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segunda-feira

::ESPECIAL ESTÁGIO:: Consegui o diploma. E agora?

========================5ª. Recomendação


Consegui o diploma. E agora?


Identifique suas chances de ser efetivado ao término do estágio


Uma dúvida paira na cabeça de muitos estagiários que estão prestes a se formar: será que vou ser efetivado ou estarei desempregado daqui há um tempo? Não se desespere. Existem meios de saber se você tem alguma chance ou será de colocar seu diploma embaixo do braço e ir trabalhar por outro emprego.

O consultor da LCZ Desenvolvimento de Pessoas e Organizações, Paulo Celso de Toledo Júnior, acredita que as empresas devem ser claras quanto a seus planos para os estagiários e estabelecer indicadores de desempenho para definir a possível efetivação. “As organizações devem informar claramente ao estagiário o que ele precisa fazer para ter uma oportunidade. Desta forma, o estagiário vai saber que a acomodação pode lhe custar a dispensa ao final do prazo”, avalia.

Mas e quando a empresa não põe as cartas na mesa? O diretor da consultoria de estágios Agieer, Eduardo Collinett, explica que o estudante deve ter esta percepção das possíveis chances que terá dentro da empresa desde o momento da entrevista para a vaga. Ou seja, no dia a dia, o estudante deve interpretar o grau de importância de suas atividades, o poder de decisão delegado a ele e o nível de relacionamento com as pessoas da empresa.

Mas caso não haja uma política de acompanhamento, ele deve pedir a seu superior um feedback. “É importante utilizar momentos em que é indagado pelo superior ou RH sobre qual seu grau de satisfação com o estágio para comentar sobre seu futuro na corporação. Além disso, o estagiário para comentar sobre seu futuro na corporação. Além disso, o estagiário deve deixar claro suas dificuldades e o que pode ser melhorado em cada atividade atribuída”, defende. Se depois de todas essas tentativas você não obtiver retorno, as chances de permanecer na empresa são mínimas. Porém, isso não quer dizer que sua carreira está arruinada e tão pouco que você acaba de ganhar um atestado de incompetente.

Além disso, não é errado começar a procurar um novo emprego um pouco antes de acabar o contrato, mais ou menos uns 30 dias do final do prazo, mais isso deve ser feito com o conhecimento do gestor, orienta Toledo Júnior.

Serei efetivado?

*Observe se há vagas a serem preenchidas. Raramente uma empresa cria uma vaga apenas para efetivar um estagiário

*Perceba se há interesse de alguma pessoa, chefe ou orientador em ensinar coisas úteis em um cargo efetivo

*Analise se o seu trabalho é apenas observar, fazer trabalhos burocráticos ou lhe são atribuídas tarefas que contribuem de fato para a área onde está estagiando

*Procure saber o que empresa tem feito com outros estagiários ao final do período

*Observe se o período já foi renovado pelo menos uma vez e se já é tratado como parte da equipe

Emprego: taxa de desocupação é de apenas 3,1% para quem tem faculdade, diz IBGE



Fabiana Ribeiro

RIO - O diploma da faculdade já garante a milhares de brasileiros o pleno emprego. Levantamento exclusivo do IBGE, nas seis principais regiões metropolitanas do país, mostra que a taxa de desemprego da população que tem nível superior atingiu em 2010 seu menor nível em oito anos: 3,1% - quase a metade da média nacional (6,7%). Segundo especialistas, é o mesmo que dizer que praticamente não falta trabalho - ainda que, muitas vezes, fora da área da formação - para quem passou pelos bancos universitários.

O aumento da qualificação fora da universidade também chama a atenção. Segundo o IBGE, o país encerrou 2010 com 7,6 milhões de pessoas, 34,1% do total de trabalhadores nessas seis regiões metropolitanas, com algum curso de qualificação concluído ou em andamento. É mais que o dobro dos 3,7 milhões de trabalhadores nessa condição em dezembro de 2002.

Os números mostram um avanço na educação e refletem também o bom momento da economia brasileira, que deve ter fechado 2010 com crescimento recorde, perto de 8%. Mas os analistas lembram que, num momento em que muitas empresas se queixam da dificuldade de encontrar profissionais no mercado, a qualidade da formação dos trabalhadores deixa a desejar.

- O avanço da formação da população brasileira é fantástica. E esse cenário certamente não é um privilégio das regiões metropolitanas, até por causa do processo de interiorização do emprego - disse Cimar Azeredo, gerente da Pesquisa Mensal de Emprego (PME) do IBGE e responsável pelo estudo.


Para analistas, qualidade do ensino deixa a desejar

Fica a dúvida, entretanto, se esse ritmo de absorção de conhecimentos é compatível com as necessidades das companhias, frisou Azeredo.

- O que fica claro é que houve uma transformação na estrutura do emprego. Seja no chão de fábrica, numa plataforma ou num escritório. As novas tecnologias fizeram os profissionais perceberem que era preciso se capacitar mais. Mas, se esse ritmo é suficiente, não sabemos.

Segundo a pesquisa de Azeredo, empregados e desempregados buscam estar mais atualizados. Entre os homens ocupados, 20,6% frequentavam ou já tinham concluído alguma qualificação em dezembro de 2002. Oitos anos depois, essa parcela chega a 34%. Entre as mulheres empregadas, a fatia sobe de 21% para 34,1%.

- Estudar para se preparar para o mercado de trabalho passou a ser uma prioridade também em todas as faixas etárias. O que é um reflexo de que o mercado de trabalho está oferecendo oportunidades, ou seja, abrindo vagas.

O professor da PUC-Rio José Márcio Camargo reconhece que houve avanços na escolaridade dos brasileiros. Porém, "ainda é muito pouco". Em sua avaliação, o nível educacional é extremamente baixo e traz sérias consequências para o desenvolvimento do país.

Fonte: O Globo – Online

Link: http://oglobo.globo.com/economia/mat/2011/02/17/emprego-taxa-de-desocupacao-de-apenas-3-1-para-quem-tem-faculdade-diz-ibge-923829720.asp

Emprego entre os mais escolarizados cresce 59,8%


Alessandra Saraiva - O Estado de S.Paulo


Dados são da comparação entre as pesquisas do IBGE entre 2002 e 2010 e considera que tem mais de 11 anos de estudos

O emprego no País cresceu, em oito anos, mais entre pessoas com maior nível de escolaridade. Levantamento feito com dados da Pesquisa Mensal de Emprego (PME) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostra que o número de pessoas ocupadas no mercado de trabalho com 11 anos ou mais de estudo atingiu 13,515 milhões em dezembro de 2010, 59,8% acima do apurado em dezembro de 2002.

Esse foi o mais forte aumento em todas as faixas de estudo, sendo 8% superior a dezembro de 2009. Ao mesmo tempo, caiu o número de pessoas empregadas com pouco ou nenhum nível de escolaridade. A população ocupada sem instrução ou com menos de um ano de estudo foi de 352 mil em dezembro de 2010, 35,9% abaixo da apurada em dezembro de 2002; e 10% abaixo da apurada em dezembro de 2009.

Para analistas, os dados mostram que a qualidade do emprego no País melhorou nos últimos anos. Mas fazem um alerta: os números mostram um cenário de demanda crescente por mão de obra especializada no Brasil. Para acompanhar esta procura, o País precisa investir, e rápido, na qualificação de mão de obra em todas as frentes do mercado de trabalho.

"Estes dados refletem, com certeza, a melhora na economia brasileira nos últimos anos", afirmou o economista-chefe da Sulamérica Investimentos, Newton Rosa. "O único segmento com menor qualificação, atualmente, é o de construção civil; mas nos outros setores, podemos perceber a interferência de novas tecnologias, que demandam mão de obra mais especializada", comentou o especialista.

Na prática, para Rosa, o crescimento no número de pessoas empregadas com maior qualificação estaria ligado a uma crescente necessidade de mão de obra com maior nível de estudo.

O mineiro José Carlos de Oliveira, de 33 anos, está se esforçando para integrar esse grupo de profissionais requisitados. Há dois anos ele cursa das 5h30 às 8h30, antes de ir para o trabalho, uma faculdade de Recursos Humanos. Oliveira chegou à capital paulista há dez anos já com o segundo grau completo e nunca ficou desempregado. Deixou a lavoura em Minas e hoje é auxiliar administrativo numa rede de hortifrúti. "Sempre quis ter uma vida melhor, e para isso sabia que precisava estudar"

Para o analista da consultoria Tendências, Rafael Bacciotti, o aumento no número de vagas mais qualificadas coincide com o crescimento no emprego formal no País. "Quando temos maior número de empregos formais, temos remuneração maior, mais estabilidade, e maior acesso ao crédito. É um efeito multiplicador na economia", afirmou.

Bacciotti não descarta uma continuidade em 2011 do atual cenário no mercado de trabalho, com crescimento de vagas mais especializadas; e trajetória crescente na formalização e na massa salarial. Mas faz uma ressalva: nem todas as consequências deste ambiente serão positivas na economia. "Com o aumento na massa salarial, a demanda no mercado interno, já aquecido, acaba se fortalecendo. Por um lado, isso é positivo para a economia. Mas tem uma pressão, dos aumentos de salários, que pode elevar a inflação. E isso é motivo de preocupação." / COLABOROU NAIANA OSCAR


PARA LEMBRAR

A falta de mão de obra qualificada já obriga as empresas a reduzirem o grau de exigência nas contratações. Em 2010, ano em que o emprego formal bateu recorde e atingiu 2,5 milhões de vagas, as contratações também beneficiaram trabalhadores com menor nível de escolaridade e até quem não sabe ler e escrever, segundo a MCM Consultores.

Quase um quarto das contratações líquidas até outubro de 2010 foi de pessoas com ensino fundamental completo, perto de 500 mil trabalhadores. Já em 2009, quando a economia não estava aquecida, o saldo de contratações foi negativo para o perfil de trabalhador menos qualificado. Entre 2004 e 2009, mais de 90% das contratações se concentrava nos trabalhadores com ensino médio incompleto para cima.



Fonte: Estadão

Link: http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20110205/not_imp675520,0.php

terça-feira

Você: o grande diferencial do seu currículo


Por Infomoney

Ter no currículo um MBA em uma instituição de renome pode até ajudar. Isso, no entanto, está longe de ser fundamental em uma seleção, afirma consultora

Ter um curso de MBA (Master Business Administration) no currículo já não é garantia de diferencial no mercado brasileiro. Embora não exista um levantamento preciso de quantas especializações do tipo existem no Brasil, já que os cursos se enquadram na categoria de pós-graduação lato senso e, consequentemente, não são avaliados pela Capes (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior) do MEC (Ministério da Educação), a estimativa da Associação Nacional de MBA é que existam mais de nove mil cursos. Poucas escolas, no entanto, desfrutam de renome no mercado e as que têm esse reconhecimento costumam praticar preços mais elevados – superiores a R$ 20 mil.

Então, optar por um curso mais barato significa algum tipo de exclusão no mercado, certo? A resposta é não, mas também é sim. A consultora da DDI Consultores do Brasil, Priscila Giglio, ressalta que algumas escolas realmente têm um conceito melhor entre recrutadores, empresários e executivos, mas o que tem mais peso na análise de um profissional, efetivamente, é o equilíbrio entre vários fatores. "Percebemos que as empresas avaliam um conjunto entre a experiência, aptidões, habilidades e o que efetivamente foi assimilado do curso realizado", explica.

Fabiana Nakazone, gerente da DM Recrutamento, Seleção e Desenvolvimento de Executivos, concorda. A consultora lembra que muitas vezes um curso pouco renomado de graduação pode ser sucedido de outro MBA reconhecido ou vice-versa. Por isso, na avaliação da profissional, uma marca reconhecida da instituição onde o curso foi realizado potencializa o currículo de um candidato, mas está longe de ser fundamental em uma seleção. "O ideal mesmo é uma formação sólida, independentemente da instituição escolhida. O profissional precisa mostrar a aplicação prática de seus conhecimentos, como se envolveu com o aprendizado, que tipo de experiência agregou a ele, e é isso que terá o maior peso em sua avaliação", analisa.

Escolha

Atualmente, não é difícil encontrar diversas modalidades de cursos de especialização e MBAs mais acessíveis e, entre elas, estão cursos online, presenciais, mistos, apenas aos finais de semana, de um a dois anos, intensivos e com ou sem avaliações periódicas. O MBA, sigla derivada dos Estados Unidos, é um especialista em administração de negócios, portanto, está sob a esfera desta opção as áreas de marketing, finanças, RH (Recursos Humanos), contabilidade, projetos, entre outras ciências ligadas à gestão. Trata-se, portanto, de um curso de especialização como qualquer outro, mas voltado para a administração.

Priscila Giglio, da DDI, analisa que mais importante do que a própria escolha da instituição na hora de cursar um MBA é que o profissional que busca determinada especialização tenha os seus objetivos bastante claros. "É necessário que o aluno do curso saiba qual caminho ele pretende traçar, quais as metas a serem atingidas com o estudo e que tipo de informações são mais valiosas em sua realidade ou perspectiva profissional. Por isso, é importante se informar muito e avaliar com cautela a opção de fazer um MBA, e que tipo de instituição ou área seguir". A consultora acrescenta que muitas vezes os profissionais acabam optando pela especialização antes mesmo de frequentar cursos de inglês ou de contar com o amadurecimento necessário para absorver as aulas de forma adequada, e nestas situações, a marca da instituição valerá muito pouco no final.

Fabiana, da DMRH, explica que a valorização de algumas instituições no País se dá pelo fato de a média de seus profissionais saírem com bagagem de conhecimento superior e desempenho satisfatório no mercado, mas que esse diagnóstico não limita a inserção de profissionais vindos de instituições menos renomadas ou mais novas. "É claro que existe a percepção que cursos muito acessíveis não conseguem alcançar níveis de excelência, em função do alto custo demandado com bibliotecas, estrutura, quadro docente e material didático, mas não se deve generalizar. É possível que com ferramentas web se reduza custos e profissionais consigam absorver grande carga de conhecimento, mesmo em cursos mais acessíveis. Não é comum, mas cada caso merece uma análise detalhada", comenta a consultora.

Fonte: Site Administradores

sexta-feira

Palestra: Prisão e Crime no Brasil do Século XIX


Da série Justiça & Pensamento, o Centro Cultura Justiça Federal juntamente com o Tribunal Regional Federal 2° Região, apresenta a palestra, com a Coordenação daProf a. Dra. Marilene Antunes Sant'Anna - UGF

Prisão e Crime no Brasil do Século XIX

15 de fevereiro de 2011, terça-feira, das 14h às 17h, no cinema do CCJF

Entrada Franca

As inscrições serão no local

Horas de estágio pela OAB

Horas de capacitação para servidores do TRF - 2° Região e da SJRJ

Maiores informações

http://www.ccjf.trf2.gov.br

CCJF - Centro Cultural Justiçã Federal

Av. Rio Branco, 241 - Centro

CEP 20040-009 - Rio de Janeiro

(21) 3261-2550

quinta-feira

Menos desemprego, mais trabalho

Por Eduardo Pocetti


A palavra "trabalho" na frase do título acima está relacionada ao esforço que teremos de despender para que não corramos o risco de entrar no tão falado "apagão da mão de obra"

Tirando o componente óbvio da frase que dá título a este texto, a seguir indico algumas referências para que o leitor compartilhe do meu raciocínio em relação às necessidades relacionadas à força de trabalho. Pois, vejamos. O IBGE nos informa que a taxa de desemprego brasileira fechou em 5,3% no último mês do ano passado. Na média ao longo de 2010, a desocupação ficou em 6,7%. Ambas são marcas de destaque, as menores da série histórica da pesquisa, iniciada em março de 2002.

Assim, podemos dizer que a economia nacional passa por um momento ímpar, em que diversos fatores se alinham para que a tendência de crescimento sustentado se consolide e siga abrindo oportunidades, tanto para o mercado de trabalho, quanto para os setores produtivos.

A palavra "trabalho" na frase do título acima está relacionada ao esforço que teremos de despender para que não corramos o risco de entrar no tão falado "apagão da mão de obra", que ocupa muitas folhas de nossos jornais e grande espaço nos debates sobre esse tema.

Sabemos que, infelizmente, a formação educacional e profissional da maioria dos brasileiros apresenta certas carências que limitam e até prejudicam o ingresso e pleno exercício profissional dessas pessoas no mercado de trabalho.

Desta forma, o primeiro "trabalho" exigido dos gestores empresariais, dos educadores, das autoridades públicas e das entidades e instituições ligadas às áreas da educação e da profissionalização é ampliar a oferta de oportunidades e melhorar a qualidade do ensino e da formação e capacitação dos profissionais e trabalhadores.

Não há dúvidas de que a educação em nosso país tem se transformado nos últimos vinte anos, especialmente com a universalização do ensino à infância, a ampliação da oferta de vagas no ensino técnico e a facilitação do acesso às universidades e a cursos de nível superior. No entanto, apesar de a qualidade do ensino ter evoluído no período, ela ainda demanda melhoramentos.

A iniciativa privada, com o apoio de entidades setoriais e organizações do terceiro setor, também tem se esforçado para capacitar e manter atualizados seus profissionais ou futuros colaboradores, investindo em formação dirigida aos objetivos empresariais. Mesmo assim, é certo que serão exigidos das empresas ainda mais "trabalho", dedicação e investimentos para suprir as lacunas da formação dos brasileiros.

Destaco que, se investirmos de forma correta e eficiente no "trabalho" de formação, capacitação e preparação dos profissionais, não teremos grandes problemas com o fantasma do "apagão da mão de obra". Além disso, vamos economizar muito "trabalho" na procura infrutífera de profissionais necessários para suprir à demanda crescente.

Quanto menor o desemprego, melhor é para nossa economia, para as pessoas, para o governo e para o país como um todo. Mas a condição do pleno emprego alcançada pelo Brasil exige uma série de cuidados, sem os quais será muito maior o custo de não contar com a mão de obra disponível para suprir nossas necessidades crescentes do que os investimentos necessários para a formação de brasileiros qualificados.

Eduardo Pocetti - é CEO da BDO no Brasil, firma-membro integrante da quinta maior rede do mundo em auditoria, tributos e advisory services.

Fonte: Site Administradores

quarta-feira

Na busca por um estágio, estudantes sofrem com situações inusitadas em dinâmicas de grupo


Com o diploma nas mãos, os recém-formados seguem a jornada em busca do primeiro emprego e para consegui-lo sabem que não é fácil. São diversas etapas e processos seletivos pelos quais os futuros estagiários e trainees precisam passar.

Horas e mais horas em dinâmicas de grupo, entrevistas, provas, testes de aptidão lógica... Fazem do processo seletivo uma verdadeira peneira psicológica que reduzirá de maneira drástica a quantidade de candidatos para a vaga. Quando se pensa nas dinâmicas, logo vem a pergunta: “O que será dessa vez?”, afinal, todos recém-formados tem uma história no mínimo inusitada para contar sobre alguma dinâmica de grupo.

Augusto Savietto, aluno de Publicidade da Escola de Comunicação da UFRJ, e Gabriela Jordão, estudante de Direito da Cândido Mendes, enfrentaram sua cota de perrengues em processos seletivos. Para trabalhar em uma loja, Gabriela se livrou do exercício de mímica que as amigas tiveram que fazer em outra seleção, mas foi obrigada a fazer uma peça durante a dinâmica.

Já Augusto é um veterano no assunto. Ele acha que participou de cerca de 20 seleções, algumas bastante inusitadas. Ironicamente, após várias negativas, o estudante conseguiu estágio numa agência cuja única etapa do processo foi uma simples entrevista com os chefes.
- Já me vi desenhando com giz de cera coisas como retratos de mim mesmo. Em outra seleção, tive que trabalhar com peças de Lego, como quando tinha 7 anos - conta.
- Já nessa agência, a conversa foi diretamente com os gestores. É claro que, em processos muito grandes, essa simplicidade é impossível. Mas acho que a avaliação é mais fiel desse jeito.

O vice-presidente da Associação Brasileira de Recursos Humanos do Rio de Janeiro (ABRH-RJ), Paulo Sardinha, explica que as atividades procuram evidenciar se o candidato se enquadra no que a empresa procura.

- Existem dois modelos: um que tenta simular o trabalho do cotidiano e outro que põe o candidato em situações que aparecerão de vez em quando. No segundo caso, observa-se como ele reage. O objetivo é ver se o candidato está afinado com o que a empresa quer - afirma.

Sardinha também dá uma dica para os estudantes mais desesperados, que pretendem se inscrever em vários processos. Para ele, é importante ter foco, pois, assim, as chances de aprovação crescem bastante:
- Antes de pensar na empresa, tem que pensar no segmento e, depois, qual a área desejada. Assim, as chances de passar aumentam.



Fonte: O Globo

sexta-feira

Diploma não garante emprego: é preciso aliar formação, prática e atitude

Já se foi o tempo em que ter um diploma universitário era garantia de emprego. A cada dia, milhares de jovens são lançados no mercado com o ''canudo'' nas mãos e enfrentam inúmeras dificuldades em obter sua primeira oportunidade de trabalho. Com a globalização e a concorrência acirrada, as empresas acabam se tornando mais exigentes. Até mesmo alguns estágios exigem experiência profissional. Os especialistas afirmam que, para o indivíduo se inserir no mercado de trabalho, é preciso ter um diferencial:
- O diploma universitário sozinho não é garantia de emprego. O que garante a vaga é a formação aliada à prática e à atitude desse profissional - afirma a diretora da empresa de recrutamento e seleção Equipe Certa, Ana Carolina Maffra.

Para Marcelo Abrileri, presidente da Curriculum.com, é certo que a formação superior auxilia o
profissional a iniciar sua carreira, mas este acabará encontrando outros candidatos com preparação semelhante disputando o mesmo espaço nas empresas:
- Será o modo como ele se destaca dentre os demais candidatos que poderá garantir a vaga. Além de investir numa atualização profissional contínua, o candidato deve ter atitude positiva e força de vontade.
Em resumo, é preciso ter brilho nos olhos. Isso encanta os selecionadores, sobretudo em processos que envolvem candidatos que acabam de chegar ao mercado de trabalho.
Diante das queixas dos empresários de que o maior problema da atualidade é a falta de qualificação dos profissionais, sairá na frente quem seguir algumas regras: para quem já se formou, o melhor caminho é a especialização, seja num MBA, ou num mestrado. Agora, se o indivíduo ainda está cursando a faculdade, a saída é partir para o aperfeiçoamento do curso. Estudar um outro idioma também ajuda bastante na hora de conquistar uma vaga.
Mas não é preciso ir com muita sede ao pote: assim como uma faculdade não garante emprego, nem toda especialização é o passaporte para o cargo almejado, diz Abrileri. Na hora de escolher que caminhos seguir, ter critério na escolha pode fazer a diferença:
- Geralmente, MBAs efetivamente considerados como boas referências de mercado são caríssimos, pesando muito no bolso de quem os cursa. Então, o melhor é fazer um curso de especialização depois de um período de amadurecimento do profissional no mercado, quando ele já consegue perceber e identificar oportunidades compatíveis com seus objetivos.
Ana Carolina vai além: a especialização é o melhor negócio quando se aprofunda em conhecimentos que o curso de formação inicial não completou.
- Mas detectar esta deficiência é muito mais fácil quando se já tem experiência profissional. Escolher uma pós ou um MBA antes de entrar no mercado de trabalho pode ser uma precipitação e perda de tempo - complementa ela.

Fonte: o Globo Online
 

PIT

O Pit - Programa de Integração ao Trabalho das Faculdades São José tem como objetivo preparar e integrar o aluno para o mercado de trabalho, transmitir experiência profissional através de palestras, oficinas e workshops, além de captar vagas e supervisionar os estágios, também atua dando orientações e preparando os alunos para processos seletivos de estágios e empregos.