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quinta-feira

Bom dia, produtividade!



         
          Preocupadas com a produtividade, várias empresas estão permitindo e até criando locais próprios para sonecas e implantando jornadas de trabalho flexíveis. Porém, a realidade é que o modelo atual de horário estabelecido pela maioria dos empregadores privilegia quem tem boa disposição pela manhã.

          Um site do jornal de grande circulação publicou um artigo descrevendo como um executivo organiza e adota a rotina matinal para ser mais organizado e produtivo no trabalho. Exercícios, suco verde e disciplina estão na lista.

          Se você faz parte do grupo que só fica "esperto" depois do meio e não trabalha em uma empresa que respeita esta diversidade, fique atento às dicas dos especialistas para manter a boa disposição não só no início, mas durante todo o dia.

  •  Fazer sete minutos de atividade física – segundo James Reinhart, da ThredUp.com, este é o tempo ideal para espantar a preguiça sem se cansar, nem mais nem menos.
  • Vitamina verde para o café da manhã – uma maçã, uma banana, uma laranja, folhas de espinafre, meio pepino no liquidificador água de coco, cubos de gelo e sementes de linhaça. 
  • Estabelecer 3 metas viáveis nas próximas horas. 
  • Marque no calendário  - agenda com tarefas, prazos, horários, estabelecendo um cronograma, organize-se.
  • Pare 15 minutos após o almoço mesmo que o mundo caia – esta pequena pausa é altamente recomendada para fazer boa digestão e recobrar as forças.

Como anda a sua empregabilidade?


         

           Durante muitos anos as empresas cuidavam e garantiam a ascendência das carreiras, muitas vezes oferecendo vantagens e promoções por tempo de serviço. Hoje o cenário é bem diferente. Competências, habilidades e conhecimento são importantes para conseguir e manter um emprego. A manutenção destes requisitos a ponto de se destacar no mercado competitivo chama-se empregabilidade. 

           A professora Denize Rachel Veiga, cita o conceito na terceira edição do livro Guia de Secretariado, Ed. Érica, página 37: 

         Compreendemos por empregabilidade a condição daquele profissional que está apto a entrar e manter-se no mercado de trabalho, e que possui flexibilidade para se adaptar às constantes mudanças. O profissional empregável possui conhecimentos, competências, habilidades e atitudes que o tornam importante no mercado de trabalho. A relevância não está associada somente à empresa em que ele trabalha, mas ao mercado de uma maneira geral. O profissional que tem empregabilidade decide o rumo de sua carreira profissional, enquanto o que tem baixa empregabilidade está sujeito às circunstâncias." 

           Quem tem alta empregabilidade sabe dos seus pontos fortes e fracos e determina o rumo da própria carreira. É a pessoa que está sempre se preocupando em aperfeiçoar competências, aumentar os conhecimentos e ampliar e manter ativa a rede de relacionamentos.

Para saber como anda a sua empregabilidade procure analisar as vagas publicadas para a sua área de atuação. Preste atenção no que as empresas estão exigindo ou considerando como desejável. A partir daí é possível fazer uma comparação com o currículo atual e diagnosticar as deficiências a vencer para ser bem sucedido. 

Vale lembrar que, além de ter conhecimentos atualizados, é preciso ter facilidade de relacionamento e comunicação, fluência tecnológica e em algum idioma estrangeiro. Postura, atitudes e grau de confiança, o chamado capital ético, também tem sido cada vez mais observado e valorizado pelas organizações. 

Aviso Prévio em caso de demissão. Como fica?



          Nada é para sempre. No mundo corporativo, principalmente, a dança das cadeiras nos cargos é um cenário cada vez mais comum. Se você foi demitido ou pretende pedir demissão, precisa estar atento aos cálculos de pagamento do aviso prévio.

          Este é o nome que se dá à comunicação antecipada de quebra de contrato de trabalho. Uma parte informa para a outra que deseja rescindir sem justa causa o vínculo empregatício, devendo ser, obrigatoriamente, formalizado em forma de documento. Fique atento aos tipos de acordos previstos na CLT (Consolidação das Leis do Trabalho):

 Caso 1) DEMISSÃO SEM JUSTA CAUSA:

 AVISO PRÉVIO TRABALHADO - quando a empresa te manda embora e exige que você trabalhe pelos próximos 30 dias. Neste caso você pode escolher se prefere trabalhar duas horas a menos por dia ou se prefere deixar de trabalhar 7 dias corridos ao final do prazo legal.

AVISO PRÉVIO INDENIZADO - se a empresa demite e não exige que você trabalhe nos próximos 30 dias, você terá o salário correspondente incluído na rescisão contratual.


Caso 2) O EMPREGADO PEDE DEMISSÃO:

AVISO PRÉVIO TRABALHADO - quando o funcionário pede demissão e se propõe a trabalhar pelos próximos 30 dias. Quando este prazo terminar, o salário deste período será incluído nos cálculos da rescisão.

AVISO PRÉVIO DESCONTADO - o funcionário não pode ou não quer cumprir o aviso nos próximos 30 dias e não irá trabalhar nem mais um dia na empresa. Isto significa que a empresa pode multar o trabalhador, descontando até o limite de zerar a rescisão.

A EMPRESA NÃO DEIXA QUE VOCÊ CUMPRA O AVISO - caso a empresa não permita que você cumpra o aviso trabalhando, não há pagamento do período em dinheiro, mas também não pode haver cobrança de multa ao funcionário.

Como escrever um artigo científico seguindo as normas ABNT


       
           Embora a metodologia de apresentação de TCC da maioria das faculdades e universidades seja somente em forma de monografia, muitas vezes há interesse do aluno em escrever um artigo, seja para a Escola de Negócios, cursos de pós-graduação ou para publicação em revistas ou sites científicos. Neste caso o autor deve seguir as normas da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas). Estas regras servem para uniformizar e dar credibilidade aos trabalhos acadêmicos, criando um padrão de compreensão identificável aos pesquisadores de todo o mundo.

           O artigo é a apresentação em forma de relatório dos resultados de pesquisas ou investigações a respeito de um tema ou questão. Com o objetivo de ser um referencial teórico para orientar outros estudos, os problemas abordados podem ser os mais diversos, dependendo da área do conhecimento.

           A estrutura de um artigo científico é constituída de elementos pré-textuais, textuais e pós-textuais, baseado na NBR 6022/2003:

1 Título
2 Autor
3 Epígrafe (facultativa)
4 Resumo e Abstract
5 Palavras-chave
6 Conteúdo (introdução, desenvolvimento e conclusão)
7 Referências

  Deve ser redigido na 3a. pessoa do singular, com linguagem clara, porém sucinta e objetiva. Os argumentos devem ser fundamentados dentro do ponto de vista científico, evitando-se assim os termos “eu acho”, “eu penso” ou “parece-me”. A correção gramatical deve ser feita cuidadosamente, com frases curtas, e usando o parágrafo toda vez que se dá um passo a mais na linha de raciocínio.

       A ABNT possui um catálogo onde são vendidas as normas, cursos e publicações pela Internet. Clique aqui para tirar as dúvidas sobre formatação ou veja a representação das normas em infográfico:



        Na revista CIÊNCIA ATUAL, publicação multidisciplinar eletrônica semestral, editada pelas Faculdades São José, você tem acesso a artigos de diversas áreas do saber científico, resultado do trabalho coletivo de pesquisadores com vasta experiência na graduação e pós-graduação.

Não durma no ponto - sono x produtividade


          Você é daqueles que dorme tão tarde e acorda tão cedo que quase cruza com si próprio no corredor? Daqueles que dorme tarde e todos os dias, ao acordar indisposto, se arrepende disso? Então saiba que esta é uma péssima decisão para a sua carreira.

          Não importa o quanto você estude, seja graduado e pós-graduado, tenha mestrado ou doutorado, o que vai pesar mais diretamente na sua produtividade é o seu bem-estar. Se você não tiver bons hábitos, principalmente em relação à alimentação e sono, o corpo começa a falar e, principalmente, falhar.

          As organizações já entenderam que sono é dinheiro. Um expediente normal é de 8 horas por dia com 1 hora de folga para almoço, iniciando normalmente entre 8 e 9h da manhã. Esta exigência privilegia pessoas matutinas, por isso muitas empresas estão apostando em horários flexíveis.

          A longo prazo a falta de sono pode virar um problema de saúde crônico e sério, causando diminuição ou ganho de peso, doenças cardiovasculares, diabetes e hipertensão, entre outras, aumentando assim as despesas médicas laborais.  Algumas organizações tentam explorar ao máximo o potencial criativo dos trabalhadores e possuem locais exclusivos para cochilo e o descanso de funcionários durante o expediente, em paradas periódicas.

           Na correria do cotidiano, o estresse do trânsito e agendas caóticas fazem muitos apelarem para calmantes e outros medicamentos. Porém, algumas simples mudanças de hábitos podem fazer muita diferença:

- nem todos têm a mesma necessidade de horas de sono diários, mas o normal é entre  8  e 9 horas de sono bem dormidas;
- procure sempre ir para a cama todos os dias mais ou menos  no mesmo horário;
- cerca de 1 hora antes, desligue e fique longe dos aparelhos eletrônicos, com o o celular e jogos de video game;
- evite o consumo de alimentos estimulantes, como coca-cola, chá preto e café;
- pratique pelo menos 30 minutos de exercício diariamente;
- pela manhã, espreguice-se antes de levantar, abra as cortinas e dê boas-vindas ao novo dia!

Universitário depois dos 30
























          Os dados de pesquisa de Censo do Ensino Superior do Inep mostra que um em cada três estudantes que se matriculam em cursos de graduação tem mais de 30. É nesta faixa de idade que o crescimento das matrículas tem sido mais expressivo nos últimos anos.

          Segundo os especialistas, os principais motivos da expansão do acesso destes alunos em cursos de formação superior são:

- a criação e aumento da oferta de cursos à distância e de formação de tecnólogos – os cursos EAD possibilitam a flexibilização dos horários, evitam perda de tempo com o deslocamento do aluno e eventuais despesas. Os cursos de tecnologia são relativamente novos, mais focados e mais simples, e o aluno pode concluir o ensino superior em até 2 anos.

- busca por uma melhor colocação no trabalho – cada vez mais competitivo, o mercado de trabalho exige melhor formação, mais conhecimento e a pressão por atualização é grande. Novos modelos de gestão encorajam que o funcionário inicie ou continue os estudos, oferecendo benefícios, convênios e ajuda de custo.

- o desejo de obter uma segunda graduação – em busca do segundo diploma, os trintões, quarentões e até cinquentões estão de volta às salas de aula. Seja para ampliar os conhecimentos, alcançar uma posição melhor no mercado de trabalho, ou apostar em uma nova carreira, este é um público cada vez mais presente no banco dos “calouros”.

          Voltar aos bancos universitários é um desafio, porém não existe idade certa para entrar na faculdade. Sem se prender a estereótipos, a presença de estudantes mais velhos nas faculdades é uma tendência crescente, provando que nunca é tarde demais para buscar o conhecimento.

O que não pode fazer parte da rotina de um profissional bem sucedido



          O portal de notícias americano Huffington Post divulgou recentemente uma lista com coisas que queimam o filme no trabalho e as pessoas fazem todo dia!  São pequenas atitudes que, ao longo da carreira, minam os seus esforços de manter a imagem e podem até comprometer aquela promoção ou aumento de salário, isso sem mencionar os danos à sua saúde.

Veja o que não pode fazer parte da rotina de um profissional bem sucedido:

1) Chegar atrasado – Cinco ou dez minutinhos não faz diferença, certo? Errado! Mesmo tendo trabalhado o mesmo número de horas, os funcionários pontuais são considerados mais responsáveis e produtivos.

2) Checar os e-mails assim que chega no trabalho – Abrir a caixa de mensagens não deve ser a primeira coisa a fazer. Especialistas em gestão afirmam que responder a dezenas de e-mails compromete a produtividade ao longo do dia, dificultando a atenção nas tarefas seguintes.

3) Redigir e-mails muito longos – As pessoas não têm mais tempo para mensagens sem objetividade e buscam respostas sucintas.

4) Ficar muitas horas sentado – Evite ficar muitas horas diante do computador. Além de comprometer a saúde, interfere diretamente na criatividade e reduz a produtividade do funcionário.

5) Fazer muitas coisas ao mesmo tempo – Ser multitarefa não é sinônimo de qualidade do serviço. Se está fazendo algum trabalho importante, não divida a atenção e mantenha o foco.

6) Nunca ir ao happy hour – Nunca aceitar o convite dos colegas para um lanche ou drink pode passar uma imagem negativa e antipática. Tente conciliar os seus compromissos e participe de atividades fora do ambiente de trabalho como forma de confraternização com os colegas.

7) Nunca anotar nada – Com o excesso de informação que recebemos todos os dias, confiar na memória é um risco. Não precisa fazer um diário, mas sempre anote informações relevantes.

8) Não ter um hobby – Atividades esportivas, passatempos ou hobbies aliviam o estresse e podem torná-lo um profissional melhor. Gastar energia fora do ambiente de trabalho alivia as tensões e melhora a produtividade.

9) Não tirar férias – Ao contrário do que muitos pensam, vender as férias e não fazer o descanso anual prejudica tanto o funcionário quanto a empresa. Sem descanso, o profissional não se renova e diminui o potencial criativo.

10) Não fazer pausas – Tirar um horário para almoço e fazer pequenos intervalos são essenciais para manter a saúde em dia e deixá-lo mais disposto para as atividades cotidianas.

11) Sacrificar o sono – O sono é fundamental para manter os índices de atenção. Dormir ao menos 8 horas por dia garante a sensação de bem estar e produtividade do dia seguinte. Além de renovar as forças, você evita passar uma imagem de desânimo e falta de disposição para o trabalho.


 

PIT

O Pit - Programa de Integração ao Trabalho das Faculdades São José tem como objetivo preparar e integrar o aluno para o mercado de trabalho, transmitir experiência profissional através de palestras, oficinas e workshops, além de captar vagas e supervisionar os estágios, também atua dando orientações e preparando os alunos para processos seletivos de estágios e empregos.