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quinta-feira

Não comprometa a sua imagem profissional no Facebook




          Conhecem algumas pessoas que, apesar de terem um bom currículo, não conseguem emprego há anos? Saiba que o problema pode estar na rede social digital da qual ela participa. O Facebook tem quase 1 milhão de usuários e é considerado o terceiro país do mundo. Com a facilidade dos dispositivos móveis a informação ficou portátil e em tempo real. Porém algumas pessoas se esquecem de configurar as condições de privacidade corretamente e acabam mostrando mais do que deveriam na ferramenta, o chamado tiro no pé.

Quando expomos nossa imagem ou opinião em público todo cuidado é pouco. Fora do contexto, uma foto, uma declaração ou até mesmo uma piada pode ser o abismo entre você e a vaga naquela empresa dos seus sonhos. Isto porque, segundo pesquisas, 98% dos recrutadores procuram informação sobre os candidatos nas redes sociais da Internet. Logo, a primeira providência, antes mesmo de mandar o currículo, é ver como a sua linha do tempo aparece na pesquisa pública.

Para muitos o Facebook é o muro das lamentações. Se você está insatisfeito com a sua empresa lembre-se de que os colegas de trabalho e até o chefe podem estar na sua lista de amigos, com acesso às suas publicações. A dica pra manter o seu emprego é: não faça reclamações sobre o seu trabalho, segundas-feiras, reuniões, colegas e horas excedentes trabalhadas.

Evitar palavrões ou expressões de baixo calão também é um bom conselho. Não pega bem e pode passar uma impressão errada sobre você. Aproveite a rede para mostrar como você escreve bem, é educado e tem equilíbrio emocional em qualquer situação.

Mesmo que a sua empresa libere o uso das redes sociais, é inaceitável que o funcionário fique jogando durante o expediente e mais, tornando esta informação pública.  Acredite, o seu chefe vai saber quando você passou de fase no Candy Crush Saga. Outras empresas também podem ver que você joga enquanto deveria estar trabalhando e certamente isso não conta pontos em nenhuma seleção de vaga.

Postar informações sigilosas ou confidenciais da organização também é garantia de demissão. Um novo produto ou projeto secreto deve ser, ao contrário, protegido ao máximo pelos funcionários. Além de dispensa por justa causa e outros problemas éticos, lembre-se de que você pode ser processado por isto.

Afinal o que é saber trabalhar em equipe?




         
          Uma das habilidades mais requisitadas pelos recrutadores é a facilidade de trabalho em equipe. Manter relacionamentos corporativos baseados na confiança e respeito não é tarefa das mais fáceis, mas ninguém consegue trabalhar sozinho. E quando uma equipe não funciona, o resultado é aumento de custos, procrastinação de prazos e outros prejuízos.

         É muito fácil escrever no currículo, mas na prática muitos profissionais cometem erros quando executando tarefas em grupo:

DESRESPEITAR AS DIFERENÇAS
Se comunicar bem não é tratar todo mundo do mesmo jeito. Equipes são compostas por pessoas com perfis profissionais e pessoais completamente diferentes. É a soma destes talentos que fazem o todo funcionar. Respeitar a diversidade na organização e o espaço do outro é essencial no ambiente de trabalho em qualquer situação.

NÃO COMPARTIHAR OS OBJETIVOS DA EMPRESA
Se todos souberem quais são os objetivos da empresa, encontrarão motivação para alcançar as metas individuais. O trabalho em equipe só funciona quando há um objetivo em comum e todos devem saber claramente o que a empresa pretende. Se o funcionário se sente participante de algo maior, ele faz o seu melhor, ainda que dentro do seu próprio ritmo. Todos devem conhecer as metas e prazos dos projetos.

NÃO MANTER O CLIMA AMISTOSO
Em momentos de tensão é preciso manter o equilíbrio entre os membros do grupo, ser educado e ter discernimento para saber o que dizer e o que não dizer. Mesmo em momentos de atrito, manter a educação é fundamental para manter o relacionamento aberto e transparente. Também é preciso evitar criticar participantes em público, principalmente na ausência deste, e evitar supervalorização do esforço individual.

SER ARROGANTE
Um chefe diz: “-Vai!”; um líder diz “-Vamos!”. Toda equipe pode e deve ter um líder que participe ativamente dos processos, se coloque em posição de igualdade e motive a parceria. O desequilíbrio emocional das lideranças é o primeiro passo para o fracasso do projeto. A autoconfiança da chefia em assumir riscos e delegar tarefas renova os ânimos e otimiza a comunicação.

         O que faz uma organização é o capital humano. Saber trabalhar em equipe é sentir-se bem colaborando com outras pessoas, ouvir e respeitar opiniões divergentes. Este quesito é bastante valorizado pra o ingresso no mercado de trabalho e é considerado um diferencial entre profissionais de várias áreas de atuação, além da competência técnica. 

Assédio no trabalho: como se defender?


         Apesar de ser tão antigo quanto o trabalho, a discussão sobre assédio ou violência moral é relativamente nova no Brasil. O conceito se refere a ser ofendido, menosprezado, constrangido ou ultrajado por alguém no local de trabalho, tendo como consequência a humilhação, dor ou sofrimento.

         No site www.assediomoral.org temos a descrição do que configura uma  “jornada de humilhação”:
1)    Repetição sistemática
2)    Intencionalidade (forçar o outro a abrir mão do emprego)
3)    Direcionalidade (uma pessoa do grupo é escolhida como bode expiatório)
4)    Temporalidade (fatos ocorrem durante o trabalho, por dias, meses ou anos)
5)    Degradação deliberada das condições de trabalho (isolamento ou destaque do grupo sem explicações)

           A revista Exame divulgou nesta semana as respostas do advogado Aparecido Inácio sobre questões de assédio moral no trabalho. Ele explica que uma bronca isolada não é assédio moral, mas se as ofensas e agressões são prolongadas e se repetem cotidianamente, sim. Também destaca três tipos de assédio: individual, coletivo e o chamado assédio horizontal, quando um grupo se une contra um superior hierárquico.

Mas, segundo ele, nem só de xingamentos e ofensas vive o assédio moral. A recorrência de inação compulsória, ou seja, quando o empregador se recusa a passar serviço ao empregado ou a um grupo de empregados, também configura a infração.

A postura do funcionário é determinante nesta hora, ao contrário de ficar pelos cantos, enfraquecido, ele deve resistir e não se deixar acuar, pois o medo é o que dá força ao agressor. Para uma reclamação formal na Justiça é preciso reunir provas que comprovem a agressão, como documentos, cópias de e-mails, memorandos, filmes, fotos e até gravação de conversas com o celular.

O assédio moral não é um fato isolado, como vimos se caracteriza pela repetição de práticas vexatórias e constrangedoras e degradação da condição de trabalho. Os danos à saúde pelo autoritarismo imposto nas relações de trabalho são, entre outros: depressão, distúrbios do sono, queda de produção, distúrbios digestivos, hipertensão e dores generalizadas. Algumas empresas proíbem até o uso do banheiro!

Um ambiente de trabalho saudável e digno é uma conquista de toda a equipe e deve ser cultivada e disseminada pela alta gestão. Se você foi testemunha de alguma cena de humilhação seja solidário e denuncie. Lembre-se de que assédio moral é crime!

Fonte da imagem:
(https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEggaVTNWG98c6y5LRjNPPkexXVoFgQ6ajb81tONBo5XGVplrmZpNxaoHoIxNilbxjWWfj4BXHxj0FLnwQlBh25mKXehp2UcSuzfYZlfR-UJ2RuYEPYNDNdJR6abR_Dx0R6LNfAGd1hFl28/s640/assedio.jpg)


         


Como procurar outro emprego trabalhando


          São muitos os motivos que levam uma pessoa a querer trocar de emprego: falta de oportunidade de crescimento, assédio moral, salário baixo ou problemas de relacionamento com chefes e colegas. Mas procurar um emprego estando empregado é um pouco complicado, principalmente para quem não quer ficar mal com o patrão atual e fechar portas.


         Para evitar um clima desconfortável na empresa é preciso alguns cuidados:

DISCRIÇÃO
Não se trata de mentir, mas manter a sua decisão confidencial. Espalhar a notícia precipitadamente pode causar má impressão aos seus superiores e colegas e piorar a situação. Além do mais, você pode mudar de ideia e resolver permanecer no cargo, o que vai causar posterior constrangimento.

ÉTICA
Manter a ética é fundamental para mostrar que você é um profissional responsável e confiável. Não mande currículos pelo e-mail corporativo, use o seu endereço eletrônico pessoal, sempre fora do expediente, para fazer os contatos. A sua busca não deve interferir nas atividades do emprego atual. Também não marque entrevistas com o seu futuro empregador no horário de trabalho ou locais públicos. Há grande possibilidade de ser visto por um colega e dar início a fofocas e comentários indesejados. 

HONESTIDADE
Falar a verdade, sempre. Ao ser perguntado se está trabalhando, o ideal é falar que sim, e expor os motivos da saída. Evite alegar motivos pessoais, mas profissionais e nunca, nunca mesmo, fale mal do atual empregador, jogue limpo.
     
PREPARE-SE PARA SER “DESCOBERTO”       
Por mais que você seja discreto, sempre há a possibilidade de alguém na empresa ficar sabendo. Esteja preparado para dar explicações a qualquer momento, aproveitando para tentar negociar benefícios e outros objetivos pretendidos.

         Antes de mandar o seu currículo procure saber sobre a política de contratação da outra empresa: algumas não contratam quem está ligado à outra organização por precisar de disponibilidade para início imediato. Algumas vagas não podem aguardar a burocracia e prazos trabalhistas para o desligamento, por isso há organizações que evitam contratar quem está trabalhando, privilegiando quem está disponível.


Como fazer o seu currículo em vídeo


          
          O avanço da tecnologia não passou despercebido pelos recrutadores. A mais nova ferramenta para seleção é o currículo em vídeo: chegou a hora de mostrar que você fica bem “na fita”.

         A videoconferência não é novidade; várias empresas evitam deslocamento de funcionários fazendo reuniões produtivas, cada um na sua sala, conectados em tempo real com parceiros, clientes e fornecedores ao redor do mundo. No mercado de trabalho, cada vez mais competitivo, não é diferente. A tendência da área de recursos humanos é que o vídeo de apresentação do candidato se torne tão comum quando o currículo de papel.

         Neste primeiro contato é possível ver a aparência da pessoa, facilidade de se expressar, firmeza nas afirmações e muitos pontos subjetivos, como a maneira de olhar para a câmera, carisma e a expressão corporal.

COMO FAZER UM BOM VÍDEO DE APRESENTAÇÃO

         O primeiro passo é elaborar um roteiro. O vídeo pode até ser filmado no celular, desde que contenha as informações iniciais e outros dados do currículo, bem como experiências e expectativas.

         A especialista em RH e professora Teresinha Covas Lisboa, dá algumas dicas:

Aparência – As regras são praticamente as mesmas de uma entrevista presencial: evitar decotes e transparências, usar maquiagem discreta e vestuário adequado ao cargo pretendido. Não vale terno e gravata para se candidatar a vendedor de uma loja de artigos de surf, assim como não se deve usar bermuda e camiseta se o cargo pretendido é de gestor ou diretor de departamento. 

Linguagem corporal – O candidato deve ser filmado somente da cintura pra cima. A firmeza nas declarações e o olhar para a câmera também são observados, afinal “ela” é o entrevistador e você precisa demonstrar segurança.

Texto – Como se trata de uma apresentação, a primeira coisa é dizer o seu nome, idade e formação, bem como o cargo pretendido. Em seguida descrever as experiências, começando pela mais recente. Por fim as habilidades, competências, cursos extras, idiomas e participação em atividades correlatas, como voluntariado, palestras, seminários e congressos. Não se trata de ler o currículo, mas passar a sua personalidade, potencialidade e contar a sua história. Seja natural e ajude o empregador a entender o que você já fez e o que pretende no futuro.

Ambientação – A escolha do fundo é muito importante. Procure gravar em ambiente reservado e isolado, sem interferências, e sem sons externos, como cachorro latindo e buzinas da rua. Preste atenção à iluminação, que pode deixar a aparência abatida ou cansada.

O vídeo – O vídeo deve ser curto, de 2 a 5 minutos no máximo e deve instigar o recrutador a saber mais sobre você e chamá-lo para um encontro presencial. Tenha em mente que o vídeo-currículo é somente um trailer da sua história profissional, uma introdução. Seja sucinto, porém criativo, use o senso de humor e capriche na edição. Peça opinião de outras pessoas, como familiares e amigos antes de tornar o material público. Lembre-se de que adequação é tudo: o nível de criatividade e inovação vai depender do ramo de atuação e do grau de seriedade e formalidade da empresa.

Vejam alguns exemplos:

1)     http://www.youtube.com/watch?v=ObaAfxbK5MQ - Vídeo referente à primeira etapa do processo seletivo para trainee da Unilever – 2011: “Conte-nos um pouco sobre você.”
2)    http://www.youtube.com/watch?v=aSf7xSgIn5k – Vídeo-currículo para o setor de marketing, que exige mais criatividade.
3)    http://www.youtube.com/watch?v=k8vK7dmUdKA – Candidato a web designer.



        

Etiqueta na mesa de negócios



          Quem nunca teve dúvidas sobre como se comportar em um almoço ou jantar de negócios? Falar de boca cheia, atender o celular de 2 em 2 minutos, rir alto e outras gafes à mesa dispensam comentários. Para não comprometer a sua imagem profissional é preciso conhecer alguns detalhes de etiqueta a serem usadas em refeições mais formais com o chefe, fornecedores ou clientes.

          Veja algumas dicas para se comportar com elegância neste tipo de evento:

O GUARDANAPO
O guardanapo serve para tudo, menos para limpar a boca. Use dobrado no sentido do comprimento, com a abertura voltada para você, para proteger a roupa. Se for preciso levantar por algum motivo, deve ser dobrado e colocado à esquerda do prato. Ao retornar à mesa, coloca-se novamente no colo. Deve-se encostar o mesmo nos lábios antes de usar os copos, para evitar marcas de gordura, e após a bebida, para secá-los. Ao terminar a refeição, coloque displicentemente do lado direito do prato, sem amassar ou dobrar, mas escondendo os resíduos. Se cair no chão não tente pegá-lo. Aguarde ou fale com o garçom, para que providencie outro.

TALHERES
Dependendo do tipo de refeição e do prato escolhido, pode haver mais de um tipo de talher. A regra é usar sempre de fora pra dentro, na medida em que os pratos forem sendo servidos. Os das extremidades são usados para entradas, os do meio no prato principal e os mais próximos ao prato, ou acima dele, para a sobremesa. Cortar com a mão direita e espetar o garfo com a esquerda. Entre uma garfada e outra não apoiar a faca na lateral, mas sim no topo do prato. Ao término da refeição, junte garfo e faca paralelamente, com os cabos para o lado direito, para sinalizar ao garçom que já pode retirar o serviço.

TAÇAS
As maiores são usadas para água, as médias para vinho tinto e as menores para vinho branco. Mas quem tem que saber isso é o garçom. Pegue sempre pela haste ou base, para que o calor da mão não altere a temperatura da bebida. Nem pense em levantar o dedo mindinho.

O CAROÇO DA AZEITONA
Retirar da boca discretamente, com a mão em concha e deixar na lateral do prato ou, preferencialmente, em algum pratinho avulso para resíduos.

ALFACE
Cortar ou não cortar? Isso vai depender da habilidade da pessoa: se você consegue fazer uma trouxinha e dobrar a folha, ótimo. Mas, para não correr o risco de ver a sua roupa pingada de azeite e vinagre o melhor é cortar com a faca mesmo, de modo a fazer pequenos pedaços que caibam na boca.
  
BEBIDAS ALCOÓLICAS
Se você bebe pode acompanhar o seu cliente, mas só um pouquinho, nada de encher a cara. Álcool e negócios não é uma combinação das mais recomendáveis.

QUEM PAGA A CONTA?
No mundo empresarial, quem convida paga a conta, seja homem ou mulher.

          A etiqueta à mesa não é difícil. As regras foram criadas não para complicar, mas para facilitar a vida de todos e estabelecer a boa convivência. Na dúvida, observe o que as outras pessoas fazem e só então use os utensílios. 

          Desde a antiguidade assuntos importantes têm sido tratados ao redor de uma mesa de refeição, as chamadas távolas. No mundo dos negócios, estar atento a estes pequenos detalhes pode fazer uma grande diferença na sua carreira. 

O que não perguntar em uma entrevista de emprego




          Candidatos a empregos estão sempre buscando informações sobre como se vestir, como se comportar e o que dizer em uma entrevista. Estão atentos à linguagem corporal, perguntas frequentes e buscam a empatia com os recrutadores no contato pessoal.

         É claro que há espaço para questionamentos sobre a oportunidade, mas algumas perguntas inconvenientes podem colocar tudo a perder e “queimar o seu filme” nesta importante etapa do processo seletivo. A revista INFO publicou um artigo com alguns assuntos a serem evitados, segundo especialistas:

- SOBRE A ATIVIDADE DA EMPRESA
Um dos maiores erros do candidato é não se informar previamente sobre a empresa na qual está tentando uma vaga. O mínimo que se espera é que a pessoa entre no site, pesquise sobre a história e o mercado em que a organização está inserida, bem como produtos e serviços ofertados.

- FLEXIBILIDADE NO HORÁRIO DE TRABALHO
A empresa pode pensar que você terá dificuldade em cumprir o horário determinado ou que não estará disponível 100%.

SOBRE SALÁRIO E BENEFÍCIOS
Obviamente que é um assunto relevante, mas não deve ser perguntado logo de cara, pois pode transparecer que o salário é o mais importante na sua carreira.

BENEFÍCIOS
O questionamento sobre existência de plano de saúde, odontológico ou previdência também deve ser deixado pra depois. Nem sempre o entrevistador faz parte do departamento de Recursos Humanos e alguns não têm esta informação.

FÉRIAS
Nem começou a trabalhar e já está pensando nas férias? Isso causa má impressão; primeiro é preciso apresentar resultados e produtividade.

HORA EXTRA
Outra pergunta descabida, por também tratar de assuntos financeiros e focar no dinheiro.

         Normalmente as organizações passam no anúncio as principais informações relevantes à vaga, como salário, benefícios e carga horária. Mas se você tem dúvidas, o melhor é esperar o momento ideal para fazer estes questionamentos.

         Depois das primeiras etapas do processo de seleção, algum funcionário capacitado irá entrar em contato e esclarecer os detalhes financeiros. Controle a ansiedade e espere o momento certo e a pessoa certa para conversar sobre estes assuntos.


 

PIT

O Pit - Programa de Integração ao Trabalho das Faculdades São José tem como objetivo preparar e integrar o aluno para o mercado de trabalho, transmitir experiência profissional através de palestras, oficinas e workshops, além de captar vagas e supervisionar os estágios, também atua dando orientações e preparando os alunos para processos seletivos de estágios e empregos.