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quinta-feira

Profissão: Contador



         Um contador é o profissional responsável por fazer auditorias, análises de custos, orçamentos e o registro contábil da vida da empresa. Até 2008 o trabalho era restrito a análises financeiras e elaboração de relatórios. Hoje o contador trabalha em nível de gerência, auxiliando os demais setores nas tomadas de decisões.

         Em 2012 estavam registrados nos Conselhos Regionais de Contabilidade 487.727 profissionais, número considerado insuficiente para atender as organizações existentes e emergentes. O professor da Fundação Getúlio Vargas (FGV), André Limeira diz que “para cada contador há, em média, 40 empresas precisando de profissionais da área contábil.
        
MERCADO DE TRABALHO - O indivíduo formado em Ciências Contábeis pode atuar na área tributária, recursos humanos, gerências financeiras, perícia contábil ou judicial nos setores público e privado. A remodelagem dos negócios exige que mais profissionais sejam contratados. Com o índice de profissionais formados diminuindo e a demanda crescendo, pode-se dizer que o mercado está carente de profissionais especializados.

MÉDIA SALARIAL –  Um contador formado sai da faculdade ganhando aproximadamente R$2.000,00. No setor público, o concurso do Ministério da Fazenda, oferece remuneração básica de R$3.977,42 para o cargo.

FORMAÇÃO MÍNIMA DESEJADA – Após a faculdade, o profissional deve fazer o exame de suficiência e obter o registro. Só assim ele pode assinar balanços e desempenhar legalmente as funções.  

PERFIL DESEJADO – O contabilista precisa ser ético, autodidata, flexível, ter capacidade de inovação, e boa relação interpessoal.. O conhecimento de normas internacionais, domínio dos recursos tecnológicos, conhecimento de estatística, legislação fiscal e comercial são fundamentais para o sucesso da carreira.


Você sabe o que é ABNT e pra que serve?


Primeira edição do Boletim da ABNT em 1947. Em www.abnt.org.br

          A Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT – é uma entidade sem fins lucrativos, fundada em 1940, responsável pela padronização de normas e técnicas usadas em diversas áreas, inclusive no meio acadêmico. Os estudantes podem e devem consultar o que se espera, em termos de formatação, da elaboração de trabalhos, teses, monografias ou dissertações. A criação do órgão foi, também, fundamental para o crescimento e reconhecimento internacional do parque industrial brasileiro.

         Quase tudo o que lemos, vemos  ou manuseamos é criado dentro de um padrão, que permite identificar o produto e dividir em categorias. Ao contrário da manufatura artesanal, estas peças são construídas em conformidade com dimensões, características e design específicos, instituindo uma linguagem comum: a organização do “saber fazer” no processo industrial, ou codificação. 

         No Brasil colonial, sem universidades, a presença dominante das nações europeias tinha grande peso político e econômico. Foram iniciados os comitês, com normas e termos técnicos a serem usados pela indústria e pela academia, dando início à ampliação do processo internacional de normatização.

         Após a II Guerra Mundial, foi criada a International Organization for Standardization (ISO), que somada a outras iniciativas, cooperou para o plano internacional de reconstrução dos países enfraquecidos pelo conflito. A ISO começou oficialmente a partir de 1947 e, cada vez mais, funciona como modo eficiente de transferência de conhecimento e tecnologia. A partir daí, todos perceberam as vantagens da normatização como fator de competitividade para a concorrência internacional.

         A partir dos anos 60, as normas relativas a trabalhos individuais e propriedade intelectual também foram incluídas.  O aluno deve conhecer e utilizar estas regras que estabelecem o tamanho da letra, configurações de página, bibliografia, citações, elementos pré-textuais, figuras, dedicatória, assinatura, numeração das páginas e gráficos, pois serão avaliados pelos professores.

         É preciso atenção também às regras específicas, estabelecidas pela instituição de ensino e orientadores. As informações sobre a formatação padrão para um trabalho universitário pode ser consultada no link do órgão .

É fácil para os recrutadores descobrirem mentiras no CV?




         Muitas pessoas mentem no currículo achando que podem enganar os recrutadores e assim, conseguir uma vaga de emprego. Mas, como dizem, a mentira tem pernas curtas e, com o avanço da tecnologia, fica mais fácil descobrir informações falsas fornecidas pelos candidatos.

         O autor do livro “O Instituto do Sucesso”, Renato Gringerb disse, em entrevista para a revista Exame, que os recrutadores checam tudo! Desde a formação, entrando em contato com as escolas e faculdades, até as experiências anteriores, conversando com antigos empregadores.

Segundo o autor, a mentira mais fácil de pegar é a fluência em idiomas. Com apenas uma pergunta ou duas em Inglês, por exemplo, é possível “descobrir” se o candidato falou a verdade no currículo. As redes sociais como Facebook e LinkedIn também são consultadas, para “pegar” incompatibilidades com a descrição do perfil ou cursos extras. Algumas empresas fazem levantamento até sobre antecedentes criminais e histórico de inadimplência no Serasa.

         Mentir no CV revela muito sobre você e o seu caráter, sendo decisivo para a contratação. Quem não fala a verdade no currículo demonstra uma postura ética sem princípios básicos de honestidade, desejável em qualquer empresa. Para quem não sabe, esta atitude também tem implicações legais. Se houver denúncia, além do candidato perder a credibilidade no mercado, pode cumprir de dois meses a dois anos, pena prevista no Projeto de Lei 6561/09.

A Geração X e o mercado de trabalho





As diferentes gerações estão atualmente definidas da seguinte forma:
         - Veteranos – os nascidos antes de 1946;
         - Baby Boomers – geração pós-guerra, nascidos até 1964;
         - Geração X, nascidos entre 1965 e 1979;
         - Geração Y, a partir de 1980 e 2000.

         No mundo corporativo isto representa habilidades, estilos e valores completamente diferentes. Depois dos 40 anos, a chamada geração X está cheia de energia, economicamente ativa e atuante no mercado de trabalho. Considerada a idade ideal para recomeçar e se reinventar, muitas empresas buscam profissionais mais “maduros”, mas estar atualizado é fundamental para manter a empregabilidade.  Algumas áreas são consideradas ideais para atuação profissional nesta faixa etária, seja consolidando uma carreira ou empreendendo por aí.

 - Chef – cozinhar nos fins de semana é uma atividade que muita gente leva a sério e estas pessoas acabam se profissionalizando. Com as escolas de graduação não é difícil ver jovens nas melhores cozinhas do mundo, mas o setor está sempre de portas abertas para os quarentões.

- Consultor – bom setor para autônomos, e consiste em assessorar o cliente financeiramente. A tecnologia é um excelente aliado para prestação deste tipo de serviço, que pode ser exercido em “home office”.

- Personal Trainer – cuidar da saúde sempre está em alta e tem boa demanda. E ainda pode ser uma boa motivação para manter a forma depois dos 40.

 - Coach – ajudar as pessoas a desenvolver a carreira profissional é gratificante e é importante ter uma bagagem de experiência para compartilhar.

- Telemarketing – carece de pessoas com equilíbrio emocional e boa capacidade de negociação.

         Alguns empresários destacam a maturidade e disponibilidade como principais itens desejáveis ao preencher vagas com este perfil. Segundo eles, funcionários mais experientes dificilmente faltam ou se atrasam, e desenvolveram habilidades de trabalhar em equipe, sendo ideais para chefia e supervisão. O diretor de projetos da Ricardo Xavier Recursos Humanos, Vladimir Araújo disse, em entrevista ao site G1 que “a maioria das empresas de pequeno e médio porte preferem pessoas já prontas e treinadas”.


         

E quando você não concorda com os valores da sua empresa?



          Nem sempre concordamos com os valores da empresa em que trabalhamos. Quem nunca foi obrigado a tomar uma atitude que vai de encontro aos princípios éticos pessoais pode se considerar com sorte.

         Uma empresa não é somente uma entidade jurídica. É um organismo vivo, composta por pessoas que trabalham para alcançar objetivos comuns. Tudo o que estas pessoas aprenderam e viveram são transformados em valores que se refletem em atitudes e nas tomadas de decisões diárias. Igualmente, a organização também precisa se basear em princípios que vão nortear as ações estratégicas e atuação no mercado: respeito à diversidade, ter ética nas relações, responsabilidade social, entre outras.

         Para que um funcionário se sinta confortável no ambiente corporativo é preciso haja uma sintonia entre estes valores e princípios na prática. A ética empresarial da forma como é praticada hoje é recente, e foi consolidada há uma década apenas. Uma nova aplicação, mais intrínseca e sofisticada permite a interação com os mercados, executivos, acionistas, sindicatos e pequenos empresários, indo além do assunto “dinheiro”.

         Muitas vezes ouvimos empregados dizerem que “os valores empresariais estão em conflito com os valores pessoais”. Isto significa que certas exigências feitas pela empresa são antiéticas ou ferem, de alguma maneira, a moral da cultura daquele indivíduo. Não se trata de excentricidade, de uma pessoa que não se adapta às normas da organização, mas do sujeito ultrajado, que não é capaz de tolerar a violação e se sente na obrigação de fazer alguma coisa. Mas o quê?

         Os especialistas recomendam que o funcionário pense seriamente em comunicar o fato ao departamento responsável da empresa e saia da organização. Fazer coisas em desacordo com o que pensamos como certo e errado, nos mata um pouco a cada dia. Se forem coisas que não podem ser mudadas nem na cultura organizacional nem dentro de você, denuncie e busque outra oportunidade de emprego. 

Não comprometa a sua imagem profissional no Facebook




          Conhecem algumas pessoas que, apesar de terem um bom currículo, não conseguem emprego há anos? Saiba que o problema pode estar na rede social digital da qual ela participa. O Facebook tem quase 1 milhão de usuários e é considerado o terceiro país do mundo. Com a facilidade dos dispositivos móveis a informação ficou portátil e em tempo real. Porém algumas pessoas se esquecem de configurar as condições de privacidade corretamente e acabam mostrando mais do que deveriam na ferramenta, o chamado tiro no pé.

Quando expomos nossa imagem ou opinião em público todo cuidado é pouco. Fora do contexto, uma foto, uma declaração ou até mesmo uma piada pode ser o abismo entre você e a vaga naquela empresa dos seus sonhos. Isto porque, segundo pesquisas, 98% dos recrutadores procuram informação sobre os candidatos nas redes sociais da Internet. Logo, a primeira providência, antes mesmo de mandar o currículo, é ver como a sua linha do tempo aparece na pesquisa pública.

Para muitos o Facebook é o muro das lamentações. Se você está insatisfeito com a sua empresa lembre-se de que os colegas de trabalho e até o chefe podem estar na sua lista de amigos, com acesso às suas publicações. A dica pra manter o seu emprego é: não faça reclamações sobre o seu trabalho, segundas-feiras, reuniões, colegas e horas excedentes trabalhadas.

Evitar palavrões ou expressões de baixo calão também é um bom conselho. Não pega bem e pode passar uma impressão errada sobre você. Aproveite a rede para mostrar como você escreve bem, é educado e tem equilíbrio emocional em qualquer situação.

Mesmo que a sua empresa libere o uso das redes sociais, é inaceitável que o funcionário fique jogando durante o expediente e mais, tornando esta informação pública.  Acredite, o seu chefe vai saber quando você passou de fase no Candy Crush Saga. Outras empresas também podem ver que você joga enquanto deveria estar trabalhando e certamente isso não conta pontos em nenhuma seleção de vaga.

Postar informações sigilosas ou confidenciais da organização também é garantia de demissão. Um novo produto ou projeto secreto deve ser, ao contrário, protegido ao máximo pelos funcionários. Além de dispensa por justa causa e outros problemas éticos, lembre-se de que você pode ser processado por isto.

Afinal o que é saber trabalhar em equipe?




         
          Uma das habilidades mais requisitadas pelos recrutadores é a facilidade de trabalho em equipe. Manter relacionamentos corporativos baseados na confiança e respeito não é tarefa das mais fáceis, mas ninguém consegue trabalhar sozinho. E quando uma equipe não funciona, o resultado é aumento de custos, procrastinação de prazos e outros prejuízos.

         É muito fácil escrever no currículo, mas na prática muitos profissionais cometem erros quando executando tarefas em grupo:

DESRESPEITAR AS DIFERENÇAS
Se comunicar bem não é tratar todo mundo do mesmo jeito. Equipes são compostas por pessoas com perfis profissionais e pessoais completamente diferentes. É a soma destes talentos que fazem o todo funcionar. Respeitar a diversidade na organização e o espaço do outro é essencial no ambiente de trabalho em qualquer situação.

NÃO COMPARTIHAR OS OBJETIVOS DA EMPRESA
Se todos souberem quais são os objetivos da empresa, encontrarão motivação para alcançar as metas individuais. O trabalho em equipe só funciona quando há um objetivo em comum e todos devem saber claramente o que a empresa pretende. Se o funcionário se sente participante de algo maior, ele faz o seu melhor, ainda que dentro do seu próprio ritmo. Todos devem conhecer as metas e prazos dos projetos.

NÃO MANTER O CLIMA AMISTOSO
Em momentos de tensão é preciso manter o equilíbrio entre os membros do grupo, ser educado e ter discernimento para saber o que dizer e o que não dizer. Mesmo em momentos de atrito, manter a educação é fundamental para manter o relacionamento aberto e transparente. Também é preciso evitar criticar participantes em público, principalmente na ausência deste, e evitar supervalorização do esforço individual.

SER ARROGANTE
Um chefe diz: “-Vai!”; um líder diz “-Vamos!”. Toda equipe pode e deve ter um líder que participe ativamente dos processos, se coloque em posição de igualdade e motive a parceria. O desequilíbrio emocional das lideranças é o primeiro passo para o fracasso do projeto. A autoconfiança da chefia em assumir riscos e delegar tarefas renova os ânimos e otimiza a comunicação.

         O que faz uma organização é o capital humano. Saber trabalhar em equipe é sentir-se bem colaborando com outras pessoas, ouvir e respeitar opiniões divergentes. Este quesito é bastante valorizado pra o ingresso no mercado de trabalho e é considerado um diferencial entre profissionais de várias áreas de atuação, além da competência técnica. 

 

PIT

O Pit - Programa de Integração ao Trabalho das Faculdades São José tem como objetivo preparar e integrar o aluno para o mercado de trabalho, transmitir experiência profissional através de palestras, oficinas e workshops, além de captar vagas e supervisionar os estágios, também atua dando orientações e preparando os alunos para processos seletivos de estágios e empregos.