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sexta-feira

Como fazer um Currículo


Aprenda como fazer um currículo, a porta de entrada para qualquer vaga de emprego.


O currículo é a porta de entrada para qualquer vaga de emprego e deve ser uma das primeiras coisas a se fazer ou atualizar na hora de ir à procura de um novo trabalho. Ele deve ser objetivo e conter somente informações verdadeiras, que possam ser comprovadas de alguma maneira.

Ao escrever um currículo, é necessário ter em mente quais são suas principais qualidades e incluir apenas as informações relevantes, evitando currículos de várias páginas e sem objetividade.

É importante também agrupar claramente os dados de acordo com a importância de cada um deles. Agrupar as informações em blocos é uma das opções para separar o conteúdo.

“O que muita gente acaba achando é que existe um modelo perfeito de currículo, porém isso é relativo”, destaca Selma Fredo, consultora da DBM, empresa especializada em consultoria e avaliação de carreira. “Os currículos até podem seguir uma tendência, mas ainda assim esse formato é maleável. Hoje os currículos estão muito ajustados às necessidades da empresa e ao perfil do profissional”, afirma.

O formato mais conhecido para elaboração de um currículo é o que apresenta a informação em ordem cronológica e separada por blocos. Confira como fazer e o que colocar em cada bloco do seu currículo:


DADOS

Nome
E-mail
Telefone
Endereço

OBS: Idade, estado civil e número de documentos não são informações relevantes neste momento e podem ser omitidas do currículo.

OBJETIVO

Neste bloco é importante mostrar em poucas palavras e de maneira objetiva qual o setor de interesse e qual a área específica em que você está apto a trabalhar. “Se você não coloca nada, quem vai ler não consegue interpretar quais são seus diferenciais e qual a sua área de atuação”, destaca Selma.

QUALIFICAÇÕES

Esta seção pode ser considerada o índice do seu currículo. Ela vai abordar os principais pontos e realizações do profissional. “Se o candidato consegue fazer bem esse bloco, poderá se destacar entre os demais participantes de um processo de seleção”, afirma a consultora da DBM.

EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL / PRINCIPAIS REALIZAÇÕES

Citar melhor o que foi colocado no bloco de qualificações. De acordo com Selma, o profissional tem que elaborar uma revisão de sua trajetória, fazendo a si mesmo as seguintes perguntas:

# O que eu fiz na empresa em que trabalhei?
# Isso que eu fiz foi por que me mandaram (responsabilidades) ou foi uma iniciativa própria?
# Se tinha que cumprir com a tarefa de qualquer forma, como trabalhei para fazer bem feito?

Aqui também é importante mostrar com dados qual foi o resultado atingido e o que mudou dentro da empresa com suas ações. Na área de vendas fica mais fácil, pois o profissional pode utilizar números para mostrar resultado. Já em áreas em que o resultado não é quantificado, os candidatos devem optar por termos como “colaborei para o melhor entrosamento da equipe/melhor relacionamento da área” ou até mesmo “contribuiu para que o trabalho e a rotina dentro da empresa fosse mais organizado”.

CURSOS EXTRACURRICULARES

Aqui deve ser colocado somente aquilo que dá sentido e reforça suas realizações profissionais.


Para quem não possui experiência profissional, o melhor a fazer é adotar o formato de carta de apresentação. Ela deve ser um documento do Word que contenha um texto corrido explicando o motivo pelo qual você escolheu aquela empresa para procurar um emprego, porque a empresa pode ganhar contratando você e quais são seus diferenciais. “Hoje os formatos tradicionais de currículo estão sendo revistos. O e-mail pode ser uma alternativa para os profissionais que têm uma carta de apresentação bem elaborada e querem expor seu currículo de outra forma”, destaca Selma.

Ainda de acordo com a consultora, o currículo deve ser escrito em no máximo duas ou três páginas e conter informação suficiente para não cansar o leitor. “O leitor deve receber uma informação nova a cada linha que lê do currículo”, destaca.

É importante que os candidatos a uma vaga de emprego não sobrecarreguem o currículo de informação, pois nestes casos acabam não tendo o que contar na entrevista de emprego. “A entrevista é um momento de ampliar o que foi dito no currículo, e não de repetir informação”, completa.



Fonte: Bruno Oliveira/Universia Brasil

quarta-feira

Como fazer um TCC nota 10

Para muita gente, o grande vilão do ensino superior é o Trabalho de Conclusão de Curso. No entanto, com método e dedicação, você vai perceber que esse caminho não é tão difícil de se percorrer

Quem já foi aprovado no vestibular, muito provavelmente ouviu da família ou de uma ex-professora, ainda na comemoração da conquista, algo mais ou menos assim: "Parabéns! Mas, olha, entrar na faculdade é fácil. Difícil mesmo é sair!".

Durante os três primeiros dos quatro anos que passou no curso de Publicidade e Propaganda, a pernambucana Virgínia Ramos nunca conseguiu entender muito bem o que haveria de ser tão complicado na graduação, como lhe advertiram ainda no Ensino Médio. Afinal, foi morar fora de casa, tornou-se mais independente, conheceu gente nova e – principalmente – não teve mais que fazer exames de Física, Química e Biologia!

Uma hora, entretanto, a situação se complicou. "No sexto período, comecei a cursar a disciplina do projeto. De lá até a apresentação do trabalho final foi só estresse. No fim, o curso foi ficando cansativo e ninguém aguentava mais. Todo mundo só queria saber de sair da faculdade logo", conta a publicitária.

O tal projeto a que Virgínia se refere é uma espécie de estudo preliminar que, na maioria das instituições de ensino, os estudantes precisam produzir antes de realizar o temido Trabalho de Conclusão de Curso, mais conhecido como TCC. Essa fase, ao contrário do que a maioria pensa, pode ser menos martirizante. Fácil, evidentemente, não será. Mas, com a ajuda de algumas regras básicas, diversos obstáculos podem ser evitados, deixando o caminho a ser percorrido mais tranquilo.

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Imagem: ThinkStock


Primeiros passos

Se o trabalho começa bem, é provável que também termine bem. Por isso, antes de começar a produzir o TCC, duas tarefas são fundamentais: definir um tema e preparar um bom projeto, que sirva – de fato – como um guia. Nele deverão estar especificadas questões importantes, como o assunto, os objetivos e o cronograma de atividades.

Para preparar o projeto, no entanto, é preciso definir o tipo de trabalho que será realizado. Dependendo do curso e da instituição de ensino, o TCC pode ser uma produção científica, uma atividade prática ou um estudo de caso. O professor Gildásio Mendes Filho, co-autor do livro "Como fazer monografia na prática", lembra que "há uma confusão muito grande nas instituições, porque cada curso tem a sua regra para a realização de TCC". Por esse motivo, é importante que o aluno se certifique dos padrões exigidos por sua faculdade, sob o risco de ter, no futuro, que voltar ao estágio inicial por inadequação às regras.

Escolhido o tipo de trabalho, a próxima tarefa é definir o tema. Esse passo é simples, porém, delicado. Decidir o que abordar leva pouco tempo, mas uma má decisão pode atrapalhar bastante o andamento da produção. "Se a escolha do tema é bem-feita, o trabalho acontece de maneira suave, sem obstáculos, e o seu desenvolvimento passa a ser bem mais agradável", afirma a professora Raquel Polito no livro "Superdicas para um Trabalho de Conclusão de Curso nota 10".

A autora lembra ainda que ter interesse real no assunto a ser abordado facilita a realização da tarefa. "Muitas vezes, ficamos horas pensando em um tema genial e nos esquecemos de que não existe a menor relação entre ele e a área de estudo em que estamos inseridos", afirma Raquel.

A formulação de um problema do qual se possa partir é outro pré-requisito muito importante. De acordo com o professor Antonio Carlos Gil, autor do livro "Como elaborar projetos de pesquisa", fazer-se perguntas é fundamental. "De modo geral, inicia-se o processo da pesquisa pela escolha de um tema, o que, por si só, não constitui um problema. Ao formular perguntas sobre o tema, provoca-se sua problematização", afirma.

O último passo dessa fase prévia é a escolha do orientador. Aqui, o conselho de Gildásio é optar pelo professor da disciplina em que o assunto definido se encaixa. "Se, por exemplo, um aluno vai fazer um trabalho em Microeconomia e escolhe um professor que é especialista em Macro, ele vai ter dificuldades porque o professor pode não ter segurança para orientar", explica.

Afinidade pessoal também é um ponto a ser levado em conta na hora de escolher o orientador. Mas Gildásio lembra que isso não deve ser mais importante do que a competência. "Quando eu estava fazendo minha dissertação de mestrado, lembro que fui apresentar meu projeto ao professor e ele simplesmente o rasgou bem no meio e me disse: 'leva a metade e faz o teu projeto'. Na hora, eu me senti agredido. Mas depois refleti e vi que, antes, eu havia mesmo sido muito prolixo", conta o professor.

Mão na massa

Com tema, projeto e orientador definidos, a hora é de arregaçar as mangas e começar a trabalhar. Nessa fase, organizar o tempo é fundamental, principalmente nos casos em que é necessário dividir o dia entre os estudos e uma atividade profissional.

"Um bom início para o desenvolvimento do seu trabalho é imaginar como ele será realizado até o final. Antes de começar a escrever os textos, vislumbre como será o sumário. Considere todos os pontos que você deseja abordar. Por mais que esse sumário seja alterado, ele será o seu fio-condutor e você terá um raciocínio lógico a seguir", explica Raquel Polito.

Durante a produção do texto, também é importante prestar atenção em quesitos técnicos como ortografia, coesão entre as distintas partes e adequação às normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). Essas regras determinam como o trabalho deve ser organizado por meio de indicações para o uso de citações e a apresentação das referências bibliográficas, por exemplo.

Trabalhar com uma metodologia bem definida é outro facilitador na produção do TCC, principalmente quando é necessário fazer um estudo mais aprofundado. Como explica o professor Antonio Gil, "a pesquisa é desenvolvida mediante o concurso dos conhecimentos disponíveis e a utilização cuidadosa de métodos, técnicas e outros procedimentos científicos".

Apresentação

Texto pronto. Acabou? Ainda não. Vem aí o grand finale, que é a apresentação. Não vamos dizer aqui para não ficar nervoso ou nervosa. Afinal de contas, esse é um momento importantíssimo na vida de qualquer pessoa. A banca entenderá a ansiedade e qualquer professor com o mínimo de bom senso sabe da tensão que envolve uma defesa. O nervosismo exacerbado, entretanto, pode dificultar sua exposição e passar aos avaliadores uma impressão errada sobre o seu trabalho.

Montar um roteiro em uma apresentação de Power Point ou mesmo em um papel já ajuda. É importante, porém, estar ciente de que aquilo é apenas um guia. Simplesmente ler o que está escrito vai aparentar falta de domínio sobre o trabalho e insegurança. Outra dica é treinar. "Até hoje, eu planejo minhas palestras, calculo o tempo e falo para mim mesmo. E aí eu vejo como posso ampliar ou reduzir", conta o professor Gildásio.

Depois da apresentação, é comum que a banca faça perguntas. Respondê-las de forma satisfatória vai influenciar bastante na sua nota. Diante de críticas, escute e saiba reconhecer suas falhas. Caso discorde, posicione-se com argumentos sólidos e não recorra a subterfúgios emocionais, pois, não tenha dúvida: naquele momento, o que interessa é apenas o que você fez.

E, se você fez tudo direitinho, é só comemorar!

COMO DEFINIR UM TEMA

Passo 1 – Definir a grande área com a qual você tem afinidade: por exemplo, Marketing.

Passo 2 – Escolher uma vertente da grande área com a qual você mais se identifica, levando em conta a relevância e a viabilidade de realização do trabalho: Marketing de Guerrilha.

Passo 3 – Delimitar um contexto específico para trabalhar o tema: mercado digital.

Passo 4 – Definir uma abordagem: O uso do Marketing de Guerrilha na construção de novas marcas no mercado digital.



Fonte: http://www.administradores.com.br/informe-se/noticias-academicas/como-fazer-um-tcc-nota-10/49058/

segunda-feira

Gafes em redes sociais podem comprometer profissionais em seleções de emprego


"Mais cedo ou mais tarde todas as pessoas estarão expostas de alguma maneira, seja através de um parente ou amigo", afirma especialista

Antes de postar no Youtube o vídeo daquela farra do último final de semana em que você aparece bêbado com os amigos falando mal do ex-chefe, é bom pensar duas vezes. As empresas estão cada vez mais antenadas nos perfis sociais dos profissionais e gafes como essas podem ser problemáticas na hora de uma seleção, por exemplo.

Para Nelson Novaes Neto, CSO do UOL, os usuários precisam estar atentos ao que inserem na rede. "As mídias sociais têm muita informação, basta saber usá-la. O cuidado com a privacidade online é uma questão de responsabilidade social", ressalta.

Ele alerta ainda que é importante tomar cuidado com as próprias atitudes, pois muitas vezes a exposição independe da iniciativa pessoal de postar um conteúdo particular na internet. "Mais cedo ou mais tarde todas as pessoas estarão expostas de alguma maneira, seja através de um parente ou amigo", disse Nelson.

Por outro lado, de acordo com Neto, esse tipo de veículo pode ajudar empresas também com informações estratégicas e a perceber o movimento do mercado. "Caso o usuário monitore o perfil do concorrente nas redes sociais pode antever uma negociação comercial", analisa.

Outro ponto positivo para empresas, segundo o CSO, é o monitoramento dos seus colaboradores, prevendo possíveis mudanças em seu quadro de funcionários.

Fonte: http://www.administradores.com.br/informe-se/carreira-e-rh/gafes-em-redes-sociais-podem-comprometer-profissionais-em-selecoes-de-emprego/49459/

sexta-feira

Plataforma Lattes

A Plataforma Lattes é a base de dados de currículos de pesquisadores e instituições, das áreas de Ciência e Tecnologia, atuando no Brasil.



Importância do CV-Lattes:

O currículo Lattes permite à Instituição uma fácil visão e avaliação curricular dos docentes e discentes contemplando os seguintes pontos:

  • Estabelecer uma imagem institucional nos sensos;
  • Formação de grupos de trabalho e pesquisa;
  • Avaliar o seu trabalho enquanto pesquisador;
  • Diagnosticar o perfil do pesquisador com outros dentro de sua área de atuação.


Importância para o pesquisador:

  • Possibilita a visibilidade da produção docente por grupos de pesquisa consulta em qualquer lugar do pais;
  • Possibilidade de concessão de passagens para eventos científicos;
  • Participação de projetos.
  • Em geral os órgãos de fomento consultam o currículo Lattes tornando-se de suma importância para as avaliações de produção científica.


Visite o site www.http://lattes.cnpq.br

quinta-feira

Morre Steve Jobs, fundador da Apple

Vídeo do discurso de formatura na stanford.
http://www.youtube.com/watch?v=6MAN_jwUOgY&feature=related

Morre Steve Jobs, fundador da Apple

Criador da Apple impôs visão de simplicidade no mercado da tecnologia.

Steve Jobs (Foto: Moshe Brakha/AP)Steve Jobs, fundador da Apple, morre aos 56 anos nos Estados Unidos (Foto: Moshe Brakha/AP)

Morreu nesta quarta-feira (5) aos 56 anos o empresário Steven Paul Jobs, criador da Apple, maior empresa de capital aberto do mundo, do estúdio de animação Pixar e pai de produtos como o Macintosh, o iPod, o iPhone e o iPad.

Idolatrado pelos consumidores de seus produtos e por boa parte dos funcionários da empresa que fundou em uma garagem no Vale do Silício, na Califórnia, e ajudou a transformar na maior companhia de capital aberto do mundo em valor de mercado, Jobs foi um dos maiores defensores da popularização da tecnologia. Acreditava que computadores e gadgets deveriam ser fáceis o suficiente para ser operados por qualquer pessoa, como gostava de repetir em um de seus bordões prediletos, que era "simplesmente funciona" (em inglês, "it just works"). O impacto desta visão foi além de sua companhia e ajudou a puxar a evolução de produtos como o Windows, da Microsoft.

A luta de Jobs contra o câncer desde 2004 o deixou fisicamente debilitado nos anos de maior sucesso comercial da Apple, que escapou da falência no final da década de 90 para se transformar na maior empresa de tecnologia do planeta. Desde então, passou por um transplante de fígado e viu seu obituário publicado acidentalmente em veículos importantes como a Bloomberg. Há 42 dias, deixou o comando da empresa.

Foi obrigado a lidar com a morte, que temia, como a maioria dos americanos de sua geração, desde os dias de outubro de 1962 que marcaram o ápice da crise dos mísseis cubanos. "Fiquei sem dormir por três ou quatro noites porque temia que se eu fosse dormir não iria acordar", contou, em 1995, ao museu de história oral do Instituto Smithsonian.

"Ninguém quer morrer", disse, posteriormente, em discurso a formandos da universidade de Stanford em junho de 2005, um feito curioso para um homem que jamais obteve um diploma universitário. "Mesmo as pessoas que querem ir para o céu não querem morrer para chegar lá. E, por outro lado, a morte é um destino do qual todos nós compartilhamos. Ninguém escapa. É a forma como deve ser, porque a morte é provavelmente a melhor invenção da vida. É o agente da vida. Limpa o velho para dar espaço ao novo."

Homem-zeitgeist
A melhor invenção da vida, nas palavras do zen-budista Jobs, deixa a indústria da tecnologia órfã de seu "homem-zeitgeist", ou seja, o empresário que talvez melhor tenha capturado a essência de seu tempo. Jobs apostou na música digital armazenada em memória flash quando o mercado ainda debatia se não seria mais interessante proteger os CDs para fugir da pirataria.


Home da Apple (Foto: Reprodução)

Na página da Apple, foto em homenagem ao fundador (Foto: Reprodução)

Ele acreditou que era preciso gastar poder computacional para criar ambientes gráficos de fácil utilização enquanto as gigantes do setor ainda ensinavam usuários a editar o arquivo "AUTOEXEC.BAT" para configurar suas máquinas. Ele viu a oportunidade de criar smartphones para pessoas comuns ao mesmo tempo em que o foco das principais fabricantes era repetir o sucesso corporativo do BlackBerry.

Sob o comando de Jobs, a Apple dizia depender muito pouco de pesquisas de mercado. “Não dá para sair perguntando às pessoas qual é a próxima grande coisa que elas querem. Henry Ford disse que, se tivesse questionado seus clientes sobre o que queriam, a resposta seria um cavalo mais rápido", afirmou, em entrevista à revista "Fortune" em 2008. Em 2010, quando perguntado sobre quanto a Apple havia gasto com pesquisa com consumidores havia sido feito para a criação do iPad, Jobs respondeu que "não faz parte do trabalho do consumidor descobrir o que ele quer. Não gastamos um dólar com isso."

Nem sempre esta habilidade garantiu o sucesso da Apple, como na primeira versão da Apple TV, computador adaptado para trabalhar com central multimídia que não conseguiu um volume de vendas relevantes. Mas Jobs conseguia minimizar os fracassos: no caso da Apple TV, ele dizia que se tratava de um "hobby", um projeto pessoal que não fazia tanta diferença nos planos da empresa.

Perfeccionista e workaholic, Jobs gostava de controlar todos os pontos da produção da Apple, resistindo, inclusive, à decisão de terceirizar gradativamente a fabricação dos produtos da companhia para fabricantes chineses - plano proposto e executado pelo agora novo comandante da companhia, Tim Cook, e que se mostrou acertado.

Conhecido como um “microgerente”, nenhum produto da Apple chegava aos consumidores se não passasse pelo padrões Jobs de qualidade e de excentricidade. Isso incluía, segundo relatos, o número de parafusos existentes na parte inferior de um notebook e a curvatura das quinas de um monitor. No dia do anúncio de que Jobs estava deixando o comando da Apple, Vic Gundotra, criador do Google Plus, contou que recebeu uma ligação do presidente da Apple no domingo para pedir que fosse corrigida a cor de uma das letras do ícone do atalho do Google no iPhone.

Steve Jobs anunciou que deixará cargo de presidente da Apple (Foto: Reuters)

Steve Jobs durante apresentação de produto da Apple nos EUA (Foto: Reuters)

Na busca por produtos que fossem de encontro com seu padrão de qualidade pessoal, Jobs era criticado em duas frentes. Concorrentes e boa parte dos consumidores que tentavam fugir da chamado "campo de distorção da realidade" criado pela Apple reclamavam das diversas decisões que faziam dos produtos da companhia um "jardim fechado", incompatíveis com o resto do mundo e restritos a normas que iam além de restrições tecnológicas. Tecnicamente sempre foi possível instalar qualquer programa no iPhone, mas a Apple exige que o consumidor só tenha acesso aos programas aprovados pela companhia.

Internamente, entre alguns de seus funcionários, deixou a imagem de "tirano". Alan Deutschman, autor do livro “The second coming of Steve Jobs", afirma que, ao lado do "Steve bom", o mago das apresentações tão aguardadas pelo didatismo e capacidade de aglutinar o interesse do consumidor, também existia o “Steve mau”, um sujeito que gostava de gritar, humilhar e diminuir qualquer pessoa que lhe causasse algum tipo de desprazer.

Ao jornal “The Guardian”, um ex-funcionário que trabalhou na Apple por 17 anos comparou a convivência com Steve com à sensação de estar constantemente na frente de um lança-chamas. À revista “Wired”, o engenheiro Edward Eigerman afirmou: “mais do que qualquer outro lugar onde já trabalhei, há uma grande preocupação sobre demissão entre os funcionários da Apple”. A mesma publicação contou que o diretor-executivo não via problemas em estacionar sua Mercedes na área da empresa reservada aos deficientes físicos -- às vezes, ele ocupava até dois desses espaços.

Jobs também sempre precisou de um "nêmesis", um inimigo que ele satanizava e ridicularizava em público como contraponto de suas ações na Apple. O primeiro alvo foi a IBM, com quem disputou o mercado de computadores pessoais principalmente no início dos anos 80. Depois, a Microsoft, criadora do MS-DOS e do Windows. Mais recentemente, Jobs vinha mirando o Google, gigante das buscas na internet cujo presidente chegou a fazer parte do conselho de administração da Apple, e que investiu no mercado de sistemas para smartphones com o Android. Jobs ordenou que a Apple lutasse, mesmo que judicialmente, contra o programa que ele considerava um plágio do iOS, coração do iPhone e do iPad.

Steve Jobs (Foto: Kimberly White/Reuters)

Steve Jobs (à direita), ao lado do antigo sócio Steve Wozniak (Foto: Kimberly White/Reuters)

Do LSD ao Mac
O sucesso empresarial de Jobs é ainda um dos principais resquícios da transformação da contracultura dos anos 60 e 70 em mainstream nas décadas seguintes. A companhia que hoje briga para ser a maior do mundo foi fundada após Jobs ir à Índia em 1973 em busca do guru Neem Karoli Baba. O Maharaji morreu antes da chegada de Jobs, mas o americano dizia que havia encontrado a iluminação no LSD.

"Minhas experiências com LSD foram uma das duas ou três coisas mais importantes que fiz em minha vida", disse, em entrevista ao "New York Times". Depois, afirmou que seu rival, Bill Gates, seria "uma pessoa (com visão) mais ampla se tomasse ácido uma vez". O LSD foi a mesma droga que fascinara o inventor do mouse e precursor do ambiente gráfico, Douglas Englebart, cerca de dez anos antes de Jobs.

Coincidentemente foram o mouse e o ambiente gráfico os inventos que chamaram a atenção de Jobs na fatídica visita ao laboratório da Xerox em Palo Alto, em 1979. É uma das histórias mais contadas e recontadas do Vale do Silício, e as versões variam entre acusações de espionagem industrial à simples troca pela Apple de patentes que a Xerox não teria interesse em desenvolver por ações da companhia, que abriria seu capital no ano seguinte.

Fato é que a equipe de Jobs voltou da visita encantada com a metáfora do "desktop" utilizada pelo Xerox Alto. A integração entre ícones representando cada uma das funções do computador, acessadas por meio de uma seta comandada por um mouse, foi a base do Apple Lisa e, posteriormente, do Macintosh.

Steve Jobs (Foto: Robert Galbraith/Reuters)

Steve Jobs, em uma das últimas aparições à frente da Apple (Foto: Robert Galbraith/Reuters)

Com o "Mac", enfim, Jobs conseguiu colocar em prática a visão de que havia desenvolvido em parceria com o amigo e sócio Steve Wozniak, responsável pela criação das soluções técnicas que fizeram dos primeiros computadores da Apple máquinas que mudaram o cenário da computação "de garagem" que vinha se desenvolvendo nos Estados Unidos nos anos 70. Agora, 8 anos após a fundação da empresa, Jobs e "Woz" apresentavam um computador que não era feito para "o restante de nós".

"Algumas pessoas acreditam que precisamos colocar um IBM PC sobre cada escrivaninha para melhorarmos a produtividade. Não vai funcionar. As palavras mágicas especiais que você precisa aprender são coisas como 'barra Q-Z'. O manual para o WordStar, processador de texto mais popular, tem 400 páginas. Para escrever um livro, você precisa ler um livro - e um que parece um mistério complexo para a maioria das pessoas", afirmou Jobs em entrevista publicada pela Playboy americana de fevereiro de 1985.

Na frase, Jobs demostra que queria enfrentar a IBM, gigante nascida no início do século e que, depois de dominar o mercado de servidores corporativos, queria tomar também o setor de computadores pessoais. Para ele, as máquinas da IBM eram feitas "por engenheiros e para engenheiros", e havia a necessidade de criar algo para o "restante", ou, como diria a famosa campanha "Pense diferente" da Apple de 1997, um computador para "os loucos, os desajustados, os rebeldes (..), as peças redondas encaixadas em buracos quadrados".

Saída da própria empresa
Mas o sucesso do Mac - que viria posteriormente a impulsionar a adoção de ambientes gráficos até mesmo entre os computadores da IBM (com o Windows, criado pela Microsoft) - não evitou que Jobs acabasse demitido de sua própria companhia. As disputas internas entre equipes que queriam investir no mercado corporativo e as que apostavam apenas no consumidor fizeram com que John Sculley, vindo da Pepsi à convite do próprio Jobs, convencesse o conselho de administração de que era hora da empresa se livrar de seu fundador.

Durante a década em que esteve fora, Jobs fez dois investimentos que acabaram, de maneiras diferentes, alavancando o mito em torno de seu "toque de midas". No primeiro, pagou US$ 10 milhões pela problemática divisão de computação gráfica da LucasFilm, empresa de George Lucas responsável por franquias do cinema como Star Wars e Indiana Jones. A nova empresa foi batizada de Pixar, e após emplacar sucessos como “Toy story”, “Vida de inseto”, “Monstros S.A.” e “Procurando Nemo”, acabou sendo adquirida pela Disney por US$ 7,4 bilhões em 2006. No processo, Jobs se transformou no maior acionista individual da companhia de Mickey Mouse.

O outro investimento foi a semente não apenas do retorno de Jobs à Apple, mas teve relação direta com o surgimento da World Wide Web, invenção que impulsionou o crescimento da internet no mundo. Com a NeXT, Jobs desenvolveu computadores poderosos indicados para o uso educacional e desenvolvimento de programas. Um terminal NeXT foi usado por Tim Berners-Lee como o primeiro servidor de web do mundo, em 1991. Em dezembro de 2006, a Apple adquiriu a NeXT, manobra que serviu para incorporar tecnologias ao grupo e trazer Jobs de volta para o comando da companhia.

Steve Jobs (Foto: Kimberly White/Reuters)

Steve Jobs com seu sucessor no comando da Apple, Tim Cook (Foto: Kimberly White/Reuters)

O retorno de Jobs marca o início de uma era de crescimento para a Apple incomum na história do capitalismo americano. A sequência de sucessos - alguns atrelados a mudanças no paradigma de mercados importantes - inclui o MacBook, o tocador digital iPod, a loja virtual iTunes, o iPhone e o iPad. A maioria destes produtos veio de ideias impostas pelo próprio Jobs. À revista “Fortune”, em 2008, Jobs falou sobre sua tão aclamada criatividade - "sempre aliada ao trabalho duro", como ele mesmo enfatizou. "Não dá para sair perguntando às pessoas qual é a próxima grande coisa que elas querem. Henry Ford disse que, se tivesse questionado seus clientes sobre o que queriam, a resposta seria um cavalo mais rápido."

Nesta segunda passagem, Jobs reforçou ainda o legado de um empresário ímpar, que impunha uma visão holística na criação, desenvolvimento e venda de seus produtos, Do primeiro parafuso ao plástico que embalaria a caixa de cada aparelho, passando por custo, publicidade, estratégia de vendas.

Sigilo na vida pessoal
A mesma discrição que Jobs impunha na vida profissional - os lançamentos da Apple sempre foram tratados como segredo, aumentando a gerar um movimento de especulação que acabava servindo como publicidade gratuita - foi adotada em sua vida pessoal. Por isso, a luta do executivo contra o câncer no pâncreas foi tratada com muito sigilo, dando margem a uma infinidade de boatos.

Em 2004, Jobs fez tratamento após descobrir um tipo raro da doença. Durante o ano de 2008, Jobs foi aparecendo cada vez mais magro e os boatos aumentaram, até que ele anunciou em janeiro de 2009 seu afastamento da diretoria da empresa para cuidar da saúde. No início de 2011, novo afastamento, até que, em agosto, Jobs deixou de vez o comando da Apple. "Eu sempre afirmei que se chegasse o dia em que eu não fosse mais capaz de cumprir minhas obrigações e expectativas como CEO da Apple, eu seria o primeiro a informá-los disso. Infelizmente, este dia chegou", afirmou, em comunicado.

Steve Jobs apresenta o iPhone 4, em junho de 2010 (Foto: Robert Galbraith/Reuters)

Steve Jobs apresenta o iPhone 4, em junho de 2010 (Foto: Robert Galbraith/Reuters)

A vida reservada fez, por exemplo, que Jobs não tivesse contato direto com sua família biológica. Nascido em 24 de fevereiro de 1955 em San Francisco, filho dos então estudantes universitários Abdulfattah John Jandali, imigrante sírio e seguidor do islamismo, e Joanne Simpson, foi entregue à adoção quando sua mãe viajou de Wisconsin até a Califórnia para dar à luz.

Segundo o pai biológico, os sogros não aprovavam que sua filha se casasse com um imigrante muçulmano. Lá, ele foi adotado por Justin e Clara Jobs, que moravam em Mountain View. Seus pais biológicos depois se casaram e tiveram uma filha, a escritora Mona Simpson, que só descobriu a existência do irmão depois de adulta.

Do pai adotivo, herdou a paixão de montar e desmontar objetos. Assim como Paul, Steve não chegou a ser um especialista em eletrônicos, mas ao aprender os conceitos básicos conseguiu se aproximar das pessoas certas no lugar certo. Vivendo no Vale do Silício, conheceu Steve Wozniak, gênio criador do primeiro computador da Apple. Trabalhou na Atari até decidir criar, com Woz, sua própria empresa.

Em mais uma conexão com a contracultura, Jobs teria tido um relacionamento de curta duração com a cantora folk Joan Baez, ex-namorada do ícone da música Bob Dylan, talvez o maior ídolo do empresário.

Casado com Laurene Powell desde 1991, Jobs deixa quatro filhos: Reed Paul, Erin Sienna, e Eve, nascidos de seu relacionamento com Laurene, e Lisa Brennan-Jobs, de um relacionamento anterior com a pintora Chrisann Brennan.





segunda-feira

Algumas regras básicas de como se dar bem em uma entrevista, e melhorar sua postura profissional.

Para evitar respostas ensaiadas, os recrutadores vêm transformando o modelo clássico pergunta-resposta da entrevista de emprego em um ambiente propício ao diálogo e à espontaneidade. E se em situações previstas os candidatos estavam sujeitos a gafes, quem dirá quando o inusitado e o inesperado estão cada vez mais presentes nos processos de seleção.

Principais recomendações
Existe uma preparação que a gente considera positiva. Antes de uma entrevista, faça uma linha do tempo. Há quem prefira fazer isso por escrito, há quem prefira fazê-lo mentalmente. O importante é lembrar dos principais momentos que você enfrentou: desafios pessoais, acadêmicos ou profissionais. Esteja preparado para lidar com perguntas não muito usuais em entrevistas, porque tudo dependerá do que a empresa está buscando.

Então a melhor recomendação é: prepare-se antes, resgatando os seus momentos, mas seja você, seja mais natural. É melhor para você e para empresa.

Roupa
A vestimenta tem a ver com a cultura da empresa. Como nem sempre é possível ter acesso a esta cultura, para não errar o melhor é não se arriscar. A utilização de roupa social (calça, camisa e sapato) fica na zona de conforto. Não peca pelo excesso nem pela falta.

Para as mulheres, recomenda-se cuidado com fendas, decote e excesso de maquiagem. Esses itens, em especial se combinados, podem passar uma mensagem diferente daquilo que você gostaria de passar.

Aos homens recomenda-se cuidado só para não parecer informal demais: você pode estar participando de uma entrevista em uma empresa que exige mais formalidade.

Sobre qualidades e defeitos
Os recrutadores, atualmente, fazem esse questionamento de uma outra forma. Isso porque as pessoas se condicionaram a responder prontamente defeitos genéricos e politicamente corretos como perfeccionismo, teimosia, ansiedade.

O diferencial atual neste momento da entrevista é que o recrutador quer saber uma situação prática da sua vida onde fica claro que esta sua característica é uma qualidade ou defeito, um ponto fraco ou um ponto forte. Neste momento, se você apenas ensaiou a resposta da moda, porque julga que é o que o recrutador quer ouvir, mas de fato você não o é e não considera aquilo um defeito, bem, aí você não vai ter um exemplo, uma situação para contar ao recrutador.

Quanto do recrutador fizer uma pergunta clichê, esteja pronto para responder com sinceridade, afinal, você pode ter que justificar sua resposta com uma questão prática da sua vida.

Mais dicas
É sempre recomendável que o candidato, antes da entrevista, saiba para que vaga ele está concorrendo e que empresa é aquela que busca
o perfil dele. Quando o candidato busca essas informações, ele também se informa sobre outros aspectos da empresa, como cultura e valores. é possível tentar identificar situações de sua vida que podem ser relacionadas à cultura que você pesquisou. Participe da entrevista com base no que pesquisou e nos fatos que aconteceram na sua vida e que você valoriza.

O que não fazer
Não confunda uma postura acolhedora do recrutador com intimidade.

Seja aberto, mas cuidado para não se tornar prolixo ou esquecer de responder o que de fato foi perguntado. A sensação que deveria ter falado sobre coisas mais importantes é um sinal de que você se deixou levar por outros assuntos.

Tenha cuidado com assuntos da sua vida pessoal. Em especial aqueles que ainda te emocionam muito. Uma briga com o marido ou namorado, parentes recentemente falecidos, podem te levar a reagir de formas adversas. O recrutador pode até entender a situação, mas você pode ficar ainda mais nervoso e a entrevista não sair conforme você gostaria.

Importância da formação
A concorrência na busca por um emprego hoje é muito maior do que há algumas décadas. Se antes um curso de datilografia era considerado um diferencial no seu currículo, hoje o domínio de outros idiomas, a obtenção de certificados, e experiência fora do país, para muitos cargos, são considerados pré-requisitos. Bagagem cultural, informação, opinião sobre assuntos variados e atuais também fazem parte dos pré-requisitos avaliados em uma entrevista.


Durante a entrevista

Ao entrar na sala, espere que o consultor lhe diga para sentar;
Sente-se de maneira confortável, mas não se esparrame;

Se o entrevistador lhe oferecerer café ou algo para beber, pergunte se irá acompanhar, caso não o acompanhe, evite aceitar;

Não coloque seus pertences ou os braços sobre a mesa. Se não houver outra cadeira, coloque seus pertences sobre as pernas ou no chão;

Jamais mexa na mesa do consultor, e evite ficar olhando muito para os objetos que estão ali;


Esteja preparado para responder perguntas como:
Por que deixou o último emprego?
Você gostava do seu último emprego?
Por que deseja trabalhar em nossa empresa?
Por que mudou tanto de emprego?
Quais eram suas responsabilidades?
No seu ponto de vista, quais são os seus aspectos positivos e negativos?


Não desvalorise a empresa ou o chefe anterior;

Responda às perguntas de maneira clara e objetiva. Mas não dê respostas curtas ou longas demais, podendo encerrar logo a conversa;

Não tome para si o controle da entrevista;

Se não souber responder à alguma pergunta, diga que não sabe, é melhor do que inventar;

Seja sincero, natural e discreto;

Demonstre segurança e otimismo sem ser arrogante;

Trate o entrevistador da maneira mais correta (senhor, senhora);

Olhe para o entrevistador e ouça-o com atenção;


Evite:

Mascar chicletes;
Chupar bala;

Fumar;

Atender o celular ou o "BIP";
Ficar mudando de posição na cadeira;

Falar e rir alto;

Cruzar os barços, pode significar que o assunto está pesado demais;

Ficar passando a mão no cabelo;

Jamais revele tiques de nervoso, como: roer unhas, piscar muito ou mascar um chiclete invisível;

Evite tossir ou espirrar demais. Se estiver doente, tente desmarcar a entrevista;

Consultar o relógio;

Usar gírias;

Interromper o entrevistador;

Gesticular muito;

terça-feira

Intercâmbio

Já pensou em fazer um estudar/trabalhar no exterior? Veja como funciona!



A vivência internacional chama cada vez mais a atenção dos jovens, em busca de experiência, desenvolvimento e aperfeiçoamento profissional.

Muitos jovens não procuram esse tipo de programa simplesmente por falta de conhecimento, ou por acreditarem que o processo seletivo é muito complicado e os custos são elevados demais.

Com o intercâmbio você tem oportunidades de conhecer novas Culturas, Trabalhar no Exterior, Aprender Idiomas e mais.

Esse mês teremos duas feiras de intercâmbio aqui no Rio de Janeiro, a Expo Estude no Exterior e o Salão do Estudante.

O evento terá representantes de diversos países que irão apresentar opções de cursos de idiomas, extensão universitária, acampamento de férias, MBA, high school (intercâmbio no ensino médio), graduação, pós-graduação, escolas técnicas, mestrado, doutorado, além de oportunidade de trabalho remunerado no exterior. Os visitantes também poderão assistir palestras e seminários.

Não perca a oportunidade de dar um upgrade na sua carreira!

Veja o calendário das feiras:

Expo Estude no Exterior:
Entrada gratuita com inscrições pelo site www.estudenoexterior.com/expo2011

Dia: 20 de setembro (terça-feira)
Horário: das 12h às 19h
Local: Universidade Veiga de Almeida - Av. General Felicíssimo Cardoso, 500 - Praça de Alimentação da UVA - Campus Barra - Barra da Tijuca

Dia: 21 de setembro (quarta-feira)
Horário: das 16h às 21h
Local: JW Marriott Hotel - Av. Atlântica, 2600 – Copacabana

Salão do Estudante:
Entrada gratuita com inscrições pelo site www.salaodoestudante.com.br

Dia: 15 de setembro (quinta-feira)
Horário: 15h às 20h
Local: Hotel Sofitel –Av. Atlântica, 4.240 – Copacabana
 

PIT

O Pit - Programa de Integração ao Trabalho das Faculdades São José tem como objetivo preparar e integrar o aluno para o mercado de trabalho, transmitir experiência profissional através de palestras, oficinas e workshops, além de captar vagas e supervisionar os estágios, também atua dando orientações e preparando os alunos para processos seletivos de estágios e empregos.