A maioria dos gestores preferem pessoas que tenham vontade de aprender, do que aquelas com grande capacidade de aprendizado. No dia a dia profissional, as pessoas que têm ânimo e desejo de aprender superam as que têm grande potencial. Além disso, quem vai atrás de soluções e costuma adquirir novas habilidades constantemente ganha destaque no mercado de trabalho.
Se você é o tipo de pessoa que tem um grande potencial, mas não o desenvolve, é preciso considerar se a sua atividade tem a ver com o que você realmente gosta. Recomendo que vocês aprendam uma coisa nova a cada dia. Pode ser um Phrasal Verb ou uma expressão idiomática em inglês, alguma palavra nova em Português, determinado conceito técnico do trabalho ou alguma informação retirada de um livro, por exemplo. Durante o ano você terá entre 200 e 220 oportunidades de aprendizado. Imagine isso em um, dois, cinco anos? Realmente vai fazer uma diferença de aprendizado!
26 Janeiro 2012
24 Janeiro 2012
Empresa Júnior: a prática dentro das universidades
Dentro das instituições de ensino, as empresas juniores despertam curiosidade. Para muitos, elas parecem ser apenas uma empresa de mentirinha, na qual os alunos brincam de trabalhar – o que logicamente não é verdade: o trabalho é sério e exige muito esforço e dedicação por parte dos seus membros.
Mas o que levaria jovens a trabalhar por horas, sem remuneração? Exatamente a oportunidade de estar trabalhando! Muitos alunos entram na faculdade e estão ávidos para colocar em prática aquilo que estão aprendendo na sala de aula, saber se são bons naquilo com que pretendem trabalhar, exercer cargos de liderança e cumprir compromissos e horários. É a empresa júnior que pode oferecer tais experiências aos alunos.
Além disso, os estudantes buscam um diferencial no currículo e a oportunidade de aumentar o networking, conhecendo alunos de outros semestres e fazendo amizades até com estudantes de outras faculdades. A RH Junior Consultoria, por exemplo, une estudantes da Fundação Getulio Vargas e da Universidade Presbiteriana Mackenzie.
O que você pode estar se perguntando é: quais são os benefícios que uma empresa júnior agrega à formação acadêmica? A experiência tem inúmeras vantagens, dentre elas, a aproximação com a vida empresarial, o desenvolvimento técnico e interpessoal do aluno e a capacidade de aplicar a teoria na prática.
É importante destacar que essas empresas são geridas exclusivamente pelos alunos graduandos, apesar de contarem com auxílio de professores e profissionais especializados. Dessa forma, os próprios alunos são os responsáveis pela administração da empresa, pela delegação e divisão de tarefas, pela participação em reuniões com clientes e parceiros e pela resolução de problemas verificados no âmbito empresarial.
O aluno tem a possibilidade de vivenciar a realidade empresarial de maneira direta e antecipada. Na maioria das vezes, ele se torna mais apto a solucionar problemas e lidar com situações do dia a dia das empresas, do que aqueles que não participaram de uma empresa desse gênero.
18 Janeiro 2012
Mostre a sua cara!
Os requisitos solicitados em processos seletivos, de forma geral, são quase sempre os mesmos: trabalhar bem em equipe, ter espírito de liderança, ter boa comunicação e proatividade. Essas competências de fato são importantes, mas poucas pessoas possuem todas elas bem desenvolvidas – o que é normal. O problema é imaginar que, durante o recrutamento, é preciso fingir ser bom em tudo para conquistar a oportunidade.
“O candidato pode se mostrar motivado, vender a ideia de que aquele cargo é exatamente o que ele procura, mas tentar ser outro para atender às expectativas da vaga nunca será o melhor a fazer”, indica Edson Félix, consultor de carreiras. “Vale lembrar que se mostrar muito interessado na vaga é diferente de se mostrar desesperado por ela”, acrescenta.
Qualquer seleção já traz naturalmente uma carga de tensão para quem esta sendo avaliado e o esforço psicológico ainda é maior quando um candidato tenta forçar algo. “É como contar mentiras: parece fácil, mas se formos colocados sob pressão, sempre deixaremos uma ponta sem nó e logo saberão que estamos mentindo”, destaca Félix.
Ainda de acordo com ele, fingir ser algo diferente não costuma funcionar. “Assumir uma vaga em uma empresa é como vestir uma camiseta, se ela for apertada você vai conseguir colocá-la, porém, ela incomodará”, brinca. “Com a carreira não é diferente. Mesmo que consiga convencer o recutador e seja aprovado, ao longo do tempo você terá uma enorme dificuldade para atingir as suas metas, ficará desmotivado e não estará satisfeito profissionalmente”, completa.
Seja você mesmo! – É natural que todos os participantes de uma seleção queiram agradar ao recrutador e tentem evidenciar que possuem os requisitos necessários para a vaga. Mas só quem realmente se identifica com a oportunidade demonstrará com naturalidade tais competências – e isso será percebido pelo recrutador.
Para que o candidato mostre que tem personalidade e, ao mesmo tempo, se destaque na entrevista, Félix recomenda ter clareza sobre os fatores necessários para atender aos requisitos da vaga. Também é fundamental analisar as qualidades dos possíveis concorrentes. “Quando estiver confiante e preparado para um processo seletivo, o candidato mostrará personalidade e, por consequência, ganhará pontos com o recrutador”, afirma.
De acordo com o consultor, o candidato leva vantagem sempre que decide ser ele mesmo durante a seleção. Se estiver dentro do perfil, o interessado terá grandes chances de ser escolhido. Caso não esteja, absorverá o máximo de informações durante o processo e depois poderá usá-las para avaliar o que melhorar em uma próxima oportunidade, até mesmo escolhendo vagas mais compatíveis.
“A vantagem em ser autêntico está na probabilidade maior de se descobrir como profissional, utilizando suas reais habilidades direcionadas ao que realmente gosta e sabe fazer”, conclui.
“O candidato pode se mostrar motivado, vender a ideia de que aquele cargo é exatamente o que ele procura, mas tentar ser outro para atender às expectativas da vaga nunca será o melhor a fazer”, indica Edson Félix, consultor de carreiras. “Vale lembrar que se mostrar muito interessado na vaga é diferente de se mostrar desesperado por ela”, acrescenta.
Qualquer seleção já traz naturalmente uma carga de tensão para quem esta sendo avaliado e o esforço psicológico ainda é maior quando um candidato tenta forçar algo. “É como contar mentiras: parece fácil, mas se formos colocados sob pressão, sempre deixaremos uma ponta sem nó e logo saberão que estamos mentindo”, destaca Félix.
Ainda de acordo com ele, fingir ser algo diferente não costuma funcionar. “Assumir uma vaga em uma empresa é como vestir uma camiseta, se ela for apertada você vai conseguir colocá-la, porém, ela incomodará”, brinca. “Com a carreira não é diferente. Mesmo que consiga convencer o recutador e seja aprovado, ao longo do tempo você terá uma enorme dificuldade para atingir as suas metas, ficará desmotivado e não estará satisfeito profissionalmente”, completa.
Seja você mesmo! – É natural que todos os participantes de uma seleção queiram agradar ao recrutador e tentem evidenciar que possuem os requisitos necessários para a vaga. Mas só quem realmente se identifica com a oportunidade demonstrará com naturalidade tais competências – e isso será percebido pelo recrutador.
Para que o candidato mostre que tem personalidade e, ao mesmo tempo, se destaque na entrevista, Félix recomenda ter clareza sobre os fatores necessários para atender aos requisitos da vaga. Também é fundamental analisar as qualidades dos possíveis concorrentes. “Quando estiver confiante e preparado para um processo seletivo, o candidato mostrará personalidade e, por consequência, ganhará pontos com o recrutador”, afirma.
De acordo com o consultor, o candidato leva vantagem sempre que decide ser ele mesmo durante a seleção. Se estiver dentro do perfil, o interessado terá grandes chances de ser escolhido. Caso não esteja, absorverá o máximo de informações durante o processo e depois poderá usá-las para avaliar o que melhorar em uma próxima oportunidade, até mesmo escolhendo vagas mais compatíveis.
“A vantagem em ser autêntico está na probabilidade maior de se descobrir como profissional, utilizando suas reais habilidades direcionadas ao que realmente gosta e sabe fazer”, conclui.
16 Janeiro 2012
Período de férias pode ser propício para alavancar carreiras
Nas férias, muita gente aproveita para descansar e passear. No entanto, esse período livre pode ser utilizado pelo profissional para realizar um aprimoramento na carreira. Mas, para que essa dedicação a mais à carreira possa valer a pena é preciso refletir sobre os motivadores internos, além de haver planejamento e acordo prévio com a família do profissional, de acordo com o diretor-presidente da Caliper Brasil, José Geraldo Recchia.
"Para descobrir quais são seus motivadores internos, comece a prestar atenção no que você faz de melhor e no que o deixa feliz. Reflita sobre as situações em que é elogiado, no ambiente profissional e/ou fora dele. Há pessoas que se satisfazem solucionando problemas, outras mostram competência para persuadir e vender ideias. Há ainda aquelas que se alimentam dos elogios e do reconhecimento e os profissionais que se realizam ao criar ou ao implantar algo novo, bem como, os autônomos que não precisam receber orientações o tempo todo", ensina.
Ele pontua que depois de o profissional descobrir e ter clareza sobre onde está e o que precisa fazer para ser bem-sucedido no trabalho é hora de conversar com a família e expor as razões que o levam a dedicar parte de suas férias para impulsionar a carreira. Depois disso é preciso ir a campo e identificar onde e como obter o conhecimento que falta. "Nem sempre o conhecimento que se busca está formatado em um curso, por exemplo. Porém, a internet, livros, revistas e eventos são fontes preciosas de informações. Outra opção é conseguir um tutor e 'grudar' nele, ou seja, encontrar alguém que entenda muito do tema desejado e solicitar apoio", indica José Geraldo Recchia.
A ansiedade exagerada pelas férias pode ser um indicador de que o profissional não está satisfeito com sua carreira, sua posição dentro da empresa ou com seu próprio emprego. Para checar se está satisfeito com sua escolha profissional, a Caliper Brasil propõe algumas questões. Caso a resposta para a pergunta 'Estou satisfeito com meu trabalho atual?' seja não ou 'mais ou menos', o próximo passo é avaliar: deseja continuar ou não na profissão? Se sim, deve analisar o que precisa aprender para avançar na carreira. Conversas com pessoas que estejam na posição desejada, chefias e profissionais dos departamentos de recursos humanos podem ajudam a encontrar a resposta. "A necessidade de conhecimento pode ser técnica ou comportamental", explica Recchia.
Colaboradores de empresas com sedes em outros estados ou países podem aproveitar a pausa para conhecer outras unidades. Nesse caso, os ganhos são multiplicados, pois ao mesmo tempo em que buscam novos conhecimentos, os visitantes também deixam suas impressões e a troca é muito benéfica tanto para o empregador quanto para o empregado. Algumas empresas, inclusive, custeiam esse tipo de intercâmbio.
Identificação e desenvolvimento de talentos
O reconhecimento, por parte das empresas, aos colaboradores que usam suas férias para voltarem mais preparados, varia de organização para organização. Para Recchia, todas deveriam valorizar esse comportamento que é vantajoso para ambas as partes. "O profissional que utiliza seu período de descanso para buscar o crescimento ganha tempo, melhora o desempenho de suas atividades e incentiva outras pessoas a seguirem o exemplo dele", avalia.
Os meses de dezembro, janeiro e fevereiro são uma oportunidade para as empresas planejarem o desenvolvimento de suas equipes. Para José Geraldo Recchia, as organizações que encorajam seus colaboradores a alcançarem seus potenciais obtêm como resultado: profissionais mais satisfeitos, desempenhando funções condizentes aos seus motivadores e pontos fortes, com consequentes ganhos de produtividade e lucro.
No nível operacional, um profissional satisfeito com sua função, competente e bem qualificado, diminui as perdas com matéria-prima, a necessidade de reparos em maquinários e os gastos com insumos como água e energia. Além disso, a relação entre os pares torna-se muito melhor e o ambiente mais motivador.
No setor administrativo, os ganhos ocorrem pela diminuição de retrabalhos e pagamento de multas advindas de erros na emissão de notas fiscais /recolhimento de impostos, por exemplo. Na área comercial, um vendedor sem a competência necessária e técnicas de abordagem corretas pode gerar resultados desastrosos, como a perda de vendas e danos à imagem da empresa, à marca e ao produto. Já um líder inadequado que não inspira pessoas impacta diretamente nos resultados da empresa pelo não alcance das metas estabelecidas.
Fonte: administradores
"Para descobrir quais são seus motivadores internos, comece a prestar atenção no que você faz de melhor e no que o deixa feliz. Reflita sobre as situações em que é elogiado, no ambiente profissional e/ou fora dele. Há pessoas que se satisfazem solucionando problemas, outras mostram competência para persuadir e vender ideias. Há ainda aquelas que se alimentam dos elogios e do reconhecimento e os profissionais que se realizam ao criar ou ao implantar algo novo, bem como, os autônomos que não precisam receber orientações o tempo todo", ensina.
Ele pontua que depois de o profissional descobrir e ter clareza sobre onde está e o que precisa fazer para ser bem-sucedido no trabalho é hora de conversar com a família e expor as razões que o levam a dedicar parte de suas férias para impulsionar a carreira. Depois disso é preciso ir a campo e identificar onde e como obter o conhecimento que falta. "Nem sempre o conhecimento que se busca está formatado em um curso, por exemplo. Porém, a internet, livros, revistas e eventos são fontes preciosas de informações. Outra opção é conseguir um tutor e 'grudar' nele, ou seja, encontrar alguém que entenda muito do tema desejado e solicitar apoio", indica José Geraldo Recchia.
A ansiedade exagerada pelas férias pode ser um indicador de que o profissional não está satisfeito com sua carreira, sua posição dentro da empresa ou com seu próprio emprego. Para checar se está satisfeito com sua escolha profissional, a Caliper Brasil propõe algumas questões. Caso a resposta para a pergunta 'Estou satisfeito com meu trabalho atual?' seja não ou 'mais ou menos', o próximo passo é avaliar: deseja continuar ou não na profissão? Se sim, deve analisar o que precisa aprender para avançar na carreira. Conversas com pessoas que estejam na posição desejada, chefias e profissionais dos departamentos de recursos humanos podem ajudam a encontrar a resposta. "A necessidade de conhecimento pode ser técnica ou comportamental", explica Recchia.
Colaboradores de empresas com sedes em outros estados ou países podem aproveitar a pausa para conhecer outras unidades. Nesse caso, os ganhos são multiplicados, pois ao mesmo tempo em que buscam novos conhecimentos, os visitantes também deixam suas impressões e a troca é muito benéfica tanto para o empregador quanto para o empregado. Algumas empresas, inclusive, custeiam esse tipo de intercâmbio.
Identificação e desenvolvimento de talentos
O reconhecimento, por parte das empresas, aos colaboradores que usam suas férias para voltarem mais preparados, varia de organização para organização. Para Recchia, todas deveriam valorizar esse comportamento que é vantajoso para ambas as partes. "O profissional que utiliza seu período de descanso para buscar o crescimento ganha tempo, melhora o desempenho de suas atividades e incentiva outras pessoas a seguirem o exemplo dele", avalia.
Os meses de dezembro, janeiro e fevereiro são uma oportunidade para as empresas planejarem o desenvolvimento de suas equipes. Para José Geraldo Recchia, as organizações que encorajam seus colaboradores a alcançarem seus potenciais obtêm como resultado: profissionais mais satisfeitos, desempenhando funções condizentes aos seus motivadores e pontos fortes, com consequentes ganhos de produtividade e lucro.
No nível operacional, um profissional satisfeito com sua função, competente e bem qualificado, diminui as perdas com matéria-prima, a necessidade de reparos em maquinários e os gastos com insumos como água e energia. Além disso, a relação entre os pares torna-se muito melhor e o ambiente mais motivador.
No setor administrativo, os ganhos ocorrem pela diminuição de retrabalhos e pagamento de multas advindas de erros na emissão de notas fiscais /recolhimento de impostos, por exemplo. Na área comercial, um vendedor sem a competência necessária e técnicas de abordagem corretas pode gerar resultados desastrosos, como a perda de vendas e danos à imagem da empresa, à marca e ao produto. Já um líder inadequado que não inspira pessoas impacta diretamente nos resultados da empresa pelo não alcance das metas estabelecidas.
Fonte: administradores