Social Icons

Mostrando postagens com marcador Elegância no Ambiente de Trabalho. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Elegância no Ambiente de Trabalho. Mostrar todas as postagens

quinta-feira

Etiqueta na mesa de negócios



          Quem nunca teve dúvidas sobre como se comportar em um almoço ou jantar de negócios? Falar de boca cheia, atender o celular de 2 em 2 minutos, rir alto e outras gafes à mesa dispensam comentários. Para não comprometer a sua imagem profissional é preciso conhecer alguns detalhes de etiqueta a serem usadas em refeições mais formais com o chefe, fornecedores ou clientes.

          Veja algumas dicas para se comportar com elegância neste tipo de evento:

O GUARDANAPO
O guardanapo serve para tudo, menos para limpar a boca. Use dobrado no sentido do comprimento, com a abertura voltada para você, para proteger a roupa. Se for preciso levantar por algum motivo, deve ser dobrado e colocado à esquerda do prato. Ao retornar à mesa, coloca-se novamente no colo. Deve-se encostar o mesmo nos lábios antes de usar os copos, para evitar marcas de gordura, e após a bebida, para secá-los. Ao terminar a refeição, coloque displicentemente do lado direito do prato, sem amassar ou dobrar, mas escondendo os resíduos. Se cair no chão não tente pegá-lo. Aguarde ou fale com o garçom, para que providencie outro.

TALHERES
Dependendo do tipo de refeição e do prato escolhido, pode haver mais de um tipo de talher. A regra é usar sempre de fora pra dentro, na medida em que os pratos forem sendo servidos. Os das extremidades são usados para entradas, os do meio no prato principal e os mais próximos ao prato, ou acima dele, para a sobremesa. Cortar com a mão direita e espetar o garfo com a esquerda. Entre uma garfada e outra não apoiar a faca na lateral, mas sim no topo do prato. Ao término da refeição, junte garfo e faca paralelamente, com os cabos para o lado direito, para sinalizar ao garçom que já pode retirar o serviço.

TAÇAS
As maiores são usadas para água, as médias para vinho tinto e as menores para vinho branco. Mas quem tem que saber isso é o garçom. Pegue sempre pela haste ou base, para que o calor da mão não altere a temperatura da bebida. Nem pense em levantar o dedo mindinho.

O CAROÇO DA AZEITONA
Retirar da boca discretamente, com a mão em concha e deixar na lateral do prato ou, preferencialmente, em algum pratinho avulso para resíduos.

ALFACE
Cortar ou não cortar? Isso vai depender da habilidade da pessoa: se você consegue fazer uma trouxinha e dobrar a folha, ótimo. Mas, para não correr o risco de ver a sua roupa pingada de azeite e vinagre o melhor é cortar com a faca mesmo, de modo a fazer pequenos pedaços que caibam na boca.
  
BEBIDAS ALCOÓLICAS
Se você bebe pode acompanhar o seu cliente, mas só um pouquinho, nada de encher a cara. Álcool e negócios não é uma combinação das mais recomendáveis.

QUEM PAGA A CONTA?
No mundo empresarial, quem convida paga a conta, seja homem ou mulher.

          A etiqueta à mesa não é difícil. As regras foram criadas não para complicar, mas para facilitar a vida de todos e estabelecer a boa convivência. Na dúvida, observe o que as outras pessoas fazem e só então use os utensílios. 

          Desde a antiguidade assuntos importantes têm sido tratados ao redor de uma mesa de refeição, as chamadas távolas. No mundo dos negócios, estar atento a estes pequenos detalhes pode fazer uma grande diferença na sua carreira. 

Meu chefe gritou comigo. E agora?



          Esta é uma situação que ninguém gostaria de viver, mas acontece com mais frequência do que imaginamos. Passada a raiva inicial, é hora de pensar com a cabeça fria: devo acionar um advogado, pedir demissão, o que fazer? 

          Se o seu chefe gritou com você uma única vez não fica caracterizado o assédio moral. Um dos elementos do conceito é a repetitividade de forma que se instaure um processo de transtorno psíquico no funcionário. Uma “explosão” isolada não configura assédio moral, mas é passível de registro de ocorrência policial por danos morais, dependendo da gravidade do caso, é claro. Mesmo quando há violação da honra, privacidade ou imagem, ou tenha ocorrido comportamento ofensivo grave, o assédio moral não se configura quando o ato é isolado.

         Vamos ver o que diz a lei. O assédio moral se dá em razão:
a)  da violação à dignidade do trabalhador (art. 1º, III e IV; art. 3º, I e IV; art. 170, caput e     III; art. 193, caput; todos da CF) e aos seus direitos de personalidade (à imagem, à honra e à integridade psíquica – art. 5º, X, da CF), os quais tem natureza indisponível (art. 11 do CC) ou coletiva (quando atinge vários obreiros) – art. 129 da CF;
b)  do tratamento degradante e desumano (art. 5º, III, da CF);
c)  do abuso de  direito e de poder (arts. 186 e 187 do CC);
 d)  da responsabilidade do empregador quanto ao seu ambiente de trabalho, que implica na obrigação de estabelecer uma política de prevenção de riscos profissionais, inclusive para proteger a saúde psíquica de seus empregados (art. 7º, XXII, da CF; arts. 154 e 156 da CLT; NR-5; NR-7; NR-9).

         Alguns gestores se valem de conduta abusiva sistemática (palavras, gestos, piadas, isolamento, atitude), o que, definitivamente leva as pessoas a situações constrangedoras e humilhantes. O abuso do poder empregatício manifesta-se tanto por ações quanto por omissões ou quaisquer outros constrangimentos, tanto realizados durante a jornada de trabalho quanto fora dela, mas sempre em relação à execução de uma atividade na relação de emprego. Nestas situações, reunidas as provas, há justificativas para um processo judicial.

          Exemplos de condutas de assédio moral:

- Criticar ou zombar da vítima com indiretas ou ironias ou adjetivos pejorativos, geralmente em público; 
- Murmurar ou fazer comentários baixos com outros colegas, geralmente expressando na face um certo sarcasmo;
- Agir com falsidade, falando mal da vítima para outros colegas ou clientes, não assumindo o ato, normalmente com o objetivo de provocar a ação do assediado para poder qualificá-lo de desequilibrado;
- Disseminar injúrias, boatos e mentiras a respeito da vítima, de modo a desqualificá-la;
- Corrigir a vítima aos gritos ou em voz alta, com rispidez e na frente dos demais trabalhadores ou clientes;
- Erguer os ombros;
- Olhar com desprezo para a vítima;
- Criticá-la com indiretas ou ironias;
- Fazer brincadeiras preconceituosas que ofendam a vítima, referindo-se a questões sexuais, de gênero ou qualquer outro elemento discriminatório;
- Dar ordens confusas e imprecisas;
- Retirar-lhe os instrumentos de trabalho (telefone, fax, computador, etc);
- Não dirigir o olhar ou a palavra à vítima (ignorá-la);
- Não dar com dia, agradecer ou pedir desculpas;
- Interromper a vítima quando está falando, desconsiderando ou recriminando suas ideias, u impedi-la de se expressar sem explicar o porquê;
- Repassar tarefas à vítima sem com ela comunicar-se, determinando que outro empregado, que não é seu chefe, o faça ou, ainda, repassar os serviços somente por bilhetes;
-Atribuir funções à vítima que a isolem ou deixá-la sem funções;
- Determinar que ela realize funções inferiores à sua capacidade ou inferiores ao cargo;
- Dar tarefas com grande complexidade ou para serem realizadas em curto espaço de tempo, objetivando evidenciar a sua incompetência;
- Exigir tarefas além dos seus conhecimentos;
- Tratar a vítima com rigor excessivo, formulando relatório aos superiores com o objetivo de informar erros pequenos e sem relevância ou puni-la em desproporção diante da falta cometida;
- Suspirar seguidamente quando está na presença da vítima, no objetivo de provocar-lhe a ideia de que está sendo incômoda, equivocada ou cansativa;
- Transferir a vítima para outro local de trabalho, por motivo alheio ao serviço e/ou que inviabilize ou torne muito difícil sua permanência no emprego.

         Infelizmente nem todas as empresas estabelecem um código de ética com normas claras que garantam o respeito mútuo no ambiente de trabalho. É recomendado  que sejam feitas palestras periódicas e investimentos em gestão participativa.  Também constituir uma comissão para receber, apurar e tentar a pacificação entre vítima e assediador, evitando assim novos conflitos gerados por ressentimentos entre as partes.

Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego

terça-feira

Pra quem você trabalha?


         Esta é uma pergunta que devemos nos fazer todos os dias. Para muitos o trabalho é um fardo. Dirigem-se aos seus postos automaticamente, executam atividades rotineiras, e no horário da saída em ponto, estão com um pé na porta.Seguem a máxima “você finge que me paga e eu finjo que trabalho” e acham que, passado o horário de expediente, não têm mais nada a ver com a empresa.
            Funcionários assim estão fadados ao fracasso profissional, insatisfação pessoal e, quando conseguem segurar seus empregos, permanecem no mesmo cargo uma eternidade, sem progressos. Porque trabalham somente para seus chefes, para a empresa ou pelo salário.
            Experimente trabalhar para si mesmo, pelo seu crescimento profissional e pessoal, pelo seu futuro, pelos seus objetivos, pela transformação da sociedade, e verá que tudo muda. A visão de pessoas assim é completamente diferente, pois se posicionam proativamente, logo são respeitados e recompensados à altura.
            A felicidade e crescimento profissional e pessoal começam a ganhar espaço quando há mais cooperação do que competição. A motivação não fica somente por conta do retorno financeiro; profissionais que têm mais comprometimento com as metas pessoais pensam em longo prazo e, consequentemente, oferecem melhores resultados às corporações.  Quando o funcionário tem uma consciência mais ampla da sua função, de seus méritos e responsabilidades, dá um sentido maior à sua existência na empresa e é mais feliz.


            O indivíduo que percebe que o emprego é somente um caminho a seguir para sentir-se melhor, certamente tem uma melhor qualidade de vida. Ser feliz na profissão é muito importante. Estar satisfeito na carreira não é algo irreal ou impossível.
            Pare por um momento e reflita sobre alguns pontos: “-Eu sei aonde quero chegar?”, “-Estou fazendo o que gosto?”. As respostas estão na habilidade de equilibrar os campos pessoal e profissional, pois a felicidade se dá em vários níveis. Colocar a culpa somente na empresa ou no chefe pode ser uma armadilha. E o primeiro passo para escapar de uma armadilha é reconhecer os fatos.
            O trabalho pode ser fonte de felicidade e oportunidade para se viver de maneira equilibrada e plena de significado. É uma chance de aplicar os talentos, desenvolver a criatividade e proporcionar alegria. Se você também pensa assim, parabéns: acaba de ser promovido a chefe de si mesmo.

quinta-feira

Happy Hour com o chefe: diversão ou hora extra?


          É normal que todo funcionário, ao entrar em uma empresa, queira se entrosar com os colegas e se aproximar das outras pessoas. A melhor oportunidade para isso é a Happy Hour, aquele papo depois do expediente, invariavelmente regado a chopp, caipirinha, vinho e até uísque. Este tipo de networking, porém, está longe de ser somente entretenimento e pode ser uma armadilha.


Quem nunca trabalhou em grandes empresas pode achar o máximo dividir a mesa do bar com o diretor ou presidente da empresa. Estreitar o relacionamento com o chefe pode ser bom para a sua carreira. Mas cruzar a linha tênue da boa convivência e virar parceiro de copo já é outra história, e nem sempre acaba bem.

Você pode ficar tranquilo, achando que não está mais no horário de trabalho e tá tudo liberado, mas saiba que o seu chefe estará analisando você nos mínimos detalhes.



Muita calma nessa hora, principalmente no que diz respeito ao consumo de bebidas alcoólicas. 

Normalmente o álcool deixa as pessoas mais extrovertidas e não é raro virem à tona “aquelas verdades”, que jamais seriam ditas em ambiente corporativo para os superiores e colegas. 

Lembre-se de que você vai ter que encarar todo mundo no dia seguinte, e sóbrio.

     
          


          Não é porque o chefe concordou em tomar um drinks com a equipe que ele virou seu amigo íntimo e vai gostar daqueles apelidos infames e beijo na careca. É preciso continuar respeitando a hierarquia da organização. 

Para quem costuma se empolgar demais, é recomendável evitar a clássica dancinha sensual, principalmente em cima da mesa. Acredite; isso não costuma dar certo e ainda compromete a sua imagem.
          
            Escolha um lugar com alguma privacidade, nunca se sabe quem estará ouvindo os “segredos corporativos”. Procure conversar com várias pessoas, se movimentar e ouvir os colegas. Tente manter os assuntos no nível informal, comentando sobre aquele filme, livros e jogos de futebol. Não é uma boa hora para divulgar o seu próximo projeto ou fofocar sobre a pauta da reunião do dia seguinte.

Aproveite a oportunidade para estreitar os relacionamentos e ser notado de maneira positiva. Dar motivos para comentários nunca é bom; cuide da sua reputação e não exagere na bebida e na comida. Não interessa o quanto foi divertida a noite anterior, o dia seguinte sempre chega, com os mesmos objetivos de carreira e responsabilidades. Evite a ressaca moral.


 

PIT

O Pit - Programa de Integração ao Trabalho das Faculdades São José tem como objetivo preparar e integrar o aluno para o mercado de trabalho, transmitir experiência profissional através de palestras, oficinas e workshops, além de captar vagas e supervisionar os estágios, também atua dando orientações e preparando os alunos para processos seletivos de estágios e empregos.