Social Icons

quinta-feira

Aprenda a planejar de 3 maneiras diferentes



Por Eber Freitas

Saiba a diferença entre planejamento estratégico, tático e operacional e como aplicá-lo em sua vida profissional

Bem que às vezes tentamos, mas não há como escapar: planejar é a melhor maneira de obter resultados concretos e mensuráveis, de forma que se saiba quando e como obtê-los. Mas como devemos começar a planejar, quais as ferramentas e métodos úteis e necessários para dar início às primeiras linhas de um planejamento bem sucedido, seja ele financeiro, pessoal ou profissional?

O primeiro passo é saber que tipo de planejamento você deve aplicar. Segundo o diretor regional da Business Partners Consulting, Carlos Contar, há 3 tipos de planejamento: o estratégico, o tático e o operacional, e cada um difere do outro por apenas um fator: tempo.

"O estratégico ocupa-se das grandes questões e requer visão de futuro, pois cuida do que se deseja que aconteça nos próximos anos. O tático interpreta as decisões estratégicas e traça planos concretos a serem aplicados nos próximos meses, ou um ano, no máximo. E o operacional desdobra a tática em ações do cotidiano", explica Contar.


Planejar ou fazer planos?

Apesar de implícita, há uma diferença nos termos. Se você simplesmente almeja algo, seja material ou simbólico, e não dispõe de métodos para atingir os objetivos sonhados, você não está fazendo nada, apenas planos. Mas quando os sonhos e desejos são sucedidos de imediato por ações concretas e direcionadas para realizá-lo, aí sim, há planejamento.

Não que o plano ou sonho não tenha uma importância menor do que o planejamento, na verdade ele é o ponto de partida, embora não represente nada sozinho. Carlos afirma que, para começar a planejar, são necessários dois passos simples:

1. Definição dos objetivos: 'este ano, quero comprar um carro' (sonho, desejo)

2. Traçar as metas necessárias para realizar os desejos: 'para comprar o carro que eu quero, vou economizar R$ 200 por mês da seguinte forma...' (planejamento tático)

Também não adianta ser ganancioso demais e achar que tudo vai ser resolvido com um planejamento. "O importante é traçar metas arrojadas, porém possíveis de se realizar. A preocupação também deve estar ligada ao prazo estipulado por você mesmo. Se você fez ou irá fazer um planejamento, vale ressaltar que é preciso seguir à risca. Suas ações irão refletir no seu futuro", conclui Carlos.



Fonte: Administradores

Link: http://administradores.com.br/informe-se/carreira-e-rh/aprenda-a-planejar-de-3-maneiras-diferentes/42531/

quarta-feira

Modelos inovadores de apresentação profissional chegam ao mercado de trabalho


RIO - Até aqui porta de entrada das empresas, o currículo, em sua forma tradicional, está se tornando cada vez menos atraente. É que o conjunto de informações que vendem o candidato - principalmente de áreas ligadas à economia criativa, como design e publicidade - está pegando carona na web 3.0, a organização inteligente do conhecimento disponível na internet, e chegando aos recrutadores em formatos totalmente alternativos. São infográficos, vídeos, sites inovadores e postagens em redes sociais, como Facebook e Twitter, em que vale tudo para atrair a atenção do interlocutor, como mostra reportagem de Luciana Calaza e Paula Dias, publicada neste domingo no Boa Chance.

Que o diga Luciano Tardin, que leciona a disciplina "Estágio supervisionado" na ESPM-RJ. Ele desafia os alunos a refletirem sobre a forma de ingressar no mercado de trabalho. E o currículo, claro, faz parte do brainstorm:

- Um gestor de criação quer encontrar, numa pilha de currículos, algo que chame a sua atenção. Um infográfico pode revelar uma série de interfaces de uma trajetória profissional. O acesso ao conteúdo é mais prazeroso.

Confira aqui parte de um currículo (fictício), que usa diferentes elementos gráficos

O designer gráfico carioca Carlos de Oliveira Júnior, de 26 anos, recorreu aos diagramas para mostrar, através de uma colorida linha do tempo, sua aquisição de conhecimento acadêmico e de experiência profissional.

- Já vinha pesquisando formatos inovadores de diagramação para meu currículo. Acabei optando por um infográfico - diz.

Currículo fictício: experiência, formação e prêmios na linha do tempo

Os amigos Felipe Menezes e Maicon Silveira, de 22 e 24 anos, optaram por um caminho diferente. Criados em Volta Redonda, tiveram a ideia de gravar um vídeo que registrasse sua busca por um emprego no Rio. Com 15 minutos, o minidocumentário "Um dia de caça" mostra sua peregrinação para divulgar seus portfólios em agências de publicidade da Zona Sul.

- A ideia de gravar surgiu porque estávamos com um amigo (Bruno Rodrigues) estudante de cinema. Pensamos que seria legal mostrar o trabalho de forma inusitada. O currículo ainda é importante, mas formas diferentes de produzi-lo e entregá-lo podem contar pontos - diz Felipe, que está trabalhando na agência Gioi Propaganda.



Fonte: O Globo Online

Link: http://oglobo.globo.com/economia/boachance/mat/2011/02/23/modelos-inovadores-de-apresentacao-profissional-chegam-ao-mercado-de-trabalho-923868292.asp


6 sinais de que a entrevista de emprego vai mal


Amanda Luz, por Exame.com

Saiba quais os indícios de que o recrutador não está gostando das suas respostas na entrevista e aprenda como reverter a situação

São Paulo - Sentado em frente ao recrutador, o entrevistado é o centro das atenções enquanto tenta destacar suas habilidades e a trajetória da carreira em um espaço limitado de tempo. “Um bom recrutador deve reconhecer a situação fora do comum na hora de avaliar o candidato”, tranquiliza Veronica Rodrigues, especialista em coaching da VR Consulting. Mesmo assim, alguns sinais emitidos pelo headhunter podem indicar se a entrevista de emprego está indo por água abaixo:

1. O entrevistador não descruza os braços

“Cruzar os braços demonstra fechamento a novas ideias, pode ser um sinal de que a conversa não está indo bem”, explica Daniel Cunha, diretor da Michael Page. A consultora Tonya Reiman, no livro “A Arte da Persuasão” (Editora Lua de Papel) vai além: braços cruzados é um sinal para “saia do meu espaço”.

Isso não significa, no entanto, que tudo está perdido. Para a especialista em coaching da Projeto RH, Eliane Figueiredo, os sinais dão um quadro geral e devem ser observados de acordo com o contexto. “Se o recrutador cruza os braços, pode ser apenas que é uma posição confortável. O candidato pode ficar atento para perceber se isso é causado pelo rumo das respostas e ver a necessidade de mudar a postura”, diz.

2. O entrevistador interrompe muito durante a resposta

O candidato deve prestar atenção se não consegue terminar o que está falando porque o entrevistador o interrompe a todo momento. “Um volume muito grande de interrupções indica que entrevistado e recrutador não estão na mesma frequência. Isso ocorre quando o candidato é prolixo e se perde nas respostas”, afirma Cunha.

Para Veronica , o candidato tem que encontrar uma nova forma de se posicionar caso perceba que a sua postura na entrevista não está agradando. “É importante flexibilizar e estar sensível ao que o entrevistador pede. Se percebe que está falando demais, deve tentar ser mais objetivo nas próximas respostas, por exemplo”, diz a especialista.

3. O entrevistador insiste várias vezes na mesma pergunta

Ao contrário do tópico anterior, o problema pode se concentrar também nas situações em que o candidato fala pouco e não responde o que o recrutador queria. “Algumas vezes a entrevista é ‘saca-rolha’, ou seja, o entrevistador insiste para que o candidato fale mais e tenta retirar dele a informação desejada”, explica Eliane.

A especialista orienta que uma boa alternativa é perguntar ao recrutador quando perceber que a resposta não é como o desejado. Por exemplo: “Eu estou sendo muito conciso? Posso detalhar melhor, se preferir”.

4. O entrevistador tem pouca expressão ou não sorri

A entrevista de emprego exige interação entre as duas partes que estão sentadas frente a frente. Para Cunha, o entrevistador não comentar o que o candidato diz ou não interagir com algo perguntado pode significar que a conversa não está agradando. “Se o candidato sorri e não recebe resposta semelhante, ele deve perceber que a abordagem não está correta”, explica.

“Não há uma fórmula precisa, mas ouvir atentamente e buscar formas de interagir com o entrevistador para ir na direção correta é sempre a melhor alternativa”, afirma Veronica.

5. O entrevistador bate os pés ou se mexe muito

De um lado, está o entrevistado tentando conter a ansiedade e demonstrar suas competências da melhor forma possível. De outro, está um entrevistador agitado mais do que o normal. Como aponta Veronica, o recrutador sabe que a pessoa à sua frente está fora do seu ambiente de conforto. No entanto, ele pode emitir, sem desejar, sinais de que está ansioso ou impaciente.

O gesto de tamborilar os dedos quer dizer que a pessoa está no controle e os tornozelos cruzados aponta que a pessoa não concorda com você, segundo o livro “A Arte da Persuasão”. Ficar atento para evitar respostas prolixas ou falar algo indesejado (como criticar a empresa onde travalhava ou dar informações confidenciais do antigo trabalho) é a melhor aposta.

6. O entrevistador usa “aham” e“hum” em demasia

Assim como o candidato deve evitar as respostas monossilábicas porque dá a impressão de que ele não tem o que falar, o uso de expressões como “aham”, “é” e “hum” pelo recrutador significa que ele não está interagindo com o entrevistado.

Veronica sugere que o candidato sempre tenha em mente que deve ouvir o entrevistador para responder corretamente e mostrar suas competências profissionais da melhor forma. “O candidato deve saber ouvir, para saber quando, o quê e como falar e assim atingir o melhor resultado", diz.

Fonte: Exame.com

Link: http://exame.abril.com.br/carreira/noticias/6-sinais-de-que-a-entrevista-de-emprego-vai-mal

Geração Y: Você prefere ser ótimo em uma coisa ou bom em muitas?





Por Marcelo Miranda,


Da última vez que você recebeu algum tipo de feedback claro do seu chefe, quanto tempo ele passou enfatizando uma qualidade sua de destaque e que pode ser lapidada e quanto tempo ele passou comentando defeitos que precisam ser melhorados?

Conversando com alguns colegas de outras empresas vejo que na média os gestores quando em uma sessão de feedback focam muito mais na correção de defeitos do que na lapidação de pontos que podem o transformar em você em estrela naquilo que faz. Recebi uma vez no início de carreira um aconselhamento para não focar só na correção de defeitos, mas principalmente para focar em alguma qualidade que poderia criar para mim uma referencia, uma marca pessoal.

É óbvio que não podemos analisar assim friamente como se fosse verdade universal, cada caso tem suas particularidades. Mas em geral para um jovem em formação a atitude que ele vai ter dedicando seu tempo a lapidar suas melhores habilidades ou focar em consertar tão somente os pontos a desenvolver podem ajudar a definir seu desenvolvimento profissional, ou pelo menos a velocidade que ele acontece. É válido também o jovem ser cuidadoso e trabalhar também nos feedbacks construtivos que recebeu sobre pontos a melhorar, mas mais importante é descobrir dentro de seu início de carreira um ponto de destaque que ele possa desenvolver pra ser tornar ótimo. Essa diferenciação pode acelerar seu crescimento profissional.

Para um jovem em início de carreira pode ser um decisivo definir qualidades que o diferenciam, que o fazem brilhar, que lhe darão uma identidade profissional. O que você faz muito bem que pode te dar destaque em sua carreira? Essa é sua cara? Isso pode te diferenciar? Se sim, foque em lapidar essa característica, trabalhe em aprimorá-la e em criar uma reputação em torno dela. Obedecendo ao bom senso, sem deixar também desequilibrar, torne-se referência no que você se destaca no seu ambiente, pois assim você começará a desenvolver sua reputação profissional. Poderá se destacar na multidão e acelerar seu crescimento profissional.

E como tirar frutos disso durante a carreira? Bem, assunto para outro post!

Você conhece alguém que desde jovem se destacou por alguma característica, que criou uma identidade profissional, que desde cedo se tornou conhecido no seu ambiente por isso? E você, como tem trabalhado com os feedbacks que recebe? Comente, vamos trocar idéias.



Fonte: Revista Você S/A

Link: http://vocesa.abril.com.br/blog/marcelo/2010/06/15/geracao-y-voce-prefere-ser-otimo-em-uma-coisa-ou-bom-em-muitas/

terça-feira

Um bom currículo pode fazer a diferença na hora de conseguir um emprego




Fonte: Jornal Hoje
Link: http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM1362591-7823-UM+BOM+CURRICULO+PODE+FAZER+A+DIFERENCA+NA+HORA+DE+CONSEGUIR+UM+EMPREGO,00.html

5 dicas para não comprometer sua carreira nas redes sociais


Por Marcelo Mariaca

É preciso organização, objetividade, foco e persistência

Com a internet e as redes sociais, as pessoas estão cada vez mais conectadas, o que facilita o chamado networking, instrumento poderoso para abrir as portas do mercado de trabalho e do mundo dos negócios. No entanto, com a diversidade de ferramentas, o fantástico número de usuários e a tendência ao caos que a rede sugere, os profissionais têm dificuldades de administrar de forma eficiente e tirar proveito dos relacionamentos virtuais.

Afinal, como ganhar visibilidade e aparecer de forma diferenciada na rede social, quando todos se apresentam com clichês como motivado, inovador, dinâmico, focado em resultados? Como se conectar a pessoas certas e tornar produtivos esses relacionamentos? Como entrar em grupos sem se sentir ou ser considerado um "penetra" chato e indesejável?

A rede social tem uma lógica: o usuário aumenta o número de conexões com pessoas que realmente conhece ou com quem mantém algum tipo de relacionamento – e, a partir desses contatos, ele se conectará progressivamente a pessoas que não conhece no mundo físico. Ou seja, no networking virtual, o céu é o limite.

Mas, apesar desse caráter, digamos permissivo, da rede, o profissional precisa ter organização, objetividade, foco e persistência. Alguns conselhos:


Planeje sua entrada na rede social

Não caia na rede apenas porque todo mundo está lá. Defina objetivos, avalie as ferramentas, calibre a imagem e as mensagens que queira transmitir. Não convide desconhecidos apenas para alavancar sua rede. Procure se conectar a pessoas e grupos com os quais tenha interesses em comum.


Não confunda alhos com bugalhos

Todas as ferramentas contribuem para o networking, mas cada uma tem uma funcionalidade específica. Se você quiser apresentar seu currículo, procurar contatos em sua área, prospectar negócios ou participar de discussões profissionais de seu interesse, o LinkedIn é a melhor ferramenta, pois tem um foco mais corporativo. O Facebook é mais democrático e serve para você compartilhar novidades, idéias, falar de sua vida, do jogo do domingo, de sua paixão por cachorros. Isso não quer dizer que a ferramenta deva ser descartada para relacionamento de caráter profissional, pelo contrário.


Vá além dos clichês

Procure, quando oportuno, mostrar suas experiências profissionais concretas, como projetos que liderou, resultados que obteve, desafios que superou. Compartilhe conhecimentos, pois essa é uma forma de você se diferenciar na rede.


Tenha bom senso

Não entre em grupos de discussões de temas que não o interessam, que você não domina ou com o qual não tem familiaridade. Você será visto como bobo, ingênuo e oportunista.


Tente trazer para o mundo real os relacionamentos virtuais

Aproveite oportunidades para conhecer pessoalmente pessoas com as quais mantém contatos virtuais – em eventos, congressos, feiras, festas corporativas, campeonatos ou happy hours, mas sem forçar a barra. Se você acha que albatroz, birdie e eagle só existem no mundo da ornitologia, não convide ninguém para jogar golfe.

Por fim, trabalhe as redes de forma sistemática e metódica, pois incursões eventuais não constroem relacionamentos.

Marcelo Mariaca - é presidente do conselho de sócios da Mariaca e professor da Brazilian Business School



Fonte: Administradores

Link: http://administradores.com.br/informe-se/carreira-e-rh/5-dicas-para-nao-comprometer-sua-carreira-nas-redes-sociais/42699/

Nas redes sociais, profissionais podem revelam competências procuradas pelas empresas, afirma especialista



Por Redação, www.administradores.com.br

As redes sociais permitem que uma pessoa demonstre seu conhecimento, divulgue suas ideias, comunique as características de sua personalidade e seu potencial

Ultimamente, o tema redes sociais x trabalho tem sido um dos mais recorrentes, seja nos meios de comunicação, nas conversas informais ou até mesmo no próprio ambiente corporativo. Nos debates, há sempre quem ache que Facebook, Twitter, Orkut e afins são um mal dentro das empresas. Outros mais maleáveis relativizam as situações e acham que os espaços públicos virtuais são bons lugares para identificar bons profissionais.

Segundo Monica Ramos, diretora do CTS/DBM – consultoria especializada em gestão do capital humano – mais e mais empresas e headhunters têm utilizado as redes sociais para buscar profissionais criativos, com capacidade de estabelecer relações de longo prazo, de pensar em temas complexos e, por isso, de propor soluções novas, como o novo ambiente de negócios brasileiro demanda. Posts, contatos e demais atividades nas redes sociais também permitem checar se os candidatos são pró-ativos, atuam guiados por valores semelhantes aos da empresa que pode contratá-lo e se tem networking relevante.

"As redes sociais permitem que uma pessoa demonstre seu conhecimento, divulgue suas ideias, comunique as características de sua personalidade e seu potencial", explica a consultora.

Para as empresas, isso dá a possibilidade de localizar profissionais que tenham competências essenciais para o cenário com o qual convivem e de tornar o processo de seleção pró-ativo.

Além de tudo, mais do que um meio para receber currículos, as redes sociais permitem buscar profissionais que, por exemplo, atuam pautados por colaboração, inovação e cooperação.

"É algo que pode ampliar em muito a chance de sucesso de uma contração, além de ser um meio para que se cheque a consistência dos dados listados nos currículos", revela Monica.

Fonte: Administradores
Link: http://administradores.com.br/informe-se/carreira-e-rh/nas-redes-sociais-profissionais-podem-revelam-competencias-procuradas-pelas-empresas-afirma-especialista/42760/
 

PIT

O Pit - Programa de Integração ao Trabalho das Faculdades São José tem como objetivo preparar e integrar o aluno para o mercado de trabalho, transmitir experiência profissional através de palestras, oficinas e workshops, além de captar vagas e supervisionar os estágios, também atua dando orientações e preparando os alunos para processos seletivos de estágios e empregos.