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terça-feira

Como enviar um currículo por e-mail


         
           O currículo é um documento que organiza as informações profissionais de maneira sucinta, clara e objetiva. Atualmente a maioria das empresas recebe o documento pelo site ou por e-mail. Você tem um bom currículo, mas não é chamado para nenhuma entrevista de emprego? O erro pode estar na maneira como o documento é enviado.

          Segundo especialistas em Recursos Humanos, para garantir que o seu currículo seja visto, é preciso atenção a algumas regras no e-mail de encaminhamento:

- O texto de apresentação deve ser breve, profissional e formal.

- Escrever a profissão, solicitação de entrevista pessoal e um breve resumo do currículo, com informações sobre formação, cursos extracurriculares relevantes ao cargo e experiência profissional.

- A referência ou título do e-mail deve conter a palavra CV, o nome da pessoa e área de atuação, salvo instruções da empresa em contrário.

- Caso a empresa solicite Pretensão Salarial, coloque no meio do e-mail.

- Atenção às instruções do recrutador sobre inserir o documento no corpo do e-mail ou em anexo. Mensagens em desacordo provavelmente não serão lidas.

- Caso haja solicitação de foto, o melhor é enviar junto com o currículo em PDF, que é um arquivo mais seguro. Lembre-se de salvar o documento com o seu nome e função. Por exemplo: Arnaldo_silva_contador.pdf.  Assim fica mais fácil para o recrutador identificá-lo após salvar o documento nos arquivos de RH.

- Não use endereços de e-mail informais, como lindinhadatitia@xxx.com.br ou gatosurfista_2000@xxx.com.br. Se você não tem outro e-mail é recomendável que abra um novo, com nome e sobrenome, sem apelidos.

- Não anexe o currículo sem dizer nada na mensagem. Preencha corretamente o assunto e siga as regras acima para escrever no corpo do e-mail.

- Preste atenção ao anúncio: “mande seu currículo em anexo” ou “mande seu currículo no corpo do e-mail”, coloque o “cargo no assunto” e outras instruções devem ser observadas com cuidado pelo candidato.

- Evite o laconismo: não seja econômico demais nas palavras e evite erros clássicos como “Segue em anexo meu currículo conforme solicitado.”. As palavras “segue” e “anexo” não devem ficar juntas na mesma frase, pois têm o mesmo significado. Algo como “Sou formado em Turismo pelas Faculdades São José desde 2010...” ou “Trabalho com suporte de TI há 5 anos...”, ou ainda: “Conheço profundamente o sistema SAP” aumentam muito as suas chances.

- Se não responderem após uma semana, você pode enviar um novo e-mail perguntando se o processo seletivo foi encerrado. Se mesmo assim não responderem, acredite: você não foi selecionado, não insista.

- Revise o conteúdo quantas vezes foram necessárias, mas nunca mesmo envie mensagens com erros de português e links quebrados.

         Ainda tem dúvidas? Segue um exemplo prático de como responder a uma solicitação de envio de currículo para o cargo “Analista de Sistemas”:

“Assunto:
Vaga de Analista de Sistemas

Texto:
Prezados Senhores

Tomei conhecimento da vaga de Analista de Sistemas oferecida no site da sua organização, e estou encaminhando meu currículo para análise.

Trabalho na função há 5 anos, tendo domínio das diversas plataformas solicitadas no seu anúncio. Sou formado em Análise de Sistemas nas Faculdades São José, e desde então tenho desenvolvido minha carreira nesta área, buscando sempre a atualização dos meus conhecimentos e especialização. Tenho um perfil de acordo com as especificações da vaga e busco uma oportunidade em sua empresa, onde meus conhecimentos e métodos de trabalho possam ser aproveitados de maneira adequada, de modo a contribuir para o sucesso da instituição.

 Also, as you pointed as required, I speak English fluently and I’m available for an interview or further contacts.

 Agradeço a oportunidade de concorrer a este processo seletivo, e me coloco à disposição para esclarecimentos adicionais.

Atenciosamente,
seu nome
seu telefone
seu perfil LinkedIn"

quinta-feira

Carta de Apresentação: o seu cartão de visita


          A carta de apresentação é o cartão de visita do candidato. Deve ser enviada quando há interesse em alguma vaga ou quando enviamos o currículo via e-mail. A importância dada ao documento pode variar de acordo com a política da empresa: enquanto algumas ignoram totalmente, outras tomam como decisiva para a contratação.

Uma carta de apresentação bem redigida, porém, é o primeiro contato com as habilidades de comunicação do candidato e, em alguns casos, pode até mesmo eliminar o currículo. A formatação não tem mistério, por ser um modelo de carta comercial padrão:

1) A primeira coisa é colocar o nome do destinatário: pessoa ou empresa (tenha a certeza que está correto). Caso o nome da empresa não tenha sido divulgado, comece com "Caro recrutador" ou "Prezado empregador".

2) Descreva suas características profissionais de modo que chamem a atenção do recrutador, destacando as habilidades solicitadas para a vaga disponível.

3) Para a versão impressa, o papel deve ser A4, fundo branco e as fontes mais usadas são Times New Roman e Arial, tamanho 12.

4) No primeiro parágrafo, descreva o motivo pelo qual está mandando o currículo, como ficou sabendo da oportunidade e área em que deseja atuar, ressaltando o seu interesse na vaga.

5) O segundo parágrafo deve conter a sua formação, experiência, qualidades, competências e objetivos em linguagem clara e simples.

6) O terceiro parágrafo é a despedida, colocando-se à disposição para um encontro ou entrevista. 

Neste documento não passa despercebido ao recrutador a coesão, coerência e conhecimentos do idioma ao escrever. Por isso revise o documento quantas vezes foram necessárias para evitar erros de ortografia, se precisar, peça ajuda a um revisor profissional ou pessoa de sua confiança. Lembre-se de que a primeira impressão é a que fica. 



terça-feira

O que impede a sua evolução profissional?

http://blog.sucessoclub.com.br
          
          Sucesso. Esta palavrinha mágica, que move o mundo, não chega por acaso e representa vencer barreiras e superar dificuldades. Muitas ações aparentemente simples, porém, podem impedir a sua escalada e evolução profissional. Não existe fórmula, mas especialistas concordam que algumas posturas determinam se uma pessoa vai ter mais sucesso na profissão do que outras:

FALTA DE OBJETIVOS - É mais fácil evoluir quando temos objetivos definidos. A maioria das pessoas não sabem para onde estão indo e não definem metas de curto prazo. Manter-se fiel aos objetivos faz com que as barreiras sejam vistas como oportunidade de superação.

IMEDIATISMO - Temos a tendência de querer resolver tudo pra ontem, sem pensar no que estamos construindo. Não devemos nos limitar a apagar os incêndios que aparecem a todo momento no cotidiano. Ao contrário, é preciso plantar primeiro para colher depois.

NÃO PRIORIZAR - Pessoas que lidam com objetivos múltiplos e executam várias tarefas ao mesmo tempo precisam rever o senso de urgência. É importante definir o que é prioridade e ter foco nos prazos.

DESISTIR - Todos temos momentos de fraqueza, em que pensamos em desistir. Não caia nessa! Use as dificuldades para se fortalecer e procure motivações para finalizar suas tarefas.

CULPAR OS OUTROS - É muito comum pessoas que tentam se justificar pelas ações dos outros. Assumir os erros e reverter a situação para aprendizado é um grande passo para a evolução na carreira.

NÃO SE ATUALIZAR - Profissionais que não buscam especialização ou atualização constantes correm o sério risco de ficar para trás no mercado de trabalho. Cursos de pós-graduação, de extensão, cursos livres fazem com que o profissional sinta-se seguro para executar as tarefas diárias e tenha perspectivas de futuro, gerando mais oportunidades e, consequentemente, motivação.

NÃO PEDIR AJUDA - Pedir ajuda não é sinal de fraqueza. Ao contrário, significa que você é humilde em admitir alguma falha e está disposto a aprender. Pedir ajuda é sinal de coragem, iniciativa e coleguismo, além de desenvolver o senso de equipe e estimular o compartilhamento de informações e conhecimento. 


sexta-feira

Quem tem pós-graduação ganha mais!





          Pesquisas mostraram que profissionais com MBA ou pós-graduação ganham mais. A consultoria Robert Half entrevistou executivos brasileiros de alta e média gerência e constatou que 30% receberam aumento entre 20% e 50% após a conclusão destes tipos de cursos. Em alguns casos a diferença chega a 100%.

          Há algum tempo a graduação era o diferencial. Hoje, a especialização é praticamente requisito básico no mercado. Mas não basta fazer os cursos; os conhecimentos adquiridos somente serão compensados se o funcionário aplicar o que foi aprendido e melhorar a sua eficiência no trabalho.

          A pós-graduação é uma chance de aprimoramento, ascensão profissional, além das vantagens financeiras. No Brasil há dois tipos de pós-graduação:

1)    Lato Sensu – conhecida como especialização ou MBA – curso que segue a graduação, com o objetivo técnico profissional mais específico. Destinam-se ao treinamento em determinado ramo, com foco no domínio técnico de área do saber ou da profissão.

2)    Stricto Sensu – Mestrado e Doutorado – conduz à obtenção de grau acadêmico, visando aprofundar a formação, dedicado ao estudo de algum objeto de pesquisa.

          Para o gerente da Robert Ralf, nos processos de seleção, as empresas valorizam: experiência profissional, evolução na carreira, idiomas fluentes, cursos de especialização e comportamento, nesta ordem. 

          Os cursos de pós-graduação fazem a diferença na maioria das carreiras. Quem pretende se destacar no mercado de trabalho pode se preparar para frequentar a escola por mais um ou dois anos depois da faculdade. No mercado atual, de constantes mudanças, é fundamental estar atualizado. Os cursos de pós-graduação aumentam a empregabilidade, pois têm foco em ferramentas que possibilitam ao profissional implantar melhorias nos processos e ter mais agilidade e eficiência na tomada de decisões no ramo de negócio em que está inserido.

          Afinal, a sua evolução profissional não pode parar!


quinta-feira

Qual o melhor momento para trocar de carreira?


          Uma pesquisa feita pela Pactive Consultoria com 1.006 pessoas em 22 estados brasileiros revela que 32% dos entrevistados já pensaram em começar uma carreira diferente, algumas vezes, e 26%, muitas vezes. O estudo também apontou que 65% deles gostariam de fazer algo mais ligado ao perfil e personalidade.

          Seja por insatisfação profissional ou motivos pessoais, alguns simplesmente ousam e mudam de carreira, jogando para o alto anos de experiência. Se você não gosta do que faz ou pretende se aventurar em outros mercados de trabalho, fique atento às dicas dos especialistas antes de “chutar o balde”.

TENHA CERTEZA – Antes da tomada de decisão é preciso refletir para saber se este sentimento não é momentâneo, cansaço ou decepção com o chefe, equipe ou a empresa. Lembre-se de que algumas coisas são comuns a qualquer empresa e lidar com pessoas é muito difícil.

PLANEJE – Estudar o mercado e fazer cursos de especialização ou atualização são fundamentais para ser bem-sucedido na transição. Procure avaliar os pontos fortes e fracos, principais competências e pesquisar perfis das vagas em aberto, sempre de olho nas tendências.

FAÇA NETWORKING – Entre em contato com profissionais da área pretendida e converse sobre as principais atividades e atribuições da carreira. Além de trocar informações, você também amplia a sua rede.

TENHA UMA RESERVA DE DINHEIRO – Um momento de mudança de carreira exige dedicação e, algumas vezes tempo. Até chegar ao cargo desejado, tudo pode acontecer, inclusive nada! Esteja preparado para eventuais períodos de “vacas magras”.

E SE TUDO DER ERRADO? - Caso a mudança não atenda às expectativas, é sempre possível retornar à profissão anterior ou até mesmo conciliar as duas!

          O melhor momento para trocar de carreira é quando você está preparado e tem a consciência de que precisa insistir na mudança para ser feliz. Outros dados da pesquisa mostram que 31% das pessoas não mudam por medo de arriscar, 16% não têm certeza do que gostam e 16% reconhecem que não possuem qualificação adequada.

quarta-feira

Hora do almoço: ética e produtividade no cardápio




          Todo trabalho contínuo e que exceda 6 horas deve prever um intervalo para alimentação de, no mínimo, 1 hora por dia, salvo se houver acordo escrito ou convenção coletiva. A hora do almoço não conta como hora trabalhada, mas como horário interlaborial, ou seja, serve para compor as horas trabalhadas por dia, e é um direito do funcionário, segundo a CLT - Consolidação das Leis do Trabalho.

         Um dos momentos mais esperados do horário de expediente, a hora do almoço é excelente para melhorar a sua produtividade e networking. Evite comer diante do computador e aproveite o tempo para sair com os colegas, descansar dos afazeres, fazer compras ou pagar contas. Um intervalo entre as suas atividades tornará o seu dia mais produtivo, mas deve ser bem planejado, sempre de olho no relógio, para não abalar a sua imagem profissional.

SAIA – continuar no local de trabalho durante o horário de almoço significa que você está trabalhando! Procure sair à rua ou, se tiver que comer na empresa, vá para outro local, como refeitórios ou mesa de colegas. Algumas organizações proíbem a permanência no posto de trabalho para evitar contestações futuras e solicitações de  pagamento por hora extra.

APRECIE A COMIDA – nada de ficar respondendo e-mails no celular ou conversar sobre o trabalho nesta hora. Concentre-se no alimento, buscando uma pausa real nas suas atividades, evitando as tecnologias. Evite comidas pesadas ou gordurosas, que irão interferir negativamente na sua produtividade. Para manter o ânimo tome um cafezinho e não dispense uma bela sobremesa!

NÃO ESTIQUE O HORÁRIO – qualquer atraso pode ser mal visto e passar uma imagem negativa, de irresponsabilidade ou falta de comprometimento. É preciso ter atenção aos horários e justificar os atrasos ao seu chefe imediato, principalmente se o seu atraso acarretar em sobrecarga para outros colegas. 

Bom apetite!


     


terça-feira

Qual a sua pretensão salarial?



          Muitos anúncios de emprego não divulgam a remuneração e pedem que a pretensão salarial seja incluída no currículo. A famosa frase "salário a combinar", porém não é leilão. Geralmente quando uma empresa precisa de profissional qualificado, deixa o salário em aberto, mas em conformidade com o plano de cargos que toda empresa bem estruturada possui.

          No primeiro contato, a preocupação deve em corresponder às expectativas da empresa em relação à qualificação e adequação à vaga. O ideal é que este tópico entre num segundo momento: na entrevista. Trata-se de assunto delicado e de caráter eliminatório. O mercado de trabalho muda muito rápido, novas profissões foram criadas, mas a pretensão salarial continua sendo um tabu no processo seletivo.

          Mas então, o que o candidato deve fazer?

PRETENSÃO SALARIAL NO CURRÍCULO- o desenvolvimento e apresentação do currículo é a primeira impressão que a empresa terá de você, e o cuidado na preparação do documento deve ser redobrado. Não existe regra, mas o local mais usado para inserir a pretensão salarial é em "Dados Pessoais". Normalmente na última linha, em forma de moeda, mas somente se a pretensão for solicitada pela empresa. Geralmente é melhor discutir este assunto pessoalmente, mas se o anúncio da vaga solicitar, não deixe de colocar, sob pena do seu currículo ser descartado na fase inicial. Supervalorizar ou desvalorizar é um risco que todo candidato teme. Para amenizar e abrir mais o leque de negociação, pode escrever entre parênteses: "negociável".

PRETENSÃO SALARIAL NA ENTREVISTA - O candidato não precisa falar sobre salário quando não for questionado. Especialistas alertam que o profissional deve aproveitar o momento para mostrar que conhece o mercado em que está inserido, sua trajetória e resultados. O consultor Max Gheringer recomenda que o número mais baixo deve ser o mínimo que você aceitaria, e o valor mais alto não deve passar de 30% a mais deste valor. Caso o entrevistador diga que sua expectativa está acima do que a empresa pode pagar, pergunte sobre as oportunidades de carreira, benefícios e vantagens. Dependendo da resposta, talvez valha a pena começar com um valor abaixo do pretendido, pois muitas empresas oferecem convênios, bônus, custeio de estudos e outros.

          A pretensão serve como filtro, um funil utilizado para as empresas avaliarem quem pode trazer mais por menos. Os profissionais devem fazer uma pesquisa prévia de mercado em sites ou jornais para saber a média da função ou consultar colegas com cargos semelhantes. Os que já estão empregados e querem mudar de emprego,  adicionar 20% a mais do que o salário atual como compensação pelo risco de troca de empresa.

          Se você inserir uma pretensão salarial muito acima ou muito abaixo da média, isso pode ser interpretado como se você não tivesse noção da realidade do mercado da área de atuação. Também não vale escrever uma coisa no currículo e mudar de ideia na entrevista, tentando renegociar depois. Se a empresa tiver interesse nas suas qualificações, possivelmente apresentará uma contraproposta, relativizando com os desafios, exigências e metas a serem cumpridas na função que está sendo oferecida.

 

PIT

O Pit - Programa de Integração ao Trabalho das Faculdades São José tem como objetivo preparar e integrar o aluno para o mercado de trabalho, transmitir experiência profissional através de palestras, oficinas e workshops, além de captar vagas e supervisionar os estágios, também atua dando orientações e preparando os alunos para processos seletivos de estágios e empregos.