criticar a empresa onde travalhava ou dar informações confidenciais do antigo trabalho) é a melhor aposta.
6. O entrevistador usa “aham” e“hum” em demasia
Assim como o candidato deve evitar as respostas monossilábicas porque dá a impressão de que ele não tem o que falar, o uso de expressões como “aham”, “é” e “hum” pelo recrutador significa que ele não está interagindo com o entrevistado.
Veronica sugere que o candidato sempre tenha em mente que deve ouvir o entrevistador para responder corretamente e mostrar suas competências profissionais da melhor forma. “O candidato deve saber ouvir, para saber quando, o quê e como falar e assim atingir o melhor resultado", diz.
Fonte: Exame.com
Link: http://exame.abril.com.br/carreira/noticias/6-sinais-de-que-a-entrevista-de-emprego-vai-mal









