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terça-feira

Alimentação no trabalho


                    A correria diária influencia os nossos hábitos, inclusive alimentares. Algumas empresas oferecem alimentação no próprio local de trabalho, com cardápio supervisionado, em refeitórios, mas são poucas. Com o pouco tempo disponível e oferta de refeições rápidas a tendência é comer o que é mais prático e barato.

            Em artigo no site do El Clarín, a nutricionista argentina Maria Cecilia Ponce, do laboratório ALCAT dá várias dicas para manter uma alimentação equilibrada e controlar o stress, mantendo o bom humor e obtendo o máximo rendimento profissional.

            O primeiro passo, segundo ela, é tomar consciência dos males dos lanchinhos gordurosos e respeitar organismo. Veja as principais recomendações:

1)    Não pular refeições – reservar um tempo para as refeições, mastigar bem, saborear os pratos e selecionar nutrientes é a garantia de sentir-se bem o dia todo.
2)    Planejar – no começo da semana, compre e prepare para levar para o trabalho: lanches saudáveis (iogurtes e barras de cereais);porções de saladas de vegetais, com proteínas magras (alguns locais já vendem saladas prontas) e pudins ou suflês de vegetais (substituir empadões e quiches).
3)    Faça um estoque no escritório – para combater a ansiedade ou aquela vontade de comer um doce fora de hora, tenha sempre chicletes e balas sem açúcar, castanhas, sucos e potinhos com frutas da estação.
4)    Diga não ao cafezinho – substitua por líquidos mais saudáveis, como chás ou sucos de frutas em caixinha.
5)      Caminhe e estique as pernas – resista à pressão de se dirigir imediatamente ao posto de trabalho. O ideal é caminhar um pouco, para ajudar na digestão e aliviar a tensão.


A qualidade de vida no trabalho também depende do que você come. 

Mantenha uma alimentação saudável e beba bastante água!


segunda-feira

Felicidade é o principal motivador de estudantes ao escolher profissão




Por Gladys Ferraz Magalhães, Infomoney

Maioria dos estudantes, 58,61%, afirma ter conhecimento a respeito de apenas alguns cursos; 13,58% conhecem só o curso que pretendem escolher e 11,94% não conhecem a maioria dos cursos


Na hora de escolher qual profissão seguir, a maior parte dos estudantes, 31,70%, tem no prazer e na felicidade os principais motivadores. A conclusão é de pesquisa feita pelo Portal Educacional e faz parte do Guia de Profissões, projeto criado pela Divisão de Tecnologia Educacional da Positivo Informática.

Em seguida, com 30,39% das respostas, aparece o fato dos estudantes quererem seguir um ofício em que possam usar suas habilidades, satisfazendo assim seus interesses; em outras palavras, possibilitando fazer o que gostam.

Na terceira posição aparece o salário, com 27,93% das indicações, sendo que 14% dos estudantes decidem a profissão por influência do status e do retorno financeiro que o curso acadêmico ou profissionalizante pode proporcionar.



Informação

Ainda segundo o estudo, a busca por informações sobre as profissões é feita, sobretudo, pela internet (39,93%). Outros 20,98% procuram visitar um profissional em seu ambiente de trabalho e 19,74% leem livros relacionados e guias de profissões.

Apesar disso, a maioria dos estudantes, 58,61%, afirma ter conhecimento a respeito de apenas alguns cursos; 13,58% conhecem só o curso que pretendem escolher e 11,94% não conhecem a maioria dos cursos.


Família

O levantamento do Portal Educacional aponta também que a família ainda exerce um papel importante na escolha profissional dos alunos, com 63% dos jovens dizendo que conversam com seus pais e outros profissionais sobre o que eles fazem, onde e como trabalham.

No geral, diz a psicóloga especialista em orientação vocacional e uma das coordenadoras da pesquisa, Selena Maria Garcia Graça, "aqueles jovens que, no decorrer do Ensino Médio, não procuraram obter o conhecimento necessário a respeito de cursos e profissões, ou seja, 66%, são os que recebem maior influência da família no momento de decisão".


Abaixo, veja mais alguns pontos sobre a relação entre a família e a escolha da profissão:


18,31% dos jovens conversam apenas com pais e familiares sobre a escolha da profissão;


10,36% não discutem o assunto em casa;


35,49% recebem apoio dos pais e têm liberdade para escolher a profissão;


19,53% consideram a opinião dos pais, mas ela não tem peso na hora exata da decisão;


Profissões relacionadas com as áreas de artes, incluindo moda, música, cinema, dança, artes ciência e fotografia sãs as mais reprovadas pelos pais. Em seguida aparecem pedagogia, psicologia, biologia, educação física, filosofia, história, letras e licenciaturas em geral. Polícia civil, militar e bombeiro aparecem logo depois.



quinta-feira

Bom ambiente de trabalho é o que mais motiva os profissionais, revela pesquisa


Infomoney

A boa convivência com os colegas e com os gestores afeta tanto o comportamento do profissional como o pessoal

Manter os profissionais motivados é um desafio das empresas, mas quem acredita que a principal maneira de motivar os colaboradores é por meio de promoção e aumento de salário está enganado.

Uma pesquisa realizada pela Trabalhando.com revela que o bom ambiente de trabalho é o principal fator que motiva as pessoas. Esta resposta foi indicada por 52% dos entrevistados.

Eles disseram que a boa convivência com os colegas e com os gestores afeta tanto o comportamento do profissional como o pessoal. Além disso, o ambiente impacta diretamente nos resultados apresentados.

A oportunidade de promoção e o aumento de salário foram apontados por apenas 22% e 14%, respectivamente. Já 5% afirmaram ser o status da empresa o principal motivador e outros 7% indicaram outros motivos.

“Esses resultados comprovam o que já sabíamos intuitivamente: quanto melhor o clima, mais produtivas são as pessoas e todos ganham com isso”, declara o presidente da Trabalhando.com Brasil, Renato Grinberg.


Benefícios à saúde

O ambiente de trabalho agradável, além de motivar o profissional, influencia a saúde. De acordo com a Trabalhando.com, pesquisas realizadas anteriormente indicam que pessoas que julgam trabalhar em melhores ambientes apresentam menos condutas de risco, como tabagismo, obesidade, sedentarismo e abuso de álcool.

“Está comprovado que ter bom relacionamento na vida pessoal ou no trabalho só traz benefícios tanto para o desenvolvimento profissional quanto para a saúde”, diz Grinberg.

Como analisar o ambiente

O especialista acrescenta ainda que é possível saber se um ambiente de trabalho é positivo para a equipe, basta observar os sinais das pessoas que trabalham neste lugar.

Se elas trabalham bem em equipe, se trazem ideias, se estão envolvidas em todos os processos, se respeitam seus gestores e, principalmente, os admiram, "já se tem meio caminho andado", diz.

Caso os sinais sejam opostos, não desanime. É possível motivar a equipe. Para isso, é fundamental que o gestor entenda a personalidade, necessidade e expectativa dos profissionais e desenvolva um plano de ação a partir dessa análise.



Fonte: Administradores.com.br

Link: http://www.administradores.com.br/informe-se/carreira-e-rh/bom-ambiente-de-trabalho-e-o-que-mais-motiva-os-profissionais-revela-pesquisa/42893/

quarta-feira

6 sinais de que a entrevista de emprego vai mal


Amanda Luz, por Exame.com

Saiba quais os indícios de que o recrutador não está gostando das suas respostas na entrevista e aprenda como reverter a situação

São Paulo - Sentado em frente ao recrutador, o entrevistado é o centro das atenções enquanto tenta destacar suas habilidades e a trajetória da carreira em um espaço limitado de tempo. “Um bom recrutador deve reconhecer a situação fora do comum na hora de avaliar o candidato”, tranquiliza Veronica Rodrigues, especialista em coaching da VR Consulting. Mesmo assim, alguns sinais emitidos pelo headhunter podem indicar se a entrevista de emprego está indo por água abaixo:

1. O entrevistador não descruza os braços

“Cruzar os braços demonstra fechamento a novas ideias, pode ser um sinal de que a conversa não está indo bem”, explica Daniel Cunha, diretor da Michael Page. A consultora Tonya Reiman, no livro “A Arte da Persuasão” (Editora Lua de Papel) vai além: braços cruzados é um sinal para “saia do meu espaço”.

Isso não significa, no entanto, que tudo está perdido. Para a especialista em coaching da Projeto RH, Eliane Figueiredo, os sinais dão um quadro geral e devem ser observados de acordo com o contexto. “Se o recrutador cruza os braços, pode ser apenas que é uma posição confortável. O candidato pode ficar atento para perceber se isso é causado pelo rumo das respostas e ver a necessidade de mudar a postura”, diz.

2. O entrevistador interrompe muito durante a resposta

O candidato deve prestar atenção se não consegue terminar o que está falando porque o entrevistador o interrompe a todo momento. “Um volume muito grande de interrupções indica que entrevistado e recrutador não estão na mesma frequência. Isso ocorre quando o candidato é prolixo e se perde nas respostas”, afirma Cunha.

Para Veronica , o candidato tem que encontrar uma nova forma de se posicionar caso perceba que a sua postura na entrevista não está agradando. “É importante flexibilizar e estar sensível ao que o entrevistador pede. Se percebe que está falando demais, deve tentar ser mais objetivo nas próximas respostas, por exemplo”, diz a especialista.

3. O entrevistador insiste várias vezes na mesma pergunta

Ao contrário do tópico anterior, o problema pode se concentrar também nas situações em que o candidato fala pouco e não responde o que o recrutador queria. “Algumas vezes a entrevista é ‘saca-rolha’, ou seja, o entrevistador insiste para que o candidato fale mais e tenta retirar dele a informação desejada”, explica Eliane.

A especialista orienta que uma boa alternativa é perguntar ao recrutador quando perceber que a resposta não é como o desejado. Por exemplo: “Eu estou sendo muito conciso? Posso detalhar melhor, se preferir”.

4. O entrevistador tem pouca expressão ou não sorri

A entrevista de emprego exige interação entre as duas partes que estão sentadas frente a frente. Para Cunha, o entrevistador não comentar o que o candidato diz ou não interagir com algo perguntado pode significar que a conversa não está agradando. “Se o candidato sorri e não recebe resposta semelhante, ele deve perceber que a abordagem não está correta”, explica.

“Não há uma fórmula precisa, mas ouvir atentamente e buscar formas de interagir com o entrevistador para ir na direção correta é sempre a melhor alternativa”, afirma Veronica.

5. O entrevistador bate os pés ou se mexe muito

De um lado, está o entrevistado tentando conter a ansiedade e demonstrar suas competências da melhor forma possível. De outro, está um entrevistador agitado mais do que o normal. Como aponta Veronica, o recrutador sabe que a pessoa à sua frente está fora do seu ambiente de conforto. No entanto, ele pode emitir, sem desejar, sinais de que está ansioso ou impaciente.

O gesto de tamborilar os dedos quer dizer que a pessoa está no controle e os tornozelos cruzados aponta que a pessoa não concorda com você, segundo o livro “A Arte da Persuasão”. Ficar atento para evitar respostas prolixas ou falar algo indesejado (como criticar a empresa onde travalhava ou dar informações confidenciais do antigo trabalho) é a melhor aposta.

6. O entrevistador usa “aham” e“hum” em demasia

Assim como o candidato deve evitar as respostas monossilábicas porque dá a impressão de que ele não tem o que falar, o uso de expressões como “aham”, “é” e “hum” pelo recrutador significa que ele não está interagindo com o entrevistado.

Veronica sugere que o candidato sempre tenha em mente que deve ouvir o entrevistador para responder corretamente e mostrar suas competências profissionais da melhor forma. “O candidato deve saber ouvir, para saber quando, o quê e como falar e assim atingir o melhor resultado", diz.

Fonte: Exame.com

Link: http://exame.abril.com.br/carreira/noticias/6-sinais-de-que-a-entrevista-de-emprego-vai-mal

segunda-feira

Novos profissionais mudam a cara do mercado de trabalho




Fonte: Jornal Hoje
Link: http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM1375424-7823-NOVOS+PROFISSIONAIS+MUDAM+A+CARA+DO+MERCADO+DE+TRABALHO,00.html

A importância de manter um bom astral nas etapas do processo seletivo






Por Tatiana Kielberman

Você já sabe que são necessários alguns pré-requisitos para ter uma performance adequada nos processos seletivos. Desde o modo de se vestir até a maneira de realizar uma tarefa proposta durante as dinâmicas, o candidato precisa se preocupar com cada mínima exigência por parte dos gestores.

Porém, há um item que não está explícito no leque de competências esperadas pelas empresas, mas que se torna fundamental ao falarmos de autoimagem e marca pessoal. Trata-se de um comportamento, por vezes, evitado pelos participantes pelo medo de se mostrarem expansivos ou entusiasmados demais; porém, na medida certa, talvez seja uma das melhores cartas que se pode ter na manga durante a avaliação: o bom astral!

Muitos podem pensar que isso é uma bobagem, mas em meio àquela apresentação de 3 minutos solicitada na dinâmica, diante dos gestores e do grupo, um sorriso e um estado de espírito alegre realmente fazem a diferença.

É capaz que, bem no dia em que será avaliado, você acorde de mau-humor e sem aquela inspiração necessária para dar um “up” em todos ao seu redor. Porém, vale a pena o esforço para chegar confiante na dinâmica e mostrar seu potencial com tudo que ele pode oferecer de melhor.

Lembre-se: quando você sorri, demonstra às pessoas que está feliz consigo mesmo e com as escolhas que está realizando.

Utilize essa habilidade a seu favor e boa sorte!


Fonte: Focos Talento

Link: http://blog.grupofoco.com.br/focotalentos/index.php/2011/02/24/a-importancia-de-manter-um-bom-astral-nas-etapas-do-processo-seletivo/


 

PIT

O Pit - Programa de Integração ao Trabalho das Faculdades São José tem como objetivo preparar e integrar o aluno para o mercado de trabalho, transmitir experiência profissional através de palestras, oficinas e workshops, além de captar vagas e supervisionar os estágios, também atua dando orientações e preparando os alunos para processos seletivos de estágios e empregos.