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domingo

Vocação ou Profissão?


       

          Descobrir qual a profissão certa para cada perfil é um grande desafio. A vocação profissional se refere ao que a pessoa gosta de fazer versus o que ela não suporta. Quando esta conciliação não é bem sucedida, surge o estresse pela frustração, sentimento de vazio e perda de tempo e dinheiro.

         A palavra "vocação" tem origem latina e significa "voz".  Este chamamento interno corresponde ao conjunto de experiências desenvolvidas na realidade social de cada um. No momento da escolha profissional, ouvir este chamado pode ajudar o indivíduo a descobrir e desenvolver habilidades, aumentando a probabilidade de sucesso no trabalho.

          A vocação vem antes da profissão. A diferença entre os profissionais que escolheram as carreiras por vocação ou por profissão:

- Profissional por profissão: só investe em carreiras promissoras no mercado, busca empregos continuamente, faz a parte que lhe cabe da melhor maneira possível, sempre fazendo comparações entre outros profissionais e empresas.

- Profissional por vocação: busca meios para se renovar continuamente elevando o trabalho além das expectativas, percebe que não poderia estar fazendo nada diferente, cada dia tem a sensação de missão cumprida porque tornou melhor a vida de alguém.

         O estudante que está em momento de escolha de um curso superior deve procurar elementos de identificação envolvidos nas rotinas de trabalho das diferentes carreiras: o que fazem os profissionais, como fazem, onde fazem, quanto ganham, possibilidades de crescimento e tendências do mercado, além de entrevistas com pessoas que já estão atuando na sua área de interesse. A escolha não é fácil, mas lembre-se: nem sempre é definitiva!
   

quinta-feira

Universitário aos 30: porque nunca é tarde para recomeçar
























          Os dados de pesquisa de Censo do Ensino Superior do Inep mostra que um em cada três estudantes que se matriculam em cursos de graduação tem mais de 30. É nesta faixa de idade que o crescimento das matrículas tem sido mais expressivo nos últimos anos.

          Segundo os especialistas, os principais motivos da expansão do acesso destes alunos em cursos de formação superior são:

- a criação e aumento da oferta de cursos à distância  – os cursos EAD possibilitam a flexibilização dos horários, evitam perda de tempo com o deslocamento do aluno e eventuais despesas.

- busca por uma melhor colocação no trabalho – cada vez mais competitivo, o mercado de trabalho exige melhor formação, mais conhecimento e a pressão por atualização é grande. Novos modelos de gestão encorajam que o funcionário inicie ou continue os estudos, oferecendo benefícios, convênios e ajuda de custo.

- o desejo de obter uma segunda graduação – em busca do segundo diploma, os trintões, quarentões e até cinquentões estão de volta às salas de aula. Seja para ampliar os conhecimentos, alcançar uma posição melhor no mercado de trabalho, ou apostar em uma nova carreira, este é um público cada vez mais presente no banco dos “calouros”.

          Voltar aos bancos universitários é um desafio, porém não existe idade certa para entrar na faculdade. Sem se prender a estereótipos, a presença de estudantes mais velhos nas faculdades é uma tendência crescente, provando que nunca é tarde demais para buscar o conhecimento!




segunda-feira

Como evitar gafes no Amigo Secreto do trabalho


          

          O ano passou e é hora de participar da brincadeira de “amigo oculto” ou “amigo secreto” no trabalho. Já que não dá pra ficar de fora sem correr o risco de parecer antipático, todo cuidado é pouco nesta hora. O que parece diversão pode representar um problema na hora de escolher o presente ideal.
             
É preciso respeitar as regras impostas pelo grupo em relação ao valor: gastar mais pode significar que o seu “amigo” é mais importante aos seus olhos do que os outros colegas. E nem pense em gastar menos, todo mundo repara e comenta.

Definido o preço, não saia comprando qualquer bobagem inútil. Presentear alguém vai além da compra de um mero objeto, passando a representar o quanto se gosta da pessoa, praticamente uma declaração de simpatia ou admiração. Procure saber dos gostos e preferências, tenha sempre a intenção de agradar. Atenção no pacote, que deve ser o mínimo decorado, abusando de fitas, papéis coloridos, cartão de cumprimento e não deve estar rasgado ou amassado. Repassar também não é recomendado. O presente de segunda mão é facilmente percebido, porque normalmente não tem nada a ver com a pessoa que ganhou. Você corre um sério risco de ficar mal visto na empresa. Mas quais são as piores gafes a serem evitadas?

- Dar presentes íntimos – camisolas, calcinhas, cuecas, produtos para higiene pessoal ou biquínis. O clima pode ser de brincadeira, mas alguns presentes e piadinhas podem ultrapassar o limite e gerar situações de convivência difíceis no pós-evento. O espírito do “é fim de ano, vale tudo” não cabe no ambiente corporativo.

- Trocar o nome - nunca mesmo tente trocar de “amigo”. Não gostar muito de um colega ou não conhecê-lo bem não é desculpa para alterar as regras do jogo, além de ser indelicado.

- Faltar no dia da entrega – considerada falta grave, demonstra falta de respeito e comprometimento, mesmo se mandar o presente por outra pessoa.

- Contar o “segredo” - por mais incrível que possa parecer, o fato de você guardar o segredo também é observado. Quem conta pra todo mundo o “amigo secreto” será digno de tratar informações confidenciais da empresa? Não diga a ninguém, mesmo sob tortura.

Seguem algumas sugestões para quem ainda está na dúvida:

PARA MULHERES: itens de decoração, CDs ou DVDs de acordo com o estilo da pessoa, acessórios como lenços e brincos ou livros. Pense se a sua colega está grávida, casou recentemente ou outro fator que possa lhe inspirar.

PARA HOMENS: camisas básicas, vinhos, utensílios para churrasco ou hobbies. Organizadores de mesa e pesos de papéis também são boas opções.
             
            Esta simples brincadeira revela muito sobre o clima do ambiente de trabalho. O bom senso deve incluir não só os presentes, mas o traje, atitude e postura. Confraternizações são praticamente uma extensão da jornada de trabalho. Mesmo em ambiente informal o profissional deve ficar atento, pois normalmente as pessoas se soltam mais nas festas, mostrando a verdadeira personalidade. O maior inimigo: o álcool. Evite os excessos, fuja das "panelinhas" e divirta-se!


Plano de carreira: de olho nos objetivos


           Quando fazemos as coisas sem planejar corremos um grande risco de saírem erradas e você não vai querer isso para a sua vida. Fazer um planejamento de carreira não é um bicho de sete cabeças. Se você pretende ser um profissional de sucesso e ainda não tem um, é melhor começar já. O documento é um mapa da trajetória pretendida pela pessoa ao longo do exercício de alguma atividade visando ter o domínio da posição no mercado e empregabilidade.

          O plano é mais do que o gerenciamento da carreira. É um comprometimento que fazemos com nós mesmos de obter determinados bens, conhecimentos, atividades ou funções profissionais mantendo o foco nos resultados com períodos de tempo definidos. Uma meta sem um plano é só um desejo.

          O primeiro passo é ter um objetivo. Assim como você não faz uma viagem sem saber o destino, providenciar aquisição das passagens, seguro, vacinas, hotel, aluguel de veículos e roupas apropriadas, na profissão não é diferente. É preciso conhecer os cursos, ferramentas e tempo necessário para se atingir determinado cargo. Ao contrário do que muitos pensam, isto é simples e não dá muito trabalho.

          Para o acompanhamento das metas, tudo se resolve numa planilha. Descreva os alvos, ferramentas e períodos para realização das ações. Não há um modelo estabelecido, trata-se de colocar no papel o que sabemos que queremos. O chamado item de controle também é importante, porque é o marco que vai determinar o cumprimento da tarefa, como, por exemplo, obter um certificado.

Etapa 1 – Definição dos objetivos profissionais ou pessoais a curto, médio e longo prazo.

Etapa 2 – Pesquise o mercado de trabalho, concorrentes e empresas em que deseja trabalhar. Saiba tudo sobre a sua área de atuação.

Etapa 3 – Faça uma análise do eu pode oferecer ao mercado e desenvolva suas habilidades e competências pessoais.

Etapa 4 – Você é o seu produto, promova-se! Use cartões de visita, faça networking, crie um blog ou comunidade, participe de grupos com pessoas influentes, redes sociais e utilize o potencial da Internet.

sábado

Educação Financeira: multiplique suas oportunidades de carreira


               
          Educação financeira tem muito a ver com a sua trajetória profissional. O mercado de trabalho atual é extremamente competitivo e demanda atualização constante. Por falta de saúde nas finanças o profissional acaba prejudicando o próprio desenvolvimento, não investe em cursos de atualização e acaba ficando pra trás.

        Os sintomas das preocupações com o endividamento também afetam o cotidiano no trabalho:  falta de dinheiro pode causar problemas como o absenteísmo (ausências), falta de atenção, baixa de auto-estima e aumento de acidentes. De olho na produtividade, muitas empresas possuem ou indicam programas de educação financeira aos funcionários.

          Pesquisa do Serasa e Ibope demonstra que 40% dos brasileiros jovens não controlam a vida financeira. A maioria confessa não resistir às compras feitas por impulso e acabam se endividando tão logo iniciam suas carreiras. O caso adquiriu status de política de Estado. A AEF Brasil liberou acesso ao Programa de Educação Financeira a ser implantado nas escolas públicas no próximo ano.

        O ultimo mapa da Educação Financeira no Brasil catalogou mais de 800 projetos em execução, a maioria gratuitos.  Os programas de Educação Financeira contribuem para o desenvolvimento da cultura do planejamento, essencial para qualquer projeto, principalmente o da sua vida. Seja qual for o seu sonho, o planejamento financeiro é uma das ferramentas mais importantes para torná-lo realidade.

domingo

Aperto de mãos: muito além do cumprimento








         Não há histórias comprovadas sobre a origem do aperto de mão. No Antigo Egito a mão estendida representava o ato de dar ou receber. No tempo em que cada pessoa carregava uma arma, o gesto era um sinal de paz. Em ambiente corporativo, apertar as mãos de alguém coloca em jogo poder, respeito, imagem e marketing pessoal.

          Convém conhecer as regras de etiqueta:  mostrar segurança neste momento pode fazer a diferença na sua carreira. Um aperto de mãos não deve ser menosprezado e pode causar uma boa ou má impressão, a perda ou fechamento de um grande negócio. Para demonstrar firmeza e segurança, olhe nos olhos do interlocutor e mantenha uma boa postura.

          Não estenda a mão para grande número de pessoas em uma reunião, superior hierárquico ou pessoa mais velha, nem a alguém que se encontre em uma mesa de refeição ou hospital. Alguns procedimentos básicos devem ser observados:

- não sacuda as mãos mais do que três vezes.
- não provoque dor esmagando os dedos da outra pessoa.
- não pegue a mão da outra pessoa com as pontas dos dedos.
- não segure a mão da outra pessoa por muito tempo.
- quem estende a mão com a palma pra baixo indica desejo de controle, enquanto que as palmas para cima, ao contrário, demonstram submissão.
- aperto feitos com as duas mãos conotam intimidade e carinho.
- se você é novo na empresa, um aperto de mão muito forte no seu chefe pode demonstrar excesso de confiança.

          A qualidade do cumprimento influencia também as boas avaliações dos recrutadores. O aperto de mão é muito observado nas entrevistas presenciais de profissionais de negócios, sendo considerado rico em significados.

          Em ambiente corporativo o aperto de mão é um dos elementos cruciais para causar uma boa impressão. Use quando for apresentado a alguém, fechar um negócio ou parabenizar um funcionário, amigo ou chefe.



sábado

Você tem inteligência emocional para trabalhar?


          A incapacidade de lidar com as emoções em ambiente profissional pode acabar com carreiras promissoras. Em seu livro sobre Inteligência Emocional, o autor Daniel Goleman destaca que nossa cultura exige muito do intelecto, relegando o lado emocional do indivíduo a um segundo plano.

          Empresas e organizações são composta de pessoas, logo os conflitos são invitáveis. A forma como os funcionários expressam os sentimentos é considerada um competência social muito importante. Durante nossas atividades diárias enviamos sinais emocionais sempre que interagimos e estes sinais afetam as outras pessoas, a ponto de transferir e contagiar o outro. Basta alguém esboçar uma emoção e lá estamos nós imitando gestos e expressões corporais e, algumas vezes, se apropriando totalmente do estado de espírito.

          Não se trata de ficar isolado o tempo todo, fingindo ser inabalável. Ao contrário, expressar as emoções positivamente melhora o clima organizacional e fortalece o sentimento de grupo. Muitas pessoas, porém, têm dificuldades em demonstrar empatia e acabam ficando rotulados como antissociais.

          O fato é que a oscilação de humor ou falta de controle podem trazer prejuízos à sua carreira. Mesmo os profissionais mais qualificados devem estar atentos à receita com as 5 competências para gerenciar as emoções no trabalho:

1) Autoconhecimento - ria de si mesmo, tenha consciência de seus defeitos e falhas.

2) Automotivação - perceber o quanto as suas atividades estão relacionadas com os seus objetivos e valores, procurando aprender sempre.

3) Autogerenciamento - reflita: isto que está me tirando do sério neste momento terá importância daqui a uma hora, daqui a um dia, daqui a um mês?

4) Empatia - não julgue as pessoas, a verdadeira empatia consiste em colocar-se no lugar do outro e validar opiniões e pontos de vista contrários aos seus.

5) Habilidade Social - exerça a influência sobre os outros, praticando a  influência positiva e assertiva.



 

PIT

O Pit - Programa de Integração ao Trabalho das Faculdades São José tem como objetivo preparar e integrar o aluno para o mercado de trabalho, transmitir experiência profissional através de palestras, oficinas e workshops, além de captar vagas e supervisionar os estágios, também atua dando orientações e preparando os alunos para processos seletivos de estágios e empregos.