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sexta-feira

Palestra: Prisão e Crime no Brasil do Século XIX


Da série Justiça & Pensamento, o Centro Cultura Justiça Federal juntamente com o Tribunal Regional Federal 2° Região, apresenta a palestra, com a Coordenação daProf a. Dra. Marilene Antunes Sant'Anna - UGF

Prisão e Crime no Brasil do Século XIX

15 de fevereiro de 2011, terça-feira, das 14h às 17h, no cinema do CCJF

Entrada Franca

As inscrições serão no local

Horas de estágio pela OAB

Horas de capacitação para servidores do TRF - 2° Região e da SJRJ

Maiores informações

http://www.ccjf.trf2.gov.br

CCJF - Centro Cultural Justiçã Federal

Av. Rio Branco, 241 - Centro

CEP 20040-009 - Rio de Janeiro

(21) 3261-2550

terça-feira

Redes sociais passam a integrar currículo de candidato na web


Por Equipe InfoMoney, InfoMoney

Usuário da Curriculum pode inserir endereço de redes sociais no currículo cadastrado online pelo site

As redes sociais passaram a ser determinantes na vida do profissional brasileiro. Orkut, Facebook, Twitter e Linkedin são alguns dos exemplos mais utilizados, tanto como ferramentas para contato ou para estratégia de carreira, pelos internautas no País.

Este processo fez, por exemplo, com que a Curriculum, empresa de armazenamento e administração de currículos na web, realizasse mudanças no cadastramento dos dados profissionais de seus usuários.

Agora, o candidato que inserir o currículo no site terá a chance de adicionar também, na área destinada aos dados pessoais, os endereços das redes sociais de que participa.

Na avaliação do presidente da Curriculum, Marcelo Abrileri, plataformas como as redes sociais, blogs e microblogs se tornaram um complemento no processo de seleção.

“Mas vale ressaltar que é apenas um complemento da seleção. As redes sociais não substituem as ferramentas desenvolvidas especificamente para buscar candidatos”, afirma o executivo.


Conhecimento

Abrileri defende que a integração entre currículos e mídias sociais vai ajudar ainda mais os selecionadores a conhecerem melhor o candidato. “Esta é a forma correta de utilizar as redes sociais: como ferramenta de apoio no processo de contratação”.

Em tese, as empresas que utilizam o site para buscar candidatos terão facilmente acesso aos endereços deles nas redes sociais, para conhecer melhor os profissionais e futuros colaboradores.

Fica o aviso: o segredo para o bom uso das redes sociais pelos usuários, principalmente aqueles que buscam oportunidades na carreira, é adotar uma postura adequada e abusar do bom senso.

Tecnologia

A maioria dos executivos brasileiros, cerca de 60%, recorre às mídias sociais para identificar boas oportunidades profissionais, segundo revela pesquisa realizada pela Hays Brasil.

Ainda segundo o levantamento, 87% dos executivos mantêm pelo menos uma conta ativa em alguma rede social no Brasil, sendo que um terço destes acessa o serviço diariamente; 29,5%, de uma a três vezes por semana; e 12,1% conectam-se entre três e seis vezes por semana.


Fonte: Site Administradores

segunda-feira

Aprenda a fazer networking

Por Rômulo Martins , Empregos.com.br

Ter uma boa rede de contatos é a melhor maneira de ser visto e lembrado. Mas é preciso bom senso para não “queimar” a imagem profissional

Saiba quais são os benefícios de fazer networking em inglêsNetworking é uma rede de relacionamento profissional. Um instrumento formal e informal para criar laços entre pessoas com interesses similares e gerar oportunidade de negócio. Segundo consultores de carreira é a maneira mais eficaz de despertar holofotes. Em diversas ocasiões salva profissionais que estão na berlinda, devido às intempéries do mercado de trabalho.

O networking mal construído, entretanto, provoca o efeito contrário. Vira "netburning". Ou seja, queima a imagem profissional. Para você fazer certo o Empregos.com.br conversou com Olavo Henrique Furtado, coordenador de pós-graduação e MBA da Trevisan Escola de Negócios, e com a especialista em treinamentos comportamentais Reginah Araújo, autora de "A arte de pagar micos e King Kongs - como viver sem culpa". Eles dão as dicas.

1. Não confunda networking com amizade

Networking não é apenas uma conversa entre amigos de áreas similares. Isso não quer dizer que amigos não possam fazer negócios junto. O objetivo do networking, contudo, é proporcionar benefícios profissionais e, consequentemente, pessoais.


2. Faça networking em locais diversos

Congressos, palestras, reuniões com clientes não são os únicos lugares para fazer networking. O relacionamento profissional pode ser edificado em uma mesa de bar, parques ou clubes. Esses encontros também trazem resultados.

3. Esteja prevenido

Se o networking pode ser realizado em múltiplos locais, o profissional deve ficar atento às oportunidades. Portanto, esteja preparado para construir relações com pessoas de interesse comum. Quando for ao cinema, teatro, restaurante não deixe de levar o seu cartão de visita.

4. Mantenha sua rede viva

Acionar sua rede apenas quando está em apuros não é networking, é "netburning". Se você age desse modo corre o risco de ficar sem emprego e ninguém ficar sabendo. Por isso, mantenha a brasa acesa. Convide os contatos profissionais para um happy hour, cinema, teatro etc.

5. Diversifique seus relacionamentos

Ir sempre aos mesmos eventos todo o ano vira mesmice. É importante frequentar novos lugares que o forcem a conhecer pessoas. Senão sempre encontrará as mesmas caras. Poderá perder oportunidades de negócio por falta de novos contatos.

6. Na internet, escolha a rede certa

Siga pessoas que conhece em redes de cunho profissional - Linkedin, por exemplo - ou voltadas ao público de sua área. Você pode adicionar pessoas por indicação. Nesse caso, sinalize o contato. Cuidado com o que é postado em seu perfil. Evite defender causas contrárias à opinião pública. Isso, certamente, vai queimar o seu filme.


Fonte: Site Adminsitradores

sexta-feira

Maior parte dos executivos recorre às mídias sociais na procura por oportunidades

Por Gladys Ferraz Magalhães

Segundo levantamento, 87% dos executivos mantêm pelo menos uma conta ativa em alguma rede social

A maioria dos executivos brasileiros, cerca de 60%, recorrem às mídias sociais para identificar boas oportunidades profissionais, segundo revela pesquisa realizada pela Hays Brasil.

Na opinião do gerente da área de expertise Sales & Marketing da Hays em São Paulo, Rodrigo Vianna, as redes sociais acrescentam uma fonte importante de informações a respeito do candidato e podem dinamizar a aproximação.

Por outro lado, diz ele, “a contratação de executivos de média e alta gerência ainda depende muito do contato pessoal e do networking”.


Preferências

Ainda segundo o levantamento, 87% dos executivos mantêm pelo menos uma conta ativa em alguma rede social no Brasil, sendo que um terço destes acessam o serviço diariamente; 29,5%, de uma a três vezes por semana; e 12,1% conectam-se entre três e seis vezes por semana.

Das redes sociais citadas, o Linkedin é a preferida dos entrevistados, com 65% das citações. Em seguida, aparecem o Orkut, o Facebook e o Twitter, com 52,5%, 47,5% e 26,5% das respostas, nesta ordem.

Para Vianna, a preferência pelo Linkedin pode ser explicada pelo fato da rede ter um perfil mais profissional. “Diferentemente das demais redes sociais utilizadas para comunicação interpessoal, o Linkedin é uma ferramenta de interação e networking”.


Pessoal e profissional

Independentemente da rede escolhida para a busca por uma nova oportunidade, os profissionais devem sempre ficar em alerta quanto ao que colocam nas redes, procurando desvincular seus perfis profissionais dos pessoais, diz Vianna.

“As redes sociais, em particular os microblogs, são ótimas ferramentas para disseminar informações de forma rápida e pulverizada. Mas é imprescindível evitar que o universo pessoal se confunda com a atividade profissional, o que pode ser prejudicial à carreira”.


Fonte: Site Administradores

quinta-feira

Menos desemprego, mais trabalho

Por Eduardo Pocetti


A palavra "trabalho" na frase do título acima está relacionada ao esforço que teremos de despender para que não corramos o risco de entrar no tão falado "apagão da mão de obra"

Tirando o componente óbvio da frase que dá título a este texto, a seguir indico algumas referências para que o leitor compartilhe do meu raciocínio em relação às necessidades relacionadas à força de trabalho. Pois, vejamos. O IBGE nos informa que a taxa de desemprego brasileira fechou em 5,3% no último mês do ano passado. Na média ao longo de 2010, a desocupação ficou em 6,7%. Ambas são marcas de destaque, as menores da série histórica da pesquisa, iniciada em março de 2002.

Assim, podemos dizer que a economia nacional passa por um momento ímpar, em que diversos fatores se alinham para que a tendência de crescimento sustentado se consolide e siga abrindo oportunidades, tanto para o mercado de trabalho, quanto para os setores produtivos.

A palavra "trabalho" na frase do título acima está relacionada ao esforço que teremos de despender para que não corramos o risco de entrar no tão falado "apagão da mão de obra", que ocupa muitas folhas de nossos jornais e grande espaço nos debates sobre esse tema.

Sabemos que, infelizmente, a formação educacional e profissional da maioria dos brasileiros apresenta certas carências que limitam e até prejudicam o ingresso e pleno exercício profissional dessas pessoas no mercado de trabalho.

Desta forma, o primeiro "trabalho" exigido dos gestores empresariais, dos educadores, das autoridades públicas e das entidades e instituições ligadas às áreas da educação e da profissionalização é ampliar a oferta de oportunidades e melhorar a qualidade do ensino e da formação e capacitação dos profissionais e trabalhadores.

Não há dúvidas de que a educação em nosso país tem se transformado nos últimos vinte anos, especialmente com a universalização do ensino à infância, a ampliação da oferta de vagas no ensino técnico e a facilitação do acesso às universidades e a cursos de nível superior. No entanto, apesar de a qualidade do ensino ter evoluído no período, ela ainda demanda melhoramentos.

A iniciativa privada, com o apoio de entidades setoriais e organizações do terceiro setor, também tem se esforçado para capacitar e manter atualizados seus profissionais ou futuros colaboradores, investindo em formação dirigida aos objetivos empresariais. Mesmo assim, é certo que serão exigidos das empresas ainda mais "trabalho", dedicação e investimentos para suprir as lacunas da formação dos brasileiros.

Destaco que, se investirmos de forma correta e eficiente no "trabalho" de formação, capacitação e preparação dos profissionais, não teremos grandes problemas com o fantasma do "apagão da mão de obra". Além disso, vamos economizar muito "trabalho" na procura infrutífera de profissionais necessários para suprir à demanda crescente.

Quanto menor o desemprego, melhor é para nossa economia, para as pessoas, para o governo e para o país como um todo. Mas a condição do pleno emprego alcançada pelo Brasil exige uma série de cuidados, sem os quais será muito maior o custo de não contar com a mão de obra disponível para suprir nossas necessidades crescentes do que os investimentos necessários para a formação de brasileiros qualificados.

Eduardo Pocetti - é CEO da BDO no Brasil, firma-membro integrante da quinta maior rede do mundo em auditoria, tributos e advisory services.

Fonte: Site Administradores

quarta-feira

Com aquecimento da economia brasileira, demanda por profissionais nas áreas contábil, fiscal e financeira é crescente



Por Luciana Calaza

RIO - O aquecimento da economia brasileira e o consequente desenvolvimento de seu mercado de capitais estão fazendo crescer a demanda por profissionais das áreas contábil, fiscal e financeira. Novas empresas abrem capital na bolsa de valores por meio de IPOs (sigla em inglês de Oferta Pública Inicial) e aumentam os investimentos estrangeiros via aquisições de empresas. Ao abrir seu capital, a empresa precisa atender a novas e frequentes exigências dos órgãos reguladores e acionistas e, para isso, precisa contratar.

Adicionalmente, desde o ano passado, a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e o Banco Central (BC) determinaram que empresas de capital aberto e bancos publiquem balanços consolidados rigorosamente de acordo com os Padrões Internacionais de Relatório Financeiro ( International Financial Reporting Standards - IFRS), explica Patrício Roche, sócio da PricewaterhouseCoopers (PwC), rede mundial de firmas de assessoria tributária e empresarial e de auditoria.

- São práticas, em muitos aspectos, mais complexas e sofisticadas, o que exige um maior e mais bem preparado número de profissionais contábeis.

Os empregos, segundo os especialistas, estão em empresas de contabilidade e auditoria, que ano após ano aumentam a quantidade de contratações de profissionais dessas áreas, e ainda nas áreas de contabilidade, finanças e controladoria de qualquer empresa, não importa o setor no qual atue.

- Por causa dos grandes eventos que o Brasil sediará, empresas que estão de alguma forma envolvidas em infra-estrutura, construção, urbanismo, logística, transporte, armazenagem, setor de serviços, entretenimento e turismo e hotelaria devem concentrar a maior parte das concentrações - ressalta Vicente Picarelli Filho, sócio da Consultoria em Gestão de Capital Humano da Deloitte, rede mundial de firmas de serviços de auditoria, consultoria, assessoria financeira, gestão de riscos e consultoria tributária.

Além disso, lembra Patrício Roche, as empresas estão buscando um maior grau de governança corporativa:

- Assim, o mercado exige que profissionais sejam alocados a funções relacionadas a áreas de contabilidade, tributos, controles internos e cumprimento de normas ( compliance) em geral, etc, além de ampliar a participação em conselhos de administração e comitês de auditoria e de riscos - diz o sócio da PwC, que em 2011 contratará 650 trainees, o que representa aumento de cerca 25 % em relação a 2010.

Com o desenvolvimento das empresas, o papel da controladoria e da divisão de relacionamento com investidores e acionistas ganha novo contorno, observa José Luiz de Souza Gurgel, professor da Trevisan Escola de Negócios e sócio da BDO Brazil:

- Não menos relevante mencionar é a área de educação. O desenvolvimento das empresas brasileiras, com investimentos estrangeiros e adoção de práticas contábeis internacionais, traz uma imensa necessidade de treinamento do contingente de profissionais da área contábil e de finanças no país. Adicionalmente, temos observado um forte processo de consolidação da área educacional, inclusive com a entrada de players internacionais, o que contribui para o aumento de demanda desses profissionais para atuar na área acadêmica.

Além da graduação em contabilidade, para estar atualizado para o mercado, o profissional pode buscar cursos de extensão em finanças e gestão, além de participações em seminários, treinamentos e outros fóruns de discussões acerca de novas regras contábeis. Diversas entidades oferecem cursos regulares para tratar de temas específicos em contabilidade, entre elas, os Conselhos Regionais de Contabilidade (CRCs) e o Instituto dos Auditores Independentes do Brasil (Ibracon).


Fonte: O Globo

terça-feira

Você está comprometido com você?

Por Christian Barbosa


O ano está começando e pelo andar da carruagem será intenso. Raríssimas vezes tive a agenda tão abarrotada nos primeiros meses do ano como em 2011. Tenho recebido e-mails de muitas pessoas falando que 2011 será o ano de colocar os projetos para andar, as metas para acontecer e que será o ano da mudança. A pergunta que faço é: Será mesmo que esse vai ser o Seu Ano?

Tenho pesquisado muitas coisas interessantes nesses últimos meses, até porque estou escrevendo um novo livro e isso me coloca em estado “nerd” (lendo, testando e pesquisando muito). Uma das pesquisas na qual estou trabalhando é sobre execução de metas e projetos, e uma palavra constante nesse meio é “commitment” ou “comprometimento” em português.

A consultoria Gallup, publicou diversos trabalhos exclusivamente sobre essa questão de comprometimento e sem dúvida é líder nesse assunto mundialmente. Em uma recente pesquisa apontou que apenas 21% dos profissionais estão engajados em suas empresas. A maior parcela dos profissionais (79%) simplesmente não está engajada com a empresa.

É muita gente sobrevivendo a um trabalho sem paixão, sem sentimento de conexão e colaboração com a empresa. Talvez isso explique o péssimo atendimento que temos em diversos segmentos públicos e privados no País. O interessante é que o mesmo sentimento se replica na vida pessoal (ou talvez o sentimento da vida pessoal se replique na empresa).

Questionei algumas pessoas que tiveram uma nula ou baixa realização dos seus planos no ano anterior. E depois de um mar de desculpas vagas, o que realmente aparece é que eles não estavam comprometidos com nada que planejaram.

Triste realidade, mas muita gente está vivendo exatamente desse mesmo jeito agora. São apenas zumbis, que ligaram o piloto automático e estão sobrevivendo ao dia-a-dia. Talvez, até mesmo você, não esteja profundamente comprometido com a sua meta de emagrecer, viajar, falar inglês, prosperar, de fazer a empresa crescer etc.

São insanas as pessoas que buscam resultados diferentes no ano novo fazendo tudo do mesmo jeito que fizeram no ano passado. São insanas as pessoas que acham que as coisas vão cair do céu, que vão acontecer por osmose, que alguém vai fazê-las subir rapidamente na empresa. São insanas as pessoas que criticam a sorte pelo resultado. São insanas as pessoas que culpam o tempo por ser tão rápido.

Semana passada, fechamos o planejamento estratégico da Triad e nas minhas férias fechei o meu planejamento pessoal do ano. Foi muito legal descobrir que Eu fui um insano!

Um dos meus projetos está andando muito devagar há dois anos. Devagar porque eu, sem perceber, repeti um plano medíocre nesse período, fiz poucas coisas diferentes! Comparado a tudo que andou de forma excepcional no ano, esse especificamente ficou bem tímido. Fantástico acordar para isso! Na verdade, não me comprometi profundamente com esse objetivo, apesar de querer muito que ele aconteça. Não coloquei foco, energia, não ousei, revisei o plano poucas vezes, arrisquei pouco, fechei os olhos em alguns momentos.

Isso acontece a todo o momento, com quase todo mundo! Quando a falta de comprometimento está controlada em uma ou outra coisa o impacto é pequeno, mas tem gente que não se compromete com a própria vida. Deixa tudo para depois, não se compromete com o amanhã porque não se comprometeu nem com o hoje. Não consegue descobrir o seu importante, pois nunca se comprometeu em parar e refletir profunda e honestamente sobre isso.

Quer saber se 2011 será o SEU ano? É simples, basta saber o quanto você está realmente comprometido em fazer com que as coisas aconteçam!

Comprometa-se com você mesmo antes de reclamar que as coisas simplesmente não acontecem e faça de 2011 um ano diferente. Quem sabe esse não é o ingrediente que falta para você sair do lugar e fazer com que as metas de ano novo se concretizem?


Fonte: HSM
 

PIT

O Pit - Programa de Integração ao Trabalho das Faculdades São José tem como objetivo preparar e integrar o aluno para o mercado de trabalho, transmitir experiência profissional através de palestras, oficinas e workshops, além de captar vagas e supervisionar os estágios, também atua dando orientações e preparando os alunos para processos seletivos de estágios e empregos.