quinta-feira
Mudança de carreira: ainda dá tempo
Levante a mão quem nunca cogitou mudar de carreira em algum momento da vida. Mas quando o sentimento persiste e somos tomados constantemente por dúvidas e insatisfações é melhor pensar seriamente no assunto.
Muitas vezes o sentimento de frustração está mais ligado ao desenvolvimento da carreira do que a escolha da atividade. Descobrir o motivo da insatisfação é o primeiro passo. O que torna a sua vida profissional infeliz? Somente depois de ter certeza de que não se trata de cansaço passageiro é que vale a pena se mobilizar, por isso é importante uma autoanálise.
O segundo passo é planejar. Está na hora de estabelecer novos objetivos e necessidades. Estude o mercado de trabalho, faça cursos de especialização na nova área de atuação. Vale também conversar com outras pessoas que estão no ramo e checar se a realidade corresponde às suas expectativas. Se preciso, procure profissionais especializados em aconselhamento de carreira e coaching.
O profissional não deve esquecer que a transição de carreira tem um período de adaptação. Além do desenvolvimento de novas habilidades e competências, é preciso estar preparado financeiramente. Uma mudança como esta pode levar mais tempo do que o previsto, por isso e importante ter uma reserva, principalmente quando há família e filhos envolvidos.
A quantidade de desafios é proporcional ao tamanho da mudança. Em muitos casos, significa recomeçar em cargos hierarquicamente inferiores ou perda na remuneração, mas o novo caminho a ser percorrido trará experiências interessantes e de crescimento. Não importa a sua escolha, os desafios dependerão do tamanho da mudança.
As possibilidades estão por aí. Acredite no seu potencial e não desista dos sonhos. Veja aqui exemplos de pessoas que mudaram a própria história dando uma guinada na carreira!
Não comprometa a sua imagem profissional no Facebook
O que não perguntar em uma entrevista de emprego
Depois das primeiras etapas do processo de seleção, algum funcionário capacitado irá entrar em contato e esclarecer os detalhes financeiros. Controle a ansiedade e espere o momento certo e a pessoa certa para conversar sobre estes assuntos.
quarta-feira
Especial Entrevistas: O que usar e como se comportar.

O que vestir?
Bem vestido pra entrevista.
Embora elegante, o terno ou terninho, pode ser substituído numa entrevista de emprego menos formal. Veja as variações, mas fique atento ao perfil da empresa.
Homens: ter ou não ter barba?
Os barbudos estão na moda, mas o visual ainda não conquistou o ambiente corporativo.
Mulheres:
Nada de decotes e saias abaixo dos joelhos.
Como se comportar!
Entrevista de Emprego
Renata Avediani, repórter da VOCÊ S/A, dá dicas importantes para você não pisar na bola na entrevista de emprego.
Prepare- se para a Entrevista
As entrevistas de emprego geram muita ansiedade. A especialista em recursos humanos, Elaine Saad, da Right Management, dá algumas dicas para você não fazer feio nesta hora.
* É preciso se conhecer primeiro
Antes de definir e escolher o objetivo profissional, e independente do que se quer atingir, é preciso que as pessoas conheçam seus pontos fortes e fracos. Essas e outras dicas são dadas pela especialista em RH, Elaine Saad.
* Antes,durante e depois
Conhecer o perfil da empresa, se apresentar bem, enviar carta de agradecimento após a entrevista são detalhes que ajudam você se destacar durante o processo de seleção.
Fonte: http://vocesa.abril.com.br/desenvolva-sua-carreira/materia/curriculo-entrevista-573005.shtml
segunda-feira
Trocar de estágio com frequência nem sempre é vantajoso

O mercado pode fazer diversas leituras de um jovem que fez muitos estágios: ele pode querer desafios ou ser instável
Ainda que o período da faculdade seja o melhor para que os estudantes tenham experiências diversas no mercado de trabalho, pular de estágio em estágio em um curto espaço de tempo pode prejudicar o início da carreira do estudante, dependendo da área e da empresa onde ele almeja atuar.
Ficar menos de seis meses estagiando em uma empresa, na avaliação dos especialistas consultados - o superintendente do Nube (Núcleo Brasileiro de Estágio), Carlos Alberto Cavalheiro, e a consultora da Cia de Talentos, Maria Cristina Barbosa -, não é o suficiente para que o estudante faça dessa experiência válida.
“Em menos de seis meses, o estudante não consegue mostrar o que ele sabe e quem ele é. Ele não consegue mostrar resultados”, afirma Cavalheiro. “A partir de seis meses, ele consegue absorver a cultura e os processos da empresa. É um período mínimo”, considera Maria Cristina.
As leituras do mercado
Apesar disso, a consultora acredita que o fato de muitos estudantes terem várias experiências no currículo não demonstra apenas aspectos negativos. "A leitura que o mercado pode fazer é que esse estudante busca desafios e aprendizado", afirma Maria Cristina.
De fato, como está em período de experimentação, o estudante pode multiplicar essas experiências e mudar constantemente em busca da vaga de seu interesse. Isso é natural. "O estágio é um período de aprendizado. É ele que oferece embasamento para esse jovem", diz.
Cavalheiro, por outro lado, alerta os estudantes que exageram no direito de ter novas experiências. "Em dois ou três meses não dá para aprender o trabalho. E isso é preocupante para a carreira desse jovem, porque essas mudanças contínuas podem ser interpretadas como instabilidade", acredita. "Ele tem de dar um tempo para amadurecer no trabalho".
Para o especialista, se a questão for desafios, cabe à empresa estimular esse jovem e acompanhar seu desenvolvimento para que ele permaneça tempo suficiente para aprender algo.
Os especialistas ponderam que as possíveis leituras que o mercado faz do estudante que muda constantemente não são estanques. “Uma empresa mais conservadora pode não contratar esse jovem. Mas uma que tenha um estilo mais dinâmico pode avaliar de outra forma”, considera Cavalheiro.
Antes da mudança
Independentemente da leitura que se pode fazer de um estudante com esse perfil, antes de optar pela mudança, os jovens em início de carreira devem fazer algumas ponderações. “Até parece algo óbvio, mas eles precisam ver o que estão aprendendo na empresa”, avalia Maria Cristina, da Cia de Talentos.
Para a consultora, os estudantes precisam ter visão de futuro e tentar perceber o quanto aquela experiência pode ser válida em decisões profissionais futuras. Para Conselheiro, do Nube, uma conversa com amigos e professores pode ajudá-los na hora de decidir entre ficar e sair da empresa.
Afinal, se em poucos meses não é possível assimilar experiências concretas, tampouco é suficiente para perceber se o trabalho será válido e agradará o estudante. “Quando o candidato gosta do trabalho e se identifica com a empresa, ele fica mais tempo”, ressalta Maria Cristina.
Fonte: Administradores.com.br
Link: http://www.administradores.com.br/informe-se/carreira-e-rh/trocar-de-estagio-com-frequencia-nem-sempre-e-vantajoso/43630/
terça-feira
Como usar a internet para obter um emprego

Por Marcio Orsolini
Sites especializados e redes sociais oferecem milhares de vagas; saiba como usar a rede a seu favor
A vitrine de uma loja é o principal artifício para chamar atenção dos clientes para os produtos. Todo mundo olha o que a loja oferece e até quem não pensava em comprar pode mudar de ideia se o produto for de qualidade. Com a internet não é diferente. Principalmente para quem deseja encontrar uma oportunidade de emprego. Com a proliferação de sites especializados em carreira e redes sociais, é possível fazer da web uma vitrine. E acredite: os recrutadores estão de olho.
Segundo as principais consultorias de recursos humanos ouvidas pelo Portal EXAME, a internet se tornou uma das principais fontes de busca por profissionais e de divulgação de vagas de emprego. "Ela democratiza o acesso às vagas. Todo recrutador profissional vai pesquisar na internet e nas redes sociais. É uma forma eficiente de aumentar o leque de opções", diz Willian Bull, consultor sênior de capital humano da consultoria de recursos humanos Mercer.
Em pesquisa recente, o Ibope Nielsen Online constatou que os brasileiros passam em média 26 horas online por mês - e boa parte desse tempo usado na busca de um emprego. Os sites enquadrados na categoria "carreira" tiveram 5,1 milhões de usuários únicos em dezembro, o equivalente a 20% dos internautas residenciais do país. Hoje há cerca de 100 sites de carreira, envio de currículos ou concursos públicos, além de redes sociais especializadas em emprego.
A internet, no entanto, não substitui tradicionais etapas até a contratação como entrevistas com headhunters, RH de empresas e com o empregador direto, a quem cabe a decisão final. Mas é uma grande vitrine para mostrar suas competências profissionais. Veja a seguir como usar a internet para encontrar oportunidades de emprego.
Redes sociais
Se engana quem pensa que as redes sociais servem apenas para o lazer. O fato de poder formar uma rede de contatos fez com que o uso de ferramentas como Orkut e Facebook, por exemplo, se tornassem um meio de buscar emprego e se mostrar disponível às novas oportunidades. No Orkut, a rede de relacionamentos mais popular no país, há 996 comunidades com a palavra "emprego". Elas oferecem vagas com carteira assinada, trabalhos temporários, estágios e programas de trainee nas mais diversas áreas e regiões do país. A comunidade "Empregos em São Paulo", por exemplo, conta com quase 10.000 membros.
Recentemente, o serviço de microblogs Twitter vem ganhando a atenção dos usuários. Ele é a rede que mais cresce em todo o mundo. Lançado em 2004, o Twitter registrou 19,1 milhões de usuários em março, segundo a comScore, empresa de medição de audiência na internet, um aumento de 194% em relação a fevereiro. É claro que uma rede tão grande se torna um bom lugar para a divulgação de vagas. Pensando nisso, o foi inaugurado o serviço Twitter Jobs, que compila vagas de diversas áreas postadas na rede.
Mas há também perfis criados especificamente para isso. É o caso de Trampos, criado em maio de 2008, pelo webdesginer Tiago Yonamine, destinado principalmente à profissionais que trabalham com internet. Desde então foram postadas 280 vagas e cerca de 50 pessoas foram contratadas. Entre elas está a designer industrial Vanessa Marques. A paulistana de 29 anos trabalha como arquiteta de informação da agência de publicidade Almap BBDO há oito meses. Ela decidiu procurar uma nova oportunidade quando soube que a produtora onde trabalhava iria fechar. "Consegui cinco entrevistas em um mês. Foi a primeira vez que procurei emprego na internet", conta ela que também ficava de olho nas oportunidades do portal Click Jobs, especializado em vagas para a internet.
Sem dúvida a rede social que mais se destaca na busca por empregos e formação de contatos é o LinkedIn. Criado em 2003 pelo empresário americano Reid Hoffman (leia entrevista aqui), o site conta hoje com 41 milhões de usuários - 500 mil deles só no Brasil, o que faz o país figurar na lista dos dez maiores em número de cadastrados. Gratuitamente, profissionais de qualquer área e escolaridade podem se cadastrar e participar de grupos de empregos. Mesmo com essa democracia, o LinkedIn se tornou referência para headhunters em busca de profissionais qualificados. E tem se mostrado eficaz.
É o caso da analista de TI Solange Oliveira, de 40 anos. Há três anos quando ela criou um perfil no LinkedIn, seu objetivo inicial era outro. "Queria apenas manter contato com as pessoas que trabalharam comigo. Não acreditava que poderia conseguir um emprego", diz ela. A rede de contatos - uma das bases do site - ajudou Solange. Depois de deixar o cargo de gerente de TI, ela avisou em seu perfil que buscava novas oportunidades. No mesmo dia, recebeu o contato do diretor de uma empresa de materiais esportivos para saber se ela gostaria de participar de um novo projeto. O diretor da empresa é amigo de um ex-colega de trabalho de Solange, que a recomendou para a vaga. "Nós marcamos uma conversa pelo Skype e depois de três semanas fechamos o contrato quando ele veio participar de um evento em São Paulo", conta ela que hoje ganha o dobro do salário anterior como diretora de e-commerce. O projeto, ainda sigiloso, vai construir uma rede de e-commerce para a empresa. Agora, ela também está contratando novos profissionais para sua equipe via LinkedIn.
QI com recompensa
Uma das formas mais comuns encontradas por consultores de recursos humanos para encontrar candidatos é a indicação. Pensando nisso, dois novos sites apostam na figura do indicador para encurtar o tempo do processo de seleção, baseados no site inglês Zubka. Em março deste ano, a empresa de RH Allis, uma das maiores do Brasil, lançou o Indica, um site de hunting online.
O Indica é procurado por empresas para divulgar oportunidades de emprego. Qualquer um pode indicar profissionais que atendam aos requisitos das vagas divulgadas no site. A empresa faz então uma triagem dos melhores candidatos e envia para as empresas. Se alguém da lista for contratado, o Indica recebe uma comissão de 60% do salário mensal do novo funcionário. Já a pessoa que fez a indicação pelo site recebe uma comissão de 300 a 2.500 reais.
"A ideia é que em dois ou três dias você tenha uma lista de candidatos para uma vaga, enquanto um processo de seleção normal, sem o uso de internet, mas através de headhunters, leva cerca de duas semanas", explica o criador do site Dan Turkieniez. Segundo ele, o serviço é particularmente interessante para empregos com salários de 2.000 a 15.000 reais, um nicho ainda pouco atendido por headhunters e consultorias de RH.
A base atual do site tem 5.000 indicadores e cem empresas cadastradas – entre elas, a Natura e a Odebrecht. Para evitar indicações aleatórias de candidatos, apenas visando a recompensa, o número do CPF é pedido na hora do registro, e um ranking de indicadores é feito regularmente. "Quem abusar, fica bloqueado no sistema", diz Dan.
O Indica foi inaugurado recentemente, mas já possui concorrentes. O engenheiro Helder Santos e a consultora de recursos humanos Fran Winandy criaram em novembro de 2008 o Alludere. A ideia do site é focar também nos indicadores. Neles e nas empresas apenas. A empresa anuncia suas vagas e o site dispara alertas para sua rede de 1 000 indicadores que enviam currículos de candidatos à Alludere. Lá é feita uma triagem dos candidatos e os mais qualificados são encaminhados para a próxima etapa do processo.
"Como ainda somos um serviço recente, as empresas ainda mantém paralelamente seus próprios métodos de seleção, seja por headhunters ou internamente", explica Fran. Caso um candidato seja contratado pela empresa, o indicador recebe 50% dos honorários pagos a Alludere. "Nosso preço varia de 8% a 11% do salário anual. A ideia é ter o valor menor que um headhunter, que cobra de 15% a 22%", diz Fran.
Há quase dois meses, a publicitária Flávia Favaro Moreno, de 33 anos, foi contratada como gerente de comunicação corporativa da Eurofarma num processo que durou apenas dez dias. A indicação foi da administradora Christine Gautier, da Bebop Consulting, com quem a Alludere já havia entrado em contato para fazer parte do banco de indicadores. "Depois da entrevista com a Christine passei por mais duas etapas: entrevista no RH da empresa e com a diretora da minha área", conta Flávia.
Cadastre seu currículo
Uma das dicas dos profissionais de recursos humanos é para que os candidatos se cadastrem na página do trabalhe conosco. "É o primeiro lugar que as empresas olham quando precisam de alguém", diz Jairo Okret, sócio-diretor da Korn/Ferry, responsável pela área de TI para busca de profissionais. Para a consultora Jacqueline Resch, da Resch Recursos Humanos, os candidatos não apenas cadastrar, mas sempre atualizar seus currículos em sites de empresas.
Tradicionais e eficazes também são os sites que funcionam como banco de currículos. Um exemplo é o americano Monster, um dos maiores do mundo, com 80 milhões de cadastrados. Criado em 1994, o site só chegou ao Brasil há dois anos. A versão nacional ainda é pequena, mas vem apresentando um forte ritmo de crescimento. Em janeiro de 2008 havia 20 000 usuários. Um ano depois o número saltou para 180 000, com a maioria das vagas para ensino superior, com foco em nas áreas de vendas, marketing, finanças, TI, telecom, administrativo e engenharia. O usuário se cadastra no banco de dados gratuitamente.
Criado em 1996, o Catho é um dos mais populares sites de emprego do país. O site é indicado principalmente para profissionais com salários de até 5.000 reais. Hoje, ele conta com uma base de 1,9 milhão de inscritos – sendo 200 mil ativos, que concorrem a milhares de vagas em diversas áreas. Em média, o site diz que ajuda na contratação de 7.000 pessoas por mês.
O analista contábil Eber do Vale, de 38 anos, conseguiu pela segunda vez um emprego pelo site Catho. Em dezembro do ano passado, ele resolveu fazer o teste de uma semana gratuita oferecida pela empresa. No mês seguinte, o RH de uma consultoria entrou em contato com ele e, depois de uma bateria de testes, conseguiu a vaga. No entanto, o emprego não era o que Eber estava esperando. Novamente ele decidiu utilizar o Catho, dessa vez pelo plano mensal que saiu por 59 reais. Na semana seguinte foi contatado por outra empresa, onde trabalha desde abril.
Para atender à população com menos escolaridade, o governo do Estado de São Paulo encontrou na internet uma forma de organizar as vagas disponíveis. Lançado em novembro de 2008, o site Emprega São Paulo reúne atualmente 501.000 vagas nas mais diversas áreas. Desde sua criação as mais oferecidas foram faxineiro, vendedor, operador de telemarketing entre outras. O resultado é positivo. Até agora 6.000 pessoas foram contratadas.
| Como aparecer na internet |
| - Cadastre-se no canal “Trabalhe Conosco” das empresas que você tem interesse. É o primeiro lugar onde as empresas buscam novos profissionais. |
| - Mantenha seu currículo atualizado em sites de recrutamento e consultorias de RH. |
| - Nas redes sociais, faça networking com pessoas da área que você atua. Mostre-se disponível a novas oportunidades, mas tome cuidado com a exposição excessiva. |
| - Manter um blog sobre o assunto que você domina é um jeito de divulgar seu trabalho. |
| Fontes: consultores e headhunters |
Fonte: Exame
Link: http://exame.abril.com.br/carreira/noticias/como-usar-internet-obter-emprego-473516
segunda-feira
Onde estou e onde deveria estar: quais os desafios na carreira aos 20, 30, 40 e 50?

Para especialistas, não há resposta pronta para tal pergunta, entretanto, há desafios mais comuns em determinada idade
Independentemente da idade, a vida profissional é repleta de desejos, conquistas e desafios. Entretanto, eles variam conforme os anos passam e em vários momentos da vida as pessoas se perguntam “onde estão e onde deveriam estar?”.
Segundo especialistas, não há resposta pronta para tal pergunta, entretanto, há desafios, e mesmo expectativas por parte das empresas, que são mais comuns em determinada idade. Aos 20 anos, por exemplo, o grande desafio dos profissionais é se projetar na carreira, explica a consultora de planejamento da Ricardo Xavier Recursos Humanos, Karla Mara Alves de Oliveira.
Na opinião dela, esta é uma fase de troca: a empresa oferece a oportunidade da experiência, enquanto o profissional traz o conhecimento teórico e a inovação para a companhia. A headhunter da De Bernt Entschev Human Capital, Emmanuele Spaine, concorda e acrescenta:
“Para a empresa, este é um período de aprendizado, sendo que a principal dificuldade para o jovem é entrar no mercado de trabalho”. Nesta idade, diz ela, o jovem profissional deve aproveitar para aperfeiçoar idiomas e começar a definir um caminho para uma futura pós-graduação.
Dos 30 aos 40
Na faixa dos 30 aos 40 anos, diz Emmanuele, as empresas esperam que este profissional já esteja mais estabilizado e consolidado, tanto no que diz respeito à própria empresa, como na função que pretende exercer na carreira.
Além disso, ressalta Karla, este profissional já deve estar alinhado aos valores da empresa e estar preparado para conciliar a vida profissional com a pessoal, já que esta é a idade na qual a maior parte das pessoas está constituindo família.
Estes profissionais, dizem, querem reconhecimento, mas não devem deixar de lado a atualização, procurando, nesta fase, investir em cursos de pós-graduação e no desenvolvimento das competências de gestão.
40 e 50
Na faixa dos 40 anos, a expectativa é que o profissional já tenha conhecimento teórico, específico e alguma experiência internacional, avalia Emmanuele.
Também é importante que ele tenha autogerenciamento e procure sair da zona de conforto, buscando rápida adaptação às situações e constantes mudanças no mercado. “É importante se manter atualizado, atrativo para o mercado (…) nesta faixa etária, um dos temores é o medo do desemprego”, diz.
Por fim, aos 50 anos, o medo do desemprego existe e a dificuldade de recolocação é um pouco maior. Contudo, explica Karla, os profissionais devem ressaltar a maturidade, experiência e a expertise profissional, pensando sempre sobre quais medidas e rumos tomar para se adequar às exigências do mercado.
Cargos
No que diz respeito aos cargos, o que se espera, por idade, é o seguinte:
■Aos 20: trainee, analista júnior e, ao final da década, pleno;
■Aos 30: cargos de analista pleno e sênior. Cargos relacionados com coordenação;
■Aos 40: cargos gerenciais
■Aos 50: cargos gerenciais, de diretoria e conselheiros.
Apesar deste ser o caminho mais comum na vida profissional, as especialistas alertam que este não é o único e que ninguém deve se desesperar, caso a trajetória de sua carreira não esteja seguindo exatamente este caminho ou similar.
Contudo, dizem, se a pessoa se sente incomodada com os rumos de sua carreira e insatisfeita ao responder a pergunta “onde estou?”, talvez seja a hora de procurar ajuda, como a de um coaching.
quarta-feira
Modelos inovadores de apresentação profissional chegam ao mercado de trabalho

RIO - Até aqui porta de entrada das empresas, o currículo, em sua forma tradicional, está se tornando cada vez menos atraente. É que o conjunto de informações que vendem o candidato - principalmente de áreas ligadas à economia criativa, como design e publicidade - está pegando carona na web 3.0, a organização inteligente do conhecimento disponível na internet, e chegando aos recrutadores em formatos totalmente alternativos. São infográficos, vídeos, sites inovadores e postagens em redes sociais, como Facebook e Twitter, em que vale tudo para atrair a atenção do interlocutor, como mostra reportagem de Luciana Calaza e Paula Dias, publicada neste domingo no Boa Chance.
Que o diga Luciano Tardin, que leciona a disciplina "Estágio supervisionado" na ESPM-RJ. Ele desafia os alunos a refletirem sobre a forma de ingressar no mercado de trabalho. E o currículo, claro, faz parte do brainstorm:
- Um gestor de criação quer encontrar, numa pilha de currículos, algo que chame a sua atenção. Um infográfico pode revelar uma série de interfaces de uma trajetória profissional. O acesso ao conteúdo é mais prazeroso.
Confira aqui parte de um currículo (fictício), que usa diferentes elementos gráficos
O designer gráfico carioca Carlos de Oliveira Júnior, de 26 anos, recorreu aos diagramas para mostrar, através de uma colorida linha do tempo, sua aquisição de conhecimento acadêmico e de experiência profissional.
- Já vinha pesquisando formatos inovadores de diagramação para meu currículo. Acabei optando por um infográfico - diz.
Currículo fictício: experiência, formação e prêmios na linha do tempo
Os amigos Felipe Menezes e Maicon Silveira, de 22 e 24 anos, optaram por um caminho diferente. Criados em Volta Redonda, tiveram a ideia de gravar um vídeo que registrasse sua busca por um emprego no Rio. Com 15 minutos, o minidocumentário "Um dia de caça" mostra sua peregrinação para divulgar seus portfólios em agências de publicidade da Zona Sul.
- A ideia de gravar surgiu porque estávamos com um amigo (Bruno Rodrigues) estudante de cinema. Pensamos que seria legal mostrar o trabalho de forma inusitada. O currículo ainda é importante, mas formas diferentes de produzi-lo e entregá-lo podem contar pontos - diz Felipe, que está trabalhando na agência Gioi Propaganda.
Fonte: O Globo Online
terça-feira
Um bom currículo pode fazer a diferença na hora de conseguir um emprego
Fonte: Jornal Hoje
Link: http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM1362591-7823-UM+BOM+CURRICULO+PODE+FAZER+A+DIFERENCA+NA+HORA+DE+CONSEGUIR+UM+EMPREGO,00.html
Nas redes sociais, profissionais podem revelam competências procuradas pelas empresas, afirma especialista

Por Redação, www.administradores.com.br
As redes sociais permitem que uma pessoa demonstre seu conhecimento, divulgue suas ideias, comunique as características de sua personalidade e seu potencial
Ultimamente, o tema redes sociais x trabalho tem sido um dos mais recorrentes, seja nos meios de comunicação, nas conversas informais ou até mesmo no próprio ambiente corporativo. Nos debates, há sempre quem ache que Facebook, Twitter, Orkut e afins são um mal dentro das empresas. Outros mais maleáveis relativizam as situações e acham que os espaços públicos virtuais são bons lugares para identificar bons profissionais.
Segundo Monica Ramos, diretora do CTS/DBM – consultoria especializada em gestão do capital humano – mais e mais empresas e headhunters têm utilizado as redes sociais para buscar profissionais criativos, com capacidade de estabelecer relações de longo prazo, de pensar em temas complexos e, por isso, de propor soluções novas, como o novo ambiente de negócios brasileiro demanda. Posts, contatos e demais atividades nas redes sociais também permitem checar se os candidatos são pró-ativos, atuam guiados por valores semelhantes aos da empresa que pode contratá-lo e se tem networking relevante.
"As redes sociais permitem que uma pessoa demonstre seu conhecimento, divulgue suas ideias, comunique as características de sua personalidade e seu potencial", explica a consultora.
Para as empresas, isso dá a possibilidade de localizar profissionais que tenham competências essenciais para o cenário com o qual convivem e de tornar o processo de seleção pró-ativo.
Além de tudo, mais do que um meio para receber currículos, as redes sociais permitem buscar profissionais que, por exemplo, atuam pautados por colaboração, inovação e cooperação.
"É algo que pode ampliar em muito a chance de sucesso de uma contração, além de ser um meio para que se cheque a consistência dos dados listados nos currículos", revela Monica.
Fonte: Administradores
Link: http://administradores.com.br/informe-se/carreira-e-rh/nas-redes-sociais-profissionais-podem-revelam-competencias-procuradas-pelas-empresas-afirma-especialista/42760/
sexta-feira
Como procurar empregos usando o Twitter

Atualmente existem vários ferramentas e serviços para se encontrar um emprego usando a internet, mas grande parte deles são sites ou blogs focados em determinados nichos e que não necessariamente oferecem as vagas mais novas, ou as informações mais recentes. Neste caso, o Twitter poder ser uma ferramenta e tanto na sua recolocação profissional.
O Twitter é uma rede social de microblogs que, após uma primeira onda de usuários conversando sobre uma vaga, outras empresas e perfis especializados em vagas de emprego e estágio começam a divulgar essas tais vagas dos usuários. Mas há um método para que você encontre esses empregos em praticamente qualquer área pretendida, e normalmente já com o contato direto do responsável pela vaga.
Por isso o TechTudo preparou este tutorial. Aprenda, em apenas três passos, como procurar empregos usando o Twitter.
Passo 1. Acesse a busca do Twitter (http://search.twitter.com/)
Passo 2. Efetue sua busca usando uma das hashtags relacionadas a vagas de emprego (#emprego, #vaga, #estagio) em conjunto com a especialidade da vaga (engenheiro, programador, designer, telemarketing, etc).
Exemplos de busca:
#vaga engenheiro
#estagio programador
#emprego administrador
Passo 3. Agora basta selecionar a vaga e acessar o endereço anunciado, ou enviar seu currículo para o e-mail especificado.
Dicas Extras
Passo 4. Geralmente você pode ignorar todas as respostas que tenham o desenho de um ovo como avatar, pois estes são compostos de usuários novos ou que só fazem spam.
Passo 5. Se você busca uma vaga somente na sua cidade ou estado, pode personalizar colocando o nome dela na busca também, por exemplo: #vaga analista #bh , que indica vagas de analistas para Belo Horizonte.
Passo 6. Para buscar vagas em empresas estrangeiras, uma boa ideia é procurar em inglês, usando a hashtag #job, como em #job developer, em busca de uma vaga para desenvolvedor.
Agora é com você! Aproveite para ver também como achar vagas de trabalho em sua área usando o Google Alerts, como filtrar conteúdos indesejados no Twitter e . Boa sorte na sua busca por um novo emprego!
QUEM ACOMPANHAR
Confira a lista de perfis de empresas que divulgam vagas no Twitter :
• @CiadeTalentos
Oferece vagas para jovens profissionais, principalmente para trainees.
• @michaelpagebr
Oportunidades para executivos de média e alta gerência.
• @asapexec
Recruta profissionais de diferentes funções e mercados.
• @vagas
Oferece vagas e dicas sobre cursos.
• @DMRH
Trabalha posições com alto grau de complexidade. Portanto, é para profissionais mais experientes.
• @job4dev
Oportunidades no mercado de TI.
• @vagasnaweb
Oferece estágios e empregos para os profissionais de web.
• @EmpregoBrasil
Vagas para profissionais de todos os níveis.
• @elancers_net
Site de recrutamento, divulga empregos e publica notícias.
• @PCIconcursos
Divulga empregos, estágios e o calendário de concursos públicos.
• @curriculumvagas
Anuncia empregos para os mais variados níveis e funções em todo o Brasil.
• @link_zero
Oferece vagas para jornalistas.
• @frilas
Vagas para projetos específicos e temporários nas áreas de comunicação, publicidade e tecnologia.
. @publicijobs
Informações sobre freelances e empregos que possam interessar aos mais variados tipos de profissionais da área da Comunicação.
Link: http://www.180graus.com/geral/encontre-vagas-no-mercado-de-trabalho-como-procurar-empregos-usando-o-twitter-406159.html
Fonte: Revista Você SA
Link: http://vocesa.abril.com.br/desenvolva-sua-carreira/materia/vagas-agora-tambem-twitter-532213.shtml
segunda-feira
Emprego: taxa de desocupação é de apenas 3,1% para quem tem faculdade, diz IBGE

Fabiana Ribeiro
RIO - O diploma da faculdade já garante a milhares de brasileiros o pleno emprego. Levantamento exclusivo do IBGE, nas seis principais regiões metropolitanas do país, mostra que a taxa de desemprego da população que tem nível superior atingiu em 2010 seu menor nível em oito anos: 3,1% - quase a metade da média nacional (6,7%). Segundo especialistas, é o mesmo que dizer que praticamente não falta trabalho - ainda que, muitas vezes, fora da área da formação - para quem passou pelos bancos universitários.
O aumento da qualificação fora da universidade também chama a atenção. Segundo o IBGE, o país encerrou 2010 com 7,6 milhões de pessoas, 34,1% do total de trabalhadores nessas seis regiões metropolitanas, com algum curso de qualificação concluído ou em andamento. É mais que o dobro dos 3,7 milhões de trabalhadores nessa condição em dezembro de 2002.
Os números mostram um avanço na educação e refletem também o bom momento da economia brasileira, que deve ter fechado 2010 com crescimento recorde, perto de 8%. Mas os analistas lembram que, num momento em que muitas empresas se queixam da dificuldade de encontrar profissionais no mercado, a qualidade da formação dos trabalhadores deixa a desejar.
- O avanço da formação da população brasileira é fantástica. E esse cenário certamente não é um privilégio das regiões metropolitanas, até por causa do processo de interiorização do emprego - disse Cimar Azeredo, gerente da Pesquisa Mensal de Emprego (PME) do IBGE e responsável pelo estudo.
Para analistas, qualidade do ensino deixa a desejar
Fica a dúvida, entretanto, se esse ritmo de absorção de conhecimentos é compatível com as necessidades das companhias, frisou Azeredo.
- O que fica claro é que houve uma transformação na estrutura do emprego. Seja no chão de fábrica, numa plataforma ou num escritório. As novas tecnologias fizeram os profissionais perceberem que era preciso se capacitar mais. Mas, se esse ritmo é suficiente, não sabemos.
Segundo a pesquisa de Azeredo, empregados e desempregados buscam estar mais atualizados. Entre os homens ocupados, 20,6% frequentavam ou já tinham concluído alguma qualificação em dezembro de 2002. Oitos anos depois, essa parcela chega a 34%. Entre as mulheres empregadas, a fatia sobe de 21% para 34,1%.
- Estudar para se preparar para o mercado de trabalho passou a ser uma prioridade também em todas as faixas etárias. O que é um reflexo de que o mercado de trabalho está oferecendo oportunidades, ou seja, abrindo vagas.
O professor da PUC-Rio José Márcio Camargo reconhece que houve avanços na escolaridade dos brasileiros. Porém, "ainda é muito pouco". Em sua avaliação, o nível educacional é extremamente baixo e traz sérias consequências para o desenvolvimento do país.
Fonte: O Globo – Online
Emprego entre os mais escolarizados cresce 59,8%

Alessandra Saraiva - O Estado de S.Paulo
Dados são da comparação entre as pesquisas do IBGE entre 2002 e 2010 e considera que tem mais de 11 anos de estudos
O emprego no País cresceu, em oito anos, mais entre pessoas com maior nível de escolaridade. Levantamento feito com dados da Pesquisa Mensal de Emprego (PME) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostra que o número de pessoas ocupadas no mercado de trabalho com 11 anos ou mais de estudo atingiu 13,515 milhões em dezembro de 2010, 59,8% acima do apurado em dezembro de 2002.
Esse foi o mais forte aumento em todas as faixas de estudo, sendo 8% superior a dezembro de 2009. Ao mesmo tempo, caiu o número de pessoas empregadas com pouco ou nenhum nível de escolaridade. A população ocupada sem instrução ou com menos de um ano de estudo foi de 352 mil em dezembro de 2010, 35,9% abaixo da apurada em dezembro de 2002; e 10% abaixo da apurada em dezembro de 2009.
Para analistas, os dados mostram que a qualidade do emprego no País melhorou nos últimos anos. Mas fazem um alerta: os números mostram um cenário de demanda crescente por mão de obra especializada no Brasil. Para acompanhar esta procura, o País precisa investir, e rápido, na qualificação de mão de obra em todas as frentes do mercado de trabalho.
"Estes dados refletem, com certeza, a melhora na economia brasileira nos últimos anos", afirmou o economista-chefe da Sulamérica Investimentos, Newton Rosa. "O único segmento com menor qualificação, atualmente, é o de construção civil; mas nos outros setores, podemos perceber a interferência de novas tecnologias, que demandam mão de obra mais especializada", comentou o especialista.
Na prática, para Rosa, o crescimento no número de pessoas empregadas com maior qualificação estaria ligado a uma crescente necessidade de mão de obra com maior nível de estudo.
O mineiro José Carlos de Oliveira, de 33 anos, está se esforçando para integrar esse grupo de profissionais requisitados. Há dois anos ele cursa das 5h30 às 8h30, antes de ir para o trabalho, uma faculdade de Recursos Humanos. Oliveira chegou à capital paulista há dez anos já com o segundo grau completo e nunca ficou desempregado. Deixou a lavoura em Minas e hoje é auxiliar administrativo numa rede de hortifrúti. "Sempre quis ter uma vida melhor, e para isso sabia que precisava estudar"
Para o analista da consultoria Tendências, Rafael Bacciotti, o aumento no número de vagas mais qualificadas coincide com o crescimento no emprego formal no País. "Quando temos maior número de empregos formais, temos remuneração maior, mais estabilidade, e maior acesso ao crédito. É um efeito multiplicador na economia", afirmou.
Bacciotti não descarta uma continuidade em 2011 do atual cenário no mercado de trabalho, com crescimento de vagas mais especializadas; e trajetória crescente na formalização e na massa salarial. Mas faz uma ressalva: nem todas as consequências deste ambiente serão positivas na economia. "Com o aumento na massa salarial, a demanda no mercado interno, já aquecido, acaba se fortalecendo. Por um lado, isso é positivo para a economia. Mas tem uma pressão, dos aumentos de salários, que pode elevar a inflação. E isso é motivo de preocupação." / COLABOROU NAIANA OSCAR
PARA LEMBRAR
A falta de mão de obra qualificada já obriga as empresas a reduzirem o grau de exigência nas contratações. Em 2010, ano em que o emprego formal bateu recorde e atingiu 2,5 milhões de vagas, as contratações também beneficiaram trabalhadores com menor nível de escolaridade e até quem não sabe ler e escrever, segundo a MCM Consultores.
Quase um quarto das contratações líquidas até outubro de 2010 foi de pessoas com ensino fundamental completo, perto de 500 mil trabalhadores. Já em 2009, quando a economia não estava aquecida, o saldo de contratações foi negativo para o perfil de trabalhador menos qualificado. Entre 2004 e 2009, mais de 90% das contratações se concentrava nos trabalhadores com ensino médio incompleto para cima.
Fonte: Estadão
Link: http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20110205/not_imp675520,0.php
sexta-feira
O que escrever no currículo para atrair o recrutador

por Rômulo Martins
Na ânsia por fisgar o recrutador grande parte dos profissionais recorre a expressões que viraram clichês no mundo corporativo. O Linkedin, rede de relacionamento profissional, divulgou recentemente os 10 termos mais utilizados nos perfis dos brasileiros em 2010. São eles: dinâmico, ampla experiência, inovador, motivado, proativo, focado em resultados, empreendedor, trabalho em equipe, multitarefado, valor agregado.
Para o especialista em carreira Lindsey Pollak, “expressões como ‘ampla experiência’ e ‘experiência comprovada’ podem parecer vazias para um empregador potencial e prejudicar mais do que ajudar um perfil ou currículo”. Segundo ele, “o melhor é destacar anos de experiência, conquistas e resultados, como um aumento significativo nas vendas”.
Matilde Berna, diretora de transição e gestão de carreiras da Right Management, afirma que um currículo, para chamar a atenção do selecionador, deve exibir a história profissional de maneira estratégica. “O importante não é a quantidade de informações, mas as informações estratégicas”.
Seria irrelevante para o diretor de uma empresa, por exemplo, destacar experiências de estágio. “A informação deve ser coerente ao contexto profissional. É fundamental informar no currículo os resultados obtidos ao longo da carreira”, diz Matilde.
Na visão de Giuliana Hyppolito, consultora de recursos humanos da DMRH, na busca por uma vaga de emprego vale mencionar características pessoais valorizadas pelo mercado, mesmo que este não seja o principal foco do currículo. Segundo ela, o dado pode ser útil tanto para o candidato como para o selecionador. “Um profissional que diz ser dinâmico não vai querer trabalhar em uma empresa monótona”.
Giuliana destaca que os interesses ou as competências comportamentais do candidato devem ser descritas em um campo específico. No entanto, a consultora salienta que a informação é opcional. Ela ressalta que o indivíduo deve conhecer bem suas habilidades antes de expô-las no currículo. “O candidato deve exibir as competências descritas no documento durante a entrevista de emprego. Vender uma falsa imagem é um risco”.
Meio Digital
Os sites de emprego e as redes sociais têm se mostrado ferramentas efetivas e facilitadoras na busca por emprego, atesta Giuliana. De acordo com ela, a internet é o primeiro canal utilizado pelas empresas para comunicar suas vagas. “Mas é preciso expor o conteúdo com cautela para não prejudicar a imagem profissional”, adverte.
“Tudo o que surge no mercado como uma modernidade deve ser rapidamente incorporado pelo profissional. A internet tem ajudado muito as pessoas a ampliarem o network”, destaca Matilde Berna, da Right Management.
Fonte: Empregos.com.br
quarta-feira
O que as empresas querem dos jovens

por Rômulo Martins
Que o bom profissional precisa ter conhecimento técnico, estar alinhado às competências comportamentais valorizadas pelo mercado e antenado nas tecnologias e tendências na área de atuação você já sabe. Agora as empresas querem mais dos jovens recém-formados. É o que aponta uma pesquisa realizada em 20 países (incluindo o Brasil) pela consultoria alemã Trendence, publicada recentemente na revista Época.
Segundo o estudo, além de todos os requisitos exigidos pelo mercado, daqui em diante a geração high tech deve ter “personalidade”. O fator foi considerado mais importante que “competências” (saber prático) e “conhecimento” (teórico). O Brasil está em terceiro lugar no quesito “personalidade”.
A pesquisa traz outros dados. Dentre os 20 países participantes o Brasil aparece em primeiro no item “mostrar flexibilidade” (70%) e em terceiro na opção “ser capaz de atuar em equipe” (76%).
Ainda de acordo com o levantamento, entre as 19 qualidades necessárias para o sucesso as empresas brasileiras consideram mais importantes: liderança, habilidade para tomar decisões e ética. Visão holística e espírito empreendedor também foram apontados como características essenciais.
“As relações de trabalho mudaram, e o mercado aponta para uma crescente valorização das características comportamentais”, diz Paula Souto Sanches, analista de carreira da Veris Faculdades, do Grupo Ibmec Educacional. Segundo Paula, as mudanças são puxadas pelo acesso à universidade e pela competitividade do mercado.
“Nas últimas etapas de um processo seletivo observamos que os candidatos possuem praticamente o mesmo nível técnico. Daí a necessidade de o profissional desenvolver suas características comportamentais como diferencial em um mundo cada vez mais competitivo.”
Pronto para o mercado
Pesquisa da Trendence revela também que os jovens recém-formados precisam melhorar os seguintes pontos:
1º falta de experiência profissional e conhecimento prático;
2º baixa capacidade de adaptação ao ambiente de trabalho;
3º habilidades sociais, atitude e etiqueta no trabalho.
Fábia Barros, gerente de desenvolvimento da Foco Talentos, afirma que a melhor forma de aprender a usar a personalidade a favor da carreira e de adequar o comportamento à realidade do universo corporativo é participando de projetos profissionais ainda durante a formação universitária. “É preciso sair da mesmice da faculdade, envolver-se em trabalhos voluntários, empresas juniores, estágios, realizar cursos complementares.”
Segundo Fábia, identificar modelos de lideranças e trocar experiências com estes e outros profissionais da área são, da mesma maneira, importantes para começar bem a carreira. “Ative o networking desde já”, recomenda.
Fonte: Empregos.com.br
sexta-feira
Palestra: Prisão e Crime no Brasil do Século XIX

Da série Justiça & Pensamento, o Centro Cultura Justiça Federal juntamente com o Tribunal Regional Federal 2° Região, apresenta a palestra, com a Coordenação daProf a. Dra. Marilene Antunes Sant'Anna - UGF
Prisão e Crime no Brasil do Século XIX
15 de fevereiro de 2011, terça-feira, das 14h às 17h, no cinema do CCJF
Entrada Franca
As inscrições serão no local
Horas de estágio pela OAB
Horas de capacitação para servidores do TRF - 2° Região e da SJRJ
Maiores informações
CCJF - Centro Cultural Justiçã Federal
Av. Rio Branco, 241 - Centro
CEP 20040-009 - Rio de Janeiro
(21) 3261-2550
terça-feira
Redes sociais passam a integrar currículo de candidato na web

Por Equipe InfoMoney, InfoMoney
Usuário da Curriculum pode inserir endereço de redes sociais no currículo cadastrado online pelo site
As redes sociais passaram a ser determinantes na vida do profissional brasileiro. Orkut, Facebook, Twitter e Linkedin são alguns dos exemplos mais utilizados, tanto como ferramentas para contato ou para estratégia de carreira, pelos internautas no País.
Este processo fez, por exemplo, com que a Curriculum, empresa de armazenamento e administração de currículos na web, realizasse mudanças no cadastramento dos dados profissionais de seus usuários.
Agora, o candidato que inserir o currículo no site terá a chance de adicionar também, na área destinada aos dados pessoais, os endereços das redes sociais de que participa.
Na avaliação do presidente da Curriculum, Marcelo Abrileri, plataformas como as redes sociais, blogs e microblogs se tornaram um complemento no processo de seleção.
“Mas vale ressaltar que é apenas um complemento da seleção. As redes sociais não substituem as ferramentas desenvolvidas especificamente para buscar candidatos”, afirma o executivo.
Conhecimento
Abrileri defende que a integração entre currículos e mídias sociais vai ajudar ainda mais os selecionadores a conhecerem melhor o candidato. “Esta é a forma correta de utilizar as redes sociais: como ferramenta de apoio no processo de contratação”.
Em tese, as empresas que utilizam o site para buscar candidatos terão facilmente acesso aos endereços deles nas redes sociais, para conhecer melhor os profissionais e futuros colaboradores.
Fica o aviso: o segredo para o bom uso das redes sociais pelos usuários, principalmente aqueles que buscam oportunidades na carreira, é adotar uma postura adequada e abusar do bom senso.
Tecnologia
A maioria dos executivos brasileiros, cerca de 60%, recorre às mídias sociais para identificar boas oportunidades profissionais, segundo revela pesquisa realizada pela Hays Brasil.
Ainda segundo o levantamento, 87% dos executivos mantêm pelo menos uma conta ativa em alguma rede social no Brasil, sendo que um terço destes acessa o serviço diariamente; 29,5%, de uma a três vezes por semana; e 12,1% conectam-se entre três e seis vezes por semana.
Fonte: Site Administradores
segunda-feira
Aprenda a fazer networking
Por Rômulo Martins , Empregos.com.br
Ter uma boa rede de contatos é a melhor maneira de ser visto e lembrado. Mas é preciso bom senso para não “queimar” a imagem profissional
Saiba quais são os benefícios de fazer networking em inglêsNetworking é uma rede de relacionamento profissional. Um instrumento formal e informal para criar laços entre pessoas com interesses similares e gerar oportunidade de negócio. Segundo consultores de carreira é a maneira mais eficaz de despertar holofotes. Em diversas ocasiões salva profissionais que estão na berlinda, devido às intempéries do mercado de trabalho.
O networking mal construído, entretanto, provoca o efeito contrário. Vira "netburning". Ou seja, queima a imagem profissional. Para você fazer certo o Empregos.com.br conversou com Olavo Henrique Furtado, coordenador de pós-graduação e MBA da Trevisan Escola de Negócios, e com a especialista em treinamentos comportamentais Reginah Araújo, autora de "A arte de pagar micos e King Kongs - como viver sem culpa". Eles dão as dicas.
1. Não confunda networking com amizade
Networking não é apenas uma conversa entre amigos de áreas similares. Isso não quer dizer que amigos não possam fazer negócios junto. O objetivo do networking, contudo, é proporcionar benefícios profissionais e, consequentemente, pessoais.
2. Faça networking em locais diversos
Congressos, palestras, reuniões com clientes não são os únicos lugares para fazer networking. O relacionamento profissional pode ser edificado em uma mesa de bar, parques ou clubes. Esses encontros também trazem resultados.
3. Esteja prevenido
Se o networking pode ser realizado em múltiplos locais, o profissional deve ficar atento às oportunidades. Portanto, esteja preparado para construir relações com pessoas de interesse comum. Quando for ao cinema, teatro, restaurante não deixe de levar o seu cartão de visita.
4. Mantenha sua rede viva
Acionar sua rede apenas quando está em apuros não é networking, é "netburning". Se você age desse modo corre o risco de ficar sem emprego e ninguém ficar sabendo. Por isso, mantenha a brasa acesa. Convide os contatos profissionais para um happy hour, cinema, teatro etc.
5. Diversifique seus relacionamentos
Ir sempre aos mesmos eventos todo o ano vira mesmice. É importante frequentar novos lugares que o forcem a conhecer pessoas. Senão sempre encontrará as mesmas caras. Poderá perder oportunidades de negócio por falta de novos contatos.
6. Na internet, escolha a rede certa
Siga pessoas que conhece em redes de cunho profissional - Linkedin, por exemplo - ou voltadas ao público de sua área. Você pode adicionar pessoas por indicação. Nesse caso, sinalize o contato. Cuidado com o que é postado em seu perfil. Evite defender causas contrárias à opinião pública. Isso, certamente, vai queimar o seu filme.
Fonte: Site Adminsitradores
sexta-feira
Maior parte dos executivos recorre às mídias sociais na procura por oportunidades
Por Gladys Ferraz Magalhães
Segundo levantamento, 87% dos executivos mantêm pelo menos uma conta ativa em alguma rede social
A maioria dos executivos brasileiros, cerca de 60%, recorrem às mídias sociais para identificar boas oportunidades profissionais, segundo revela pesquisa realizada pela Hays Brasil.
Na opinião do gerente da área de expertise Sales & Marketing da Hays em São Paulo, Rodrigo Vianna, as redes sociais acrescentam uma fonte importante de informações a respeito do candidato e podem dinamizar a aproximação.
Por outro lado, diz ele, “a contratação de executivos de média e alta gerência ainda depende muito do contato pessoal e do networking”.
Preferências
Ainda segundo o levantamento, 87% dos executivos mantêm pelo menos uma conta ativa em alguma rede social no Brasil, sendo que um terço destes acessam o serviço diariamente; 29,5%, de uma a três vezes por semana; e 12,1% conectam-se entre três e seis vezes por semana.
Das redes sociais citadas, o Linkedin é a preferida dos entrevistados, com 65% das citações. Em seguida, aparecem o Orkut, o Facebook e o Twitter, com 52,5%, 47,5% e 26,5% das respostas, nesta ordem.
Para Vianna, a preferência pelo Linkedin pode ser explicada pelo fato da rede ter um perfil mais profissional. “Diferentemente das demais redes sociais utilizadas para comunicação interpessoal, o Linkedin é uma ferramenta de interação e networking”.
Pessoal e profissional
Independentemente da rede escolhida para a busca por uma nova oportunidade, os profissionais devem sempre ficar em alerta quanto ao que colocam nas redes, procurando desvincular seus perfis profissionais dos pessoais, diz Vianna.
“As redes sociais, em particular os microblogs, são ótimas ferramentas para disseminar informações de forma rápida e pulverizada. Mas é imprescindível evitar que o universo pessoal se confunda com a atividade profissional, o que pode ser prejudicial à carreira”.
Fonte: Site Administradores
quinta-feira
Menos desemprego, mais trabalho
Por Eduardo Pocetti
A palavra "trabalho" na frase do título acima está relacionada ao esforço que teremos de despender para que não corramos o risco de entrar no tão falado "apagão da mão de obra"
Tirando o componente óbvio da frase que dá título a este texto, a seguir indico algumas referências para que o leitor compartilhe do meu raciocínio em relação às necessidades relacionadas à força de trabalho. Pois, vejamos. O IBGE nos informa que a taxa de desemprego brasileira fechou em 5,3% no último mês do ano passado. Na média ao longo de 2010, a desocupação ficou em 6,7%. Ambas são marcas de destaque, as menores da série histórica da pesquisa, iniciada em março de 2002.
Assim, podemos dizer que a economia nacional passa por um momento ímpar, em que diversos fatores se alinham para que a tendência de crescimento sustentado se consolide e siga abrindo oportunidades, tanto para o mercado de trabalho, quanto para os setores produtivos.
A palavra "trabalho" na frase do título acima está relacionada ao esforço que teremos de despender para que não corramos o risco de entrar no tão falado "apagão da mão de obra", que ocupa muitas folhas de nossos jornais e grande espaço nos debates sobre esse tema.
Sabemos que, infelizmente, a formação educacional e profissional da maioria dos brasileiros apresenta certas carências que limitam e até prejudicam o ingresso e pleno exercício profissional dessas pessoas no mercado de trabalho.
Desta forma, o primeiro "trabalho" exigido dos gestores empresariais, dos educadores, das autoridades públicas e das entidades e instituições ligadas às áreas da educação e da profissionalização é ampliar a oferta de oportunidades e melhorar a qualidade do ensino e da formação e capacitação dos profissionais e trabalhadores.
Não há dúvidas de que a educação em nosso país tem se transformado nos últimos vinte anos, especialmente com a universalização do ensino à infância, a ampliação da oferta de vagas no ensino técnico e a facilitação do acesso às universidades e a cursos de nível superior. No entanto, apesar de a qualidade do ensino ter evoluído no período, ela ainda demanda melhoramentos.
A iniciativa privada, com o apoio de entidades setoriais e organizações do terceiro setor, também tem se esforçado para capacitar e manter atualizados seus profissionais ou futuros colaboradores, investindo em formação dirigida aos objetivos empresariais. Mesmo assim, é certo que serão exigidos das empresas ainda mais "trabalho", dedicação e investimentos para suprir as lacunas da formação dos brasileiros.
Destaco que, se investirmos de forma correta e eficiente no "trabalho" de formação, capacitação e preparação dos profissionais, não teremos grandes problemas com o fantasma do "apagão da mão de obra". Além disso, vamos economizar muito "trabalho" na procura infrutífera de profissionais necessários para suprir à demanda crescente.
Quanto menor o desemprego, melhor é para nossa economia, para as pessoas, para o governo e para o país como um todo. Mas a condição do pleno emprego alcançada pelo Brasil exige uma série de cuidados, sem os quais será muito maior o custo de não contar com a mão de obra disponível para suprir nossas necessidades crescentes do que os investimentos necessários para a formação de brasileiros qualificados.
Eduardo Pocetti - é CEO da BDO no Brasil, firma-membro integrante da quinta maior rede do mundo em auditoria, tributos e advisory services.
Fonte: Site Administradores




