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quarta-feira

Com aquecimento da economia brasileira, demanda por profissionais nas áreas contábil, fiscal e financeira é crescente



Por Luciana Calaza

RIO - O aquecimento da economia brasileira e o consequente desenvolvimento de seu mercado de capitais estão fazendo crescer a demanda por profissionais das áreas contábil, fiscal e financeira. Novas empresas abrem capital na bolsa de valores por meio de IPOs (sigla em inglês de Oferta Pública Inicial) e aumentam os investimentos estrangeiros via aquisições de empresas. Ao abrir seu capital, a empresa precisa atender a novas e frequentes exigências dos órgãos reguladores e acionistas e, para isso, precisa contratar.

Adicionalmente, desde o ano passado, a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e o Banco Central (BC) determinaram que empresas de capital aberto e bancos publiquem balanços consolidados rigorosamente de acordo com os Padrões Internacionais de Relatório Financeiro ( International Financial Reporting Standards - IFRS), explica Patrício Roche, sócio da PricewaterhouseCoopers (PwC), rede mundial de firmas de assessoria tributária e empresarial e de auditoria.

- São práticas, em muitos aspectos, mais complexas e sofisticadas, o que exige um maior e mais bem preparado número de profissionais contábeis.

Os empregos, segundo os especialistas, estão em empresas de contabilidade e auditoria, que ano após ano aumentam a quantidade de contratações de profissionais dessas áreas, e ainda nas áreas de contabilidade, finanças e controladoria de qualquer empresa, não importa o setor no qual atue.

- Por causa dos grandes eventos que o Brasil sediará, empresas que estão de alguma forma envolvidas em infra-estrutura, construção, urbanismo, logística, transporte, armazenagem, setor de serviços, entretenimento e turismo e hotelaria devem concentrar a maior parte das concentrações - ressalta Vicente Picarelli Filho, sócio da Consultoria em Gestão de Capital Humano da Deloitte, rede mundial de firmas de serviços de auditoria, consultoria, assessoria financeira, gestão de riscos e consultoria tributária.

Além disso, lembra Patrício Roche, as empresas estão buscando um maior grau de governança corporativa:

- Assim, o mercado exige que profissionais sejam alocados a funções relacionadas a áreas de contabilidade, tributos, controles internos e cumprimento de normas ( compliance) em geral, etc, além de ampliar a participação em conselhos de administração e comitês de auditoria e de riscos - diz o sócio da PwC, que em 2011 contratará 650 trainees, o que representa aumento de cerca 25 % em relação a 2010.

Com o desenvolvimento das empresas, o papel da controladoria e da divisão de relacionamento com investidores e acionistas ganha novo contorno, observa José Luiz de Souza Gurgel, professor da Trevisan Escola de Negócios e sócio da BDO Brazil:

- Não menos relevante mencionar é a área de educação. O desenvolvimento das empresas brasileiras, com investimentos estrangeiros e adoção de práticas contábeis internacionais, traz uma imensa necessidade de treinamento do contingente de profissionais da área contábil e de finanças no país. Adicionalmente, temos observado um forte processo de consolidação da área educacional, inclusive com a entrada de players internacionais, o que contribui para o aumento de demanda desses profissionais para atuar na área acadêmica.

Além da graduação em contabilidade, para estar atualizado para o mercado, o profissional pode buscar cursos de extensão em finanças e gestão, além de participações em seminários, treinamentos e outros fóruns de discussões acerca de novas regras contábeis. Diversas entidades oferecem cursos regulares para tratar de temas específicos em contabilidade, entre elas, os Conselhos Regionais de Contabilidade (CRCs) e o Instituto dos Auditores Independentes do Brasil (Ibracon).


Fonte: O Globo

terça-feira

Você está comprometido com você?

Por Christian Barbosa


O ano está começando e pelo andar da carruagem será intenso. Raríssimas vezes tive a agenda tão abarrotada nos primeiros meses do ano como em 2011. Tenho recebido e-mails de muitas pessoas falando que 2011 será o ano de colocar os projetos para andar, as metas para acontecer e que será o ano da mudança. A pergunta que faço é: Será mesmo que esse vai ser o Seu Ano?

Tenho pesquisado muitas coisas interessantes nesses últimos meses, até porque estou escrevendo um novo livro e isso me coloca em estado “nerd” (lendo, testando e pesquisando muito). Uma das pesquisas na qual estou trabalhando é sobre execução de metas e projetos, e uma palavra constante nesse meio é “commitment” ou “comprometimento” em português.

A consultoria Gallup, publicou diversos trabalhos exclusivamente sobre essa questão de comprometimento e sem dúvida é líder nesse assunto mundialmente. Em uma recente pesquisa apontou que apenas 21% dos profissionais estão engajados em suas empresas. A maior parcela dos profissionais (79%) simplesmente não está engajada com a empresa.

É muita gente sobrevivendo a um trabalho sem paixão, sem sentimento de conexão e colaboração com a empresa. Talvez isso explique o péssimo atendimento que temos em diversos segmentos públicos e privados no País. O interessante é que o mesmo sentimento se replica na vida pessoal (ou talvez o sentimento da vida pessoal se replique na empresa).

Questionei algumas pessoas que tiveram uma nula ou baixa realização dos seus planos no ano anterior. E depois de um mar de desculpas vagas, o que realmente aparece é que eles não estavam comprometidos com nada que planejaram.

Triste realidade, mas muita gente está vivendo exatamente desse mesmo jeito agora. São apenas zumbis, que ligaram o piloto automático e estão sobrevivendo ao dia-a-dia. Talvez, até mesmo você, não esteja profundamente comprometido com a sua meta de emagrecer, viajar, falar inglês, prosperar, de fazer a empresa crescer etc.

São insanas as pessoas que buscam resultados diferentes no ano novo fazendo tudo do mesmo jeito que fizeram no ano passado. São insanas as pessoas que acham que as coisas vão cair do céu, que vão acontecer por osmose, que alguém vai fazê-las subir rapidamente na empresa. São insanas as pessoas que criticam a sorte pelo resultado. São insanas as pessoas que culpam o tempo por ser tão rápido.

Semana passada, fechamos o planejamento estratégico da Triad e nas minhas férias fechei o meu planejamento pessoal do ano. Foi muito legal descobrir que Eu fui um insano!

Um dos meus projetos está andando muito devagar há dois anos. Devagar porque eu, sem perceber, repeti um plano medíocre nesse período, fiz poucas coisas diferentes! Comparado a tudo que andou de forma excepcional no ano, esse especificamente ficou bem tímido. Fantástico acordar para isso! Na verdade, não me comprometi profundamente com esse objetivo, apesar de querer muito que ele aconteça. Não coloquei foco, energia, não ousei, revisei o plano poucas vezes, arrisquei pouco, fechei os olhos em alguns momentos.

Isso acontece a todo o momento, com quase todo mundo! Quando a falta de comprometimento está controlada em uma ou outra coisa o impacto é pequeno, mas tem gente que não se compromete com a própria vida. Deixa tudo para depois, não se compromete com o amanhã porque não se comprometeu nem com o hoje. Não consegue descobrir o seu importante, pois nunca se comprometeu em parar e refletir profunda e honestamente sobre isso.

Quer saber se 2011 será o SEU ano? É simples, basta saber o quanto você está realmente comprometido em fazer com que as coisas aconteçam!

Comprometa-se com você mesmo antes de reclamar que as coisas simplesmente não acontecem e faça de 2011 um ano diferente. Quem sabe esse não é o ingrediente que falta para você sair do lugar e fazer com que as metas de ano novo se concretizem?


Fonte: HSM

Atenção alunos de Odontologia e Fisioterapia das Faculdades São José

Estão abertas até dia 20 de Janeiro as inscrições para o concurso Acadêmico Bolsista 2011 da Secretaria Municipal de Saúde e Defesa Civil. O valor para se inscrever é de R$ 30,00.

O edital pode ser acessado no site do Governo do Estado do Rio de Janeiro: www.saude.rio.rj.gov.br/estagio_e_residencia

As inscrições podem ser realizadas através do site:

http://concursos.rio.rj.gov.br

Caso o aluno queira entrar em contato com o setor de Estágios da Prefeitura para tirar alguma dúvida, o telefone é 2504- 2948.

Boa sorte!

segunda-feira

Cartilha orienta estudantes e empresas sobre a Lei do Estágio


O Ministério do Trabalho lançou uma cartilha para orientar estudantes, empresários e escolas sobre a Lei do Estágio. Na cartilha, o leitor vai encontrar resposta para 70 perguntas sobre o assunto.
Segundo o presidente da Associação Brasileira de Estágios (Abres), Seme Arone Júnior, as dúvidas são as mais diversas, como, por exemplo, a que trata do recesso do estagiário. A lei determina que a cada ano de estágio o estudante tenha 30 dias de recesso remunerado.
- Se ele estagiar meio ano, terá direito a metade do tempo: 15 dias. Se estagiar um ano e meio, serão 45 dias - explicou Arone em entrevista ao programa Revista Brasil, da Rádio Nacional.
Outra dúvida comum, de acordo com o presidente da Abres, é sobre a anotação do estágio na carteira de trabalho. A prática não é obrigatória para as empresas, apesar de ser muito solicitada pelos estudantes.
- O estudante gosta de ter a anotação na carteira porque comprova que teve aquela experiência. O estágio é uma forma dele aprender na prática o que vê na teoria, melhorando as chances de ser efetivado ou arrumar um emprego. Mas, se a empresa não quiser fazer, não é proibido nem obrigatório - explicou.
Fonte: O globo

Como conquistar o emprego dos seus sonhos na área da informática


Se você for esperto e capaz de realizar atividades relevantes, já tem meio caminho andado . Preparar um currículo capaz de conseguir a entrevista para concorrer vaga desejada. é mais um passo dado, mas, além disso é necessário construir uma identidade que caracterize você para seu entrevistador:

Em primeiro lugar, por mais especialista que você seja, e por mais brilhante que tenha sido a sua carreira acadêmica, esteja disposto a demonstrar que você sabe o básico. Se o seu entrevistador pedir para que você construa um algoritmo, um programa que conte de 1 até 10 na tela, um script que renomeie com um prefixo todos os arquivos de um diretório ou um SELECT que retorne os primeiros 10 registros de uma tabela qualquer, saiba que não é nada incomum: muitos recém-egressos do mundo acadêmico não sabem ou não lembram dos conceitos mais triviais do mundo real, e ao pedir que os candidatos demonstrem habilidades tão simples, o entrevistador pode determinar rapidamente se está lidando com um destes (que pode ser muito valioso em determinadas áreas específicas, mas terá uma curva de aprendizagem pela frente em outras).

Os entrevistadores geralmente estão em busca de 2 características essenciais: pessoas espertas e capazes de realizações. É difícil descobrir se a pessoa é esperta, se ela “se vira”. Mas a entrevista em geral tenta determinar isso. Claro que não basta ser esperto, e é por isso que o empregador procura no seu currículo: projetos completados, dificuldades ultrapassadas, criações concretas e evidência de brilho.

Portanto, pessoas que já tenham realizado coisas interessantes levam vantagem. Possuir experiência prévia que seja claramente aplicável à vaga que você está disputando é um trunfo muito difícil de ser superado por outros candidatos que não o possuam.

Assim, é muito difícil ser contratado para uma atividade que você nunca fez antes. Se a vaga é para desenvolver um sistema de comércio exterior em Java com Oracle, e você tem mestrado em inteligência artificial e ganhou prêmios internacionais por sistemas feitos em Delphi, você provavelmente entrará na fila atrás do cidadão que sabe de Java apenas o que aprendeu nas cadeiras introdutórias da faculdade, mas tem especialização em comércio exterior, e também da menina que nunca lidou com comércio exterior, mas já liderou o desenvolvimento de um sistema de controle de fluxo de caixa em Java com MySQL.


Fonte: efetividade.net

quarta-feira

Na busca por um estágio, estudantes sofrem com situações inusitadas em dinâmicas de grupo


Com o diploma nas mãos, os recém-formados seguem a jornada em busca do primeiro emprego e para consegui-lo sabem que não é fácil. São diversas etapas e processos seletivos pelos quais os futuros estagiários e trainees precisam passar.

Horas e mais horas em dinâmicas de grupo, entrevistas, provas, testes de aptidão lógica... Fazem do processo seletivo uma verdadeira peneira psicológica que reduzirá de maneira drástica a quantidade de candidatos para a vaga. Quando se pensa nas dinâmicas, logo vem a pergunta: “O que será dessa vez?”, afinal, todos recém-formados tem uma história no mínimo inusitada para contar sobre alguma dinâmica de grupo.

Augusto Savietto, aluno de Publicidade da Escola de Comunicação da UFRJ, e Gabriela Jordão, estudante de Direito da Cândido Mendes, enfrentaram sua cota de perrengues em processos seletivos. Para trabalhar em uma loja, Gabriela se livrou do exercício de mímica que as amigas tiveram que fazer em outra seleção, mas foi obrigada a fazer uma peça durante a dinâmica.

Já Augusto é um veterano no assunto. Ele acha que participou de cerca de 20 seleções, algumas bastante inusitadas. Ironicamente, após várias negativas, o estudante conseguiu estágio numa agência cuja única etapa do processo foi uma simples entrevista com os chefes.
- Já me vi desenhando com giz de cera coisas como retratos de mim mesmo. Em outra seleção, tive que trabalhar com peças de Lego, como quando tinha 7 anos - conta.
- Já nessa agência, a conversa foi diretamente com os gestores. É claro que, em processos muito grandes, essa simplicidade é impossível. Mas acho que a avaliação é mais fiel desse jeito.

O vice-presidente da Associação Brasileira de Recursos Humanos do Rio de Janeiro (ABRH-RJ), Paulo Sardinha, explica que as atividades procuram evidenciar se o candidato se enquadra no que a empresa procura.

- Existem dois modelos: um que tenta simular o trabalho do cotidiano e outro que põe o candidato em situações que aparecerão de vez em quando. No segundo caso, observa-se como ele reage. O objetivo é ver se o candidato está afinado com o que a empresa quer - afirma.

Sardinha também dá uma dica para os estudantes mais desesperados, que pretendem se inscrever em vários processos. Para ele, é importante ter foco, pois, assim, as chances de aprovação crescem bastante:
- Antes de pensar na empresa, tem que pensar no segmento e, depois, qual a área desejada. Assim, as chances de passar aumentam.



Fonte: O Globo

terça-feira

E se o temporário não virar efetivo? Saiba como aproveitar bem a experiência

Com as vagas de trabalho termporário no fim de ano surgindo, com elas aparecem as dúvidas: vale a pena trabalhar por um período pequeno? Será que vou ser contratado? E se eu não for?

Especialistas em recursos humanos dizem que, mais importante do que pensar na efetivação, é aproveitar o trabalho por tempo determinado para ampliar os contratos profissionais.

"Em primeiro lugar, é preciso ter em mente que, apesar de ter feito um excelente trabalho como temporário, você pode não ser contratado simplesmente porque a empresa não tem a vaga", diz Sebastião Campos, da consultoria Oliveira Campos. Mas ele garante que a boa imagem que o profissional passou não se perde.

Ao contrário do que ocorre no processo de seleção das empresas, o profissional tem tempo para demonstrar tudo o que sabe fazer durante o trabalho temporário. Mas, para conseguir mostrar empenho verdadeiro, a preocupação deve vir antes mesmo da assinatura do contrato.

"É preciso se perguntar, honestamente, se tem afinidade para aquela vaga e para aquela instituição. Se o profissional só aceitou o emprego como emergência, por causa do dinheiro, não pode se frustar depois, por ver todo mundo festejando, enquanto ele trabalha", afirma Celina Beatriz Gazeti, especialista em gestão de pessoas do Cliv Solution Group.

Mesmo que você não esteja na vaga dos seus sonhos, o trabalho temporário tem de ser visto com a seriedade de um posto fixo. "O que está em jogo é o próprio profissional. Seu caráter", diz a gestora. Saber os direitos do empregado temporário e ler atentamente seu contrato também ajuda a não se frustar com o trabalho.



Fonte: Uol Empregos

 

PIT

O Pit - Programa de Integração ao Trabalho das Faculdades São José tem como objetivo preparar e integrar o aluno para o mercado de trabalho, transmitir experiência profissional através de palestras, oficinas e workshops, além de captar vagas e supervisionar os estágios, também atua dando orientações e preparando os alunos para processos seletivos de estágios e empregos.