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terça-feira

Desmotivado? Você pode estar sofrendo de estresse ocupacional

   

     Não tá fácil pra ninguém. A correria dos tempos modernos tem o seu preço, refletindo diretamente na saúde das pessoas. 
     O estresse ocupacional está diretamente ligado à qualidade de vida do funcionário, tanto dentro como fora da empresa. 
     Mas saiba que a falta absoluta deste sentimento  traz aspectos negativos, como monotonia e desinteresse pelo trabalho. 

           
      O chamado Boreout somente é detectado quando visível aos olhos, ou seja: provoca alguma doença ou sintoma, como depressão e falta de motivação. As despesas médicas com este tipo de transtorno já chegam a alguns bilhões de dólares às empresas e afeta toda a organização e a sociedade, ainda que indiretamente.

                    Mas como manter o equilíbrio entre a produtividade e 
competitividade no mundo corporativo?

     Os funcionários devem aproveitar os momentos de dispersão mental durante o dia para relaxar. Outro conselho é sempre procurar desafios. Atividades que requerem grande potencial, atenção e dedicação são um santo remédio. Quando cumpridas, geram sensação de bem estar e satisfação profissional e pessoal, aumentando a auto-estima e sentimento de pertencimento ao grupo.
Vivemos em uma cultura que impulsiona cada vez mais o consumo, a produção e resultados a curto prazo. A grande missão dos gestores é fazer um ambiente corporativo dinâmico e desafiador, de modo a motivar e agregar as equipes da empresa e diminuir o absenteísmo e dança das cadeiras dos cargos gerenciais.

Trabalhar e estudar é garantia de vaga


           Trabalhar e estudar ao mesmo tempo não é fácil. Conciliar os compromissos profissionais e acadêmicos, porém, pode representar grande diferença no futuro. 
            A maioria das empresas procura pessoas que tenham exercido a atividade anteriormente e estejam acostumadas ao cotidiano do ambiente corporativo. A experiência, quando aliada a um curso universitário, pode representar um diferencial importante na hora de disputar uma vaga ou conseguir o primeiro emprego.  As instituições de ensino devem encaminhar alunos a atividades de estágio supervisionado, para que haja aplicação prática do que foi aprendido.


            O cansaço deve sempre ser vencido pela determinação e foco nos objetivos de vida, o famoso “plantar para colher depois”.  Em época de entrega de trabalhos ou provas é preciso redobrar os esforços para dar conta de tudo. Mas o sacrifício vale a pena; analise as vagas e fique de olho nos convênios da sua instituição de ensino.
            Pense aonde você quer estar daqui a alguns anos. Planeje, faça pesquisas de mercado e trace um plano de carreira, com opções de cursos adicionais, É sempre bom estar preparado para quando a oportunidade aparecer.  

quinta-feira

Você recebeu uma nova solicitação de amizade: seu chefe!


        
             Lá está você procrastinando calmamente na Internet quando chega uma solicitação de amizade: seu chefe. O que fazer? As redes sociais são muito usadas para diversão e compartilhamento de material de procedência duvidosa ou comprometedora. Se você está acostumado a agir assim, fique atento. Qualquer deslize pode ser a quebra entre a vida profissional e pessoal e a sua carreira pode ir por água abaixo.




            Mesmo que você tenha checado as configurações de privacidade, pode-se dizer que o conteúdo da web é público. As empresas podem monitorar o funcionário no uso do email corporativo até sem ele saber. Material pornográfico e repasse de informações sigilosas ou de baixo calão podem gerar demissão. Para evitar problemas, procure saber a política da empresa em que você trabalha em relação ao uso das redes sociais.
            O ideal é usar o bom senso e não se expor na hora de escrever atualizações de status. Nada de repassar e comentar dados confidenciais da empresa e colegas. Quando tratar de assunto íntimo, use um sistema de mensagens privadas e não fale mal do chefe!

terça-feira

Quem tem curso superior ganha mais!


          O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou pesquisa sobre salários dos 40,2 milhões de brasileiros inseridos no mercado de trabalho formal.  Quem tem curso superior chega a ganhar até 225% a mais dos que não concluíram a universidade. A presença masculina foi predominante, mas o que determina o sucesso de um profissional atualmente não é o gênero, mas a escolaridade.


Os empregadores se importam cada vez mais com o nível de formação em cargos gerenciais e de liderança. O crescimento da industrialização e tecnologia nas últimas duas décadas tem sido responsável pelo surgimento de novas profissões com alcance globalizado, tornando os conhecimentos em inglês outro diferencial relevante na hora do recrutamento.

            O salário médio de pessoas empregadas em 2009 foi de 3,3 salários mínimos e a pesquisa foi feita em 4,8 milhões de empresas. 85,2% dos profissionais não tinham curso superior. As informações são do Cadastro Central de Empresas (Cempre). 

POR QUE BIÓLOGO É A PROFISSÃO DO FUTURO?

Muito se discute sobre a manutenção dos recursos naturais e a continuidade da vida da espécie humana na Terra. O biólogo encontra neste setor um vasto campo de estudos tanto na pesquisa quanto na preservação ou educação ambiental, estudando a vida em suas várias formas e manifestações.
Um dos pontos positivos da área de atuação é que o campo de estudos é bastante amplo Desde a pesquisa com células-tronco e genomas ao trabalho ambiental ou magistério, a carreira de biólogo é bastante promissora, com mercado em medicina, indústria ou fabricação de bebidas e alimentos.
O pesquisador alemão Gottfried Reviratuns criou o termo "biologia", que é dividida basicamente em zoologia, botânica,  fisiologia, bioquímica, genética e biotecnologia.
Hoje existem aproximadamente 70 mil biólogos no Brasil, 30 mil registrados.


· Agricultura: supervisionar criações de animais e organismos aquáticos;
· Bacteriologia: pesquisar as bactérias e como elas atuam;
· Biofísica: estudar as propriedades físicas dos humanos;
· Biologia celular: investigar a estrutura e o funcionamento das células;
· Biologia marinha: estudar os organismos marinhos, suas relações e seu possível aproveitamento econômico;
· Biologia molecular: pesquisar estruturas moleculares para desenvolver substâncias de uso médico e ecológico para a produção industrial ou farmacêutico;
· Bioquímico: estudar as reações químicas nos organismos vivos;
· Botânica: pesquisar as características e comportamento das plantas;
· Ecologia: cuidar das reservas naturais. Estudar os impactos ambientais, combater a extinção de animais e plantas, preservando as espécies;
· Evolução: investigar o desenvolvimento das espécies no decorrer dos tempos;
· Fisiologia, histologia e morfologia: estudar a composição, a forma, a estrutura e o funcionamento dos seres vivos;
· Genética: estudar as leis de hereditariedade e as anomalias genéticas;
· Microbiologia e imunológica: investigar como microorganismos atuam sobre os seres vivos e os processos internos de defesa do organismo;
· Paleontologia: localizar, identificar e analisar fósseis animais ou vegetais;
· Parasitologia: estudar parasitas causadores de doenças nos animais e plantas;
· Zoologia: estudar a forma de organização e o comportamento de animais;
· Biotecnologia: pesquisar a manipulação genética e processos biológicos

Mercado de trabalho             

Sendo a ecologia como uma das principais preocupações de diversos setores do governo e sociedade, o mercado para biólogos está em alta, com perspectivas de crescimento.           
 No setor privado pode atuar na indústria farmacêutica, hospitais e organizações de meio ambiente e biotecnologia. Muitos estão sendo chamados para trabalho em projetos de recuperação de áreas devastadas, relatórios de impactos ambientais de obras de grande porte e pesquisa médica, com destaque para o setor de imunologia e genética. Qual o salário médio de um biólogo no Brasil? Inicial de R$2.300 a R$3.900,00, dependendo do porte da empresa.
O aluno de ciências biológicas pode optar por três tipos de formação universitária: Instituído pela Resolução 03/1997 do CFBio.

O que faz um biólogo?

O biólogo graduado atua no desenvolvimento de projetos com foco na preservação da vida. Assessora e implanta projetos de proteção ambiental, desenvolve pesquisas científica em instituições públicas ou privadas, trabalha em laboratórios de patologia, museus e zoológicos. Muitos biólogos se especializam no magistério, cursando a licenciatura.

Qual a formação necessária para ser biólogo?

·     bacharelado – habilitação para trabalhar em indústrias e pesquisa.
·     licenciatura – habilitação para dar aulas de ciências em escolas do ensino fundamental  e de biologia no ensino médio;
·     modalidade médica – habilitação para trabalhar em laboratórios de análises clínicas e biológicas para diagnóstico de diversas patologias, ou na pesquisa médica em institutos de pesquisa e na indústria farmacêutica.
Os profissionais que optarem por especialização em cursos de pós-graduação (mestrado e doutorado) têm mais chances de conseguir melhores colocações no mercado de trabalho, em instituições que exijam título de doutor ou mestre.
  
 O Juramento do Biólogo
“Juro pela minha fé e pela minha honra e de acordo com os princípios éticos do Biólogo, exercer as minhas atividades profissionais com honestidade, em defesa da vida estimulando o desenvolvimento Científico, Tecnológico e Humanístico com justiça e paz”

Dia do Biólogo
A profissão de Biólogo foi regulamentada no Brasil pela Lei número 6.684 de 3 de setembro de 1979. Devido à profissão ter sido regulamentada em um 3 de setembro, instituiu-se este o Dia do Biólogo.

Órgão Oficial: Conselho Regional de Biologia 2ª Região RJ/ES:  www.crbio-02.gov.br

quinta-feira

Nem sempre a vida imita a arte

Desde que a arte de representar existe, as profissões são mostradas em peças, filmes, séries e novelas. Algumas vezes elas podem até ser um recorte bem feito dos ofícios. Porém, por mais genial que seja o ator, não se iluda: aquilo é só um fragmento. Gostar do que faz um personagem pode não ser o suficiente para escolher sua profissão.

Nem sempre a vida imita a arteTrabalhar com jornalismo e moda, por exemplo, talvez não seja fazer parte de um universo luxuoso – e ao mesmo tempo infernal, como em "O Diabo Veste Prada". Na medicina, é possível que não haja ideias brilhantes e solução para todos os casos, como acontece com o Dr. House.

De acordo com Idamar Carpinelli, orientadora educacional do Centro de Integração Estudante-Escola (CIEE), é comum gostar de um personagem, seu estilo de vida e seu emprego, mas a decisão pela profissão não pode se basear somente nisso. “Influências da mídia são naturais e podem ser positivas se a profissão tiver a ver com o estudante, mas nem sempre isso acontece”, alerta.

Para não acabar descobrindo que a vida profissional não é exatamente como o filme, deve haver uma consulta a outras fontes de informação: “Isso evitará que a pessoa perca tempo e energia desenvolvendo uma habilidade que nem tem, que é apenas um fascínio”, completa a orientadora.
 Nem sempre a vida imita a arte
Escolhas conscientes Vale lembrar que as produções são mesmo feitas para agradar os espectadores. Assim, é natural que haja uma ligação entre você e Nick Marshall (Mel Gibson), o publicitário do filme “Do que as Mulheres Gostam”, por exemplo.

Foi o que aconteceu com Lucas Prando, estudante do primeiro ano de Publicidade da Cásper Líbero. Para escolher qual faculdade cursar, ele achou que seria legal ser bem sucedido e ter uma rotina livre como a do personagem de Gibson. “O cara que trabalha com a criatividade parece ter mais liberdade”, diz.

“No cursinho e no colégio até existe orientação, mas sempre o foco maior é nas profissões da área de Exatas. Acho que isso me levou para Publicidade. Apesar de não saber muito bem o caminho a seguir, tinha certeza do que não queria – ser mais um engenheiro”, conta Lucas. Para Idamar, a orientação profissional deveria ser responsabilidade da escola, mas nem sempre é o que acontece.

Por isso é importante que o próprio jovem busque informações: “Ler sobre a profissão, conversar com profissionais e professores, assistir aulas nas faculdades, participar de feiras – tudo isso pode dar uma ideia melhor sobre a carreira”, esclarece Idamar.

A escolha da profissão não acontece por mágica. A dica da orientadora de carreira é esquecer o que está na moda – e portanto, na mídia – e investir no autoconhecimento. “Normalmente os jovens querem a profissão da moda, mas ela nem sempre combinará com o perfil do estudante”, conclui.

segunda-feira

Para onde você está conduzindo sua carreira?

Tenho falado muito, em palestras e com clientes, sobre condução e planejamento de carreira, dois temas que tem tudo a ver com stress e qualidade de vida. A abordagem não traz nada de muito novo ou revolucionário, a não ser uma cutucada forte no tripé iniciativa/autoconhecimento/disciplina. Vamos a ela.

Acho espantosa a falta de iniciativa de muitos profissionais. Ao mesmo tempo que aplicam todo seu rigor e tenacidade no trabalho, no que deve ser feito e entregue, na pontualidade e dedicação profissional, pouco ou nada fazem por sua vida pessoal e seu planejamento de carreira. As semanas viram rotinas tediosas de esforço profissional e reclamação pessoal, sem que se faça muito para mudar, para transformar, para redirecionar o trabalho, a carreira e também a vida pessoal. Não está feliz com seu trabalho? Não está aprendendo nada de novo? Tem produzido pouco ou quase nada que se orgulhe? Sua remuneração está aquém do que acha que seu trabalho vale (aqui o exercício de bom-senso é ainda mais importante)? Não se sente sintonizado com seu emprego atual, com o time com quem trabalha ou a empresa onde atua? Se você respondeu “sim” a qualquer uma das perguntas anteriores, responda à esta: o que você tem feito, nos últimos 90 dias, para mudar esta situação?

O primeiro passo é um exercício profundo e verdadeiro de autoconhecimento, de autoanálise. O que gosta e o que não gosta do que faz hoje no trabalho é um começo. Mas tem que ser por escrito. Escrever cria outra dinâmica, pois além de exigir mais reflexão, gera registro e reavaliação posterior. A partir da constatação do que gosta/não gosta, comece a pensar (e escrever) sobre o que quer mudar. Aqui, junto com o autoconhecimento, entra o planejamento de carreira. Ao lado de cada intenção de mudança, crie uma coluna para o “como”, tentando descrever o que você precisa fazer para iniciar o processo de mudança (exemplo: se quer deixar de lado as tarefas burocráticas da sua posição, você pode: (a) tornar isso oficial junto ao seu chefe ou RH da empresa e se candidatar a uma nova função; (b) fazer uma pós que poderá gerar um upgrade profissional, e assim por diante).

Só que não adianta nada começar a planejar as mudanças se você não sabe para onde quer ir. É preciso estabelecer um objetivo de médio prazo. Aonde você quer chegar em 3 a 5 anos na sua carreira? Um exercício muito interessante, que pode preceder o estabelecimento dos objetivos, é a avaliação do grau de satisfação com sua posição atual, na perspectiva de 5 anos atrás. Ou seja, se voltássemos a 2007 e você fosse planejar sua carreira para dali a 5 anos, você colocaria seu status atual de trabalho e carreira como um objetivo a ser perseguido? Se não, o que poderia ter feito de diferente? A partir desta primeira parte, comece a delinear mais claramente onde quer estar em 2017, quais seus objetivos, o que precisa mudar e o que precisa fazer para colocar seu plano de ação em prática.

Outro ponto que me assusta é a falta de disciplina que as pessoas tem com sua vida pessoal e carreira. Isso diz respeito ao equilíbrio entre trabalho e stress, entre vida profissional e pessoal, entre situação atual e planejamento de carreira. Acredito que se colocarmos algo como 20% ou 1/5 de nosso foco e disciplina profissional na vida pessoal, no planejamento de carreira, certamente teremos mais chance de sucesso e felicidade. Um bom exercício para o plano de ação, e que tem ligação com a questão da disciplina, é o do SWOT pessoal. SWOT, como se sabe, vem do inglês Strengths/Weaknesses/Opportunities/Threats (Pontos Positivos/Pontos Negativos/Oportunidades/Ameaças). Os dois primeiros são perspectivas internas e os dois últimos, externas. Fazemos isso para produtos, serviços, análises de cenário e etc. Mas o exercício aqui é colocar você e sua carreira como pontos centrais. De novo, por escrito, de forma honesta e com iniciativa. Quais seus pontos positivos? E quais os negativos? Estes dizem respeito ao seu aspecto interno, ou seja, você como profissional. E na perspectiva externa, do cenário, do entorno, quais as oportunidades e ameaças em sua carreira? Aqui entram os aspectos ligados à equipe que você tem, à sua empresa, ao segmento onde atua. A partir disso, o que você pode fazer para minimizar seus pontos negativos e maximizar as oportunidades no ambiente externo? Tudo isso é parte de planejamento de carreira. Para funcionar, tem que ser feito de peito aberto, com rigor e vontade, com esmero analítico e registro, por escrito, com a mesma disciplina e seriedade usadas para o trabalho.

A partir destes exercícios você terá uma boa análise sobre si mesmo, seu status atual de carreira, para onde quer ir e como pode começar a se mexer. Mais do que isso, terá um documento escrito, que poderá (e deverá) ser reavaliado constantemente, ao menos uma vez a cada 3 meses. Pois da mesma forma que aplicamos reavaliações periódicas aos planos de ação do trabalho, devemos medir o nosso progresso e eficiência relacionados ao planejamento de carreira. Se você traça um objetivo para daqui a 3 anos, isso significa fazer por volta de 12 reavaliações (uma a cada trimestre), com atualizações e sintonia fina do plano original.

Como escrevi no início, trata-se de um tripé de grande valor para o planejamento de carreira: iniciativa/autoconhecimento e disciplina. Algo que não é usual para muitos profissionais, tampouco fácil de ser posto em prática. Você pode fazer isso sozinho, ou com o auxílio de um profissional especializado, um coach. Mas não deixe de fazer. Os benefícios são certos.

Não espere ser chamado por um headhunter (caçador de cabeças, na tradução literal) para mudar seu destino, rever sua satisfação no trabalho atual ou renegociar sua posição na empresa atual. Aja agora, proativamente. Seja seu próprio fatehunter (caçador de destino).

Você deve achar o melhor em si mesmo e trazê-lo à tona.
Isto é o que lhe é dado – uma vida para viver.
Marx nos ensina a culpar a sociedade por nossas fragilidades;
Freud nos ensina a culpar nossos pais por nossas fragilidades;
A astrologia nos ensina a culpar o universo.
O único lugar onde podemos procurar a culpa é no interior: você não teve a coragem de revelar sua lua cheia e viver a vida que era o seu potencial.
Joseph Campbell
 

PIT

O Pit - Programa de Integração ao Trabalho das Faculdades São José tem como objetivo preparar e integrar o aluno para o mercado de trabalho, transmitir experiência profissional através de palestras, oficinas e workshops, além de captar vagas e supervisionar os estágios, também atua dando orientações e preparando os alunos para processos seletivos de estágios e empregos.