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terça-feira

Feira de Estágios e Empregabilidade - Parte II


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- Clique aqui e veja as fotos do evento! -
A Primeira Feira de Estágios e Empregabilidade da Zona Oeste, que começou na Quarta-feira 16/06 e durou até a Sexta-feira (18/06), reuniu, aproximadamente, 1.500 pessoas que puderam conferir de perto as oportunidades que o Mercado de Trabalho oferece. A Feira, organizada pelas Faculdades São José contou com palestras, workshops, sorteios de kits exclusivos e bolsas de estudos, além de inúmeros cadastros de currículos.
Segundo Alexandre Nolde, gerente de Marketing das FSJ e organizador do evento: "Além de ser uma atitude pioneira das Faculdades São José, foi uma oportunidade ímpar de aproximar o público presente do mercado de trabalho."
O aproveitamento foi tão grande, que dentre outros, um caso chamou a atenção da organização: "Uma visitante estava há mais de um ano e meio à procura de emprego, fez o cadastro no dia 16, no dia 18 já fez uma entrevista e esta semana já começa no seu novo emprego conquistado em nossa Feira." disse.



→ Visite o site das Faculdades São José e confira o nome dos sorteados com Kits e Bolsas de Estudo na Feira de Estágios e Empregabilidade. Acesse http://www.saojose.br/ > Notícias.

quinta-feira

Feira de Estágios e Empregabilidade

Confira as fotos do primeiro dia (16/06) da 1ª Feira de Estágios e Empregabilidade da Zona Oeste.


Ainda dá tempo de participar!
A Feira vai até sexta-feira (18/06) e está aberta ao público a partir das 14h.
Não perca a oportunidade de conseguir um emprego ou estágio.
Participe!


Saiba mais, acesse: www.saojose.br/feira .


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Fotos: Glenda Campos



quarta-feira

Primeira Feira de Estágios e Empregabilidade da Zona Oeste – RJ



Nos dias 16, 17 e 18 de junho, a partir das 14h as Faculdades São José promovem a Primeira Feira de Estágios e Empregabilidade da Zona Oeste.
Durante a Feira, estudantes do ensino médio e superior poderão se candidatar a vagas de estágios e empregos, participar de palestras e workshops com algumas das maiores companhias do País.
As atividades tem como objetivo aproximar os estudantes da realidade profissional, levando-os a conhecer as atuais demandas do mercado de trabalho.

A entrada é gratuita.
O Campus das Faculdades São José localiza-se na Avenida Santa Cruz, 580 – Realengo, RJ.
Mais Informações: 21 3159-1249 | www.saojose.br/feira .

segunda-feira

Inteligência Emocional é o que as empresas procuram

"Capacidade de identificar os nossos próprios sentimentos e os dos outros, de nos motivarmos e de gerir bem as emoções"*. Tão importante quanto a especialização ou o conhecimento prático, atualmente, essa definição é fundamental para conseguir um bom emprego: possuir inteligência emocional.
Há alguns anos atrás, o melhor canditado era aquele que possuía a maior capacidade técnica, mas, com o passar do tempo, essa visão tem mudado. Especialistas em Recursos Humanos dizem que hoje, as empresas procuram pessoas que saibam trabalhar sob pressão e que possuam capacidade de manter a calma em situações difíceis, sejam elas comuns ou não no cotidiano da profissão. Esses requisitos tem sido tão visados quanto a técnica profissional.

Para a psicóloga Iêda Vecchioni, diretora da IMC Consultoria Empresarial, “conhecimento se adquire, mas a habilidade de se relacionar com as pessoas e manter a calma diante dos problemas, nem sempre”.

Para desenvolver a inteligência emocional, é necessário sentir, identificar e praticar o controle dos sentimentos. Por isso, o blog Sua Carreira separou 7 dicas de especialistas em RH para que você desenvolva a inteligência emocional e cresça profissionalmente:

- É preciso buscar equilíbrio: mais força e potencial uma pessoa tem, quando encontra nos momentos difíceis, a harmonia entre razão e emoção;

- Controle emocional é a solução de problemas que parecem insolúveis: aprenda a controlar suas emoções e lidar com seus próprios sentimentos;

- Autoconhecimento: procure reconhecer os sentimentos e as emoções quando eles ocorrem;

- O benefício das emoções: empregue as habilidades emocionais para facilitar o pensamento e o raciocínio;

- Automotivação: aprenda a motivar a si mesmo. Basicamente, se algo deu errado, tente mais uma vez, concentre suas energias num objetivo e vá a luta quantas vezes for necessário; -

Desenvolva a habilidade interpessoal de reconhecer os sentimentos e as emoções nos indivíduos ao seu redor, assim aprenda a trabalhar em grupo;

- Pratique: a inteligência emocional só se desenvolve através da prática. Por isso, comece a racionalizar seus sentimentos. Foque suas energias, defina suas metas sem que seus sentimentos atrapalhem: controle-os e faça deles um diferencial.

* Por Goleman, Daniel; 1998 – Jornalista da ciência, escritor e psicólogo.

Fonte: O Globo Economia

terça-feira

Emprego que não acaba mais!!


Em meados dos anos 90, o economista americano Jeremy Rifkin causou polêmica com seu livro O Fim do Emprego (Makron Books), no qual previa que a era do emprego estava com os dias contados. Segundo Rifkin, o aumento da produtividade resultante da adoção de novas tecnologias – como a informática, a robótica e as telecomunicações – iria provocar efeitos devastadores no nível de emprego mundial. Milhões de pessoas perderiam seu ganha-pão no campo, na indústria e no setor de serviços. Somente uma pequena elite de trabalhadores especializados conseguiria prosperar numa economia global dominada pela tecnologia.
Rifkin estava certo? As estatísticas sobre o
mercado de trabalho mundial parecem lhe dar razão. As taxas de desemprego, aqui no Brasil e lá fora, não param de bater recordes. De acordo com a Organização Internacional do Trabalho (OIT), há pelo menos 550 milhões de pessoas no planeta – 20% do total de trabalhadores – que sobrevivem com remuneração inferior a 1 dólar por dia. Além de ganhar mal, muitos enfrentam longas jornadas e péssimas condições de trabalho. E mais: das 186 milhões de pessoas consideradas oficialmente desempregadas no mundo no final de 2003, quase a metade (47%) tinha entre 15 e 24 anos, desenhando um futuro especialmente nebuloso para os mais jovens.
Mas nem todos concordam com os prognósticos pessimistas de Rifkin. “Embora a
tecnologia possa tanto criar trabalhos como extingui-los, o efeito líquido é geralmente o aumento do emprego”, diz um relatório do Future of Work, um programa do governo neozelandês que discute as grandes tendências no mercado de trabalho. “Ao aumentar a produtividade, a tecnologia aumenta a renda e, portanto, a demanda na economia como um todo”, afirma o estudo. Que, no entanto, reconhece que o problema não é tão simples: “Motivo de maior preocupação é que trabalhadores que perderam seus empregos devido a mudanças na tecnologia podem não ter as habilidades ou os meios para adquirir as habilidades que serão exigidas no mercado de trabalho do futuro”.
Se a
tecnologia pode decretar o fim do emprego para alguns, ela pode, paradoxalmente, representar um aumento do trabalho para muitos. Nos últimos anos, o advento de inovações como a internet e o telefone celular acabou com as limitações de tempo e espaço. Qualquer pessoa pode hoje ser encontrada a qualquer momento, em qualquer lugar, ampliando seu ambiente virtual de trabalho. “Se não houver uma mudança no perfil cultural da sociedade como um todo, as tecnologias só trarão mais e mais trabalho para a vida das pessoas”, diz o consultor Simon Franco.



Artigo extraído de: Super Interessante Online

Mulheres na Liderança - Chefes Mais Modestas

Homens tendem a se gabar do próprio desempenho muito mais que as mulheres – e isso inclui, claro, o trabalho. A constatação (ou provocação, dependendo do seu sexo) está numa pesquisa da consultoria americana Novations, representada no Brasil pela Across. Dois tópicos se destacaram no estudo:

1) as mulheres foram mais modestas ao se avaliar;

2) elas preferem cargos em que a necessidade de trabalhar coletivamente se sobrepõe à necessidade de tomar decisões mais solitárias (e os postos de mais alto escalão, quase sempre, são do tipo oposto).

As duas conclusões devem ser vistas com cuidado, já que a “mulher modesta” e a “mulher que gosta de trabalhar em grupo” são estereótipos – os pesquisadores, mesmo tentando ser isentos, podem ter encontrado o que esperavam encontrar. Mesmo assim, é um bom exercício imaginar hipóteses para explicar os dados.

Uma delas é linear: por não se expor muito (por causa da modéstia e do trabalho coletivo), muitas mulheres escondem o próprio desempenho e, por isso, não alcançam cargos com maior poder. A autora do livro “O Paradoxo Sexual”, a psicológa americana Susan Pinker, sugere uma explicação parecida. Ela diz que as mulheres, em geral, ganham menos que os homens não porque recebam salários inferiores em postos similares, mas porque preferem trabalhos cuja remuneração é menor.

A outra hipótese é de um ciclo maligno: mesmo sendo modestas e gostando do trabalho coletivo, mulheres esperam reconhecimento. Como o valor delas é menos percebido do que gostariam, elas sofrem alguns danos na autoestima profissional e se retraem. O resultado: elas parecem cada vez mais modestas e, de certa forma, escondidas no trabalho em grupo.

Sobre o estudo: participaram da pesquisa cerca de 70 gerentes e 1800 subordinados de 14 empresas nos Estados Unidos. O método foi o seguinte: os gerentes avaliaram os subordinados, e os subordinados avaliaram a si próprios.


Fonte: Época Online

quarta-feira

Questões que deve-se fazer em uma entrevista de emprego

É natural que seja o próprio entrevistador que controle todo o processo, mas é importante que o candidato saiba intervir com as perguntas certas, no momento certo. Demonstrar algum conhecimento e interesse sobre a atividade e posicionamento da empresa, é um ótimo passo para "marcar pontos" nesta fase do recrutamento e impressionar o seu entrevistador. Daremos alguns exemplos do que se pode perguntar.


Sobre a Empresa:

Quais os objetivos a curto e longo prazo da empresa?
Como é que a empresa se distingue das concorrentes?
Quais são os planos da empresa para crescer no futuro?
Quais problemas a empresa enfrenta neste momento?
Como descreveria a cultura empresarial e o ambiente de trabalho?
A empresa desenvolve planos de carreira?
A empresa realiza algum tipo de atividade sócio-cultural ou de voluntariado?
A empresa costuma apostar na formação dos colaboradores?


Sobre a função:

Qual será a minha função dentro da empresa?
Que responsabilidades estão inerentes a esta função?
Quais os problemas e os desafios inerentes à função?
Qual o grau de autonomia e de responsabilidade da função?
Com quem vou trabalhar?
O trabalho será desenvolvido em equipe ou individualmente?
Poderia descrever-me um dia normal neste cargo?
Em qual departamento irei trabalhar? E quais são os planos para o futuro desse departamento?
Que tipo de relação existe entre esse departamento e os restantes departamentos da empresa? (no caso de ser uma grande empresa)
Quais as possibilidades de progressão na carreira profissional?


FONTE: Curricular

 

PIT

O Pit - Programa de Integração ao Trabalho das Faculdades São José tem como objetivo preparar e integrar o aluno para o mercado de trabalho, transmitir experiência profissional através de palestras, oficinas e workshops, além de captar vagas e supervisionar os estágios, também atua dando orientações e preparando os alunos para processos seletivos de estágios e empregos.