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quinta-feira

Como fazer o seu currículo em vídeo


          
          O avanço da tecnologia não passou despercebido pelos recrutadores. A mais nova ferramenta para seleção é o currículo em vídeo: chegou a hora de mostrar que você fica bem “na fita”.

         A videoconferência não é novidade; várias empresas evitam deslocamento de funcionários fazendo reuniões produtivas, cada um na sua sala, conectados em tempo real com parceiros, clientes e fornecedores ao redor do mundo. No mercado de trabalho, cada vez mais competitivo, não é diferente. A tendência da área de recursos humanos é que o vídeo de apresentação do candidato se torne tão comum quando o currículo de papel.

         Neste primeiro contato é possível ver a aparência da pessoa, facilidade de se expressar, firmeza nas afirmações e muitos pontos subjetivos, como a maneira de olhar para a câmera, carisma e a expressão corporal.

COMO FAZER UM BOM VÍDEO DE APRESENTAÇÃO

         O primeiro passo é elaborar um roteiro. O vídeo pode até ser filmado no celular, desde que contenha as informações iniciais e outros dados do currículo, bem como experiências e expectativas.

         A especialista em RH e professora Teresinha Covas Lisboa, dá algumas dicas:

Aparência – As regras são praticamente as mesmas de uma entrevista presencial: evitar decotes e transparências, usar maquiagem discreta e vestuário adequado ao cargo pretendido. Não vale terno e gravata para se candidatar a vendedor de uma loja de artigos de surf, assim como não se deve usar bermuda e camiseta se o cargo pretendido é de gestor ou diretor de departamento. 

Linguagem corporal – O candidato deve ser filmado somente da cintura pra cima. A firmeza nas declarações e o olhar para a câmera também são observados, afinal “ela” é o entrevistador e você precisa demonstrar segurança.

Texto – Como se trata de uma apresentação, a primeira coisa é dizer o seu nome, idade e formação, bem como o cargo pretendido. Em seguida descrever as experiências, começando pela mais recente. Por fim as habilidades, competências, cursos extras, idiomas e participação em atividades correlatas, como voluntariado, palestras, seminários e congressos. Não se trata de ler o currículo, mas passar a sua personalidade, potencialidade e contar a sua história. Seja natural e ajude o empregador a entender o que você já fez e o que pretende no futuro.

Ambientação – A escolha do fundo é muito importante. Procure gravar em ambiente reservado e isolado, sem interferências, e sem sons externos, como cachorro latindo e buzinas da rua. Preste atenção à iluminação, que pode deixar a aparência abatida ou cansada.

O vídeo – O vídeo deve ser curto, de 2 a 5 minutos no máximo e deve instigar o recrutador a saber mais sobre você e chamá-lo para um encontro presencial. Tenha em mente que o vídeo-currículo é somente um trailer da sua história profissional, uma introdução. Seja sucinto, porém criativo, use o senso de humor e capriche na edição. Peça opinião de outras pessoas, como familiares e amigos antes de tornar o material público. Lembre-se de que adequação é tudo: o nível de criatividade e inovação vai depender do ramo de atuação e do grau de seriedade e formalidade da empresa.

Vejam alguns exemplos:

1)     http://www.youtube.com/watch?v=ObaAfxbK5MQ - Vídeo referente à primeira etapa do processo seletivo para trainee da Unilever – 2011: “Conte-nos um pouco sobre você.”
2)    http://www.youtube.com/watch?v=aSf7xSgIn5k – Vídeo-currículo para o setor de marketing, que exige mais criatividade.
3)    http://www.youtube.com/watch?v=k8vK7dmUdKA – Candidato a web designer.



        

terça-feira

Porque eu não consigo um emprego?


          Depois de muitos meses procurando uma oportunidade, é comum começar a fazer alguns questionamentos. Não é hora de desanimar e colocar a culpa no destino, mas de rever as estratégias.


  
          As oportunidades estão por aí, mas talvez seja preciso corrigir alguns possíveis erros:


 - cada oportunidade requer um perfil diferente – algumas vezes é necessário adequar o currículo aos requisitos específicos da vaga. Procure ressaltar cursos e experiência profissional relevantes. É desaconselhável também se apresentar para vagas que estejam muito acima ou abaixo do seu nível profissional.

presença digital – não dá mais para correr da Internet. A tecnologia está presente em praticamente todas as áreas profissionais e é preciso estar atualizado. As redes sociais também são consideradas fontes de informação sobre os candidatos. A grande maioria dos recrutadores e headhunters fazem pesquisas em redes digitais como o LinkedIn, Facebook, Twitter e outras. Fotos indiscretas, comentários preconceituosos e de baixo calão descartam o candidato quando estão em desacordo com a filosofia e cultura organizacional do empregador.

- apresentação incompatível – a afinidade entre o candidato e o contratante é sentida no primeiro contato. Para se apresentar de acordo com o status e a ideologia da empresa, é importante fazer uma pesquisa prévia. Procure conhecer os fatores que a organização valoriza na hora de contratar um colaborador. A atitude é muito importante neste momento e devem ser evitados os ares de superioridade, assim como agressividade, excesso de intimidade com o entrevistador e uso de gírias.

 - utilização incorreta da língua portuguesa – se há alguma dúvida no preenchimento do currículo é melhor contratar um revisor. Erros de português no currículo podem diminuir muito as chances de conseguir um emprego e são considerados inadmissíveis.

- idade acima de 40 anos – infelizmente o preconceito e discriminação ainda existem no mercado de trabalho. Algumas vezes a restrição de idade está explícita no anúncio da vaga. Esteja atento.

- excesso de instabilidade – ficar pulando de emprego em emprego não transmite uma boa imagem, mas permanecer no mesmo cargo durante décadas também não. As chances diminuem para quem ficou menos de dois anos nos últimos três empregos.

- expectativa salarial muito acima do oferecido – o contratante pode ficar inseguro, achando que você sairá do cargo quando aparecer uma oferta melhor. É preciso verificar se há outros benefícios agregados, como plano de saúde e aposentadoria, bolsas de estudos, oportunidades de carreira, e outros.



São muitos os motivos pelos quais um candidato perde uma vaga de emprego. Sempre que necessário faça uma avaliação com imparcialidade, e mude o que pode estar errado.


 Não desista e procure oportunidades compatíveis com o seu perfil!

Quando usar a norma culta da língua


            As regras ortográficas para o uso da norma culta do português recheiam os livros de gramática. Desde o ensino fundamental vivemos entre concordâncias, preposições e sintaxes. Mas existe uma grande diferença entre conhecer as técnicas normativas e saber aplicá-las.

            Os seres humanos se comunicam através de sinais verbais e não verbais. O pensamento concretiza o processo de linguagem, que se manifesta por signos, como sons, gestos, formas e cores. A fala é somente parte da imagem que projetamos.


Saber como falar de maneira mais ou menos formal é questão, portanto, de bom senso. É preciso o mínimo de coerência ao adaptar as palavras ao contexto da situação. Uma dica é prestar atenção na roupa que está usando. Se você está de terno e gravata, por exemplo, não combina apresentar-se na entrevista de emprego com um: “E aí cara, beleza?”, assim como ninguém pede um ósculo à namorada no sábado à noite, vendo corrida de submarino.

 O nosso corpo é um canal de comunicação muito importante para a imagem profissional. A soma dos elementos passa mensagens o tempo todo. O processo é integral e envolve fala, escrita, postura, atitudes, crenças e valores. Mesmo com colegas é preciso usar um tom moderado.



Atenção também ao corrigir as pessoas: dá para relevar se um engraxate te cobra “dois real”, mas é desagradável entrar numa loja chique e ser chamada de “tia” pela vendedora. São várias línguas dentro da mesma língua e o status da carreira acompanha.

quinta-feira

Você recebeu uma nova solicitação de amizade: seu chefe!


        
             Lá está você procrastinando calmamente na Internet quando chega uma solicitação de amizade: seu chefe. O que fazer? As redes sociais são muito usadas para diversão e compartilhamento de material de procedência duvidosa ou comprometedora. Se você está acostumado a agir assim, fique atento. Qualquer deslize pode ser a quebra entre a vida profissional e pessoal e a sua carreira pode ir por água abaixo.




            Mesmo que você tenha checado as configurações de privacidade, pode-se dizer que o conteúdo da web é público. As empresas podem monitorar o funcionário no uso do email corporativo até sem ele saber. Material pornográfico e repasse de informações sigilosas ou de baixo calão podem gerar demissão. Para evitar problemas, procure saber a política da empresa em que você trabalha em relação ao uso das redes sociais.
            O ideal é usar o bom senso e não se expor na hora de escrever atualizações de status. Nada de repassar e comentar dados confidenciais da empresa e colegas. Quando tratar de assunto íntimo, use um sistema de mensagens privadas e não fale mal do chefe!

terça-feira

Especial Entrevistas: Currículo


Com o mercado de trabalho cada vez mais competitivo é importante investir em um bom currículo a fim de poder ser contratado mais rapidamente.

“O currículo é uma das melhores formas de marketing pessoal. É por meio dele que uma empresa avalia o perfil de um profissional”. Explica o consultor da Aims – Internacional Management Search, José Kantek. De acordo com o especialista em Marketing, Propaganda e Gestão Empresarial Alexander Baer, as empresas buscam pessoas que melhor saibam vender sua marca. “Um profissional que sabe trabalhar suas qualidades, tem melhor potencial para a venda da marca da empresa”, disse Baer.

Um bom currículo deve ser sucinto, claro e objetivo, sem rasuras ou informações inúteis. Nada de informar cursos não compatíveis com a área de atuação desejada ou exagerar nas qualidades.

DICAS:

  • Marketing pessoal não é propaganda enganosa. Ter autoconhecimento é fundamental para que você mostre a sua essência.
  • É interessante fazer uma pesquisa para saber o que os outros acham de você. Aprenda a usar essas análises a seu favor.
  • A busca de motivação ajuda na luta pelos objetivos e a melhorar relacionamentos.
  • Planeje. Cada um deve estipular metas a curto, médio e longo prazos para os planos de vida.
  • Uma rede de contatos é uma grande ferramenta de marketing. Mantenha seus relacionamentos sempre atualizados. Cada pessoa que passa por sua vida pode ajudar a gerar negócios.
  • Tenha espírito empreendedor. A atualização e reciclagem profissional torna você um profissional com uma marca própria.
  • Dê atenção aos que o cercam. A valorização de outras pessoas pode resultar em uma boa imagem na mente daqueles indivíduos.
  • Tenha ação, ação, ação, ou seja, atitude para fazer acontecer.


Fonte: http://casesdesucesso.wordpress.com/2008/02/26/a-importancia-de-um-bom-curriculo/

sexta-feira

LinkedIn cria página de vagas para recém-formados; veja como se destacar!



Quem acabou de concluir a graduação ou está prestes a se formar tem agora mais um canal específico de busca de emprego. Isso porque a rede social voltada para profissionais LinkedIn acaba de lançar a página “Jobs for Students and Recent Graduates”, com vagas destinadas exclusivamente ao perfil.

Apesar do nome em inglês, a assessoria de imprensa do portal informa que os estudantes brasileiros também serão beneficiados com a nova ferramenta, que contará com vagas de empresas residentes no país.
Contudo, alertam especialistas, apenas ter um perfil na rede não é garantia de ser chamado para uma entrevista. É essencial tornar o perfil atraente para os recrutadores.
Sugere-se que os participantes da rede deixem seu perfil público, coloquem fotos mais formais e evitem, caso participem de grupos, promover-se a todo momento, falar mal do antigo emprego ou atual e se envolver em discussões.

Dicas
Abaixo, mais algumas dicas do próprio LinkedIn para que o profissional aumente suas chances de conseguir um emprego por meio da rede:

  • Descreva sua formação acadêmica e experiências profissionais;

  • Não deixe de colocar fotos, pois elas passam credibilidade;

  • Siga empresas nas quais gostaria de trabalhar, pois você será avisado sobre futuras oportunidades;

  • Personalize sua URL. Dessa forma, seu perfil do LinkedIn aparecerá no topo da busca do Google, quando seu nome for procurado. Para fazer isso, basta clicar na aba perfil/profile e, após o aparecimento de suas informações, clicar no botão Editar, ao lado de Public Profile/Perfil Público – que fica na caixa abaixo da foto do usuário. A dica é tentar usar o nome e sobrenome juntos (http://br.linkedin.com/in/NOMEESOBRENOME);

  • Utilize palavras-chave que resumam a experiência profissional, pois elas facilitam a busca de um recrutador;


Geralmente, o LinkedIn avisa o usuário que o perfil não está completo. Um facilitador é ter recomendações de pessoas que trabalharam com você.

Fonte: Portal InfoMoney
Fonte: Foco Talentos
Link: http://blog.grupofoco.com.br/focotalentos/index.php/2011/04/06/linkedin-cria-pagina-de-vagas-para-recem-formados-veja-como-se-destacar/

quinta-feira

Para 93% dos profissionais, inglês comercial é essencial para obter uma promoção



Infomoney

Segundo o levantamento, nos últimos três anos, a necessidade do uso do inglês regularmente no trabalho aumentou cerca de 7% em todos os mercados do mundo

Pesquisa realizada pela GlobalEnglish Corporation com 26 mil funcionários de empresas multinacionais revelou que 93% dos profissionais disseram que o inglês comercial é necessário ou importante para obter uma promoção.

Percentual semelhante, de 92%, foi observado na resposta daqueles que entendem que o "idioma corporativo" é tão necessário ou importante para o trabalho.

Segundo o levantamento, nos últimos três anos, a necessidade do uso do inglês regularmente no trabalho aumentou cerca de 7% em todos os mercados do mundo.

Em contrapartida, ainda conforme dados apurados pelo estudo, somente 7% dos profissionais entrevistados afirmaram ter um nível de proficiência suficiente na língua.

China, Brasil e México representaram a maior parte dos entrevistados. Embora sejam mercados emergentes, onde a demanda de funcionários qualificados está aumentando, muitos profissionais continuam não tendo a habilidade de inglês para o trabalho nas corporações multinacionais.

Expansão

De acordo com o vice-presidente executivo da GlobalEnglish Corporation, Tom Kahl, 55% dos funcionários das empresas multinacionais indicaram ser necessário usar o inglês diariamente na comunicação interna e externa na companhia.

"Considerando que a maioria das conversas em inglês atualmente é realizada entre duas pessoas cujo idioma nativo não seja o inglês, as empresas internacionais que não estejam aumentando a proficiência do inglês comercial diminuem o nível de performance da organização", afirma o executivo.

A importância da língua inglesa comercial também fica evidente em outra pesquisa, da Towers Watson, chamada Retorno de Investimento de Comunicação.

O resultado é claro: as empresas que possuem comunicadores altamente eficazes têm um retorno total 47% mais alto para os acionistas durante um período de mais de 5 anos.


Fonte: Administradores.com

Link: http://www.administradores.com.br/informe-se/carreira-e-rh/para-93-dos-profissionais-ingles-comercial-e-essencial-para-obter-uma-promocao/43401/

quarta-feira

Adiar a entrada na faculdade para fazer intercâmbio impacta na carreira



Infomoney

Ainda que não tenham iniciado propriamente a carreira, muitos jovens esquecem que as decisões que adotam assim que saem do colégio, de alguma forma, impactam na sua vida profissional

Fazer a escolha profissional certa pode tirar o sono de qualquer jovem em início de carreira. E, quando ele sequer entrou na faculdade ou ainda não decidiu o profissional que quer ser, o cenário fica mais difícil.

Tanto é que muitos preferem adiar algumas decisões para fazer um intercâmbio. Sair do colégio e colocar a mochila nas costas, contudo, envolve muitas questões de planejamento.

Ainda que não tenham iniciado propriamente a carreira, muitos jovens esquecem que as decisões que adotam assim que saem do colégio, de alguma forma, impactam na sua vida profissional. Adiar por um ano ou mais a entrada na faculdade para fazer um intercâmbio também.

Por isso, antes de optar por ficar e estudar ou viajar em um intercâmbio, o estudante deve levar em conta as possíveis vantagens e desvantagens que cada decisão pode gerar. "E isso vai depender muito de como ele vai direcionar a carreira", afirma a gerente de Relacionamento do Grupo Foco, Adriana Cavalcante.

Para a especialista, se o jovem já sabe o caminho que quer seguir profissionalmente, as chances de ele errar adiando a entrada na faculdade ou viajando serão menores. "Nesse cenário, a escolha de ele ir antes da faculdade ou mesmo depois interfere pouco na carreira", avalia Adriana. Contudo, entre os indecisos, decidir por um ou outro caminho faz a diferença.

Priorizar a continuidade dos estudos e privilegiar uma boa formação, na avaliação da gerente de treinamento do Nube, Carmen Alonso, dá algumas garantias ao jovem. "Adiar a entrada na faculdade por um semestre para fazer intercâmbio até vale a pena. Mas quanto menor o tempo desse adiamento, melhor", avalia. A opinião da especialista tem uma razão. "Existe o perigo desse jovem, por falta de maturidade, utilizar esse intercâmbio como turismo. E isso não agrega profissionalmente", alerta.


Maturidade

Se o jovem sai do colégio sem saber o que quer ainda, fazer uma viagem para estudar uma língua já torna o intercâmbio proveitoso profissionalmente e faz diferença no currículo. Se ele tem dúvidas sobre os passos que tem de seguir, o ideal seria aproveitar a viagem para fazer um curso profissionalizante em alguma das áreas que tem interesse. Além de ajudá-lo a decidir, o curso pode já dar um diferencial para a carreira.

"O importante é que essa viagem tem de se tornar uma experiência de reflexão desse jovem", avalia Adriana. E tornar o intercâmbio proveitoso para a carreira agora ou depois da faculdade, para as especialistas, é uma questão de maturidade. "Se, depois dessa viagem, o jovem conseguir desenvolver seus conhecimentos, suas habilidades e atitudes, ótimo", ressalta Carmen. "Os bons resultados dessa viagem para a carreira dependerão de como o jovem encarará essa experiência", completa.

A especialista acredita que aqueles que já sabem a profissão que querem seguir devem prosseguir os estudos, mas não devem descartar o intercâmbio - que podem fazer no meio da faculdade ou mesmo depois. "O intercâmbio ainda é um diferencial na carreira. O maior ganho é a fluência na língua", afirma.

Para além dos ganhos técnicos, um intercâmbio bem feito e focado em alguma formação também ajuda os jovens a desenvolverem facilidade de administrar seu próprio tempo e dinheiro.

Opções

No fim das contas, as especialistas concordam que um intercâmbio ainda é um diferencial no mercado de trabalho. E quem decidiu fazê-lo antes, durante ou depois da graduação encontrará várias opções de roteiros focados em formação que podem dar um "up" no início da carreira.

"Em um intercâmbio, basicamente, os estudantes têm três opções: viagem focada em idioma, em cursos profissionalizantes e graduação", afirma a gerente de cursos da CI (Central de Intercâmbio), Luiza Vianna. Segundo Luiza, o curso de idiomas é o mais procurado até mesmo pela sua abrangência. "Para quem saiu do colégio, esses cursos são bons para quem está sem saber o que fazer", afirma.

Do total de clientes da CI, 67% embarcam em idade universitária, de 17 a 26 anos de idade. Desse percentual, 69% fazem intercâmbio para estudar línguas, 7% para trabalhar durante as férias e 6% viajam para programas de "au pair".

Os cursos profissionalizantes, embora não muito procurados, ajudam ainda mais os jovens no início de carreira que já sabem que área querem seguir. Esses cursos geralmente são voltados para as áreas de moda, cinema, hotelaria, negócios internacionais, marketing e culinária.



Fonte: Administradores.com

Link: http://www.administradores.com.br/informe-se/carreira-e-rh/adiar-a-entrada-na-faculdade-para-fazer-intercambio-impacta-na-carreira/43538/

terça-feira

No Brasil tem que ter QI ou LinkedIn – Parte 2

Dan Nye, atual diretor da LinkedIn. Foto: Divulgação


Por Alexandre Teixeira

Dando seqüência a série de posts sobre o LinkedIn, segue abaixo mais dicas sobre utilização da ferramenta, desta vez, com foco na integração com outros sites, como o Twitter.

Se você acredita que seus posts ou tweets agregam valor ao seu perfil profissional, cadastrá-los no LinkedIn é definitivamente uma ótima opção. Essa integração facilitará a interatividade com sua rede de contatos.

Isso é muito importante, dado que suas atividades atuais podem interessar a outras pessoas. Além disso, pode facilitar a disseminação de determinado conteúdo em menos tempo, sem necessidade de republicar tal conteúdo ou notícia.

Integração com Twitter

Nem preciso citar as vantagens do Twitter, certo? Aproveito, inclusive, para indicar a leitura de “Vou te ensinar a usar melhor o Twitter”, ótimo post do colega Ronaldo Vasconcellos sobre o bom uso dessa poderosa ferramenta.

Muitos colegas mantêm duas (ou mais) contas no Twitter com finalidades distintas (profissional, pessoal, outra). Para quem está começando, não deve ser tão fácil administrar múltiplos perfis, entretanto, é interessante avaliar esta possibilidade antes de vincular informações desnecessárias ao seu perfil profissional, certo?

Para adicionar uma conta do Twitter, basta acessar o caminho “Profile -> Edit -> Twitter”, e neste adicionar sua conta.

Assim como outros websites ou aplicações que se integram ao Twitter, o LinkedIn o faz por meio do protocolo de autenticação OAuth. Esta API possibilita o acesso de aplicações de terceiros ao conteúdo de sua conta no Twitter, mesmo sem utilização da senha, apenas com sua autorização, o que pode ser revogado posteriormente. Após o cadastro, há duas opções de integração:

1 – Publicar novo status (mensagem) no Twitter, via LinkedIn. Isto é feito após publicar uma mensagem no LinkedIn marcando a caixa (checkbox) de compartilhamento com o Twitter;

2 – Publicar novo status no LinkedIn, via Twitter. Essa ação é possível após habilitar a opção destacada abaixo no LinkedIn. Além disso, deve-se incluir a hashtag #in em seus tweets para que automaticamente o conteúdo seja publicado em ambas as ferramentas.

Integração com outros Websites e Blogs

Para adicionar um site, basta seguir o caminho “Profile -> Edit” e editar a área “Websites”. Alguns usuários também incluem o site da empresa em que trabalham ou mesmo da empresa ou organização a qual são vinculados (sociedade, filiação, etc). Neste local é aconselhável incluir um link para seus projetos pessoais, como blogs e outros acessíveis na rede.

O mais interessante é que, automaticamente, usuários de sua rede que habilitam a “aplicação” Blog Link (menu More -> Applications) passarão a visualizar os posts contidos nos sites cadastrados em seu perfil. Essa visualização pode ser customizada, de forma que um usuário pode escolher por não receber atualizações de determinados usuários.

Após o post anterior, recebi algumas sugestões (valeu!) das quais farei uso em posts futuros desta série. O LinkedIn oferece várias funcionalidades, não caberia aqui comentar todas, mas sugestões sempre serão bem vindas!

Fonte: WebContexto

Link: http://www.webcontexto.com.br/midias-sociais/no-brasil-tem-que-ter-qi-ou-linkedin-%E2%80%93-parte-2/?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed%3A+WebContexto+%28Web+Contexto%29

quarta-feira

Modelos inovadores de apresentação profissional chegam ao mercado de trabalho


RIO - Até aqui porta de entrada das empresas, o currículo, em sua forma tradicional, está se tornando cada vez menos atraente. É que o conjunto de informações que vendem o candidato - principalmente de áreas ligadas à economia criativa, como design e publicidade - está pegando carona na web 3.0, a organização inteligente do conhecimento disponível na internet, e chegando aos recrutadores em formatos totalmente alternativos. São infográficos, vídeos, sites inovadores e postagens em redes sociais, como Facebook e Twitter, em que vale tudo para atrair a atenção do interlocutor, como mostra reportagem de Luciana Calaza e Paula Dias, publicada neste domingo no Boa Chance.

Que o diga Luciano Tardin, que leciona a disciplina "Estágio supervisionado" na ESPM-RJ. Ele desafia os alunos a refletirem sobre a forma de ingressar no mercado de trabalho. E o currículo, claro, faz parte do brainstorm:

- Um gestor de criação quer encontrar, numa pilha de currículos, algo que chame a sua atenção. Um infográfico pode revelar uma série de interfaces de uma trajetória profissional. O acesso ao conteúdo é mais prazeroso.

Confira aqui parte de um currículo (fictício), que usa diferentes elementos gráficos

O designer gráfico carioca Carlos de Oliveira Júnior, de 26 anos, recorreu aos diagramas para mostrar, através de uma colorida linha do tempo, sua aquisição de conhecimento acadêmico e de experiência profissional.

- Já vinha pesquisando formatos inovadores de diagramação para meu currículo. Acabei optando por um infográfico - diz.

Currículo fictício: experiência, formação e prêmios na linha do tempo

Os amigos Felipe Menezes e Maicon Silveira, de 22 e 24 anos, optaram por um caminho diferente. Criados em Volta Redonda, tiveram a ideia de gravar um vídeo que registrasse sua busca por um emprego no Rio. Com 15 minutos, o minidocumentário "Um dia de caça" mostra sua peregrinação para divulgar seus portfólios em agências de publicidade da Zona Sul.

- A ideia de gravar surgiu porque estávamos com um amigo (Bruno Rodrigues) estudante de cinema. Pensamos que seria legal mostrar o trabalho de forma inusitada. O currículo ainda é importante, mas formas diferentes de produzi-lo e entregá-lo podem contar pontos - diz Felipe, que está trabalhando na agência Gioi Propaganda.



Fonte: O Globo Online

Link: http://oglobo.globo.com/economia/boachance/mat/2011/02/23/modelos-inovadores-de-apresentacao-profissional-chegam-ao-mercado-de-trabalho-923868292.asp


terça-feira

Nas redes sociais, profissionais podem revelam competências procuradas pelas empresas, afirma especialista



Por Redação, www.administradores.com.br

As redes sociais permitem que uma pessoa demonstre seu conhecimento, divulgue suas ideias, comunique as características de sua personalidade e seu potencial

Ultimamente, o tema redes sociais x trabalho tem sido um dos mais recorrentes, seja nos meios de comunicação, nas conversas informais ou até mesmo no próprio ambiente corporativo. Nos debates, há sempre quem ache que Facebook, Twitter, Orkut e afins são um mal dentro das empresas. Outros mais maleáveis relativizam as situações e acham que os espaços públicos virtuais são bons lugares para identificar bons profissionais.

Segundo Monica Ramos, diretora do CTS/DBM – consultoria especializada em gestão do capital humano – mais e mais empresas e headhunters têm utilizado as redes sociais para buscar profissionais criativos, com capacidade de estabelecer relações de longo prazo, de pensar em temas complexos e, por isso, de propor soluções novas, como o novo ambiente de negócios brasileiro demanda. Posts, contatos e demais atividades nas redes sociais também permitem checar se os candidatos são pró-ativos, atuam guiados por valores semelhantes aos da empresa que pode contratá-lo e se tem networking relevante.

"As redes sociais permitem que uma pessoa demonstre seu conhecimento, divulgue suas ideias, comunique as características de sua personalidade e seu potencial", explica a consultora.

Para as empresas, isso dá a possibilidade de localizar profissionais que tenham competências essenciais para o cenário com o qual convivem e de tornar o processo de seleção pró-ativo.

Além de tudo, mais do que um meio para receber currículos, as redes sociais permitem buscar profissionais que, por exemplo, atuam pautados por colaboração, inovação e cooperação.

"É algo que pode ampliar em muito a chance de sucesso de uma contração, além de ser um meio para que se cheque a consistência dos dados listados nos currículos", revela Monica.

Fonte: Administradores
Link: http://administradores.com.br/informe-se/carreira-e-rh/nas-redes-sociais-profissionais-podem-revelam-competencias-procuradas-pelas-empresas-afirma-especialista/42760/

Entrevista de Emprego - Como fugir dos diálogos ensaiados?



Por Rômulo Martins

Consultora de recursos humanos alerta que candidatos devem tomar cuidado com respostas inadequadas.

Perfeccionismo e ansiedade. Ainda hoje muitos candidatos a uma vaga de emprego lançam mão destas palavras quando perguntados “quais são seus pontos fracos ou a desenvolver?”. A recorrência de respostas assim nos processos seletivos de todas as empresas fez os profissionais de recursos humanos inovarem nas perguntas e formas de conduzir as entrevistas de emprego.

Os diálogos ensaiados já não convencem os recrutadores, nem atendem as expectativas deles. “Não existem respostas certas ou erradas. Existem respostas mais adequadas ao cargo que está sendo recrutado. Agora, há um certo senso comum de respostas inadequadas, e é para este aspecto que o candidato tem de se atentar”, adverte a consultora Cíntia Bortotto, especialista em recursos humanos.

A entrevista por competências é uma das técnicas utilizadas para buscar respostas consistentes e verdadeiras. “Sempre invoca uma situação vivenciada pelo candidato no passado, pedindo a situação, a ação realizada e o resultado obtido”, explica Cíntia. A consultora ensina que a melhor maneira de fugir dos clichês (frases decoradas) é mencionar exemplos do dia a dia profissional.

Ainda segundo a especialista, a área de recursos humanos está cada vez mais exigente no quesito contratação. “Seria desconexo alguém falar que preza a verdade e a honestidade e contratar um profissional que mente na entrevista. Pode até ser que contrate, se houver uma falha de observação durante o processo seletivo.”

Cíntia Bortotto dá dicas de como fugir dos clichês em duas situações de entrevista de emprego. Confira.

Quais são os seus pontos fracos ou a desenvolver?

Nem todos os candidatos estão preparados para responder a esta pergunta por não se conhecer bem. Diga a verdade de forma educada, recomenda Cíntia. “Demonstrar que você reconhece algo não desenvolvido e que está trabalhando para melhorá-lo pode revelar que o seu autoconhecimento é maior do que a média.”

Exemplo:

Recebi alguns feedbacks de que poderia melhorar minha competência de organização, deixar o ambiente de trabalho mais clean. Percebi que era uma oportunidade e tenho feito o seguinte: toda semana faço uma limpeza nas gavetas, papéis e pastas; tenho deixado sobre a mesa só o que estou de fato usando para executar meu trabalho.

Como você lida com as pressões no ambiente de trabalho?

Segundo Cíntia, uma pessoa que quer se sair bem em um processo seletivo tem de saber explicar o “como”. Assim, neste caso, vale citar exemplos do passado, coisas que você fez em uma situação de muita pressão, com prazos apertados para entrega de resultados. Conte o que fez: se delegou, se negociou prazos, se trouxe uma forma diferente de fazer a mesma coisa.

Vale contar também como você cuida de você para suportar as pressões no trabalho. O que faz nas horas livres para relaxar? Pratica esportes?

Fonte: Empregos.com.br

Link: http://carreiras.empregos.com.br/carreira/administracao/noticias/entrevista-de-emprego-como-fugir-dos-dialogos-ensaiados.shtm

sexta-feira

O que escrever no currículo para atrair o recrutador





por Rômulo Martins

Na ânsia por fisgar o recrutador grande parte dos profissionais recorre a expressões que viraram clichês no mundo corporativo. O Linkedin, rede de relacionamento profissional, divulgou recentemente os 10 termos mais utilizados nos perfis dos brasileiros em 2010. São eles: dinâmico, ampla experiência, inovador, motivado, proativo, focado em resultados, empreendedor, trabalho em equipe, multitarefado, valor agregado.

Para o especialista em carreira Lindsey Pollak, “expressões como ‘ampla experiência’ e ‘experiência comprovada’ podem parecer vazias para um empregador potencial e prejudicar mais do que ajudar um perfil ou currículo”. Segundo ele, “o melhor é destacar anos de experiência, conquistas e resultados, como um aumento significativo nas vendas”.

Matilde Berna, diretora de transição e gestão de carreiras da Right Management, afirma que um currículo, para chamar a atenção do selecionador, deve exibir a história profissional de maneira estratégica. “O importante não é a quantidade de informações, mas as informações estratégicas”.

Seria irrelevante para o diretor de uma empresa, por exemplo, destacar experiências de estágio. “A informação deve ser coerente ao contexto profissional. É fundamental informar no currículo os resultados obtidos ao longo da carreira”, diz Matilde.

Na visão de Giuliana Hyppolito, consultora de recursos humanos da DMRH, na busca por uma vaga de emprego vale mencionar características pessoais valorizadas pelo mercado, mesmo que este não seja o principal foco do currículo. Segundo ela, o dado pode ser útil tanto para o candidato como para o selecionador. “Um profissional que diz ser dinâmico não vai querer trabalhar em uma empresa monótona”.

Giuliana destaca que os interesses ou as competências comportamentais do candidato devem ser descritas em um campo específico. No entanto, a consultora salienta que a informação é opcional. Ela ressalta que o indivíduo deve conhecer bem suas habilidades antes de expô-las no currículo. “O candidato deve exibir as competências descritas no documento durante a entrevista de emprego. Vender uma falsa imagem é um risco”.

Meio Digital

Os sites de emprego e as redes sociais têm se mostrado ferramentas efetivas e facilitadoras na busca por emprego, atesta Giuliana. De acordo com ela, a internet é o primeiro canal utilizado pelas empresas para comunicar suas vagas. “Mas é preciso expor o conteúdo com cautela para não prejudicar a imagem profissional”, adverte.

“Tudo o que surge no mercado como uma modernidade deve ser rapidamente incorporado pelo profissional. A internet tem ajudado muito as pessoas a ampliarem o network”, destaca Matilde Berna, da Right Management.

Fonte: Empregos.com.br

terça-feira

Você: o grande diferencial do seu currículo


Por Infomoney

Ter no currículo um MBA em uma instituição de renome pode até ajudar. Isso, no entanto, está longe de ser fundamental em uma seleção, afirma consultora

Ter um curso de MBA (Master Business Administration) no currículo já não é garantia de diferencial no mercado brasileiro. Embora não exista um levantamento preciso de quantas especializações do tipo existem no Brasil, já que os cursos se enquadram na categoria de pós-graduação lato senso e, consequentemente, não são avaliados pela Capes (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior) do MEC (Ministério da Educação), a estimativa da Associação Nacional de MBA é que existam mais de nove mil cursos. Poucas escolas, no entanto, desfrutam de renome no mercado e as que têm esse reconhecimento costumam praticar preços mais elevados – superiores a R$ 20 mil.

Então, optar por um curso mais barato significa algum tipo de exclusão no mercado, certo? A resposta é não, mas também é sim. A consultora da DDI Consultores do Brasil, Priscila Giglio, ressalta que algumas escolas realmente têm um conceito melhor entre recrutadores, empresários e executivos, mas o que tem mais peso na análise de um profissional, efetivamente, é o equilíbrio entre vários fatores. "Percebemos que as empresas avaliam um conjunto entre a experiência, aptidões, habilidades e o que efetivamente foi assimilado do curso realizado", explica.

Fabiana Nakazone, gerente da DM Recrutamento, Seleção e Desenvolvimento de Executivos, concorda. A consultora lembra que muitas vezes um curso pouco renomado de graduação pode ser sucedido de outro MBA reconhecido ou vice-versa. Por isso, na avaliação da profissional, uma marca reconhecida da instituição onde o curso foi realizado potencializa o currículo de um candidato, mas está longe de ser fundamental em uma seleção. "O ideal mesmo é uma formação sólida, independentemente da instituição escolhida. O profissional precisa mostrar a aplicação prática de seus conhecimentos, como se envolveu com o aprendizado, que tipo de experiência agregou a ele, e é isso que terá o maior peso em sua avaliação", analisa.

Escolha

Atualmente, não é difícil encontrar diversas modalidades de cursos de especialização e MBAs mais acessíveis e, entre elas, estão cursos online, presenciais, mistos, apenas aos finais de semana, de um a dois anos, intensivos e com ou sem avaliações periódicas. O MBA, sigla derivada dos Estados Unidos, é um especialista em administração de negócios, portanto, está sob a esfera desta opção as áreas de marketing, finanças, RH (Recursos Humanos), contabilidade, projetos, entre outras ciências ligadas à gestão. Trata-se, portanto, de um curso de especialização como qualquer outro, mas voltado para a administração.

Priscila Giglio, da DDI, analisa que mais importante do que a própria escolha da instituição na hora de cursar um MBA é que o profissional que busca determinada especialização tenha os seus objetivos bastante claros. "É necessário que o aluno do curso saiba qual caminho ele pretende traçar, quais as metas a serem atingidas com o estudo e que tipo de informações são mais valiosas em sua realidade ou perspectiva profissional. Por isso, é importante se informar muito e avaliar com cautela a opção de fazer um MBA, e que tipo de instituição ou área seguir". A consultora acrescenta que muitas vezes os profissionais acabam optando pela especialização antes mesmo de frequentar cursos de inglês ou de contar com o amadurecimento necessário para absorver as aulas de forma adequada, e nestas situações, a marca da instituição valerá muito pouco no final.

Fabiana, da DMRH, explica que a valorização de algumas instituições no País se dá pelo fato de a média de seus profissionais saírem com bagagem de conhecimento superior e desempenho satisfatório no mercado, mas que esse diagnóstico não limita a inserção de profissionais vindos de instituições menos renomadas ou mais novas. "É claro que existe a percepção que cursos muito acessíveis não conseguem alcançar níveis de excelência, em função do alto custo demandado com bibliotecas, estrutura, quadro docente e material didático, mas não se deve generalizar. É possível que com ferramentas web se reduza custos e profissionais consigam absorver grande carga de conhecimento, mesmo em cursos mais acessíveis. Não é comum, mas cada caso merece uma análise detalhada", comenta a consultora.

Fonte: Site Administradores

segunda-feira

Aprenda a fazer networking

Por Rômulo Martins , Empregos.com.br

Ter uma boa rede de contatos é a melhor maneira de ser visto e lembrado. Mas é preciso bom senso para não “queimar” a imagem profissional

Saiba quais são os benefícios de fazer networking em inglêsNetworking é uma rede de relacionamento profissional. Um instrumento formal e informal para criar laços entre pessoas com interesses similares e gerar oportunidade de negócio. Segundo consultores de carreira é a maneira mais eficaz de despertar holofotes. Em diversas ocasiões salva profissionais que estão na berlinda, devido às intempéries do mercado de trabalho.

O networking mal construído, entretanto, provoca o efeito contrário. Vira "netburning". Ou seja, queima a imagem profissional. Para você fazer certo o Empregos.com.br conversou com Olavo Henrique Furtado, coordenador de pós-graduação e MBA da Trevisan Escola de Negócios, e com a especialista em treinamentos comportamentais Reginah Araújo, autora de "A arte de pagar micos e King Kongs - como viver sem culpa". Eles dão as dicas.

1. Não confunda networking com amizade

Networking não é apenas uma conversa entre amigos de áreas similares. Isso não quer dizer que amigos não possam fazer negócios junto. O objetivo do networking, contudo, é proporcionar benefícios profissionais e, consequentemente, pessoais.


2. Faça networking em locais diversos

Congressos, palestras, reuniões com clientes não são os únicos lugares para fazer networking. O relacionamento profissional pode ser edificado em uma mesa de bar, parques ou clubes. Esses encontros também trazem resultados.

3. Esteja prevenido

Se o networking pode ser realizado em múltiplos locais, o profissional deve ficar atento às oportunidades. Portanto, esteja preparado para construir relações com pessoas de interesse comum. Quando for ao cinema, teatro, restaurante não deixe de levar o seu cartão de visita.

4. Mantenha sua rede viva

Acionar sua rede apenas quando está em apuros não é networking, é "netburning". Se você age desse modo corre o risco de ficar sem emprego e ninguém ficar sabendo. Por isso, mantenha a brasa acesa. Convide os contatos profissionais para um happy hour, cinema, teatro etc.

5. Diversifique seus relacionamentos

Ir sempre aos mesmos eventos todo o ano vira mesmice. É importante frequentar novos lugares que o forcem a conhecer pessoas. Senão sempre encontrará as mesmas caras. Poderá perder oportunidades de negócio por falta de novos contatos.

6. Na internet, escolha a rede certa

Siga pessoas que conhece em redes de cunho profissional - Linkedin, por exemplo - ou voltadas ao público de sua área. Você pode adicionar pessoas por indicação. Nesse caso, sinalize o contato. Cuidado com o que é postado em seu perfil. Evite defender causas contrárias à opinião pública. Isso, certamente, vai queimar o seu filme.


Fonte: Site Adminsitradores

quarta-feira

Questões que deve-se fazer em uma entrevista de emprego

É natural que seja o próprio entrevistador que controle todo o processo, mas é importante que o candidato saiba intervir com as perguntas certas, no momento certo. Demonstrar algum conhecimento e interesse sobre a atividade e posicionamento da empresa, é um ótimo passo para "marcar pontos" nesta fase do recrutamento e impressionar o seu entrevistador. Daremos alguns exemplos do que se pode perguntar.


Sobre a Empresa:

Quais os objetivos a curto e longo prazo da empresa?
Como é que a empresa se distingue das concorrentes?
Quais são os planos da empresa para crescer no futuro?
Quais problemas a empresa enfrenta neste momento?
Como descreveria a cultura empresarial e o ambiente de trabalho?
A empresa desenvolve planos de carreira?
A empresa realiza algum tipo de atividade sócio-cultural ou de voluntariado?
A empresa costuma apostar na formação dos colaboradores?


Sobre a função:

Qual será a minha função dentro da empresa?
Que responsabilidades estão inerentes a esta função?
Quais os problemas e os desafios inerentes à função?
Qual o grau de autonomia e de responsabilidade da função?
Com quem vou trabalhar?
O trabalho será desenvolvido em equipe ou individualmente?
Poderia descrever-me um dia normal neste cargo?
Em qual departamento irei trabalhar? E quais são os planos para o futuro desse departamento?
Que tipo de relação existe entre esse departamento e os restantes departamentos da empresa? (no caso de ser uma grande empresa)
Quais as possibilidades de progressão na carreira profissional?


FONTE: Curricular

Currículo & Marketing Pessoal

Se algum dia você já vendeu algo, sabe que este algo tem que ser comunicativo o bastante para atrair a atenção do cliente, objetivo o bastante para não tomar o tempo do cliente e convincente o bastante para atender a necessidade do cliente.


No processo de marketing pessoal, sua imagem profissional é o produto que você irá vender, sendo assim é necessário planejar para expor seus conhecimentos e habilidades no mercado de trabalho. Atributos como experiência, formação, competências, relacionamento e outros assuntos importantes sobre o perfil do profissional devem se destacar em um mercado de trabalho extremamente competitivo.

Empresas agregam serviços e trabalham no marketing para transformar commodities em produtos de valor. Como você já é todo serviço, só falta o marketing. Que tal aprender um pouco sobre uma das principais ferramentas que compõe o seu marketing pessoal? Isto mesmo, estamos falando do currículo!

A primeira dica é que antes de redigir o currículo, o profissional deve imaginar o percurso que o mesmo cumprirá até atingir a finalidade almejada: a entrevista.

Então pergunte-se: Quem deverá ler meu currículo? O que estará procurando? Qual será a forma mais clara de expor minha experiência? Ou seja, o currículo deve ser elaborado com foco no selecionador e não em si mesmo. E lembre-se que um currículo que chama a atenção é aquele que tem boa apresentação visual, é sucinto e de fácil compreensão.

Seguem algumas dicas para que você possa desenvolver seu currículo de forma adequada:


SEQUÊNCIA DE APRESENTAÇÃO


- Nome completo – deve constar na primeira linha do currículo.

- Endereço residencial completo – rua, número, CEP, telefone (residencial/recados/celular) e e-mail.

- Dados Pessoais – Exemplo: Brasileiro, casado, 30 anos.

- Objetivo Profissional - sumário sucinto e claro de suas expectativas. Ex.: Gerente da Área Industrial.

- Resumo de Qualificações – habilidades relacionadas à área mencionada no objetivo.

- Formação acadêmica - curso, ano de formação e instituição, quanto mais recente for a conclusão, mais completa deverá ser a descrição.

- Idiomas - mencionar idiomas nos quais tenha fluência.

- Cursos - cursos de aperfeiçoamento mais recentes relacionados a sua área de atuação.

- Experiência Profissional - mencionar empresas onde atuou nos últimos 10 anos, com as datas de entrada e saída (seguindo a ordem da mais recente para a mais antiga), citando os cargos, as atividades desenvolvidas e os resultados obtidos sempre de maneira objetiva. Evite analisar – apenas informe.


IMPORTANTE

Estes são os princípios básicos que norteiam uma boa apresentação de currículo, porém cada caso deve ser analisado em sua individualidade para que seja definido o modelo mais adequado.



Fonte: Catho
 

PIT

O Pit - Programa de Integração ao Trabalho das Faculdades São José tem como objetivo preparar e integrar o aluno para o mercado de trabalho, transmitir experiência profissional através de palestras, oficinas e workshops, além de captar vagas e supervisionar os estágios, também atua dando orientações e preparando os alunos para processos seletivos de estágios e empregos.