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quinta-feira

::ESPECIAL ESTÁGIO:: Quanto vale ser aprendiz?

============================ 3ª. Recomendação


Quanto vale ser aprendiz?

Pesquisa mostra quais as vagas de estágio que melhor pagam no Brasil

Apesar de, o objetivo da bolsa auxílio ser para custear os estudos do estagiário, muito se fala sobre o baixo valor oferecido ela maioria das empresas. É claro que isso varia de acordo com a possibilidade de cada uma e do desempenho do aprendiz. Além disso, devemos levar em consideração as diversas áreas de atuação, já que algumas oferecem bons salários, enquanto outras não cobrem nem os custos dos estudos.

Mas, afinal, qual a média de remuneração para aos estudantes de todo o País? Uma pesquisa realizada pelo Núcleo Brasileiro de Estágios (Nube), com aproximadamente 15 mil estagiários em todo o Brasil, revelou que a média das remunerações é de R$ 429,94 para o Ensino Médio, R$ 498,37 para o Médio Técnico e R$ 760,78 para o Superior.

O estudo informou que a área de maior remuneração de nível superior é a engenharia. A coordenadora de treinamentos corporativos da Nube, Carmen Alonso, afirma que o fato se deve ao reflexo da atual conjuntura econômica, já que nunca se construiu tantos prédios e nem se produziu e vendeu tantos carros e computadores. Por conta disso, o segmento automobilístico e da construção civil tem demandado grande volume de contratação de estagiários das várias áreas da engenharia, o que fez a bolsa-auxílio destes elevar-se significativamente. A tendência se estende também, para estudantes de ensino médio e médio técnico dos cursos de Mecânica de Precisão, Construção Civil e Edificações.

Carmen informa que outro fato que contribui para este panorama é a absorção dos profissionais de engenharias por áreas “adjacentes”, tais como comercial, finanças e administração, em que a carência por profissionais se torna ainda melhor, “Chegamos ao ponto extremo de fazer hunting (busca por profissionais especializados) para captar alunos dessas e de outras áreas específicas, com remunerações diferenciadas. Os estagiários do curso de administração pública, por exemplo, recebem mais em função da falta de estudantes desse setor no Brasil”, declara.


Nível Superior

Engenharia – R$1.469,00

Administração Pública – R$ 1.114,00

Secretariado-Executivo Trilíngue – R$ 1.051,00

Ciências Econômicas – R$ 1.005,00

Física – R$ 922,00

Tecnologia em Processamento de Dados – R$ 922,00

Comunicação Social – Publicidade e Propaganda com ênfase em Marketing – R$ 909,00

Arquitetura e Urbanismo – R$ 908,00

Química Industrial – R$ 860,00

Matemática – R$ 855,00


Nível Médio Técnico

Mecânica de Precisão – R$ 869,00

Construção Civil – R$ 808,00

Edificações – R$ 661,00

Técnico em Segurança do Trabalho – R$ 593,00

Design de Interiores – R$ 565,00

Eletrotécnica – R$ 516,00

Química – R$ 516,00

Processamento de Dados – R$ 514,00

Telecomunicações – R$ 514,00

Mecatrônica – R$ 488,00

quarta-feira

::ESPECIAL ESTÁGIO:: Não banque o mala sem alça

=================================2° Recomendação


Não banque o mala sem alça

Veja tudo o que você NÂO pode fazer no período de estágio

Com a desculpa de que ganham um salário baixo e que não têm vínculo empregatício algum, muitos estudantes não encaram o estágio com seriedade e profissionalismo. Por´me, o que muitos deles não sabem é que durante o processo poderão aprender tarefas que serão imprescindíveis para a sua trajetória profissional e conhecer pessoas que podem fazer a diferença no futuro.

A consultora de RH da S&L, Flávia Sampaio, adverte que é essencial que o estagiário saiba da importância de seu papel na empresa e desta vivência para sua carreira. Para ela, entender que a oportunidade muitas vezes pode determinar o caminho a ser seguido profissionalmente pode demandar uma postura mais assertiva acerca do estágio. “O que pode comprometer o desenvolvimento e a performance de um estagiário é o nível de comprometimento que este tem com a sua formação e carreira”, pondera.

Mas de quem é a culpa? Da empresa, que não acompanha e nem treina direito, ou do próprio estagiário? Para Flávia, os erros acorrem de ambas as partes: da empresa, quando não tem clareza de como agregar valor ao seu negócios; e do próprio estudante, que não visualiza a oportunidade de se desenvolver, de conhecer mais sobre sua área de atuação e de criar oportunidades futuras. “È importante que a empresa diga claramente ao estagiário o que é esperado de sua performance, que o ajude por meio de feedbacks bem direcionados a entender quais são suas limitações e propor um plano de ação para o seu desenvolvimento”, alerta.

De acordo com a consultora do IDORT/SP, Elisabete Alves, para evitar os erros, o estudante deve considerar a realização do estágio em sua área de formação como um dos caminhos mais apropriados para a obtenção da desejada experi~encia, bem como um dos caminhos mais apropriados para a obtenção da desejada experiência, bem como a possibilidade de efetivação e o desenvolvimento de network, já que irá interagir com diversos profissionais em áreas distintas.

“Ele dese ter a postura de aprendiz, pedir feedback, aprender a trabalhar em equipe, ser curioso e estar disposto a novos conhecimentos”, finaliza.

Erros crassos

*Aceitar uma proposta sem ter pesquisados sobre os objetivos da área e das atividades que desenvolverá

*Acreditar que como estagiário terá menos responsabilidades

*Não demonstrar iniciativa para buscar conhecimentos

*Adotar postura passiva diante da equipe, apenas executando o que é solicitado

*Deixar de manifestar interesse ou afinidade por determinadas atividades

*Esquecer que está em período de desenvolvimento e deixar de aproveitar ao máximo as oportunidades para agregar conhecimentos

*Não estar aberto a receptivo para feedbacks

*Não ter comprometimento

*Não ter capacidade para interagir com as pessoas de forma assertiva e trabalhar em equipe

*Ser inflexível para ver situações de formas diferentes e/ou ainda defender seus pontos de vista com rigidez sem disposição para situações novas

terça-feira

::ESPECIAL ESTÁGIO:: Escraviários

===============================1ª. recomendação



ESCRAVIÁRIOS

Saiba como fugir de empresas que tratam o estagiário como um “faz tudo”

Infelizmente, contratar estagiários como mão de obra barata é uma realidade em muitas empresas. Este fato deve-se, basicamente, a três questões: demanda de estudantes x número de oportunidades x como os estudantes lidam com isso. Ou seja, como o número de estudantes em busca do primeiro estágio é muito maior do que as oportunidades, as empresas sentem-se confortáveis em propor condições que lhes sejam mais viáveis. É o que diz a consultora em seleção e desenvolvimento organizacional da Acalântis Recursos Humanos, Débora Conde.

Diante deste panorama, algumas empresas contratam estagiários para realizarem serviços como servir café ou pagar contas no banco. Não há nenhum demérito em tais tarefas, mas certamente o objetivo do estudante é aprender na prática o conteúdo absorvido na universidade. No começo da carreira, a repórter Patrícia Silva foi contratada como estagiária, por meio do CIEE, por um grande jornal de São Paulo. Na época, o diretor de redação disse que ela ficaria temporariamente na recepção para conhecer o dia a dia dos jornalistas.

A rotina de Patrícia era de secretária e, durante um ano e meio, serviu café, esquentou marmita e cuidou da agenda do diretor e da editora-chefe. Após reivindicar uma vaga ba sua área e não obter retorno, ela comunicou o caso ao CIEE, que prontamente enviou uma pessoa para tentar resolver o assunto, sem sucesso. “A única coisa que a empresa fez foi continuar renovando o meu contrato”, lembra. Quando não suportou mais a situação, ela deu um xeque-mate em seu superior e disse que gostaria de atuar em sua área de qualquer maneira. “Eu não tinha nada a perder e acho que no fundo ele se simpatizava com a minha coragem”. Após quase dois anos de tentativas, finalmente consegui fazer reportagens.

Para evitar “furadas” como as que Patrícia encontrou no início, Débora, de Acalântis, recomenda que o candidato se conscientize de que, mesmo sendo o início de sua carreira, precisa mostrar “de cara” que não aceitará ser passado para trás. “É preciso que o candidato tenha ciência de que uma oportunidade de estágio é tão importante quanto qualquer vaga e que, durante todo o processo seletivo, ele precisa se posicionar de forma madura, determinada e hábil”, alerta.

Fuja das furadas!

  • Se posicione de forma madura, determinada e hábil
  • Antes de uma entrevista, faça o máximo de pesquisas sobre a empresa contratante
  • Tente conhecer a história da companhia, de seus fundadores e líderes. Sua missão, visão e valores
  • Fique atento às informações dadas durante todo o processo, desde o primeiro contato até a efetivação (ou rejeição) do candidato
  • Saiba a melhor hora de deixar “o barco”. E mesmo neste momento, mantenha uma conduta profissional
  • Não é raro alguns estagiários retornarem às antigas empresas depois de um período e, desta vez, já efetivados

segunda-feira

::ESPECIAL ESTÁGIO::




Por Cheyla Pereira

Seis coisas que você precisa saber


Está mais do que comprovado que os estagiários são muito mais do que verdadeiras escolas que instruem na prática o que as instituições de ensino mostram na teoria.

E para quem não leva essa oportunidade a sério, por um motivo ou por outro, uma boa notícia: segundo pesquisa realizada pelo Núcleo Brasileiro de Estágios (Nube), 50% dos estagiários são efetivados na própria empresa onde estagiam e os estudantes que fizeram atividades monitoradas têm muito mais chance de se colocar no mercado de trabalho.

Por isso, destacamos a importância da prática na carreira dos estagiários que melhor pagam no país.

E por último e não menos importante, retratamos as mudanças que acontecerão na vida dos milhões de estagiários, empresas e instituições de ensino em todo o território nacional com a entrada em vigor da nova Lei do Estágio.

O assunto já divide opiniões e causa reboliço nas pequenas, médias e grandes empresas. Preste atenção nas recomendações dos especialistas em relação à postura que o mercado cobra destes aprendizes e conheça casos de estagiários que passaram por poucas e boas. Inspire-se na força de vontade destes jovens e vá à luta


Fonte: Revista Gestão & Negócios - edição n°26 - caderno Especial Estágio

sexta-feira

Em dúvida sobre mudar ou não de carreira? Vejas as dicas de nossa expert no assunto



Por Redação Marie Claire - Rosana D'Orio

Sou formada em Administração de Empresas, mas estou fora do mercado de trabalho há 11 anos. Como essa área exige muito e paga pouco, penso em começar outra graduação este ano, a de Psicologia, pois acredito que este é um campo em que a idade não pesa tanto. Você acha que estou certa? – Lara Alvez, São Paulo (SP)

Uma nova graduação irá ampliar sua visão de mundo, o que é excelente. Entretanto, requer investimento em tempo e dinheiro. Além disso, a profissão de psicóloga também exige em termos de competitividade e conquista de espaço. E a competitividade não é necessariamente ruim, ela implica em desafios, estímulos e questionamentos que podem ser muito saudáveis.

Evite render-se ou fugir da competição por mera sobrevivência. Procure fazer escolhas que inspirem sua transformação pessoal e que superem a competência do ‘fazer’. Proponha-se o seguinte exercício: reveja sua área administrativa a partir de dois cenários, o restrito e o inexplorado.

O cenário restrito representa os aspectos existentes e conhecidos que você citou. Já o inexplorado tem a ver aspectos ainda não avaliados – as oportunidades. Sua pergunta mostra que você vem focando apenas os cenários de restrições. Independentemente de sua decisão sobre uma nova graduação, concentre-se no panorama geral, e busque sempre por ter mais trabalho e dinheiro, e não emprego e salário.

Mesmo formada em Jornalismo há dois anos e meio, ainda não encontrei trabalho na área. Atualmente atuo em uma editora como secretária de redação, mas não vejo perspectiva de crescimento nessa empresa. Acredito que isso acontece por eu ter iniciado a carreira aos 36 anos. Como posso mudar isso? Quero crescer profissionalmente e atuar na área que escolhi. Por onde começo? - Amália Souza, Rio de Janeiro (RJ)

Este paradigma sobre idade e carreira deve ser derrubado. O que você precisa é ter abertura e motivação para lançar-se ao novo e ter consciência de que está iniciando uma nova carreira como aprendiz. É muito importante começar a se lançar (na sua empresa e fora dela) para construir sua bagagem profissional até que suas competências, aliadas a sua maturidade, te ajudem a destacar-se e dar um salto na carreira.

Para isso, cultive seus canais de informações e contatos. Fale com seus amigos, professores, profissionais da área e frequente palestras, cursos e congressos. De maneira geral, a experiência profissional dentro da área é vista com bons olhos, mas não é determinante no ingresso no mercado de trabalho. A busca se direciona por profissionais que tenham um diferencial a oferecer na hora de trabalhar. Por esse motivo, escrever bem, ter conhecimentos gerais amplos e dominar mais de um idioma favorece sua trajetória.

Lembre-se: diante de mudanças, como no seu caso, o fundamental é ser flexível, aceitar o novo momento, adaptar-se às exigências que se façam necessárias, manter a disposição de se rever, perceber novas óticas e não temer o novo.

Fonte: Marie Claire

Link: http://revistamarieclaire.globo.com/Revista/Common/1,,EMI220183-17613,00.html

Cinco minutos para uma guinada na carreira



Fernando Scheller - O Estado de S.Paulo

Em eventos e nas redes sociais, é preciso ter a estratégia certa para ampliar o networking[br]com qualidade

Causar uma boa impressão em minutos - algumas vezes, até em segundos - pode ser crucial na carreira de um candidato a cargo executivo. A famosa rede de contatos, ou networking, é vista como uma boa ferramenta para encontrar um emprego ou buscar um parceiro de negócios. A importância de construir relacionamentos é tanta que eventos se dedicam exclusivamente a aproximar profissionais em um curto período do tempo.

Dois institutos de pesquisa - o brasileiro IPT e o alemão Fraunhofer - promoveram nesta semana um evento para aproximar seus pesquisadores da indústria nacional. Participaram do evento executivos de laboratórios farmacêuticos, empresas do setor de óleo e gás e representantes de órgãos do governo. Ao redor de uma mesa, os profissionais discutiram possibilidades de parceria em pequenos grupos e trocaram cartões, prometendo manter contato futuro.

Como a proposta é relativamente nova no País, o evento de "matchmaking" - que tem o objetivo de unir empresas com metas complementares - não transcorreu sem percalços. Embora o evento pregasse explicitamente a troca de informações pessoais, muitos dos presentes deixaram os cartões de visita em casa, sendo obrigados a improvisar pedaços de papel para não perder os contatos recém-adquiridos. Como a discussão se dava em inglês, parte dos presentes acabou ficando de fora dos debates.

Algumas empresas conseguiram transmitir o recado com clareza. Na mesa em que participou, a pesquisadora Marilene Alves, do laboratório EMS, de Hortolândia (SP), disse que a companhia ainda não conseguiu estabelecer cooperação de longo prazo com universidades. "Temos parcerias que se dedicam a problemas específicos", explicou. Da mesma forma, disse que a empresa - conhecida no mercado pelas cópias de remédios consagrados - busca recursos para desenvolver uma tecnologia que amplia o efeito de medicamentos, permitindo reduzir a periodicidade da dosagem. "O que nos interessa é arranjar dinheiro", afirmou.

Truques. Como a maior parte dos eventos empresariais não tem um momento dedicado para o networking, cabe ao profissional saber identificar a oportunidade de construir relacionamento. A hora do intervalo, dizem especialistas, apresenta mais do que uma oportunidade para tomar café de graça. Para a gerente de mercado financeiro da consultoria Robert Half, Ana Carla Guimarães, o foco deve ser menos no eu e mais no outro. "Acho melhor usar um assunto que a pessoa abordou em uma palestra para iniciar a conversa do que ficar falando de mim o tempo todo. É uma forma mais agradável de chamar a atenção."

De acordo com Fábio Padovani, diretor da 2Get, é preciso tomar cuidado para não pecar pelo excesso. "É melhor medir a temperatura do outro lado. É bom mandar um e-mail, mas o contato só deve ser mantido quando houver resposta", afirmou. Padovani defendeu o uso cuidadoso das redes sociais, mas disse que ter perfil do LinkedIn hoje em dia é fundamental. "Os profissionais precisam conhecer os pares de mercado muito bem."

Segundo Carlos Eduardo Altona, da Exec, um profissional precisa saber ser breve também por escrito. "Defendo que um currículo deve ter no máximo três páginas. Recebo 40 currículos por dia e quero saber as informações principais. O cartão pessoal também deve ser direto e sutil."

Como manter contato

Especialistas dizem que não ter cartão pessoal é antiprofissional. Mesmo que a empresa não forneça o cartão, o funcionário deve providenciar uma opção básica, com os seus dados de contato.


Fonte: Estadão .com.br

Link: http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20110324/not_imp696395,0.php

quinta-feira

Ocupar um cargo menor ao que tinha antes não significa retrocesso na carreira




Infomoney

Para especialistas, dependendo do caso, situação pode até ser positiva, pois mostra que profissional é flexível

Sair de um cargo e passar a ocupar outro menor não é necessariamente um retrocesso na carreira. “Nem sempre é algo negativo. Pode ser uma adequação”, avalia a gerente de Projetos do Grupo Foco, Francilene Araújo. “Os impactos dessa decisão dependerão da empresa e da proposta do novo desafio”, avalia.

Para a consultora em Recursos Humanos do Grupo Soma Desenvolvimento Corporativo Jane Souza, a decisão de recuar um passo na carreira deve ser bem analisada pelo profissional e, em certa medida, pode ser até positiva. “Isso mostra ao mercado que o profissional é flexível e acredita no seu potencial”, considera.


Os motivos da mudança

Nem sempre considerar abraçar um cargo menor hierarquicamente revela certo desespero do profissional que tenta se recolocar no mercado. As especialistas concordam que existem vários fatores que levam os profissionais a aceitarem propostas desse porte.

Entre eles, está a própria necessidade do profissional de mudar e enfrentar novos desafios. “Pode ser uma mudança de uma empresa de pequeno porte para uma de porte maior”, considera Francilene.

Geralmente, um analista sênior em uma empresa pequena pode não conseguir a mesma posição em uma empresa maior. E isso é natural, considera a especialista. “Ele desce um degrau para avançar mais e dar um 'upgrade' dentro da empresa”.

Independentemente dos motivos, as especialistas ressaltam que nessa hora tanto os profissionais como as empresas devem avaliar bem cada caso. “As empresas também precisam entender as razões que levaram esse profissional a se candidatar à vaga”, afirma Jane. “É preciso visualizar toda a situação”, completa.

Francilene explica que em determinados casos, as empresas chegam a recusar a entrada de um profissional mais gabaritado para ocupar uma vaga hierarquicamente menor. “Por isso, é preciso fazer uma avaliação dos dois lados e antes mesmo de o profissional começar a ocupar esse novo cargo”, diz.


Encarando os desafios

“Não é fácil fazer essa transição”, ressalta Jane, do Grupo Soma. “É sempre um momento delicado e é preciso estar preparado”. E quem não estiver com foco e não tiver avaliado as possíveis consequências da mudança pode não conseguir levar a nova situação. Resultado: o desempenho cai e bate aquele desânimo.

“Um ponto que ajuda muito nessa avaliação é o cuidado que se deve ter com ela. Quando está tudo muito bem amarrado, os riscos diminuem. Então, antes de decidir, entenda a empresa, os desafios”, acredita Francilene, do Grupo Foco.

Para além de entender as novas dinâmicas do novo desafio, os profissionais precisam encarar a situação como uma oportunidade de rever a carreira. “Ele precisa perceber que é um momento de superação e avaliação. E, sobretudo, uma oportunidade de crescimento profissional”, considera Jane.


Fonte: Administradores.com

Link: http://www.administradores.com.br/informe-se/carreira-e-rh/ocupar-um-cargo-menor-ao-que-tinha-antes-nao-significa-retrocesso-na-carreira/43597/

 

PIT

O Pit - Programa de Integração ao Trabalho das Faculdades São José tem como objetivo preparar e integrar o aluno para o mercado de trabalho, transmitir experiência profissional através de palestras, oficinas e workshops, além de captar vagas e supervisionar os estágios, também atua dando orientações e preparando os alunos para processos seletivos de estágios e empregos.