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quinta-feira

Meu chefe gritou comigo. E agora?



          Esta é uma situação que ninguém gostaria de viver, mas acontece com mais frequência do que imaginamos. Passada a raiva inicial, é hora de pensar com a cabeça fria: devo acionar um advogado, pedir demissão, o que fazer? 

          Se o seu chefe gritou com você uma única vez não fica caracterizado o assédio moral. Um dos elementos do conceito é a repetitividade de forma que se instaure um processo de transtorno psíquico no funcionário. Uma “explosão” isolada não configura assédio moral, mas é passível de registro de ocorrência policial por danos morais, dependendo da gravidade do caso, é claro. Mesmo quando há violação da honra, privacidade ou imagem, ou tenha ocorrido comportamento ofensivo grave, o assédio moral não se configura quando o ato é isolado.

         Vamos ver o que diz a lei. O assédio moral se dá em razão:
a)  da violação à dignidade do trabalhador (art. 1º, III e IV; art. 3º, I e IV; art. 170, caput e     III; art. 193, caput; todos da CF) e aos seus direitos de personalidade (à imagem, à honra e à integridade psíquica – art. 5º, X, da CF), os quais tem natureza indisponível (art. 11 do CC) ou coletiva (quando atinge vários obreiros) – art. 129 da CF;
b)  do tratamento degradante e desumano (art. 5º, III, da CF);
c)  do abuso de  direito e de poder (arts. 186 e 187 do CC);
 d)  da responsabilidade do empregador quanto ao seu ambiente de trabalho, que implica na obrigação de estabelecer uma política de prevenção de riscos profissionais, inclusive para proteger a saúde psíquica de seus empregados (art. 7º, XXII, da CF; arts. 154 e 156 da CLT; NR-5; NR-7; NR-9).

         Alguns gestores se valem de conduta abusiva sistemática (palavras, gestos, piadas, isolamento, atitude), o que, definitivamente leva as pessoas a situações constrangedoras e humilhantes. O abuso do poder empregatício manifesta-se tanto por ações quanto por omissões ou quaisquer outros constrangimentos, tanto realizados durante a jornada de trabalho quanto fora dela, mas sempre em relação à execução de uma atividade na relação de emprego. Nestas situações, reunidas as provas, há justificativas para um processo judicial.

          Exemplos de condutas de assédio moral:

- Criticar ou zombar da vítima com indiretas ou ironias ou adjetivos pejorativos, geralmente em público; 
- Murmurar ou fazer comentários baixos com outros colegas, geralmente expressando na face um certo sarcasmo;
- Agir com falsidade, falando mal da vítima para outros colegas ou clientes, não assumindo o ato, normalmente com o objetivo de provocar a ação do assediado para poder qualificá-lo de desequilibrado;
- Disseminar injúrias, boatos e mentiras a respeito da vítima, de modo a desqualificá-la;
- Corrigir a vítima aos gritos ou em voz alta, com rispidez e na frente dos demais trabalhadores ou clientes;
- Erguer os ombros;
- Olhar com desprezo para a vítima;
- Criticá-la com indiretas ou ironias;
- Fazer brincadeiras preconceituosas que ofendam a vítima, referindo-se a questões sexuais, de gênero ou qualquer outro elemento discriminatório;
- Dar ordens confusas e imprecisas;
- Retirar-lhe os instrumentos de trabalho (telefone, fax, computador, etc);
- Não dirigir o olhar ou a palavra à vítima (ignorá-la);
- Não dar com dia, agradecer ou pedir desculpas;
- Interromper a vítima quando está falando, desconsiderando ou recriminando suas ideias, u impedi-la de se expressar sem explicar o porquê;
- Repassar tarefas à vítima sem com ela comunicar-se, determinando que outro empregado, que não é seu chefe, o faça ou, ainda, repassar os serviços somente por bilhetes;
-Atribuir funções à vítima que a isolem ou deixá-la sem funções;
- Determinar que ela realize funções inferiores à sua capacidade ou inferiores ao cargo;
- Dar tarefas com grande complexidade ou para serem realizadas em curto espaço de tempo, objetivando evidenciar a sua incompetência;
- Exigir tarefas além dos seus conhecimentos;
- Tratar a vítima com rigor excessivo, formulando relatório aos superiores com o objetivo de informar erros pequenos e sem relevância ou puni-la em desproporção diante da falta cometida;
- Suspirar seguidamente quando está na presença da vítima, no objetivo de provocar-lhe a ideia de que está sendo incômoda, equivocada ou cansativa;
- Transferir a vítima para outro local de trabalho, por motivo alheio ao serviço e/ou que inviabilize ou torne muito difícil sua permanência no emprego.

         Infelizmente nem todas as empresas estabelecem um código de ética com normas claras que garantam o respeito mútuo no ambiente de trabalho. É recomendado  que sejam feitas palestras periódicas e investimentos em gestão participativa.  Também constituir uma comissão para receber, apurar e tentar a pacificação entre vítima e assediador, evitando assim novos conflitos gerados por ressentimentos entre as partes.

Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego

quarta-feira

::ESPECIAL ESTÁGIO:: Não banque o mala sem alça

=================================2° Recomendação


Não banque o mala sem alça

Veja tudo o que você NÂO pode fazer no período de estágio

Com a desculpa de que ganham um salário baixo e que não têm vínculo empregatício algum, muitos estudantes não encaram o estágio com seriedade e profissionalismo. Por´me, o que muitos deles não sabem é que durante o processo poderão aprender tarefas que serão imprescindíveis para a sua trajetória profissional e conhecer pessoas que podem fazer a diferença no futuro.

A consultora de RH da S&L, Flávia Sampaio, adverte que é essencial que o estagiário saiba da importância de seu papel na empresa e desta vivência para sua carreira. Para ela, entender que a oportunidade muitas vezes pode determinar o caminho a ser seguido profissionalmente pode demandar uma postura mais assertiva acerca do estágio. “O que pode comprometer o desenvolvimento e a performance de um estagiário é o nível de comprometimento que este tem com a sua formação e carreira”, pondera.

Mas de quem é a culpa? Da empresa, que não acompanha e nem treina direito, ou do próprio estagiário? Para Flávia, os erros acorrem de ambas as partes: da empresa, quando não tem clareza de como agregar valor ao seu negócios; e do próprio estudante, que não visualiza a oportunidade de se desenvolver, de conhecer mais sobre sua área de atuação e de criar oportunidades futuras. “È importante que a empresa diga claramente ao estagiário o que é esperado de sua performance, que o ajude por meio de feedbacks bem direcionados a entender quais são suas limitações e propor um plano de ação para o seu desenvolvimento”, alerta.

De acordo com a consultora do IDORT/SP, Elisabete Alves, para evitar os erros, o estudante deve considerar a realização do estágio em sua área de formação como um dos caminhos mais apropriados para a obtenção da desejada experi~encia, bem como um dos caminhos mais apropriados para a obtenção da desejada experiência, bem como a possibilidade de efetivação e o desenvolvimento de network, já que irá interagir com diversos profissionais em áreas distintas.

“Ele dese ter a postura de aprendiz, pedir feedback, aprender a trabalhar em equipe, ser curioso e estar disposto a novos conhecimentos”, finaliza.

Erros crassos

*Aceitar uma proposta sem ter pesquisados sobre os objetivos da área e das atividades que desenvolverá

*Acreditar que como estagiário terá menos responsabilidades

*Não demonstrar iniciativa para buscar conhecimentos

*Adotar postura passiva diante da equipe, apenas executando o que é solicitado

*Deixar de manifestar interesse ou afinidade por determinadas atividades

*Esquecer que está em período de desenvolvimento e deixar de aproveitar ao máximo as oportunidades para agregar conhecimentos

*Não estar aberto a receptivo para feedbacks

*Não ter comprometimento

*Não ter capacidade para interagir com as pessoas de forma assertiva e trabalhar em equipe

*Ser inflexível para ver situações de formas diferentes e/ou ainda defender seus pontos de vista com rigidez sem disposição para situações novas

6 sinais de que a entrevista de emprego vai mal


Amanda Luz, por Exame.com

Saiba quais os indícios de que o recrutador não está gostando das suas respostas na entrevista e aprenda como reverter a situação

São Paulo - Sentado em frente ao recrutador, o entrevistado é o centro das atenções enquanto tenta destacar suas habilidades e a trajetória da carreira em um espaço limitado de tempo. “Um bom recrutador deve reconhecer a situação fora do comum na hora de avaliar o candidato”, tranquiliza Veronica Rodrigues, especialista em coaching da VR Consulting. Mesmo assim, alguns sinais emitidos pelo headhunter podem indicar se a entrevista de emprego está indo por água abaixo:

1. O entrevistador não descruza os braços

“Cruzar os braços demonstra fechamento a novas ideias, pode ser um sinal de que a conversa não está indo bem”, explica Daniel Cunha, diretor da Michael Page. A consultora Tonya Reiman, no livro “A Arte da Persuasão” (Editora Lua de Papel) vai além: braços cruzados é um sinal para “saia do meu espaço”.

Isso não significa, no entanto, que tudo está perdido. Para a especialista em coaching da Projeto RH, Eliane Figueiredo, os sinais dão um quadro geral e devem ser observados de acordo com o contexto. “Se o recrutador cruza os braços, pode ser apenas que é uma posição confortável. O candidato pode ficar atento para perceber se isso é causado pelo rumo das respostas e ver a necessidade de mudar a postura”, diz.

2. O entrevistador interrompe muito durante a resposta

O candidato deve prestar atenção se não consegue terminar o que está falando porque o entrevistador o interrompe a todo momento. “Um volume muito grande de interrupções indica que entrevistado e recrutador não estão na mesma frequência. Isso ocorre quando o candidato é prolixo e se perde nas respostas”, afirma Cunha.

Para Veronica , o candidato tem que encontrar uma nova forma de se posicionar caso perceba que a sua postura na entrevista não está agradando. “É importante flexibilizar e estar sensível ao que o entrevistador pede. Se percebe que está falando demais, deve tentar ser mais objetivo nas próximas respostas, por exemplo”, diz a especialista.

3. O entrevistador insiste várias vezes na mesma pergunta

Ao contrário do tópico anterior, o problema pode se concentrar também nas situações em que o candidato fala pouco e não responde o que o recrutador queria. “Algumas vezes a entrevista é ‘saca-rolha’, ou seja, o entrevistador insiste para que o candidato fale mais e tenta retirar dele a informação desejada”, explica Eliane.

A especialista orienta que uma boa alternativa é perguntar ao recrutador quando perceber que a resposta não é como o desejado. Por exemplo: “Eu estou sendo muito conciso? Posso detalhar melhor, se preferir”.

4. O entrevistador tem pouca expressão ou não sorri

A entrevista de emprego exige interação entre as duas partes que estão sentadas frente a frente. Para Cunha, o entrevistador não comentar o que o candidato diz ou não interagir com algo perguntado pode significar que a conversa não está agradando. “Se o candidato sorri e não recebe resposta semelhante, ele deve perceber que a abordagem não está correta”, explica.

“Não há uma fórmula precisa, mas ouvir atentamente e buscar formas de interagir com o entrevistador para ir na direção correta é sempre a melhor alternativa”, afirma Veronica.

5. O entrevistador bate os pés ou se mexe muito

De um lado, está o entrevistado tentando conter a ansiedade e demonstrar suas competências da melhor forma possível. De outro, está um entrevistador agitado mais do que o normal. Como aponta Veronica, o recrutador sabe que a pessoa à sua frente está fora do seu ambiente de conforto. No entanto, ele pode emitir, sem desejar, sinais de que está ansioso ou impaciente.

O gesto de tamborilar os dedos quer dizer que a pessoa está no controle e os tornozelos cruzados aponta que a pessoa não concorda com você, segundo o livro “A Arte da Persuasão”. Ficar atento para evitar respostas prolixas ou falar algo indesejado (como criticar a empresa onde travalhava ou dar informações confidenciais do antigo trabalho) é a melhor aposta.

6. O entrevistador usa “aham” e“hum” em demasia

Assim como o candidato deve evitar as respostas monossilábicas porque dá a impressão de que ele não tem o que falar, o uso de expressões como “aham”, “é” e “hum” pelo recrutador significa que ele não está interagindo com o entrevistado.

Veronica sugere que o candidato sempre tenha em mente que deve ouvir o entrevistador para responder corretamente e mostrar suas competências profissionais da melhor forma. “O candidato deve saber ouvir, para saber quando, o quê e como falar e assim atingir o melhor resultado", diz.

Fonte: Exame.com

Link: http://exame.abril.com.br/carreira/noticias/6-sinais-de-que-a-entrevista-de-emprego-vai-mal

terça-feira

Torne seu ambiente de trabalho mais agradável


Os ambientes nas empresas cada dia mais incentivam a discussão em grupo e o trabalho em equipe. Os espaços individuais estão cada vez menores, e para se dar bem nesse tipo de ambiente postamos algumas dicas do jornal americano USA Today, sobre como compartilhar um pequeno espaço mantendo sua privacidade intacta.


Controle o volume da voz
Quando você conversa com os colegas ou está ao telefone, costuma falar alto como se estivesse debaixo de uma cachoeira, berrando para ser ouvido? Cuidado: um tom de voz acima do normal atrapalha – e muito – os colegas ao redor. Abaixe o volume.


Evite falar palavrões e palavras chulas
Uma das situações mais desagradáveis no ambiente de trabalho é ser obrigado a ouvir um colega de cubículo ou baia usar e abusar de palavrões e de obscenidades. Se você estiver ao telefone com um cliente, o que ele vai pensar? Este tipo de vocabulário pode passar batido no boteco ou no estádio de futebol – mas nunca num empresa ou numa instituição pública.


Respeite para ser respeitado
Muitas vezes é inevitável ouvir as conversas pessoais de seu colega de cubículo. Mas isso não justifica comentar, questionar ou dar palpite no que ele acabou de dizer. Disfarce.


Não fique com conversa fiada
Trate de limitar suas conversas pessoais ao mínimo indispensável. Afinal, ninguém é obrigado a escutar um discurso de meia hora sobre aquele seu problema de joanete, sobre os detalhes da morte de Clodovil ou sobre o último eliminado no Big Brother Brasil.


Preste atenção na situação
Antes de invadir o espaço de alguém, descubra se aquele é um bom momento. Você gostaria de dar de cara com alguém justo na hora em que acabou de perder o encaminhamento de um processo importante e urgente, a aprovação de um grande contrato ou depois de uma discussão tensa com seu chefe?


Analise o ambiente
Metade daquele sanduíche cheio de molho, cebola e maionese que você devorou na hora do almoço está em pleno processo de deterioração na cesta de lixo? Você costuma caprichar na loção pós-barba ou no perfume de sua preferência? Coloque-se no lugar do seu vizinho...


Tem lugar para tudo!
Seu local de trabalho não é extensão do toalete. Portanto, nada de pentear os cabelos, retocar a maquilagem, lixar as unhas, passar fio dental, usar spray para garganta, essas coisas...


Não obrigue a pessoa a parar tudo o que está fazendo para atender você
Trabalhar em ambientes abertos, com divisórias, faz com que as pessoas sejam obrigadas a entrar numa sintonia fina. Quando alguém está concentrado ou em plena data final para entregar uma tarefa ou um projeto, não interrompa. Deixe um bilhete na mesa dele dizendo "Preciso falar com você".



Fonte: Melhoracadadia.com
 

PIT

O Pit - Programa de Integração ao Trabalho das Faculdades São José tem como objetivo preparar e integrar o aluno para o mercado de trabalho, transmitir experiência profissional através de palestras, oficinas e workshops, além de captar vagas e supervisionar os estágios, também atua dando orientações e preparando os alunos para processos seletivos de estágios e empregos.