Social Icons

quinta-feira

Aviso Prévio em caso de demissão. Como fica?



          Nada é para sempre. No mundo corporativo, principalmente, a dança das cadeiras nos cargos é um cenário cada vez mais comum. Se você foi demitido ou pretende pedir demissão, precisa estar atento aos cálculos de pagamento do aviso prévio.

          Este é o nome que se dá à comunicação antecipada de quebra de contrato de trabalho. Uma parte informa para a outra que deseja rescindir sem justa causa o vínculo empregatício, devendo ser, obrigatoriamente, formalizado em forma de documento. Fique atento aos tipos de acordos previstos na CLT (Consolidação das Leis do Trabalho):

 Caso 1) DEMISSÃO SEM JUSTA CAUSA:

 AVISO PRÉVIO TRABALHADO - quando a empresa te manda embora e exige que você trabalhe pelos próximos 30 dias. Neste caso você pode escolher se prefere trabalhar duas horas a menos por dia ou se prefere deixar de trabalhar 7 dias corridos ao final do prazo legal.

AVISO PRÉVIO INDENIZADO - se a empresa demite e não exige que você trabalhe nos próximos 30 dias, você terá o salário correspondente incluído na rescisão contratual.


Caso 2) O EMPREGADO PEDE DEMISSÃO:

AVISO PRÉVIO TRABALHADO - quando o funcionário pede demissão e se propõe a trabalhar pelos próximos 30 dias. Quando este prazo terminar, o salário deste período será incluído nos cálculos da rescisão.

AVISO PRÉVIO DESCONTADO - o funcionário não pode ou não quer cumprir o aviso nos próximos 30 dias e não irá trabalhar nem mais um dia na empresa. Isto significa que a empresa pode multar o trabalhador, descontando até o limite de zerar a rescisão.

A EMPRESA NÃO DEIXA QUE VOCÊ CUMPRA O AVISO - caso a empresa não permita que você cumpra o aviso trabalhando, não há pagamento do período em dinheiro, mas também não pode haver cobrança de multa ao funcionário.

Como escrever um artigo científico seguindo as normas ABNT


       
           Embora a metodologia de apresentação de TCC da maioria das faculdades e universidades seja somente em forma de monografia, muitas vezes há interesse do aluno em escrever um artigo, seja para a Escola de Negócios, cursos de pós-graduação ou para publicação em revistas ou sites científicos. Neste caso o autor deve seguir as normas da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas). Estas regras servem para uniformizar e dar credibilidade aos trabalhos acadêmicos, criando um padrão de compreensão identificável aos pesquisadores de todo o mundo.

           O artigo é a apresentação em forma de relatório dos resultados de pesquisas ou investigações a respeito de um tema ou questão. Com o objetivo de ser um referencial teórico para orientar outros estudos, os problemas abordados podem ser os mais diversos, dependendo da área do conhecimento.

           A estrutura de um artigo científico é constituída de elementos pré-textuais, textuais e pós-textuais, baseado na NBR 6022/2003:

1 Título
2 Autor
3 Epígrafe (facultativa)
4 Resumo e Abstract
5 Palavras-chave
6 Conteúdo (introdução, desenvolvimento e conclusão)
7 Referências

  Deve ser redigido na 3a. pessoa do singular, com linguagem clara, porém sucinta e objetiva. Os argumentos devem ser fundamentados dentro do ponto de vista científico, evitando-se assim os termos “eu acho”, “eu penso” ou “parece-me”. A correção gramatical deve ser feita cuidadosamente, com frases curtas, e usando o parágrafo toda vez que se dá um passo a mais na linha de raciocínio.

       A ABNT possui um catálogo onde são vendidas as normas, cursos e publicações pela Internet. Clique aqui para tirar as dúvidas sobre formatação ou veja a representação das normas em infográfico:



        Na revista CIÊNCIA ATUAL, publicação multidisciplinar eletrônica semestral, editada pelas Faculdades São José, você tem acesso a artigos de diversas áreas do saber científico, resultado do trabalho coletivo de pesquisadores com vasta experiência na graduação e pós-graduação.

Não durma no ponto - sono x produtividade


          Você é daqueles que dorme tão tarde e acorda tão cedo que quase cruza com si próprio no corredor? Daqueles que dorme tarde e todos os dias, ao acordar indisposto, se arrepende disso? Então saiba que esta é uma péssima decisão para a sua carreira.

          Não importa o quanto você estude, seja graduado e pós-graduado, tenha mestrado ou doutorado, o que vai pesar mais diretamente na sua produtividade é o seu bem-estar. Se você não tiver bons hábitos, principalmente em relação à alimentação e sono, o corpo começa a falar e, principalmente, falhar.

          As organizações já entenderam que sono é dinheiro. Um expediente normal é de 8 horas por dia com 1 hora de folga para almoço, iniciando normalmente entre 8 e 9h da manhã. Esta exigência privilegia pessoas matutinas, por isso muitas empresas estão apostando em horários flexíveis.

          A longo prazo a falta de sono pode virar um problema de saúde crônico e sério, causando diminuição ou ganho de peso, doenças cardiovasculares, diabetes e hipertensão, entre outras, aumentando assim as despesas médicas laborais.  Algumas organizações tentam explorar ao máximo o potencial criativo dos trabalhadores e possuem locais exclusivos para cochilo e o descanso de funcionários durante o expediente, em paradas periódicas.

           Na correria do cotidiano, o estresse do trânsito e agendas caóticas fazem muitos apelarem para calmantes e outros medicamentos. Porém, algumas simples mudanças de hábitos podem fazer muita diferença:

- nem todos têm a mesma necessidade de horas de sono diários, mas o normal é entre  8  e 9 horas de sono bem dormidas;
- procure sempre ir para a cama todos os dias mais ou menos  no mesmo horário;
- cerca de 1 hora antes, desligue e fique longe dos aparelhos eletrônicos, com o o celular e jogos de video game;
- evite o consumo de alimentos estimulantes, como coca-cola, chá preto e café;
- pratique pelo menos 30 minutos de exercício diariamente;
- pela manhã, espreguice-se antes de levantar, abra as cortinas e dê boas-vindas ao novo dia!

Universitário depois dos 30
























          Os dados de pesquisa de Censo do Ensino Superior do Inep mostra que um em cada três estudantes que se matriculam em cursos de graduação tem mais de 30. É nesta faixa de idade que o crescimento das matrículas tem sido mais expressivo nos últimos anos.

          Segundo os especialistas, os principais motivos da expansão do acesso destes alunos em cursos de formação superior são:

- a criação e aumento da oferta de cursos à distância e de formação de tecnólogos – os cursos EAD possibilitam a flexibilização dos horários, evitam perda de tempo com o deslocamento do aluno e eventuais despesas. Os cursos de tecnologia são relativamente novos, mais focados e mais simples, e o aluno pode concluir o ensino superior em até 2 anos.

- busca por uma melhor colocação no trabalho – cada vez mais competitivo, o mercado de trabalho exige melhor formação, mais conhecimento e a pressão por atualização é grande. Novos modelos de gestão encorajam que o funcionário inicie ou continue os estudos, oferecendo benefícios, convênios e ajuda de custo.

- o desejo de obter uma segunda graduação – em busca do segundo diploma, os trintões, quarentões e até cinquentões estão de volta às salas de aula. Seja para ampliar os conhecimentos, alcançar uma posição melhor no mercado de trabalho, ou apostar em uma nova carreira, este é um público cada vez mais presente no banco dos “calouros”.

          Voltar aos bancos universitários é um desafio, porém não existe idade certa para entrar na faculdade. Sem se prender a estereótipos, a presença de estudantes mais velhos nas faculdades é uma tendência crescente, provando que nunca é tarde demais para buscar o conhecimento.

O que não pode fazer parte da rotina de um profissional bem sucedido



          O portal de notícias americano Huffington Post divulgou recentemente uma lista com coisas que queimam o filme no trabalho e as pessoas fazem todo dia!  São pequenas atitudes que, ao longo da carreira, minam os seus esforços de manter a imagem e podem até comprometer aquela promoção ou aumento de salário, isso sem mencionar os danos à sua saúde.

Veja o que não pode fazer parte da rotina de um profissional bem sucedido:

1) Chegar atrasado – Cinco ou dez minutinhos não faz diferença, certo? Errado! Mesmo tendo trabalhado o mesmo número de horas, os funcionários pontuais são considerados mais responsáveis e produtivos.

2) Checar os e-mails assim que chega no trabalho – Abrir a caixa de mensagens não deve ser a primeira coisa a fazer. Especialistas em gestão afirmam que responder a dezenas de e-mails compromete a produtividade ao longo do dia, dificultando a atenção nas tarefas seguintes.

3) Redigir e-mails muito longos – As pessoas não têm mais tempo para mensagens sem objetividade e buscam respostas sucintas.

4) Ficar muitas horas sentado – Evite ficar muitas horas diante do computador. Além de comprometer a saúde, interfere diretamente na criatividade e reduz a produtividade do funcionário.

5) Fazer muitas coisas ao mesmo tempo – Ser multitarefa não é sinônimo de qualidade do serviço. Se está fazendo algum trabalho importante, não divida a atenção e mantenha o foco.

6) Nunca ir ao happy hour – Nunca aceitar o convite dos colegas para um lanche ou drink pode passar uma imagem negativa e antipática. Tente conciliar os seus compromissos e participe de atividades fora do ambiente de trabalho como forma de confraternização com os colegas.

7) Nunca anotar nada – Com o excesso de informação que recebemos todos os dias, confiar na memória é um risco. Não precisa fazer um diário, mas sempre anote informações relevantes.

8) Não ter um hobby – Atividades esportivas, passatempos ou hobbies aliviam o estresse e podem torná-lo um profissional melhor. Gastar energia fora do ambiente de trabalho alivia as tensões e melhora a produtividade.

9) Não tirar férias – Ao contrário do que muitos pensam, vender as férias e não fazer o descanso anual prejudica tanto o funcionário quanto a empresa. Sem descanso, o profissional não se renova e diminui o potencial criativo.

10) Não fazer pausas – Tirar um horário para almoço e fazer pequenos intervalos são essenciais para manter a saúde em dia e deixá-lo mais disposto para as atividades cotidianas.

11) Sacrificar o sono – O sono é fundamental para manter os índices de atenção. Dormir ao menos 8 horas por dia garante a sensação de bem estar e produtividade do dia seguinte. Além de renovar as forças, você evita passar uma imagem de desânimo e falta de disposição para o trabalho.


A empresa é obrigada a me liberar para os jogos do Brasil?



          Está tendo Copa. Um mês repleto de feriados e recessos e eventos por todo o país, um tapa na cara da rotina do brasileiro. Neste período, quando se trata do pagamento de horas trabalhadas patrões e empregados não querem sair perdendo. Analisamos os comentários de advogados trabalhistas para tirar algumas dúvidas sobre as dispensas e fechamento das empresas durante os feriados e recessos decretados. Será que as organizações são obrigadas a liberar os funcionários?

          A primeira coisa a salientar é que não há nenhuma lei trabalhista que garanta ao cidadão o direito de se ausentar do trabalho durante os jogos da seleção brasileira. Ou seja, a empresa tem completa autonomia para dispensar os trabalhadores para os jogos. Também pode liberar alguns departamentos somente, enquanto que outros seguem executando as atividades normais da função, não cabendo reclamação.

          Porém, caso a prefeitura tenha decretado feriado e o trabalhador tenha sido convocado para cumprir jornada de trabalho, as horas devem ser pagas em dobro ou ser compensada com um dia de folga. Salvo outras condições específicas regulamentadas por convenção específica de algum sindicato, está valendo o estabelecido pelo Congresso Nacional em Projeto de Lei. 

As maiores alterações de calendário ocorrem nas cidades-sede e foram estabelecidos pelos organizadores, clique aqui para conhecer os recessos da sua localidade.

Estudantes e desempregados podem contribuir para o INSS


          O Ministério da Previdência Social leva em consideração na hora da aposentadoria o tempo de contribuição, idade e expectativa de sobrevida do segurado na data de início do seu benefício (Lei No. 9876 de 19/11/1999). Assim, os valores são calculados de acordo com a situação de cada contribuinte, nas diferentes formas de cálculo estabelecidas pelo órgão.

          Porém, o que nem todos sabem, é que as pessoas sem carteira assinada também podem contribuir para a previdência social. Até mesmo quem não tem renda própria, como donas de casa, estudantes e desempregados podem ser segurados do INSS, bastando estar inscrito como Segurado Facultativo e ter mais de 16 anos para começar a investir na aposentadoria.

          O pagamento pode ser feito através de carnê, que deve ser solicitado pelo telefone 135 ou pelo site da previdência. Com o pagamento de 20% do salário mínimo vigente, o segurado passa a ter direitos como salário-maternidade, auxílios doença, acidente e reclusão e pensão por morte.

          Também é possível pagar o INSS enquanto estamos recebendo o seguro-desemprego, fazendo o recolhimento sem prejuízo, pois não configura como renda para o contribuinte individual. A lei que regula o programa não prevê o cancelamento do benefício, sendo ilegal o cancelamento sob a justificativa de renda própria.

          Mesmo que a contribuição pese muito no seu bolso em alguns momentos, é importante manter em dia o seu carnê. Os benefícios do INSS são como um seguro de vida para os imprevistos e também garantem pensão para companheiros e dependentes no caso de morte prematura do contribuinte.

          A Previdência divulgou um site que calcula como ficará a sua aposentadoria através de simulador, bastando inserir os dados sobre o tempo de contribuição. Clique aqui para ter acesso ao aplicativo.

 

PIT

O Pit - Programa de Integração ao Trabalho das Faculdades São José tem como objetivo preparar e integrar o aluno para o mercado de trabalho, transmitir experiência profissional através de palestras, oficinas e workshops, além de captar vagas e supervisionar os estágios, também atua dando orientações e preparando os alunos para processos seletivos de estágios e empregos.