No mês de março, uma pesquisa da consultoria Page Personnel revelou
que 47% dos profissionais entre 20 e 30 anos pretendem trocar de emprego
caso não sejam promovidos no período de dois anos. O resultado mostra
que ser reconhecido pelo esforço no trabalho é um dos principais
objetivos dos jovens na carreira.
Confira abaixo algumas dicas do diretor geral da Page Personnel no
Brasil, Gil van Delft, para se destacar na empresa e conseguir o tão
sonhado reconhecimento.
Seja paciente e menos impulsivo: adapte-se à realidade da empresa em que trabalha e aguarde o momento certo para ser reconhecido.
Proatividade: as companhias ficam atentas aos profissionais que têm atitude e são prestativos. Este é um bom caminho para ser promovido.
Aguarde a hora certa: é importante avaliar muito bem a área e o setor em que a empresa atua. Momentos de crise podem frear promoções e contratações.
Dialogue e tenha proximidade com o gestor: a convivência diária com o chefe pode ajudar no desenvolvimento profissional, melhorando o relacionamento com a liderança.
Busque realização profissional: o bem-estar no
trabalho é essencial para o sucesso na carreira. Pessoas que estão
felizes onde trabalham têm mais chances de progredir profissionalmente.
Invista em você: as empresas procuram profissionais com os melhores níveis de especialização. Quem tiver qualificação, está um passo à frente.
sexta-feira
quinta-feira
Desemprego sobe para 6,2%, mas ainda é o menor em 10 anos
A taxa de desemprego apurada pelo
IBGE nas seis principais regiões metropolitanas do País ficou em 6,2%
em março ante 5,7% em fevereiro, segundo divulgou há pouco o instituto. O
resultado ficou no teto do intervalo das estimativas dos analistas
ouvidos pelo AE Projeções, que iam de 5,80% a 6,20%, com mediana de
6,00%. Apesar da alta, a taxa de desemprego atingiu o menor patamar para
o mês de março.
Já o aumento do salário mínimo e a dispensa de trabalhadores temporários impulsionaram a renda do trabalhador para um nível recorde em março, segundo Cimar Azeredo, gerente da Pesquisa Mensal de Emprego, do IBGE.
O rendimento médio do trabalhador ocupado foi de R$ 1.728,40, após ter alcançado R$ 1.701,13 em fevereiro. O aumento foi de 1,6%, já descontando as pressões inflacionárias. Em março do ano passado, a renda média tinha sido de R$ 1.637,38.
O aumento na renda foi especialmente maior em março ante fevereiro para os ocupados sem carteira assinada e para aqueles que trabalham por conta própria, para quem o reajuste do salário mínimo tem um efeito defasado.
Como resultado do aumento do número de ocupados e do rendimento, a massa de salários paga aos trabalhadores também foi recorde: R$ 39,4 bilhões em março.
'Embora tenha tido uma redução do mercado de trabalho com a dispensa dos temporários, você tem ainda a resposta dos trabalhadores formais.
As vagas formais permanecem. E o aumento do rendimento mostra os trabalhadores com um poder de compra maior', afirmou o gerente do IBGE.
A PME é realizada nas regiões metropolitanas de Recife, Salvador, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo e Porto Alegre.
Efeito sazonal
O aumento da taxa de desemprego em março indica uma continuidade na dispensa de trabalhadores temporários, iniciada em janeiro, segundo o IBGE. Segundo o gerente da Pesquisa Mensal de Emprego do IBGE, Cimar Azeredo, a série histórica mostra que há um efeito sazonal no mercado de trabalho que pode se prolongar até março.
'Em janeiro, fevereiro e março é comum a taxa (de desemprego) subir, porque não costuma ter contratação de trabalhadores. Pelo contrário, costuma haver dispensa de temporários', afirmou Azeredo.
O pesquisador alerta que só é possível verificar a tendência do mercado de trabalho a partir de abril, quando há aumento no ritmo de contratações de trabalhadores diante de um cenário econômico favorável.
'
Nos anos em que a economia não estava favorável, aumentou a desocupação no segundo trimestre. Mas, na maioria das vezes em que a economia estava favorável, já em abril a gente tem uma recuperação, uma resposta do mercado de trabalho', lembrou Azeredo.
'Se subir a taxa em abril, você pode dizer que houve uma demora na resposta do mercado de trabalho em relação ao cenário econômico. Não é mais dispensa de temporários, aí já é uma demora do mercado de voltar a contratar'.
População desocupada
A população desocupada cresceu 8,8% no confronto com fevereiro, totalizando 1,5 milhão de pessoas, o equivalente a 122 mil pessoas a mais procurando trabalho, informou o IBGE. Na comparação com março do ano passado, no entanto, a estimativa permaneceu estável.
Já a população ocupada totalizou 22,6 milhões, montante estável na comparação com fevereiro. Porém, na comparação com março de 2011, houve aumento de 1,6%, o equivalente a 367 mil ocupados a mais.
O número de trabalhadores com carteira assinada no setor privado ficou em 11,1 milhões em março, estável ante fevereiro. Na comparação com março do ano passado, houve alta de 3,7% no número de trabalhadores com carteira, o mesmo que 394 mil postos a mais.
Já o aumento do salário mínimo e a dispensa de trabalhadores temporários impulsionaram a renda do trabalhador para um nível recorde em março, segundo Cimar Azeredo, gerente da Pesquisa Mensal de Emprego, do IBGE.
O rendimento médio do trabalhador ocupado foi de R$ 1.728,40, após ter alcançado R$ 1.701,13 em fevereiro. O aumento foi de 1,6%, já descontando as pressões inflacionárias. Em março do ano passado, a renda média tinha sido de R$ 1.637,38.
O aumento na renda foi especialmente maior em março ante fevereiro para os ocupados sem carteira assinada e para aqueles que trabalham por conta própria, para quem o reajuste do salário mínimo tem um efeito defasado.
Como resultado do aumento do número de ocupados e do rendimento, a massa de salários paga aos trabalhadores também foi recorde: R$ 39,4 bilhões em março.
'Embora tenha tido uma redução do mercado de trabalho com a dispensa dos temporários, você tem ainda a resposta dos trabalhadores formais.
As vagas formais permanecem. E o aumento do rendimento mostra os trabalhadores com um poder de compra maior', afirmou o gerente do IBGE.
A PME é realizada nas regiões metropolitanas de Recife, Salvador, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo e Porto Alegre.
Efeito sazonal
O aumento da taxa de desemprego em março indica uma continuidade na dispensa de trabalhadores temporários, iniciada em janeiro, segundo o IBGE. Segundo o gerente da Pesquisa Mensal de Emprego do IBGE, Cimar Azeredo, a série histórica mostra que há um efeito sazonal no mercado de trabalho que pode se prolongar até março.
'Em janeiro, fevereiro e março é comum a taxa (de desemprego) subir, porque não costuma ter contratação de trabalhadores. Pelo contrário, costuma haver dispensa de temporários', afirmou Azeredo.
O pesquisador alerta que só é possível verificar a tendência do mercado de trabalho a partir de abril, quando há aumento no ritmo de contratações de trabalhadores diante de um cenário econômico favorável.
'
Nos anos em que a economia não estava favorável, aumentou a desocupação no segundo trimestre. Mas, na maioria das vezes em que a economia estava favorável, já em abril a gente tem uma recuperação, uma resposta do mercado de trabalho', lembrou Azeredo.
'Se subir a taxa em abril, você pode dizer que houve uma demora na resposta do mercado de trabalho em relação ao cenário econômico. Não é mais dispensa de temporários, aí já é uma demora do mercado de voltar a contratar'.
População desocupada
A população desocupada cresceu 8,8% no confronto com fevereiro, totalizando 1,5 milhão de pessoas, o equivalente a 122 mil pessoas a mais procurando trabalho, informou o IBGE. Na comparação com março do ano passado, no entanto, a estimativa permaneceu estável.
Já a população ocupada totalizou 22,6 milhões, montante estável na comparação com fevereiro. Porém, na comparação com março de 2011, houve aumento de 1,6%, o equivalente a 367 mil ocupados a mais.
O número de trabalhadores com carteira assinada no setor privado ficou em 11,1 milhões em março, estável ante fevereiro. Na comparação com março do ano passado, houve alta de 3,7% no número de trabalhadores com carteira, o mesmo que 394 mil postos a mais.
terça-feira
Pouca experiência é causa de desemprego entre jovens
Ter menos experiência e habilidades do que profissionais mais
seniores é a principal dificuldade dos jovens ao buscar emprego. Foi o
que revelou a Pesquisa Wanted: Energized, Career-Driven Youth
divulgada pelo ManpowerGroup. Chegou-se a colusão que a taxa de
desemprego entre iniciantes é de duas a quatro vezes maior do que entre
adultos.
A falta de informação e ausência de networking,
especialmente entre o grupo de menor poder aquisitivo, também são
fatores que impactam no processo. De acordo com o estudo, muitos jovens
não conhecem a dinâmica do mercado de trabalho e, por isso, acabam
tomando decisões que impactam negativamente em suas carreiras.
Em períodos de crise, os recém-formados são os
primeiros demitidos. O estudo afirma que a falta de oportunidade entre
jovens podem ter graves consequências a longo prazo, pois uma juventude
economicamente frustrada pode contribuir para a instabilidade social.
Para reverter este cenário, a pesquisa traz
propostas simples que destacam a importância do esforço de empresas no
processo de aproximação dos jovens e do mercado de trabalho, além de
promover o empreendedorismo juvenil. “É fundamental que as companhias se
envolvam em iniciativas de treinamento e orientação profissional. Elas
devem ver a juventude como o futuro do mercado de trabalho e a promessa
de um futuro próspero para suas organizações”, afirmou, em nota,
Riccardo Barberis, CEO da Manpower Brasil.
quinta-feira
Economias do futuro – Onde vão estar os empregos e a renda
Três grandes movimentos convergem para uma nova economia que marcará o futuro da geração de trabalho e renda: a economia do conhecimento que nasce dos ambientes tecnológicos; a economia criativa que tem sua origem no mundo cultural e a economia ambiental.
A economia tradicional, dividida em indústria, agricultura e serviços será, cada vez mais, transformada pelos conceitos associados aos três temas que têm seus símbolos naqueles precursores caricatos que sofreram discriminação ao anteciparem tendências: o nerd, o bicho-grilo e o ecochato.
A economia do conhecimento defende que o valor dos produtos e serviços estará, em sua maior parte, associado aos intangíveis: marcas, patentes, tecnologia, projetos, logística, engenharia, qualidade, inovação, design, gestão, software e comunicações. Os fatores tradicionais de produção como terra capital e trabalho serão, cada vez mais, ofuscados pelo conhecimento.
No agronegócio, o valor dos produtos tem muito a ver com equipamentos inteligentes, serviços meteorológicos, biotecnologia, novas técnicas de produção, comercialização on-line, logística de distribuição, pesquisa de mudas e variedades genéticas.
A indústria, por sua vez, depende de equipamentos automatizados, projetos em 3D, pesquisa e desenvolvimento, design de produtos e embalagens, novos materiais e agora a nanotecnologia.
Os serviços migram para a grande rede, a Internet, que se espalha por todos os setores inclusive saúde, educação e serviços públicos em geral. Os próprios serviços de TI, executados até agora dentro das empresas, começam a ser oferecidos dentro da rede.
A economia criativa, responsável por 8% do PIB da Inglaterra, abrange as atividades baseadas em idéias, imaginação, criatividade e inovação, incluindo as artes em geral, música, cinema, teatro, televisão e entretenimento mas também esportes, lazer, turismo, publicidade, mercado editorial, arquitetura, educação e moda e se estendendo até as atividades de software e conteúdo para redes.
A economia ambiental, ou mercado ambiental, inclui produtos e serviços associados às tecnologias limpas em energia (eólica, solar, biocombustíveis, etc), reciclagem, agricultura orgânica, destinação de resíduos, gestão de recursos hídricos, construção sustentável, gestão ambiental, mudanças climáticas, florestas renováveis e créditos de carbono, entre outros..Economistas de peso recomendam que o novo Presidente americano use esse mercado para recuperar a economia.
Essas três tendências muitas vezes se superpõem, se conflitam ou são interdependentes, porém moldarão o nosso futuro. O que seria da indústria de equipamentos de som, imagem e computadores sem o conteúdo produzido pela economia criativa? Por outro lado, a sociedade do conhecimento necessita de equipamentos que geram um lixo eletrônico insustentável. O fato é que não se pode imaginar hoje o planejamento de longo prazo de um país ou um estado, sem levar em consideração essas tendências e o seu impacto na vida dos cidadãos.
A economia tradicional, dividida em indústria, agricultura e serviços será, cada vez mais, transformada pelos conceitos associados aos três temas que têm seus símbolos naqueles precursores caricatos que sofreram discriminação ao anteciparem tendências: o nerd, o bicho-grilo e o ecochato.
A economia do conhecimento defende que o valor dos produtos e serviços estará, em sua maior parte, associado aos intangíveis: marcas, patentes, tecnologia, projetos, logística, engenharia, qualidade, inovação, design, gestão, software e comunicações. Os fatores tradicionais de produção como terra capital e trabalho serão, cada vez mais, ofuscados pelo conhecimento.
No agronegócio, o valor dos produtos tem muito a ver com equipamentos inteligentes, serviços meteorológicos, biotecnologia, novas técnicas de produção, comercialização on-line, logística de distribuição, pesquisa de mudas e variedades genéticas.
A indústria, por sua vez, depende de equipamentos automatizados, projetos em 3D, pesquisa e desenvolvimento, design de produtos e embalagens, novos materiais e agora a nanotecnologia.
Os serviços migram para a grande rede, a Internet, que se espalha por todos os setores inclusive saúde, educação e serviços públicos em geral. Os próprios serviços de TI, executados até agora dentro das empresas, começam a ser oferecidos dentro da rede.
A economia criativa, responsável por 8% do PIB da Inglaterra, abrange as atividades baseadas em idéias, imaginação, criatividade e inovação, incluindo as artes em geral, música, cinema, teatro, televisão e entretenimento mas também esportes, lazer, turismo, publicidade, mercado editorial, arquitetura, educação e moda e se estendendo até as atividades de software e conteúdo para redes.
A economia ambiental, ou mercado ambiental, inclui produtos e serviços associados às tecnologias limpas em energia (eólica, solar, biocombustíveis, etc), reciclagem, agricultura orgânica, destinação de resíduos, gestão de recursos hídricos, construção sustentável, gestão ambiental, mudanças climáticas, florestas renováveis e créditos de carbono, entre outros..Economistas de peso recomendam que o novo Presidente americano use esse mercado para recuperar a economia.
Essas três tendências muitas vezes se superpõem, se conflitam ou são interdependentes, porém moldarão o nosso futuro. O que seria da indústria de equipamentos de som, imagem e computadores sem o conteúdo produzido pela economia criativa? Por outro lado, a sociedade do conhecimento necessita de equipamentos que geram um lixo eletrônico insustentável. O fato é que não se pode imaginar hoje o planejamento de longo prazo de um país ou um estado, sem levar em consideração essas tendências e o seu impacto na vida dos cidadãos.
quarta-feira
Programa concede bolsas nos EUA para estudantes de baixa renda
Estão abertas as oportunidades para o programa Oportunidades Acadêmicas, patrocinado pelo Governo Americano. A iniciativa apoia estudantes com excelência acadêmica, perfil de liderança e baixo nível socioeconômico que desejam cursar a graduação ou a pós-graduação em universidades americanas.
Além de oferecer bolsas de estudo, o programa cobre os custos com o processo de candidatura que inclui provas, traduções, inscrições, orientação sobre o application e outras despesas.
Os interessados devem contatar o Alumni Advising-EducationUSA, centro da América Latina de orientação para estudos nos Estados Unidos. As inscrições para o programa Oportunidades Acadêmicas podem ser feitas pelo telefone (0/xx/11) 5644-9704 ou pelo email advising@alumni.org.br.
Além de oferecer bolsas de estudo, o programa cobre os custos com o processo de candidatura que inclui provas, traduções, inscrições, orientação sobre o application e outras despesas.
Os interessados devem contatar o Alumni Advising-EducationUSA, centro da América Latina de orientação para estudos nos Estados Unidos. As inscrições para o programa Oportunidades Acadêmicas podem ser feitas pelo telefone (0/xx/11) 5644-9704 ou pelo email advising@alumni.org.br.
segunda-feira
A papelada necessária para fazer um estágio
O estágio, na maioria das vezes, é a porta de entrada dos jovens para o mercado de trabalho. Passar por esse processo é muito importante para colocar em prática o que, em sala de aula, você aprende na teoria. Para que empresa e estudante assinem um contrato de estágio, uma série de documentos é exigida. Veja a lista abaixo.
Os estagiários precisam de:
- RG
- CPF
- Comprovação da situação escolar. Os estudantes devem solicitar na Instituição de Ensino para comprovar o curso, o período e o local em que estudam.
- Carteira de trabalho. Não é obrigatório o registro do estágio na carteira profissional do estudante, mas o mais recomendável é já providenciar o documento para o caso de surgir uma oportunidade com registro.
As empresas precisam de:
- Termo de Compromisso de Estágio. Esse documento reúne informações do estudante e da Instituição de Ensino e especificações do estágio, como jornada de trabalho, objetivo, atividades que serão exercidas pelo estudante e valor da bolsa auxílio e do auxílio transporte. Ele deve ser assinado pela empresa, universidade/escola e pelo contratado. É dever do estagiário verificar se as atividades previstas no Termo de Compromisso são compatíveis com as desenvolvidas no estágio.
- Certificado de Seguros de Acidentes Pessoais, garante o pagamento de uma indenização ao beneficiário ou estagiário, caso ele sofra algum acidente.
Os estagiários precisam de:
- RG
- CPF
- Comprovação da situação escolar. Os estudantes devem solicitar na Instituição de Ensino para comprovar o curso, o período e o local em que estudam.
- Carteira de trabalho. Não é obrigatório o registro do estágio na carteira profissional do estudante, mas o mais recomendável é já providenciar o documento para o caso de surgir uma oportunidade com registro.
As empresas precisam de:
- Termo de Compromisso de Estágio. Esse documento reúne informações do estudante e da Instituição de Ensino e especificações do estágio, como jornada de trabalho, objetivo, atividades que serão exercidas pelo estudante e valor da bolsa auxílio e do auxílio transporte. Ele deve ser assinado pela empresa, universidade/escola e pelo contratado. É dever do estagiário verificar se as atividades previstas no Termo de Compromisso são compatíveis com as desenvolvidas no estágio.
- Certificado de Seguros de Acidentes Pessoais, garante o pagamento de uma indenização ao beneficiário ou estagiário, caso ele sofra algum acidente.
sexta-feira
De faxineiro a professor universitário
Em 2001, Monteiro foi demitido de uma empresa de alimentos, onde trabalhava na área de vendas e merchandising. Por meio de um conhecido, ficou sabendo que a Universidade Metodista estava recrutando pessoas para o setor de higiene. “Sem pretensão, fui até a faculdade saber mais sobre as vagas e acabei conversando com o próprio chefe do setor de limpeza e manutenção”, lembra.
Depois de participar do processo seletivo, Monteiro foi chamado para começar a trabalhar em janeiro de 2002. “Quando soube que quem trabalhava na instituição tinha direito à bolsa de estudos, foi a realização de um sonho. Sempre tive vontade de cursar Ensino Superior. O emprego caiu como uma luva”, conta.
Monteiro abraçou a oportunidade, encarando aquele emprego como outro qualquer. “Analisei a questão da bolsa de estudos e percebi que teria ainda mais benefícios. Assumi aquela profissão com toda vontade mesmo.” Preconceito, ele conta que sofreu apenas por parte de alguns antigos colegas de trabalho, mas sabia quais eram os seus objetivos – batalhar e estudar. “Trabalho desde os 16 anos e com certeza aquele foi o melhor emprego que eu tive na minha vida”, afirma.
Desenvolvimento gradativo – Monteiro era aluno do curso de Administração de Empresas, quando participou de uma seleção interna para atuar no departamento de Comunicação Visual da Metodista. Ele conta que, antes mesmo de ter o resultado do processo seletivo, gostava de ajudar e se oferecia voluntariamente para trabalhar no setor.
Em um ano, Monteiro mudou de área e começou a trabalhar com a montagem e fabricação de banners, a produção de materiais institucionais e de cartazes para divulgações no campus. Mas foi em 2006 que passou a conviver com os alunos. “Os professores davam atividades para montar peças publicitárias, de merchandising. Como alguns estudantes não tinham tanta habilidade com os materiais e processos, passei a orientá-los”, diz.
Foi então que surgiu um convite para dar uma aula para a turma, ação que acabou se tornando rotina. Na sequência, Monteiro recebeu um convite para ministrar o curso de Marketing à distância, como professor tutor voluntário. Para aproveitar a oportunidade, resolveu cursar pós-graduação em Marketing, em 2008, também com bolsa de estudos integral.
No mesmo ano, deixou de ser voluntário e foi contratado como professor auxiliar de Ensino Superior. Como docente, ele pretende dar um passo maior, tornado-se professor temático (que dá aulas em uma área específica). Para isso, já está planejando um mestrado em Administração de Empresas, em 2012.
“Teve uma época, quando eu dava treinamentos em merchandising, que me interessei pela docência. Então já existia uma vontade de virar professor. Foi muito legal como, ao longo de um processo, consegui alcançar meus objetivos."
Assinar:
Postagens (Atom)
